Casamento à vista
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Casamento à vista

Cantor Sérgio Solto é o aniversariante de hoje, 11! Ao lado de sua noiva, a advogada Socorro Rodrigues, foi acordado com lauto café da manhã
20 SP_JANEIRO 2018

Ao aprovar lei que tira da Câmara Municipal a responsabilidade de discutir a passagem de ônibus, além de dar demonstrações de lealdade ao prefeito Marcus Alexandre (PT), os vereadores conseguiram atingir níveis impublicáveis de repulsa pela população. Isso visto pela população. Pela ótima de um vereador a história não é bem assim. “A nossa legislatura não é vendida”, garante Raimundo Neném (PHS), um iniciante na política que, de fato, chegou a votar contra alguns projetos do prefeito que ferravam a população. Ele diz que o cenário nacional é que contribui para as dificuldades vividas pelos legislativos. Em rápida entrevista ao Blog do Evandro Cordeiro, Neném se defende e defende os colegas. Veja:  

Blog – Pouca legislatura foi tão criticada quanto a atual, por fazer tudo o que a prefeitura manda. Ninguém se salva nessa safra de vereadores¿

 

Raimundo Neném – Não é bem assim. Não existe legislatura vendida. Aliás, sobre a atual legislatura é importante destacar que para maioria é ainda o primeiro ano e o cenário político nacional contribuí para inúmeras dificuldades. As pessoas estão totalmente sem esperanças, lutar contra isso tem sido a maior dificuldade, mas temos tempo para ajudar nosso povo e reconquistar sua confiança. Sobre a questão da passagem de ônibus sou ciente do fator negativo que houve. No entanto é preciso reforçar que sempre estivemos com o povo, por isso fizemos uma nota voltando atrás com nossa palavra, dando certeza de que continuamos como devemos estar ao lado do povo, porque este sim, sabem o que precisam e como precisam.

Blog – O senhor é um dos vereadores que sempre votou com o prefeito Marcus Alexandre¿

 

Raimundo Neném – Não. Já votei contrário a alguns projetos.

Blog – O senhor disputa as eleições para deputado estadual¿

 

Raimundo Neném - Como tenho dito desde que assumi meu compromisso é com os cidadãos rio-branquenses. Servimos a essas pessoas. Todo projeto voltado para o bem estar de nossa cidade será sempre analisado com carinho e o máximo de atenção, temos aprendido muito e só temos o que melhorar.

 

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O ano de 2018 chegou e junto a hora de os partidos fecharem suas alianças para a disputa de outubro. As chapas majoritárias já estão até prontas, com candidatos a governador, vice e senador definidos, mas na proporcional agora que vai começar a batalha. Três partidos sofrem alta rejeição nesse momento: PP, PT e PMDB. É que todos tem nomes muito fortes para colocar em campo. Para se ter uma ideia, o PMDB terá na sua chapa de estadual a deputada Eliane Sinhasique, o vereador Roberto Duarte, a ex-deputada Antônia Sales e a primeira-dama de Sena Madureira, Meire Serafim; o PT tem quatro deputados: Leila Galvão, Jonas Lima, Daniel Zen e Lourival Marques. O quinto é Nei Amorim, mas este vai disputar o Senado ou o Governo; no PP, os deputados Ghelen Diniz, Whendy Lima e Nicolau Júnior, além da pré-candidatura do ex-deputado José Bestene são uma assombração.

No caso do PMDB, nem mesmo o “time” de partidos do pré-candidato a senador Marcio Bittar (PTB, PPS e Solidariedade) quer a aliança. O senador Sérgio Petecão (PSD), convidado, também não arriscará o mandato que seu partido já tem na mão e que conta como certa sua reeleição, a do pastor Jairo Carvalho. “O Jairo Carvalho se elegeria fácil na nossa chapa, mas o Petecão acha que não, então temos que respeitar”, lamenta o dirigente peemedebista Pádua Bruzugu. No caso do PT, a situação é ainda pior. A tragédia do PEN, em 2014, ainda é lembrada. Ao se aliar com o partido, o PEN mandou para casa, derrotados, cinco deputados. Os petistas elegeram cinco.

Ainda no andar de baixo, partidos nanicos se organizam para fazer pequenas alianças, sempre prósperas. O PV, por exemplo, vai puxar um grupo com mais dois partidos, onde é proibido candidatos com mandato. Um dos parceiros dos verdes será o P-SOL. Já PSDC, PMB e PHS formariam outra chapinha, também sem ninguém com mandato ou disparate financeiro. “Não vou abrir mão de fazer uma composição assim”, assegura o presidente do PHS, Manoel Roque. Na oposição, chapinha pronta, sem ninguém com mandato, por enquanto só PTB, PPS e Solidariedade. O resto é desespero até a hora de formar essas alianças, algumas para salvar mandatos.  

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O presidente do PHS, Manoel Roque, vai deixar o cargo, depois de uma década. Por sugestão dele mesmo, a mudança acontecerá para garantir um revezamento na direção do partido, um dos mais enjoados da Frente Popular, com saldo de vereadores e deputados eleitos em todas as eleições recentes.

Para o lugar de Manoel Roque, uma das maiores autoridades dos bastidores da política, campeão em costuras de sucesso, deverá ser aclamado o empresário Jarbas Soster. O novo presidente, a partir de novembro, também deverá ser o candidato do partido a deputado federal.      

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O empresário Jarbas Soster levou uma turma de alunos do Departamento de Engenharia da Uninorte para visitar a pedreira da família dele, em Fortaleza do Abunã. Os alunos conheceram o processo de extração de pedra em todas as suas etapas.

Jarbas tem estreitado seu relacionamento com alunos de engenharia em virtude de dirigir uma das maiores empresas de construção civil do Acre e por sua relação com a política. Ele está sendo convencido pelo presidente do PHS, Manoel Roque, a disputar as eleições de 2018.  

 

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O Departamento de Engenharia da FAAO (Faculdade da Amazônia Ocidental) prestou anteontem à noite uma homenagem ao prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, e ao empresário Jarbas Soster, que é filiado ao PHS. A honraria é realizada todo ano e os critérios são por prestação de serviços à cidade e ao Estado. Jarbas é sócio de um dos conglomerados de empresas mais próspero do Acre e Alexandre, além de engenheiro, é prefeito da capital no segundo mandato.

 

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