Casamento à vista
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Casamento à vista

Cantor Sérgio Solto é o aniversariante de hoje, 11! Ao lado de sua noiva, a advogada Socorro Rodrigues, foi acordado com lauto café da manhã
10 SP_DEZEMBRO 2018

O parecer do assessor jurídico da Câmara de Vereadores de Brasileia, Dárcio Vidal Campos, reconhecendo a ilegalidade da lei 1.015, aprovada no apagar das luzes de 2017 e que garantiu pagamento de décimo terceiro salário a prefeita Fernanda Assem (PT) e aos vereadores, foi o passo mais importante para sua revogação. A atitude de correr atrás da suposta ilegalidade para proteger os cofres públicos foi de um próprio parlamentar, o vereador e advogado Valadares Neto (PMDB). Ontem ele comemorou o parecer da assessoria jurídica. “Eu já esperava isso do doutor Dárcio. Ele é muito competente”, afirmou ao Blog.     

Após a exposição do parecer jurídico, na sessão desta terça-feira, 6, o vereador Valadares espera que a mesa diretora trate de revogar o quanto antes a lei aprovada no fechamento do ano passado, segundo ele em nome da moral. “Não se trata de questões pessoais, mas, única e exclusivamente, de legalidade. Me surpreendi com ele (EDU), não só por seu nervosismo, mas, sobretudo, porque sempre aparentou primar pela legalidade de atos e de respeito as instituições. Agora, espero que cumpram a orientação do assessor jurídico, ou seja, revogue a lei e, acaso tenham recebido algum dinheiro público, devolvam aos cofres públicos”, afirmou Valadares.

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Os deputados federais César Messias (PSB), Alan Rick (DEM), Major Rocha (PSDB), além de Jéssica Sales e Flaviano Melo, ambos do PMDB, votaram na madrugada desta terça-feira, 20, na Câmara Federal, pela intervenção federal no Rio de Janeiro, proposta pelo Governo Temer (PMDB) com o objetivo de frear a escalada da violência na antiga capital do País. Léo de Brito e Raimundo Angelim, ambos do PT, votaram contra. Moisés Diniz (PCdoB) não aparece na lista dos votantes. O projeto terminou aprovado pelo placar de 340 a 72.  

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A deputada estadual Eliane Sinhasique, do PMDB, inegavelmente uma das mais atuantes no campo da oposição, é a autora de duas das principais denúncias contra o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, do PT, réu em 40 processos por suposto desvio de dinheiro público, principalmente nas obras da BR-364. Na época da obra, dizem opositores, foram feitas sangrias para garantir reeleições de governadores no Acre e do presidente Lula. “Reinava a ideia da impunidade”, repete o deputado Luiz Gonzaga (PSDB), sempre que convidado a falar sobre o assunto. Em entrevista ao Blog do Evandro Cordeiro, a parlamentar Sinhasique dar mais detalhes das denúncias e sobre o que pensa em relação ao prefeito cujo nome é a esperança do PT de garantir mais quatro anos de poder. Veja a entrevista, sempre resumida, como de costume do Blog:

 

Blog - Deputada a senhora espera que suas denúncias contra o prefeito Marcus Alexandre, por este supostamente pagar advogados para defendê-lo no processo de desvio de dinheiro da BR-364 chegue aonde?

 

Eliane Sinhasique - A minha intenção é que o pagamento desses recursos, de quase um milhão de reais, seja investigado, apurado e, se comprovado a ilicitude, o responsável seja penalizado. Não podemos admitir que recursos para fazer ramais sejam utilizados para pagar advogados quando órgãos estaduais, como o Deracre, já tem advogados em seus quadros para defender os gestores de possíveis problemas judiciais. Além do mais, temos a Procuradoria Geral do Estado, a PGE, que também tem dezenas de procuradores que poderiam ter sido acionados para defender o então diretor do Deracre, Marcus Alexandre, em seus 40 processos! O Acre é um Estado "pobre". Não pode pagar duas vezes por serviços que já estão sendo pagos na folha de servidores.

 

Blog - Como a senhora descobriu tudo isso sobre o prefeito de Rio Branco, proclamado como bom moço e diferente do resto do PT?

 

Eliane Sinhasique - Está tudo no Diário Oficial. E não é porque está publicado que significa que seja legal ou moral.

 

Blog – A senhora não acha que isso pode atrapalhar sua reeleição? Ficar preocupada em fazer denúncias?

 

Eliane Sinhasique - Uma das funções dos deputados é fiscalizar. Estou cumprindo com o meu dever de representante do povo. Meu papel é evitar que os recursos públicos sejam mal utilizados ou, uma vez cometida a ilegalidade, provocar os órgãos de controle para tomar as providências cabíveis. Não vejo como isso pode afetar minha atuação parlamentar. O povo me elegeu para ficar atenta a qualquer desmando do governo ou de gestores. O povo não quer uma deputada muda, apática ou inerte.

 

Blog - Ele não foi denunciado pela senhora apenas no TCE não né?  Há uma outra denúncia?

 

Eliane Sinhasique - Fizemos duas denúncias em novembro do ano passado. No TCE e no MPF. Estamos esperando que esses órgãos façam apuração rigorosa e tome as providências cabíveis ao caso. Quase um milhão de reais daria para ajudar muitos produtores em ramais como da Castanheira e da Garça, na Transacreana, o ramal da Pitanga, no final do Calafate, ou ainda o Ramal Mendes Carlos, que há muitos anos está fechado para passagem de caminhões e ônibus.

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Nem mesmo os diretamente interessados no assunto, o senador Gladson Cameli (PP) e o ex-deputado federal Marcio Bittar (PMDB), quiseram comentar o que chamaram “asneira” e “aluagem” do deputado Daniel Zeen (PT), líder do Governo, que denunciou os dois no Ministério Público Estadual com base nas gravações em que bittar tece comentários sobre o senador. “Esse rapaz tem coisa séria para fazer, que é defender esse Governo deles ai, todo enrolado, ai vem com uma bobagem dessa. Nem quero saber desse assunto”, respondeu um deles. O parlamentar quer que o MPE investigue as gravações por “vê crime eleitoral nas falas de Bittar”.  

Zeen é aquele deputado que ficou conhecido por defender a descriminalização da maconha, mesmo em tempos de execuções no Acre todos os dias, exatamente por causa da erva daninha, a marihuana, a canabis.  

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O ex-deputado federal Marcio Bittar, pré-candidato a senador pelo PMDB, disse agora a pouco ao Blog que o senador Jorge Viana (PT) teve a “cara de pau” de colocar culpa no atual Governo pelo alto índice de violência no Brasil e pelo banho de sanguie que a bandidagem derrama no Acre. Viana disse no plenário do Senado que “essa violência aumentou depois do golpe” e provocou Bittar, que chamou o parlamentar para o debate ao acusá-lo de “passar a mão sobre a cabeça de criminoso”, uma premissa da esquerda no mundo todo.

“O PT do Jorge Viana destruiu o Acre, que já foi celeiro da produção da borracha, castanha e gado. Só um choque de capitalismo e agronegócio pode salvar o Estado da pobreza e da violência generalizada”, sugere. Para Bittar, é “muito cinismo de quem tem tudo a ver com a política que levou o Pais a esse caos” e quer colocar culpa num Govenro que sentou na cadeira ainda. Bittar acrescenta que “aqui no Acre a política da florestania levou 41% da população acreana ao Bolsa-Família. Isso é responsabilidade do Jorge Viana, que começou tudo isso junto com o PT. Porque ter esse monte de gente no Bolsa-Família é sinal de fracasso do Estado”.

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