Itens filtrados por data: Outubro 2018

* Valdir Perazzo

Dia 07 de novembro é o aniversário do primeiro turno da eleição majoritária do Acre. Faz 30 dias da vitória do Senador Gladson Cameli ao governo do Estado, por uma frente de partidos políticos, com o compromisso de recuperação da economia acriana com um projeto eminentemente liberal: O Agronegócio. 

Ainda em meados de 2017, eu e o Senador Fernando Lage (suplente), tivemos uma importante conversa com o governador eleito, Gladson Cameli. O governador, naquela época, nos afirmou, peremptoriamente, sua crença na economia liberal. Reiteradas vezes nos disse que o caminho para a recuperação do Estado seria através da livre iniciativa e da livre concorrência, com estímulo às empresas privadas a se estabelecerem no Acre. 

O governador eleito nos pediu apoio à sua candidatura ao Governo do Estado. Justificamos ao Senador Gladson Cameli que poderíamos contribuir muito mais com o Estado do Acre, no projeto do PSL, com a candidatura do Coronel Ulysses ao Governo do Estado, e de Jair Bolsonaro à Presidência da República. 

O candidato ao governo do Acre pelo PSL, Coronel Ulysses, em sua campanha, defendeu um projeto diametralmente oposto ao do PT para o desenvolvimento do Acre. Para o aludido candidato, que acredita na livre iniciativa, o Agronegócio seria a saída econômica para recuperação da economia do Estado. Nesse aspecto, estava em perfeita sintonia com o deputado federal Jair Bolsonaro, eleito presidente da República.

O senador Gladson Cameli, desde o 1º turno das eleições à presidência da República, já apoiava Jair Bolsonaro. Esse apoio ainda se tornou mais explícito no segundo turno. Ao ser proclamado vencedor da eleição ao Governo do Estado do Acre, Gladson Cameli já propagou, para todos os acrianos,  que seu candidato era Jair Bolsonaro.

Logo após a realização do 1º turno, importante reunião dos partidos de oposição ocorreu na Federação da Agricultura do Estado do Acre. Nela estavam presentes os deputados federais eleitos Alan Rick, Wanda Milani, Senadores Petecão e Márcio Bittar, além do deputado federal Major Rocha, na condição de vice-governador eleito, representando o governador eleito Gladson Cameli, além de outras lideranças. Todos unidos em apoio ao candidato Jair Bolsonaro.

O agora eleito Senador Márcio Bittar, em sua vitoriosa campanha, recebeu apoio do PSL, mesmo sendo candidato pela coligação do Senador Gladson Cameli. Este não fez qualquer restrição a que Bittar recebesse o segundo voto do Partido de Bolsonaro. Em sua passagem pelo Acre, o presidente eleito declarou, publicamente, seu apoio ao candidato ao Senado pela coligação de Gladson Cameli. Márcio fez uma campanha de conteúdo, eminentemente, liberal-conservador, na trilha do Capitão.

Ao criarmos o grupo “Liberais do Acre”, em maio de 2015, tínhamos a convicção de que se fazia necessário a construção de um projeto liberal conservador para se fazer frente ao projeto comunistado Partido dos Trabalhadores (PT), projeto este, que aqui foi apelidado de Florestania, responsável pelo atraso econômico, em que o Estado se encontra. Repetíamos ad nausean que, para vencer a agremiação situacionista e seus satélites, deveríamos ter pluralidade de candidatos e unidade de projeto (liberal conservador).  Deu certo! O PT foi esmagadoramente derrotado.

Ora, mesmo o PSL tendo concorrido ao governo do Estado com candidatura própria – a candidatura do Coronel Ulysses -  conforme retro demonstrado, estava em perfeita sintonia programática com a candidatura vitoriosa ao governo do Senador Gladson Cameli. As duas candidaturas tinham um projeto comum: o Liberal Conservador para o Acre empobrecido.

As duas candidaturas ao Governo do Acre, por sua vez, estão em perfeita sintonia com o projeto Liberal Conservador para o Brasil, de Jair Bolsonaro. Eis o ponto de convergência das três candidaturas, valores extraídos do Programa de Jair Bolsonaro: “As pessoas devem ter liberdade de fazer suas escolhas e viver com o fruto dessas escolhas. (...) Os frutos materiais dessas escolhas, quando gerados de forma honesta em uma economia de livre iniciativa, têm nome: PROPRIEDADE PRIVADA. Seu celular, seu relógio, sua poupança, sua casa, sua moto, seu carro, sua terra são frutos do seu trabalho e de suas escolhas. São sagrados e não podem ser roubados, invadidos ou expropriados”.

As três candidatura defenderam uma sociedade aberta, competitiva, de livre iniciativa e livre concorrência, sob a égide da liberdade que gera prosperidade, cujo fundamento é a propriedade privada. O povo brasileiro entendeu esse discurso e projeto. Deu a Jair Bolsonaro quase 60 milhões de votos no segundo turno. Elegeu Gladson Cameli ainda no 1º turno. Projetou o Coronel Ulysses como líder emergente na sociedade acriana. 

Lamentavelmente, passados 30 dias do primeiro turno, em que Gladson Cameli sagrou-se vitorioso, e que deverá tomar posse como governador de todos os acrianos em 1º de janeiro de 2019, não se viu ainda qualquer inciativa, dos atores políticos, no sentido de que o PSL, hoje a segunda maior bancada do Congresso Nacional, venha a dar apoio ao referido Governo Gladson Cameli, dando  contribuição para que as expectativas do povo acriano sejam atendidas,  no sentido de gerar prosperidade.

Fica aqui a proposta para que todos esses atores sobre os quais me reportei, com urgência, iniciem diálogo que a população, ansiosamente, espera para se sair do estado de estagnação em que nos encontramos.

E aqui vai uma posição pessoal desse modesto escriba: O PSL tem o dever de ajudar Gladson Cameli governar bem o Estado do Acre, em razão da comunhão de projetos que defenderam nas eleições passadas. 

* Valdir Perazzo  é  líder do Movimento “Liberais do Acre”

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Alan Rick: "Bolsonaro reafirma apoio ao desenvolvimento do Acre


O deputado federal reeleito Alan Rick (DEM) participou na manhã desta terça-feira, 06, no Plenário da Câmara dos Deputados, da Sessão Solene em homenagem aos 30 anos da Constituição Cidadã de 1988. Durante a solenidade, o representante do povo do Acre na Casa conversou com presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) sobre a importância do apoio do novo governo às causas sociais e políticas de desenvolvimento acreano.

“O presidente Jair Bolsonaro segue no firme propósito de fazer as mudanças que a nossa nação necessita. Ele tem me dito que ajudar o nosso Acre e os estados do Norte está entre as suas prioridades de gestão. De minha parte, estarei na Câmara dos Deputados ajudando nesse processo para que o Brasil e o Acre vivam novos tempos de crescimento e prosperidade”, destaca Alan Rick.

Na mesma oportunidade confirmou para o início de 2019, a visita oficial do embaixador de Israel Yossi Shelley ao estado do Acre. Nesta que será a primeira visita de um embaixador de Israel ao Estado, Shelley manterá, a pedido de Alan Rick, uma agenda com o governo do estado de cooperação na área da Segurança Pública.

“Além de tratarmos de uma pauta de fundamental importância para o Acre, a segurança pública, nessa visita o embaixador também terá uma agenda com lideranças eclesiásticas que apoiam o estado de Israel no Acre”, disse o deputado.

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O governador Tião Viana (PT) pode escolher, antes de entregar o governo a seu sucessor, Gladson Cameli (PP), o novo defensor geral da Defensoria Pública do Acre. O Blog do Evandro Cordeiro apurou que o clima não é exatamente o de um mosteiro beneditino, nessa pré-campanha. Primeiro: nasceu entre os defensores um movimento de resistência para que a escolha seja procrastinada e, naturalmente, deixada para o novo governador. Segundo: um defensor assegurou ao Blog que escolha pode, sim, ficar para janeiro. O assunto, todavia, é tabu, é sempre falado em off. O que se sabe é que o novo nome deverá sair de uma lista tríplice onde, nos bastidores, é composta pelos nomes dos defensores Dion Nóbrega Leal, Elísio Mansour Filho, Gerson Boaventura (que está pensando em retirar o nome) e o da atual defensora geral, Roberta Caminha Melo. Esta última, claro, com chances de ser a escolhida. O contundente na história é que, do ponto de vista político, seria conveniente o novo governador escolher o nome. Diplomáticos, nenhum dos defensores com quem falamos quis entrar na bola dividida. Enquanto isso, a campanha para a formação da lista tríplice continua fervendo nos bastidores.

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A estrada do Calafate, mais precisamente no trecho entre a Havan e o Mosteiro das irmãs Beneditinas, próximo ao cemitério Morada da Paz, está totalmente danificada. Moradores enviaram fotos e vídeos ao Blog do Evandro Cordeiro na esperança de sensibilizar a prefeita de Rio Branco, Socorro Neri (PSB). Além da poeira ou da lama, os buracos em tem colocado em risco a vida de motoristas e transeuntes, devido aos malabarismos necessário para romper o trecho. Uma moradora que enviou um vídeo disse que está impossível conviver com tanta poeira em dias de sol forte. Ela também reclama que há políticos nascidos na região incapazes de ir à prefeita pedir socorro. “Só vão lá na prefeita puxar saco, mas não pedem um meio fio para o Calafate. Só aparecem aqui em tempo de eleição”, criticou.

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O prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbary (MDB), avaliado como um dos melhores do Acre, fez ontem o que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou a ele e a todos os prefeitos do interior para que a Lei de Responsabilidade Fiscal seja rigorosamente cumprida: demitir servidores para que os gastos com a folha de pagamento não seja superior a 54% da receita. Como é para cumprir a lei, os portowaltenses parecem entender, inclusive os poucos adversários do prefeito Zezinho.

Barbary não é o único prefeito do Acre obrigado a demitir para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Seus colegas de região, entre eles o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro (PP), terão que tomar a mesma atitude. A diferença é que Cordeiro tem adversários mais hostis e menos preocupados com o município, segundo o próprio. Nas ruas de Cruzeiro tem uma campanha de difamação contra Ilderlei, como se as demissões que ele está fazendo sejam fruto de um gestor impiedoso, sem coração e que retalia as pessoas.

O prefeito Ilderlei Cordeiro reage com muita serenidade diante de todos os obstáculos que sua ferrenha oposição impõe. “Irmão eu tenho procurado cumprir o papel que a população do meu município me delegou, com a ajuda de Deus. Quanto aos adversários eu só oro por eles”, afirma. Ilderlei tem conseguido dar a volta por cima com grandes realizações, como a modernização da coleta de lixo, além de obras estruturantes de suma importância para os moradores. Inclusive, já começa a pontar entre os prefeitos melhores avaliados do Acre.  

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O senador reeleito Sérgio Petecão (PSD) ainda está curtindo a ressaca da campanha, mas sem parar de trabalhar. Fenômeno das urnas, ao terminar a eleição com a maior votação que o Acre já deu a um político (mais de 244 mil votos), um dia depois da votação ele já estava no interior do Acre agradecendo e pedindo votos para Bolsonaro. Ao Blog do Evandro Cordeiro o senador disse, entre coisas, que, ao contrário do que estão pensando, foi a eleição mais difícil que ele já disputou, desde sua primeira aventura numa eleição há 28 anos, quando tentou ser vereador.

“Eu enfrentei um Marcio Bittar, que todos conhecem o potencial, tinha sido o deputado federal mais votado da história do Acre, enfrentei o Minoru, que foi a sensação da campanha pelo trabalho que fez na Ufac, o Jorge e o Nei, dois fortes candidatos – só acho que eles erraram a estratégia ao lançar dois fortes –, e o Pedraza, que era o candidato do homem (Bolsonaro) que está na moda”, diz o senador reeleito.

Petecão é uma espécie de político raro na atualidade. Tem o nome limpo e é querido por todas as camadas da sociedade. É do tipo que até a criançada gosta. Depois da votação na última eleição, está credenciado para qualquer coisa no Acre, inclusive para falar o que quiser. Ele fala, por exemplo, sobre o novo presidente do Brasil. Disse que Bolsonaro ainda é uma interrogação, mas que representa a esperança de um Brasil acabado pela corrupção. “Ele representa o contrário a essa roubalheira. O povo tem esperança de que ele mudará a cara do Brasil. Por isso essa petezada vai tentar atrapalhar ele em tudo”, afirma.

Em relação ao Acre, nasce uma esperança com a eleição do senador Gladson Cameli (PP) para o governo, segundo Petecão. “Ele precisa honrar cada voto que recebeu. E eu, como faço parte do bloco de sustentação do Gladson, aqui em Brasília já estamos tentando viabilizar recursos federais, algumas emendas, para que nós possamos liberar logo para o ano que vem. Ele vai pegar um Estado numa situação muito difícil, a mais difícil da história do Acre, mas vamos lutar. Nós temos a maior bancada e não tem desculpa”, diz ele.

Petecão minimiza, com muita modéstia, a votação que teve maior até que a do governador, inclusive não aceitando falar sobre seu futuro político. Alega que está mais preocupado em continuar o serviço de ajudar as prefeituras do interior, sem olhar a cor do partido do prefeito. “Eu vou fazer tudo o que posso para ajudar o governo do Gladson. Eu tenho uma ótima relação com ele o Rocha e no que depender de mim, vamos fazer o Acre viver um grande momento”, afirma.

Com relação a vitória esmagadora, Petecão faz questão de dividir com a equipe que tem, a começar pela mulher, Marfisa Galvão, até o vereador do município mais distante. “Eu tenho uma equipe maravilhosa, aguerrida, que acorda cedo e vai para as ruas e isso fez a diferença. Esse pessoal chega na minha casa as seis da manhã. É um povo leal. Eu adoro isso, de receber na minha casa, de atender o telefone. Tanto faz ser o Bolsonaro como o Montana, eu atendo a todos. Por isso essa vitória eu divido com todo esse povo”, finaliza o senador, que não topa, em hipótese alguma, falar sobre seu futuro político.    

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O Blog do Evandro Cordeiro faz aqui uma correção em relação a notinha publicada na última quinta-feira, 1, (http://evandrocordeiro.com/item/2105-parceria-que-nao-deu-certo-prefeito-e-vice-nao-se-entendem-em-porto-acre) por meio qual afirmamos que o vice-prefeito de Porto Acre, Augusto Aquino, se elegeu pelo PV mas se filiou ano passado no PP. Ele, de fato, deixou o PV, mas se filiou no DEM do deputado federal Alan Rick.

Pronto! Corrigido.

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A exoneração do assessor especial da Casa Civil, advogado Cícero Furtado, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira, 5, surpreendeu até secretários estaduais. Tido como muito competente, a exoneração dele deixou perplexa até a secretária Marcia Regina, chefa da Casa Civil e toda-poderosa nos últimos oito anos. Pessoas próximas do governador Tião Viana (PT) esperavam que a demissão de Cícero só viria dia 31 de dezembro. A antecipação só teria uma justificativa: o fato de ele não ser ligado à grupo político ou não ter um padrinho. Cícero poderá continuar sendo aproveitado no serviço público. Tem grupos ligado a oposição de olho nele. A ligação mais famosa de Cícero é com a Igreja Batista do Bosque, liderada pelo pastor e Coaching em gestão Agostinho Gonçalves.   

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O deputado federal Alan Rick (DEM) foi duramente atacado por grupos LGBT’s nas últimas horas em todo o Brasil depois de ele pedir que a Netflix, uma plataforma da internet que disponibiliza filmes e séries, reveja a classificação de alguns desenhos animados que trazem conteúdo erótico. Agora há pouco ele disse ao Blog do Evandro Cordeiro que a reação desses grupos, que são inclusive minoria entre os homossexuais, é a prova inconteste de que eles são os intolerantes. “Eles acusam todo mundo de intolerante, mas intolerante são eles e aí está a prova”, afirmou.

Alan Rick se refere a um desenho em que uma drag quen interage com o telespectador, num conteúdo absolutamente erótico. Ele pede apenas que a Netflix aumente a classificação, como forma de evitar a erotização das crianças. Por essa razão o céu desabou sobre ele. Alan disse que esses grupos intolerantes são minorias entre os LGBT’s. “Conheço muito homossexual que mantém sua preferência sexual de forma discreta, sem agredir ninguém, sem tentar influenciar outras pessoas”, afirma o parlamentar, que está embarcando para Brasília certo de que terá muito a enfrentar lá essa semana.

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