Itens filtrados por data: Dezembro 2018

O secretário de Obras do Estado, Tiago Caetano, anunciou agora há pouco pelo Blog do Evandro Cordeiro que está praticamente acertado o convênio com o Iapen para a utilização da mão de obra de apenados que cumprem suas sentenças na Francisco d’Oliveira Conde. A consumação dessa ideia deve agradar em cheio a população, além de ser exatamente aquilo que o governador Gladson Cameli (PP) está pedindo: maior eficiência e menos gastos nos trabalhos, aliado a função social.

Segundo Tiago Caetano, pelo convênio que está sendo elaborado, deverá ser usada a mão de obra de até 500 presos. Eles deverão trabalhar na limpeza dos parques das cidades, das margens das rodovias e até onde for possível deslocá-los. “Com isso estamos falando de uma economia anual de mais de um milhão de reais só em limpeza”, diz Caetano. Do mesmo grupo será montada uma equipe para manutenção de prédios públicos, alguns dos quais abandonados.

Pelo convênio a ideia é investir na capacitação de presos para que eles sejam utilizados também no sistema de águas da capital. “A ideia é que com isso a gente tenha uma reintegração social. A gente pensa em criar um certificado, um selo de qualidade para quando eles terminarem suas penas”, informa. Esse selo teria assinatura do Iapen, da secretaria de Segurança, para que eles possam ser reintegrados à sociedade. “Vamos conversar com as empresas privadas, também, para que esta deem prioridade aqueles presos interessados em mudar de vida”, afirma o secretário de Obras.     

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O radialista Campos Pereira deve virar nome do estádio da Arena da Floresta. A ventilação dessa troca gerou uma verdadeira comoção pelas redes sociais. O nome dele é quase uma unanimidade, principalmente porque maioria absoluta quer ver desaparecer o nome Floresta daquela praça esportiva. Merecimento o Campos tem de sobra. Foi, no rádio acreano, o maior de todos em militância esportiva. Foram quase quatro décadas incentivando o esporte no Acre por meio das ondas radiofônicas. O diretor de esportes do Estádio, Júnior Santiago, já aderiu a campanha também. Então esse Blog do Evandro Cordeiro também entra na mesma. Campos Pereira já no nome do estádio. Trabalhei com Campos na Rádio Difusora. Foi uma honra. Me admirei como ele tratava quem estava começando na imprensa, com um respeito ímpar. Então que o Arena vire logo o “Arena Campos Pereira”!

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A ex-primeira dama do município de Senador Guiomard, conhecido também como Quinari, Mailza Gomes, a mulher que substitui o agora governador Gladson Cameli no Senado, ambos do PP, sempre foi caladona, mais discreta impossível. Bastou sentar na cadeira de senadora, no entanto, para se danar a falar – e muito. Conversei com ela hoje cedo. Senadora Mailza, como é chamada agora por todos ao seu redor, parece não estar para brincadeiras em canto nenhum, muito menos no Congresso Nacional. Evangélica, membro da igreja Assembleia de Deus, diz que vai aproveitar essa chance de quatro anos para ficar marcada na história política do Acre. Tem consciência do desafio. Para começo de conversa, está sentada na cadeira daquele que é reconhecido como um dos parlamantares mais atuantes do Acre em Brasília. “Preciso me desdobrar para substituir ele sem ser apagada”, diz, prudente, se referindo ao governador Cameli.  

O nome dela no registro de nascimento é Mailza Assis da Silva. Nasceu em Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul, em 1976. Tem 43 anos e estuda Direito. É casada com o ex-prefeito do Quinari, James Gomes. A trajetória política dela consta de uma passagem pelo PSDB e agora PP, partido pelo qual foi escolhida primeira suplente de Gladson Cameli em 2014, quando ele arrasou nas ruas e se tornou sua substituta imediata. Já foi secretária municipal de Administração, Assistência Social e Cidadania. Irmã Mailza, como é chamada também na comunidade evangélica, é a quarta senadora pelo Acre - as outras são Marina Silva (PT), Iris Célia Cabanellas e Laélia Alcântara. Veja o que ela disse mais ao Blog do Evandro Cordeiro:

 

Blog - Senadora, qual o peso de substituir alguém tão atuante quanto o ex-senador Gladson Cameli?

 

Mailza - A trajetória política do nosso governador é brilhante. Duas vezes deputado federal, depois foi eleito o senador mais votado da história do Acre e agora, ganhou em primeiro turno tirando do poder um grupo político que estava há mais de 20 anos em nosso estado. Já estou na política há bastante tempo também. E sempre fui muito atuante na política do Quinari. Sei que agora as responsabilidades e o compromisso são maiores. No Senado iriei representar meu estado, assim como está previsto na Constituição. Estou muito disposta e otimista para realizar um trabalho de excelência junto ao governador e aos prefeitos. Vamos trabalhar bastante para levar melhorias para a nossa gente que tanto necessita.

 

Blog - Sua terra, o Quinari, jamais teve um senador. E aí, a senhora vai fazer algo para impactar sua passagem no Senado em favor de seus conterrâneos?

 

Mailza - Sim. Estamos com muitas ideias para melhorar a vida das pessoas em todo o nosso Acre. Serei uma senadora municipalista e governista. Todos os municípios e o nosso governador Gladson Cameli poderão contar comigo para garantir recursos que levem saúde, educação, segurança, infraestrutura e emprego para as pessoas. Sempre atuei na área social, então, essa será uma das diretrizes do nosso mandato. Reitero que além de causas municipalistas irei ajudar o governo estadual nesse grande desafio do fortalecimento do setor produtivo com geração de emprego e renda; buscando liberação de recurso do governo federal.

 

Blog - Uma vez na cadeira de senador a senhora fará o que para ajudar o Acre a melhorar? Vou lhe dar dois temas: saúde e segurança. O que um senador poderá fazer para ajudar nessas duas problemáticas áreas?

 

Mailza - A primeira reunião assim que tomei posse no Senado Federal, dia 03 de janeiro, foi na presidência da República. Fui recebida pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzonni, que ouviu com muita atenção as demandas que tenho para nosso Acre. Já esta semana, aqui em Rio Branco, estive em audiência com as instituições do Judiciário, Polícia Civil e a secretaria de Segurança Pública do estado para compreender de perto quais são os desafios e de que forma podemos ajudar. Foram reuniões muito produtivas que vão nos ajudar traçar estratégias assertivas em nosso mandato. A prevenção no combate à violência é um dos caminhos que irei defender. Na questão da saúde, tive uma audiência com o secretário da Saúde e ele mostrou os desafios da pasta em nosso estado. Me coloquei à disposição. Vou defender nos ministérios a liberação de mais recursos para os municípios e para nosso Acre que precisa tanto. E no dia 22, estarei novamente lá em Brasília, na Casa Civil, agora, junto com o senador Petecão e o senador eleito Márcio Bittar e o governador Gladson Cameli. Esses temas serão pautas de nossa audiência.

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O funcionário das lojas Americanas do Via Verde Shoping José Ramon, 26 anos, vítima de assalto há 36 dias, quando levou um tiro no tórax, faleceu hoje às 6hs no Pronto Socorro de Rio Branco. Filho do cantor Tony Ferreira e da autônoma Isabel Peres, Ramon é sobrinho da fotojornalista Rose Peres, da assessoria de imprensa da Federação da Indústria. Pelas redes sociais Tony está enviando o seguinte comunicado:   

“Bom dia amigos. Eu cumpro o triste dever de comunicar aos amigos o Falecimento de Meu filho JOSÉ RAMON. Ocorrido hoje as 06:20hs no Pronto Socorro de Rio Branco. Agradeço à todos as orações e as doações de sangue que num gesto de solidariedade tentaram salvar Meu filho. Foram 39 dias de angústia e sofrimento, Quem o conheceu sabe do seu caráter. Menino temente a Deus que com certeza estará na glória com nosso senhor, Obrigado.”

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O advogado Júnior Feitosa começa a mostrar que sua candidatura a prefeito de Tarauacá está mais consolidada do que se possa imaginar. Ele tem recebido adesões atrás de adesões, todas muito importantes. A mais recente foi a do ex-prefeito Esperidião Menezes Júnior, único acreano na história a conseguir ser eleito prefeito de dois municípios, Tarauacá e Jordão, em períodos diferentes, evidentemente. Jr aposta na eleição de Feitosa pelas razões mais elementares. Uma delas o fato de ser ele um tarauacaense bem sucedido nos estudos, na igreja, onde é pastor, e na família. Os dois, pensando juntos, não falam noutra coisa, senão fazer naquele município o que os últimos prefeitos não conseguiram: tapar os buracos das ruas, aliás, de todas as ruas, pelo menos, meu São José! “Tarauacá já foi uma das cidades mais bonitas do Acre. Hoje, misericórdia!”, afirma Feitosa, com seu estilo mais peculiar do que nunca de falar sob a égide de um português rebuscado e com o tom de voz sempre passeando pelas sete notas musicais.

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Evandro Cordeiro

 

O PT quase morre na última eleição. Quando digo quase é porque não morreu totalmente. Ainda tem sinal vital. E a ideia da oposição, que agora é situação, segundo seus caciques, não seria aniquilar partido nenhum no sentido literário, mas tão somente apaga-los com novos tempos, novas ideias e por ai afora. Mas são esses pequenos sinais de vida do PT que se movimentaram nas últimas horas como um “thriller” para fazer o primeiro ataque digamos mais consistente contra o novo governador, depois de este anunciar o pagamento do décimo terceiro em parcelas, por prestações suaves, como a Gazin e a Romera.

Alguns destes petistas, os mais aloprados, para ser sincero, aproveitaram para tripudiar com a frase “tai a mudança!”, como quem diz: tá vendo! Votaram errado. Alguns, por meio de sindicatos, assinaram notas de repúdio pela forma como o governador anunciou o pagamento. Esqueceram de um detalhe fatal: a conta é do governador passado, do PT, a propósito. Gladson Cameli (PP) terá que pagar, sim, porque o Estado permanece, mas a irresponsabilidade, aqui pra nós, não é desse rapaz, cheio de boas intenções, ao que parece.

Vamos por partes, como diria Freddy Crueger. Primeiro: o Gladson ainda nem esquentou a cadeira de governador e isso não dá direito nem ao mais anarquista dos opositores a criticar sua gestão. Razoável: não tem gestão ainda. Nem os CEC’s, aquele pessoal nomeado em comissão que ajuda a máquina a andar, foram definidos. Ou seja: o novo governo não tem formato, ainda. No Brasil se costuma esperar os cem primeiros dias para criticar uma gestão. Alguns petistas se adiantaram – e muito. Segundo: o governador novo recebeu uma máquina pública virtual. Na prática o Estado não existe. Se não bastasse o modelo econômico equivocado que levou o Acre à bancarrota, antes de sair das mesas e cadeiras a turma tratou de anarquizar o ambiente. Nesse sentido tem reclamação para todo lado.

O último ato do governo anterior foi um horror. Em algumas secretarias foi preciso comprar computador e organizar um sistema de novo. Até na Casa Civil, segundo o próprio governado disse ao Blog do Evandro Cordeiro, houve “sabotagem”. Por fim, a nova turma que chegou ao poder está tentando achar a ponta do novelo. O não pagamento do décimo terceiro é parte desse emaranhado. Então não parece razoável cobrar o pagamento dessa parte do décimo assim, na lata, pelo menos sem reconhecer o verdadeiro devedor. Mesmo quase morto o PT foi capaz de cometer mais essa irresponsabilidade.  

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O novo secretário de Educação da prefeitura de Rio Branco, ex-deputado estadual Moisés Diniz, no que pese ser filiado ao PCdoB, vai ser anunciado oficialmente daqui a pouco como gestor técnico e vai apresentar a imprensa o novo modelo de gestão da educação, em coletiva marcada para as 9h30, no auditório da prefeitura, centro da capital. A prefeita Socorro Neri (PSB), comandante da profunda mudança de gestão, estará com ele na coletiva. Moisés adiantou algo ao Blog do Evandro Cordeiro alguma coisa sobre essa nova ordem: “Vamos agir pelo mérito, sem apadrinhamento e sem proteção partidária”, diz ele. Ai adiante ele fala como será a educação municipal daqui para a frente, partindo de uma visão mais técnica, com objetivos bem mais ambiciosos. Veja:

 

Blog – Secretário Moisés como está seu coração, literalmente, ante a nova empreitada?

 

Moisés Diniz - Melhor do que nos últimos 16 anos. A Educação é minha praia e a prefeita Socorro Neri exerce de verdade a democracia e o respeito aos diferentes.

 

Blog – Que emblema o senhor usaria para esse novo momento na gestão municipal?

 

Moisés Diniz – O do mérito. Aqui vamos agir pelo mérito, sem apadrinhamento e sem proteção partidária. A prioridade será o professor em sala de aula.

 

Blog – Na prática como será isso?

 

Moisés Diniz - Nossas crianças tem que ter bons conteúdos e o entorno da escola tem que reduzir a violência, a discriminação. Precisamos sair de dois índices vergonhosos: somos campeões nacionais em violência contra a mulher e em gravidez precoce (na adolescência). A escola pode ser o lugar pra vencer essas estatísticas indecentes. Vamos criar Conselhos Escolar-Comunitários de Segurança. Vamos organizar o FIMP - Festival Infantil de Música Popular, junto com grupos de teatro, dança. Vamos criar Prêmios Literários, com apoio das empresas, pra incentivar a literatura e a leitura. Vamos identificar todos os filhos de presidiários e organizar uma política de acolhida especial e proteção à eles nas escolas e no bairro da escola. Os presidiários precisam saber que estamos, aqui fora, cuidando bem dos seus filhos. Isso cria um sentimento de apaziguamento.

 

Blog – E o professor nisso tudo?

 

Moisés Diniz - Nenhum professor se aposentará mais sem antes receber um Diploma de Honra ao Mérito e uma homenagem.

 

Blog – Fora da escola, além do entorno destas, como a prefeitura quer continuar “dando aula”?

 

Moisés Diniz - Vamos estabelecer parcerias com as Academias de Letras e todas as instituições de cultura, arte e música.

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Quer escrever bem, aprimorar a escrita, passar em concurso e ser o cara nas provas do Enem? Recorre à professora Nayra Guedes. 99985-2666.  

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O restaurante República do Líbano, o mais badalado do centro de Rio Branco, está sendo repaginado para 2019. O empresário Rafael Soares ainda está guardando alguns detalhes dos curiosos. Ele só não consegue esconder o sabor da comida, inconfundível. República do Líbano está localizado no tradicional Mercado dos Colonos, cabeça da ponte metálica.

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A prefeita de Brasileia, Fernanda Assem, disse há instantes ao Blog do Evandro Cordeiro estar descartada a possibilidade de ela deixar o PT, pelo menos agora. Fernanda confirma os convites de siglas da própria Frente Popular e algumas ligadas ao governador Gladson Cameli (PP), mas levou em consideração sua história no PT. “Me filiei no PT quando tinha 16 anos. Tenho uma história nesse partido e, portanto, não razão nenhuma para deixá-lo”, afirma. Ela põe fim a boataria sobre o assunto, que rolou no Alto Acre, mas também em Rio Branco.  

Quanto as conversas com o deputado estadual Nei Amorim, que deixou o PT, ela afirma não passar de uma amizade pessoal. Sempre que ele chega no Alto Acre uma das primeiras visitas é na família da prefeita, com quem mantém ótima relação. “E esses dias o deputado passou aqui com a família dele indo para o Peru e encostou, nós conversamos bastante, inclusive sobre política, mas nunca sobre uma saída minha do PT”, diz ela.

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