Casamento à vista
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Casamento à vista

Cantor Sérgio Solto é o aniversariante de hoje, 11! Ao lado de sua noiva, a advogada Socorro Rodrigues, foi acordado com lauto café da manhã
20 SP_JANEIRO 2018

O ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (PMDB), disse ao Blog do Evandro Cordeiro que “jamais apoiaria a esses bandidos do PT, seja em que circunstância for”. A fala dele é uma resposta a boatos de redes sociais e até mesmo matérias publicadas em jornais e sites segundo os quais ele estaria disposto a apoiar o pré-candidato a govenador pelo PT, Marcus Alexandre, como resultado de brigas com correligionários, mas especificamente com o prefeito Ilderlei Cordeiro, também do PMDB. “Tudo fofoca irresponsável”, diz Sales.

Vagner chama de “horda” a turma que governa o Acre, capaz de fazer qualquer coisa para se manter no poder. “Não posso apoiar um povo desse nunca. Eles são a maldade em pessoa, não respeitam ninguém, nem os aliados, levam todos no grito, no peito. Massacram os inimigos. Eu sei o que sofri quando fui prefeito. Eles botaram para me matar (politicamente, ele corrige), mas nunca conseguiram. Apanharam de mim até não querer mais”, afirma Sales.

O ex-prefeito reafirma seu compromisso com a pré-candidatura das oposições ao Governo do Acre, a do senador Gladson Cameli (PP), seu primo, a rigor. “Agora que vou trabalhar como nunca para eleger o Gladson governador”, afirmou ao Blog, depois de dizer que anda insuportável a boataria em redes sociais e jornais de comportamentos duvidosos.   

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Para se defender dos ataques de petistas nas redes, aqueles que recebem do Governo para passar o dia agredindo as pessoas, por apoiar a Reforma da Previdência, Marcio Bittar (PMDB), pré-candidato a Senador, disse o seguinte, via Blog: “O PT está morrendo de inveja porque a Reforma está sendo feita. Lula e Dilma se elegeram prometendo a reforma e preferiram a politicagem, atender a interesses para se manterem no poder, a fazer a reforma. Por isso eu apoio, sim, a reforma, sobretudo, porque ela vai estabelecer que nenhum aposentado ganhe mais de 5 mil, inclusive os ex-governadores. Os petistas são hipócritas”.  

Marcio Bittar disse mais: “Em Brasília, como senador, vou fazer de tudo para mudar a lei criada muito mais para atender as ONGs, o que o PT sabe fazer bem, e que ferram os agricultores e pecuaristas do País, com multas que superam os valores das propriedades. Ora, interessante, a lei diz que eu só posso desmatar 20%, mas o Governo cobra imposto sobre toda a área. Se eu só posso desmatar 20% como tenho que pagar por toda a área. É isso que vou questionar como senador e convencer meus pares a mudar a regra. Vamos mudar essa lei toda. O Brasil precisa progredir”.

Sobre o Código Penal, Marcio Bittar garante que fará uma campanha em Brasília para que seja feita uma reforma urgente. “Vou brigar pela prisão perpetua e aumento urgente da maioridade penal. Nós não suportamos mais tanta violência, enquanto o PT e toda a esquerda ficam colocando culpa na própria sociedade pela existência dos bandidos. Eles dizem que o criminoso é uma vítima da sociedade. Isso é retrógrado, ridículo. Vamos mudar isso como senador, se Deus quiser”, afirmou ao Blog do Evandro Cordeiro.      

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O prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, pré-candidato a governador do Acre pelo PT, paga por ano mais de R$ 23 milhões só com cargos comissionados e por esses dias andou nomeando mais gente, o que irritou o vereador Roberto Duarte (PMDB). “Esse é o voto de cabresto, para se manter no poder a qualquer custo”. Ao Blog do Evandro Cordeiro Duarte disse mais o seguinte...  

Blog – O prefeito de Rio Branco e pré-candidato a governador do Acre pelo PT, Marcus Alexandre, paga mais de R$ 23 milhões só a cargos comissionados. O município suporta uma conta dessas?

 

Roberto Duarte - Quanto aos comissionados, todos nós sabemos que os governos do PT investem tão somente no voto de cabresto, quanto mais gente eles mantem, mais votos estão garantidos. A prioridade deles não é gerir o Estado ou o Município, mas somente se manter no poder. Enquanto a saúde está um caos, a cidade está cheia de lixo e buracos, eles continuam contratando cargos comissionados.

Blog – Vereador onde foram parar os radares de Rio Branco?

 

Roberto Duarte - Infelizmente, no Estado do Acre o Governo e a Prefeitura usurpam a competência um do outro em vários seguimentos, confundindo a população quando questionam sobre seus benefícios. Segundo o que apurei, os radares que deveriam ser de competência do município, são geridos pelo Governo através do Detran, e segundo eles, estão retirando os radares velhos para investir em radares com tecnologia mais avançada. Um questionamento que farei em breve é sobre o número de acidentes ocorridos nos locais que os radares estavam instalados no período que ficaram desativados. Não podemos aceitar que eles instalem radares somente com o intuito de arrecadar dos condutores de veículos.

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O prefeito Zezinho Barbary (PMDB) recebeu o senador Gladson Cameli (PP) em seu gabinete e agradeceu pelos investimentos indicados ao município de Porto Walter.

Após um café da manhã, Gladson visitou obras na cidade, executadas pela prefeitura, por envio parlamentar de Jéssica Sales (PMDB), Flaviano Melo (PMDB), Sérgio Petecão (PSD) e do próprio Cameli. O ponto de entrevistas foi na praça Vicente Lopes, que hoje recebe um investimento superior a 1,9 milhão de reais.

Em sua fala o senador apresentou o município de Porto Walter como exemplo de gestão e garantiu cadastrar recursos extraorçamentários para uma embarcação equipada para ações intinerantes em saúde, um porto para o município através do DNIT, apoio para intensificação da Luz para Todos e interligações municipais nos municípios do Juruá através de estradas onde garantiu maquinários já comprados pela prefeitura e uma ambulância para socorrer as emergências de saúde das unidades básicas municipais para unidade mista de internação.

O prefeito Zezinho Barbary, animado com a visita, disse que o município, depois de adimplente, tem o que apresentar para a população. "É obra pra todo lado e em todas as áreas da administração", afirmou. (Assessoria)

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O ano de 2018 chegou e junto a hora de os partidos fecharem suas alianças para a disputa de outubro. As chapas majoritárias já estão até prontas, com candidatos a governador, vice e senador definidos, mas na proporcional agora que vai começar a batalha. Três partidos sofrem alta rejeição nesse momento: PP, PT e PMDB. É que todos tem nomes muito fortes para colocar em campo. Para se ter uma ideia, o PMDB terá na sua chapa de estadual a deputada Eliane Sinhasique, o vereador Roberto Duarte, a ex-deputada Antônia Sales e a primeira-dama de Sena Madureira, Meire Serafim; o PT tem quatro deputados: Leila Galvão, Jonas Lima, Daniel Zen e Lourival Marques. O quinto é Nei Amorim, mas este vai disputar o Senado ou o Governo; no PP, os deputados Ghelen Diniz, Whendy Lima e Nicolau Júnior, além da pré-candidatura do ex-deputado José Bestene são uma assombração.

No caso do PMDB, nem mesmo o “time” de partidos do pré-candidato a senador Marcio Bittar (PTB, PPS e Solidariedade) quer a aliança. O senador Sérgio Petecão (PSD), convidado, também não arriscará o mandato que seu partido já tem na mão e que conta como certa sua reeleição, a do pastor Jairo Carvalho. “O Jairo Carvalho se elegeria fácil na nossa chapa, mas o Petecão acha que não, então temos que respeitar”, lamenta o dirigente peemedebista Pádua Bruzugu. No caso do PT, a situação é ainda pior. A tragédia do PEN, em 2014, ainda é lembrada. Ao se aliar com o partido, o PEN mandou para casa, derrotados, cinco deputados. Os petistas elegeram cinco.

Ainda no andar de baixo, partidos nanicos se organizam para fazer pequenas alianças, sempre prósperas. O PV, por exemplo, vai puxar um grupo com mais dois partidos, onde é proibido candidatos com mandato. Um dos parceiros dos verdes será o P-SOL. Já PSDC, PMB e PHS formariam outra chapinha, também sem ninguém com mandato ou disparate financeiro. “Não vou abrir mão de fazer uma composição assim”, assegura o presidente do PHS, Manoel Roque. Na oposição, chapinha pronta, sem ninguém com mandato, por enquanto só PTB, PPS e Solidariedade. O resto é desespero até a hora de formar essas alianças, algumas para salvar mandatos.  

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