Casamento à vista
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Casamento à vista

Cantor Sérgio Solto é o aniversariante de hoje, 11! Ao lado de sua noiva, a advogada Socorro Rodrigues, foi acordado com lauto café da manhã
23 SP_ABRIL 2018

O empresário Fernando Lage será mesmo o candidato a senador da coligação puxada pelo coronel Ulisses Araújo, do PSL. Lage, um grupo de amigos empresários e uma chapa completa de federal se filiaram esta manhã no partido, que terá como parceiro o Patriota, na presidência do qual está Tião Bocalom. O ato de filiação foi prestigiado por ex-vereadores, ex-deputados e suplentes. Entre os nomes para federal estão o da ativista Daniela Paiva, do ex-vereador Moreira e do professor Lauro Fontes.  

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O pré-candidato a senador Fernando Lage assina artigo em conjunto com outros liberais explicando como o PT conseguiu afundar o acre numa crise econômica nos últimos 20 anos. Lage e seus colegas liberais Valdir Perazzo e Rodrigo Pires já estão, inclusive, sendo copiados pelo pré-candidato a governador pelo PT, o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que disse ao meu colega Roberto Vaz, do Ac24horas, que vai abandonar a tal Florestania para trabalhar com um modelo mais vanguardista de economia, caso ganhe o governo. A seguir o artigo:  

  

Com a chegada do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo do Estado do Acre em 1999 – o partido já está no poder há quase 20 (vinte) anos – o discurso legitimador desse projeto passou a ser o da “Florestania”. Esse discurso (Da Florestania) passou a ser hegemônico. Discurso único, sem nenhum outro para lhe fazer contraponto. E o que vem a ser esse modelo formulado e implantado pelo referido partido?

Para se rastrear as ideias que deram origem ao modelo (Florestania), é preciso se fazer uma retrospectiva aos anos 70. Foi em meados dos anos 70 que a teologia da libertação (TL) – movimento religioso que pugna pelo socialismo -, criou no Estado essa mentalidade (socialista), de que a justiça se faria por esse modelo – acreditavam os chamados teólogos da libertação.

Um personagem que teve decisiva influência desse movimento religioso (TL) foi o sindicalista e ambientalista Chico Mendes, que veio a se tornar o protomártir da causa ecológica não apenas do Acre, mas, do Brasil e do mundo inteiro. E, por qual modelo de sociedade acreana propugnava o ambientalista – e criador da Florestania – Chico Mendes? A resposta se extrai de sua última entrevista antes de sua morte trágica, que deu a um jornal da grande imprensa.

Na sua última entrevista, anterior a sua morte,, dada ao jornalista Adilson Martins, do Jornal do Brasil, o ambientalista Chico Mendes assim defendeu o projeto da Florestania: “Temos na floresta o abacaba, o patoá, o açaí, o buriti, a pupunha, o babaçu, o tucumã, a copaíba, o mel de abelha, que nem os cientistas conhecem. E tudo isso pode ser exportado, comercializado. A universidade precisa vir acompanhar a Reserva Extrativista. Estamos abertos a ela. A Reserva Extrativista é a única saída para a Amazônia não desaparecer. E mais: essa reserva não terá proprietários. Ele vai ser um bem comum da comunidade. Teremos o usufruto, não a propriedade”.

Nessa entrevista Chico Mendes se torna o advogado da “Florestania”, isto é, diz, com clareza, que modelo de sociedade apontava para o Acre, modelo este que vem a ser implantado a partir de 1999, com a ascensão do PT ao governo. E qual era o fundamento jurídico do modelo? Ao defender que as terras do Acre fossem transformadas em reservas extrativistas, não deixava dúvida da sua convicção política, de que era através do socialismo que se faria justiça. As terras do Acre passariam a ser públicas da União Federal, e os seringueiros seriam como funcionários públicos federais, mantendo uma economia extrativista das especiarias da floresta.

A ex-ministra Marina Silva, em sua biografia, sob o título “Marina – A Vida Por Uma Causa – prefácio de Fernando Meirelles (Banqueiro/Cineasta), página 44, sobre a profissão de seringueiro, cujo pai a exerceu, dá o seguimento depoimento: “Ele vivia de andanças de vinte quilômetros por dia; vida acuada, sem recursos financeiros, sem medicamentos, sem direitos, sempre escravo dos seringalistas, sem conforto, sem folga; vida de malária, de febre amarela, de leishmaniose…”. É essa profissão de seringueiro (escravo nas palavras de Marina Silva), que Chico Mendes, fundador da Florestania, quer perpetuar, sob o tacão de um novo outro patrão (o Estado).

Esse modelo, idealizado por Chico Mendes, implantado há 20 (vinte) anos no Estado do Acre pelo Partido dos Trabalhadores (PT), fracassou. O modelo socialista – não esquecer que a Florestania é um modelo socialista/ambientalista, cujo objetivo é obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico de países como o Brasil – não poderia dar certo, como não deu. Compare-se o modelo acreano (de propriedades públicas/reservas extrativas), com o modelo de livre mercado de Rondônia, que optou em criar um Estado de proprietários (Rondônia tem 126 mil proprietários rurais e o Acre apenas 15 mil).

Rondônia é o terceiro maior Estado da Região Norte. É também um grande rank de transportes multimodais. Porto Velho, a capital, às margens do Rio Madeira, é um importante modal aquaviário para escoamento da produção. Navegável, dia e noite, durante o ano todo. Os comboios que trafegam pelo Rio Madeira levam cargas de até 50 mil toneladas por viagem. Pela estrada do Rio Madeira chega-se ao Atlântico e aos portos do mundo inteiro.

Rondônia é hoje um dos maiores parques de energia limpa e sustentável do Brasil. A energia gerada hoje pelas duas usinas de Rondônia é capaz de abastecer 25 milhões de lares. Equivaleria a população de São Paulo e do Rio de Janeiro. Daria para abastecer toda a economia peruana, a mais crescente da América Latina.

Rondônia tem hoje 98 (noventa e oito) por cento do seu território coberto por sinal de telefonia celular. Coloca o Estado em primeiro lugar na Região Norte, quando o assunto é conectividade. O que é um item vital para quem precisa empreender.

O Estado tem uma situação fundiária singular. Das 122 mil propriedades rurais, 80% (oitenta) por cento delas é de agricultura familiar. Um dado que favorece a diversificação produtiva. Lidera a produção de carne e leite da Região Norte. Só a produção de leite diário que vem dessas pequenas propriedades familiares, daria para alimentar 05 (cinco) milhões de crianças todos os dias, sendo um modelo sustentável.

Hoje o rebanho bovino e bubalino já passa de 12 (doze) milhões de cabeças, sendo a carne seu primeiro item de exportação. Rondônia é o maior produtor de café e feijão da Região Norte. Segundo lugar em soja, milho e cacau. Já lidera a produção de peixe de água doce do país.

PIB é a medida do valor dos bens e serviços que o país produz num período, na agricultura, indústria e serviços. Pois bem, o PIB de Rondônia, no ano de 2014, foi três vezes maior do que o PIB do Estado do Acre. A economia de Rondônia é três vezes maior do que a economia do Acre. Rondônia goza de total equilíbrio fiscal; o Acre vive situação diametralmente oposta, com seu desequilíbrio fiscal.

Nesses últimos 20 (vinte) anos do governo da “Florestania”, causa dos nossos fracassos em todos os indicadores econômicos e sociais em relação à vizinha Rondônia, os grandes partidos do Acre não foram capazes de conceber um projeto para fazer contraponto à “Florestania”. Repetiram, ad nausean, críticas pontuais administrativas ao partido situacionista.

Pois bem. A pré candidatura do Coronel Ulysses, para essas eleições de 2018, é a novidade, como terceira via, apresentando um projeto de livre mercado e fortalecimento do Agronegócio, para reerguer a combalida economia do Estado. Os líderes desses grandes partidos, ao invés de aplaudir essa pré candidatura, novidade da política acreana, fazem força para retirar essa pré candidatura em favor do candidato de “oposição” que já declarou na mídia que seu consultor mor será o economista Gilberto Siqueira, mentor/executor do projeto ora em marcha. Isto é, um continuísmo da malfada “Florestania”.

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23 SP_ABRIL 2018

*  Fernando Lage e Valdir Perazzo

 

Mário Vargas Llosa, em seu livro autobiográfico, “Peixe na Água”, falou da importância da “economia subterrânea”, para o seu programa de governo enquanto candidato à presidência do Peru, quando concorreu com Alberto Fujimori, que, lamentavelmente, lhe derrotou, privando o país vizinho de ter tido, ainda no início dos anos 90, uma economia liberal, de livre mercado. Llosa, com seu programa de liberdade econômica, liderou as pesquisas até bem próximo das eleições em que foi perdedor.

Num dos capítulos em que aborda seu programa de governo, descreveu longamente o papel crucial da economia informal num país de terceiro mundo como é o Perú. Sem essa economia feita na ilegalidade, o desemprego ainda seria muito maior. Haveria ainda muito mais jovens na criminalidade violenta. É também nesse capítulo que fala do importante livro de “Hernando de Soto”, sob o título “Economia Subterrânea – Uma Análise da Realidade Peruana”.

O livro de que fala o prêmio nobel de literatura (Vargas Llosa), terminou por chegar às nossas mãos, adquirido numa livraria sebo do Rio de Janeiro. Foi prefaciado pelo próprio Vargas Llosa. Hernando de Soto diz que a pesquisa e seu resultado compaginado no livro se deu graças à influência do conhecido romancista. E o que diz Vargas Llosa sobre o tema tratado no livro? Só elogios.

A síntese do prólogo feita por Vargas Llosa está praticamente na resposta que dar a seguinte pergunta, quando se fala de economia informal, formulada por ele mesmo: “…esses empresários e vendedores clandestinos – cujas indústrias e negócios não estão registrados, não pagam impostos e não se regem por leis, regulamentos e pactos vigentes – não seriam competidores desleais das empresas e lojas que operam na legalidade, pagando pontualmente seus impostos”?

Socorrendo-se da pesquisa de Hernando de Soto, afirma Llosa: “…esses são pontos de vista totalmente errôneos, uma vez que o problema em países como o Peru não é a economia informal, e sim o Estado. E esse tipo de economia é nada menos que uma resposta popular espontânea e criativa ante a incapacidade estatal de satisfazer as aspirações mais elementares dos pobres”.

Nos países intervencionistas, como era à época o Peru – hoje aquele país vizinho desfruta de grande prosperidade graças a implementação de uma economia liberal – e como é o Brasil da atualidade, com mentalidade fortemente intervencionista, a legalidade é um privilégio que empurra os pobres para a clandestinidade. Razão pela qual – diz Llosa – “a legalidade é um privilégio que só se alcança mediante o poder econômico e político, às classes populares não restam outras alternativas senão a ilegalidade. Aí está a origem da economia informal, que Hernando de Soto documenta com provas incontroversas”.

Portanto, a economia informal ao invés de ser um problema, é uma solução para um país em crise como atualmente está o Brasil, com 12 milhões de desempregados. Esse modelo de economia (economia informal) é uma saída criativa para o subdesenvolvimento e uma esperança para os que foram jogados à margem do mercado em decorrência das políticas públicas que fizeram do Brasil um dos 30 países menos livres do mundo. Melhor dizendo, um país que está mais próximo de nações reprimidas (socialistas) onde são restritas as liberdades de empreender, trabalhar, ter propriedade e investir. No Brasil trabalha-se 153 dias por ano apenas para pagar impostos. O Brasil, segundo a Heritage Foundation, de 180 países do mundo, só ganha, em termos de falta de liberdade econômica, para países socialistas como Venezuela, Cuba e Coreia do Norte.

O Brasil, segundo a pesquisa feita pela fundação acima mencionada, é um dos países do mundo com menor liberdade econômica. É evidente que um país com uma carga tributária que representa 32% do Produto Interno Produto (PIB), impede que o indivíduo possa usar o seu dinheiro e seus bens para criar negócios que gerem emprego e renda. O Brasil é um dos países do mundo com maior índice de regulamentação da sua economia, impedindo a liberdade de escolha.

Em termos de liberdade econômica o Brasil ocupa a vergonhosa posição de 153º lugar dentre 180 países estudados. Eis a causa pela qual no Brasil existem tantos empresários na informalidade. O acesso à legalidade é um privilégio no nosso país que poucos alcançam. Como estamos num ano eleitoral, em que se buscam caminhos diferentes dos que foram adotados até agora, e que nos levaram a essa grave crise em que vivemos, decorrente do intervencionista estatal exagerado, recomenda-se a leitura do livro de Hernando de Soto aos candidatos ao Governo do Estado do Acre.

Aos invés de se reprimir os empresários informais como concorrentes desleais, que não pagam impostos (dizem os mal informados), melhor entender que são eles que contribuem para que tenhamos menos desemprego e menos jovens na criminalidade.

*  Fernando Lage é empresário

*  Valdir Perazzo é advogado

São os inspiradores do Instituto Liberal do Acre – ILAC

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A pesquisa eleitoral pulicada ontem pelo site Ac24horas foi duramente questionada nas redes sociais, especialmente por duas razões: a ausência de nomes de pré-candidatos e a divulgação apenas do resultado apurado na capital. Na disputa para o Governo foi divulgado um suposto empate técnico entre os pré-candidatos Gladson Cameli (PP), que teria 38,1% das intenções, e Marcus Alexandre (PT), ligeiramente na frente com 38,6%. Isso só em Rio Branco. O resultado do levantamento que teria sido feito no interior ninguém explicou a sua não divulgação. “É estranho”, disse ao Blog um assessor do senador Gladson. Agora pior foi na consulta para o Senado, onde ao menos dois nomes foram “esquecidos”, os do advogado Sanderson Moura (PTC) e do empresário Fernando Lage (ainda sem partido), ambos já declarados pré-candidatos, inclusive com seus nomes amplamente divulgados em redes sociais. Liguei para o Lage, ele lamentou, mas preferiu não polemizar.     

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O Acre precisa, urgente, reorganizar seu setor produtivo para voltar a ser competitivo no agronegócio, como foi nos anos 1970 e 1980, até a esquerda chegar no poder. A opinião é do empresário Fernando Lage, pré-candidato a senador, conhecido por ter sido, até cerca de 15 anos, um dos maiores empregadores do Estado. Ele foi dono de várias empresas, entre elas as mais conhecidas da época no ramo da vigilância e transporte de valores.

Fernando Lage chegou no Acre no melhor momento econômico, quando o Governo Federal incentivou criadores de gado a investir na região, na década de 1970. “As melhores linhagens de gado nelore foram escolhidas para o povoamento das pastagens que surgiram naquelas décadas”, diz ele.      

O resultado do investimento veio a galope, segundo Lage. “Em poucos anos nos transformamos em produtores e exportadores dos melhores cortes bovinos, com elevado valor agregado para nossa carne bovina e derivados, além de auto suficientes em produção e exportação dos derivados da madeira”, afirma.

A chegada do PT e o “retrógrado” pensamento da esquerda detonou a economia do Estado, que ainda sobrevive graças a empréstimos feitos juntos a bancos internacionais, que estão praticamente inviabilizando o Estado para o futuro. Pior: parte desse dinheiro tem sido usado para a folha de pagamento. Nem mesmo a manteiga acreana, eleita uma das melhores do mundo nos anos 1980, o Acre produz mais, segundo o empresário.  

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