Casamento à vista
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Casamento à vista

Cantor Sérgio Solto é o aniversariante de hoje, 11! Ao lado de sua noiva, a advogada Socorro Rodrigues, foi acordado com lauto café da manhã
21 SP_JULHO 2018

O pré-candidato a governador pelas oposições, senador Gladson Cameli (PP), e o pré-candidato a senador Marcio Bittar (MDB), abriram na manhã desta segunda-feira, 30, no auditório da Faculdade Diocesana São José (Fadisi), em Rio Branco, o curso para formação política destinado aos pré-candidatos a deputado federal e estadual. Depois o cientista político Luciano Dias, da Fundação Milton Campos, ligada ao MDB, palestrou para o grupo. Cameli se disse animado com o clima de otimismo da pré-campanha e anunciou sua próxima agenda para hoje. Será à tarde no Hospital Souza Araújo, ícone do combate a hanseníase no Acre.

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Dirigentes de PRP e PSDC, partidos da Frente Popular, tomaram café, nesta quinta-feira, 19, com o ex-pré-candidato a vice governador pela oposição, o médico oftalmologista Eduardo Veloso. O Blog do Evandro Cordeiro teve acesso a foto, mas nunca ao assunto todo discutido. Segundo adiantou alguma coisa o presidente do PSDC, José Afonso Fernandes, além de tapioca, café com leite e mingau de banana, só muito papo sobre política. “Falamos sobre o futuro do Acre, que precisa de políticas públicas novas”, disse. No final ninguém sabe ao certo quem foi cortejado. Se Veloso pela Frente Popular ou se os dois partidos nanicos aliados do PT foram cortejados por Veloso, que continua filiado em uma sigla da oposição, o PR, da missionária Antônia Lúcia, a apoiando declaradamente a pré-candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao Governo do Acre. E melhor: sem nenhuma mágoa por ter sido trocado no final pelo deputado federal Major Rocha (PSDB), o vice oficializado de Cameli.

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O senador Gladson Cameli (PP) puxa desde a última quinta-feira, 12, uma caravana pelo interior do Acre sendo apresentado como pré-candidato a governador em uma junção histórica de doze partidos. Nos discursos seguidos ele apresentou propostas como a redução da máquina administrativa e altos investimentos nos setores industriais e agrícola, capazes de gerar emprego e renda, mas também fez críticas ao atual sistema liderado pelo PT. O gasto dos últimos 20 anos com propaganda, por exemplo, foi fatalmente acertado. “Não é possível um Governo gastar mais com propaganda do que com a Polícia Militar. A Companhia de Selva pode arrumar suas malas para deixar o Acre a partir de janeiro de 2019”, disse na festa em Feijó, onde o prefeito Kiefer Cavalcante (PP) reuniu muita gente.

A Companhia de Selva a que se referiu o senador Gladson é a empresa de comunicação que leva o bolo da mídia do Governo há quase 20 anos. Segundo se tem apurado, algo em torno de 15 milhões anuais. Foi contratada ainda no Governo Jorge Viana (PT) e nunca mais “perdeu licitações” na briga pela verba de mídia, transformada numa fortuna pelos governos de esquerda. A empresa, que pertenceria a dois publicitários pernambucanos, era uma pasta transportada debaixo de sovacos nos anos 1990, mas virou uma gigante da comunicação, deixando para trás inúmeras outras do ramo até mesmo criadas por aliados históricos do PT.

Sobre essa empresa pouco se sabe do ponto de vista fiscal, mas no grosso é sabido que os milhões de verbas aquinhoados dos cofres do Governo a transformou numa propagandista gigante e porreta capaz de gerar “milagres” em suas peças publicitárias, veiculadas na imprensa. Por meio desta a Cia de Selva mostra um Acre prodigioso, espécie de Paraíso estabelecido abaixo da linha do Equador. Seu poderio “matou” até mesmo emissoras gigantes da comunicação local. Alguns empresários se queixam que a fatia do bolo publicitário é tão minguado ao ponto de não ser possível cobrir sequere a folha de pagamento. Com uma possível vitória da oposição esse tipo de situação deverá ser invertida, segundo anuncia o pré-candidato Cameli. “Alguns tipos de mamatas estão prestes a acabar no Acre com nossa eleição esse ano”, afirmou o senador em praticamente todos os discursos que fez de Cruzeiro do Sul, passando por Feijó, Tarauacá, Manuel Urbano e Sena Madureira, nessa ordem.

Os discursos de Gladson Cameli (PP) foram reforçados por pré-candidatos ao Senado e a deputado federal. Para Márcio Bittar (MDB), por exemplo, o Governo petista abusa da máquina administrativa, ao invés de investir no homem do campo e na indústria. “Vou iniciar uma luta em Brasília para anistiar as multas impostas duramente pelo PT aos agricultores e lutar para aumentar a cota de desmate”, afirmou ele no discurso de Feijó. Sérgio Petecão (PSD) é mais leve nas falas, mas igualmente contundente. “O PT não tem mais nem o que prometer às pessoas”, disse o senador que disputa a reeleição, em um evento em Cruzeiro do Sul.

No computo geral a caravana da oposição foi elogiada pelo tanto de curiosos que foi vê-la. Os ambientes ficaram sempre lotados. E também pela união entre as suas principais figuras. O deputado federal Major Rocha (PSDB), pré-candidato a vice-governador, afirmou em todos os discursos que perdeu a aposta quem esperava pela oposição desunida. “Fizeram de tudo, pelo menos através de parte da imprensa, para anunciar nosso racha. Não contavam com o bom senso de nossos partidos. Estamos mais do que unidos para resgatar o Acre para as pessoas, ao invés de deixa-lo nas mãos de uma ‘seita’”, afirmou.    

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A oposição iniciou na última sexta-feira, 6, uma andança pelo interior do Acre, depois de dar a largada em um café da manhã servido na sede do PSDB, em Rio Branco, onde se anunciou unida, com doze partidos a reboque. Foi uma das maiores alianças já construídas desde o MDA, em 2000. Gladson Cameli (PP), pré-candidato a governador, Major Rocha (PSDB) como vice, Sérgio Petecão (PSD) e Marcio Bittar (MDB) pré-candidatos ao Senado, é a junção que o PT não queria, segundo um dos articuladores da chapa, o deputado federal Alan Rick (DEM). “Eles queriam nós espatifados. Quem apostou nisso perdeu”, diz o parlamentar.

Depois do café da manhã em Rio Branco, veio o evento do Quinari, ainda na sexta, e no sábado a festa foi no Bujari, atos todos prestigiados por figuras de partidos e pessoas interessadas por uma chapa forte da oposição. O senador Sérgio Petecão era um dos mais entusiasmados nesse final de semana. Fez discursos bons e ao Blog do Evandro Cordeiro fez a seguinte declaração: “Agora eu quero ver alguém segurar essa chapa. A oposição vai queimando 70 rumo à vitória”. O “queimando setenta” é uma alusão a um velho ditado, corriqueiro depois da conquista da Copa de 1970.

Além de Petecão, o outro pré-candidato ao Senado pelas oposições, Marcio Bittar, também muito empolgado, iniciou a caminhada fazendo um discurso por meio do qual faz analogia ao desprezo que o PT tem pelos dons de Deus. O pré-candidato a governador, Gladson Cameli, tem dado preferência ao discurso que anuncia o fim da perseguição a fazendeiros, a empresários e servidores públicos. Ele também tem citado a chapa alternativa puxada pelo coronel Ulisses Araújo (PSL). “Precisar ser respeitada. Peço, inclusive, que nossos amigos não entrem em rota de colisão com a chapa deles, pelas redes sociais”, afirma.

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O deputado federal Major Rocha (PSDB) acaba de desmentir que seu partido esteja fazendo um acordo para caminhar junto com o coronel Ulisses Araújo, pré-candidato a governador ainda sem partido, mas amparado pelo DEM de Tião Bocalom. Ele disse ao Blog do Evandro Cordeiro, para desmentir boatos das redes sociais, que “independente de qualquer coisa” ele, seu partido e seu grupo político vão caminhar com o senador Gladson Cameli, pré-candidato a governador pelo PP numa coalisão de partidos que ficará maior que a Frente Popular. Quando diz “independente de qualquer coisa” Rocha se refere ao seguinte: mesmo que o vice não saia do ninho tucano ainda assim ele vai com Gladson para o Governo. “Tenho palavra”, diz.  

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