Prefeitos do interior do Acre estão esperançosos com o Pacto Federativo

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A Proposta de Emenda à Constituição do Pacto Federativo (PEC 188/2019), da qual o senador acreano Márcio Bittar (MDB) é relator e que deve ir à votação tão logo o Congresso Nacional retorne do recesso parlamentar, está antecipando um clima de muito alto astral nos municípios do Acre. É que eles e seis municípes serão os mais beneficiados. Prefeitos como Zum Barbosa (PSDB), de Assis Brasil, Tanizio Sá (MDB), de Manuel Urbano, e Fernanda Assem (PT), de Brasiléia, que receberam seus municípios em um caos, mas que no braço conseguiriam melhorar a situação, veem essa PEC com muita esperança. “O Brasil será outro depois do pacto e o senador Bittar entrará pra história”, diz um Zum de olhos brilhando.

Se aprovada, a PEC do Pacto Federativo pode repassar a estados e municípios, num período de 15 anos, algo em torno de R$ 400 bilhões, que é quase três vezes mais do que gastaram as nações aliadas para a reconstrução da Europa após a II Guerra Mundial, em 1945, como faz questão de registrar o senador Márcio Bittar. “É muito dinheiro, mas que serão distribuídos com austeridade para que, daqui há dez ou 20 anos, esses estados e municípios não venham passar pelos mesmos problemas que agora estamos enfrentando”, disse Bittar.

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