Reencontrei Francisco José, da Globo, e falamos sobre Campos Pereira e Chico Pontes

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O repórter Francisco José, uma lenda viva do jornalismo brasileiro, aquele das reportagens especiais do Globo Repórter, esteve no Acre nesta quinta-feira, 4. Veio prestigiar o primeiro prémio de jornalismo “Jorge Said”, promoção da prefeitura de Rio Branco, a convite da minha colega Socorro Camelo, secretária de comunicação da prefeitura. Na verdade o reencontrei, uma vez que há 20 anos o conheci pessoalmente, pela primeira vez, num congresso da imprensa, em Maceió, Alagoas. Ele, claro, lembrou do evento, que durou meia semana, oportunidade em que sempre me perguntava por Campo Pereira e Chico Pontes, seus amigos antigos aqui do Acre. Ontem, outra vez, entramos no assunto, mas agora para lamentar a morte de Campos Pereira. Quando fazia esporte por aqui, nos anos 1980, “Chico” José também era repórter esportivo no Nordeste. Encontrar essa lenda do jornalismo internacional é sempre um aprendizado. Em sua fala aos presentes na festa de ontem, tudo se aproveitou. Ele é uma aula de vida e de imprensa até andando.

QUEM FOI CAMPOS PEREIRA

Pedro Paulo Menezes de Campos Pereira foi um dos pioneiros da crônica esportiva no Acre. O maior de todos, a gente do meio costuma dizer. Foi jogador de futebol e, nos anos 1970, entrou para o rádio. Foi fundador da Acea, Associação dos Cronistas Esportivos do Acre. Morreu em 2004, aos 68 anos, de câncer no pulmão.

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