27 Jun 2019

ARTIGO As críticas ao senador Márcio Bittar

 por Valdir Perazzo

 

Os críticos do Senador Márcio Bittar, apresentam apenas dois supostos argumentos para atacar o ilustre parlamentar, hoje o políticos acriano mais bem articulado com as autoridades da República. À propósito, está acompanhando hoje, o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, em visita ao Acre, com importantíssima agenda ambiental.

O primeiro dos supostos argumentos, é de que o Senador Márcio Bittar, fez parte de um grupo liberal no Whatsapp, quando passou a fazer transição de uma posição de esquerda, que não negava, para uma posição liberal conservadora, que assumiu publicamente em sua campanha.

Dou um sorriso íntimo com essas críticas. Na verdade, um elogio ao Senador. Teve a coragem de mudar. Só quem não muda é quem tem ideia fixa. E as ideias fixas, quem as tem, são os loucos.

Daria apenas três exemplos de personalidades da política e das letras que abandonaram o comunismo da juventude, e se tornaram conservadores. Carlos Lacerda, em depoimento prestado ao filho, Cláudio Lacerda, diz como o Catolicismo, que professava Gustavo Coração, lhe influenciou, na sua conversão. Relata a crueldade da execução de Elisa, uma jovem de 16 anos, por decisão da direção do PCB, como outro fato que o levou a abandonar o comunismo. Jorge Amado, em 1953, ao tomar conhecimento dos crimes de Stálin, disparou: o comunismo é uma merda. Olavo de Carvalho, comunista na juventude, hoje lidera uma revolução cultural conservadora no país. O Senador está bem acompanhado!

Márcio Bittar assimilou de tal forma as ideias liberais conservadoras que teve uma vitória consagradora contra seu principal adversário da esquerda. Ninguém acreditava em sua vitória, poucos meses antes da eleição. Seu discurso foi de tal forma eloquente, que convenceu o povo do Acre. Só convence quem passa sinceridade.

Portanto, a suposta crítica, no fundo, revela um sentimento pouco elevado, em relação a um político de talento, que teve sucesso.

O segundo suposto argumento, é de que Márcio Bittar não é um "ambientalista". Estaria conspirando contra a Amazônia, por defender o agronegócio. Por essa crítica infundada, o Senador merece os nossos aplausos.

O ambientalismo defendido pela esquerda acriana, é um atestado do fracasso dessa política equivocada. Percebam o que o Ministro Ricardo Salles viu no Rio Acre, recebendo degetos de 9 cidades, sem qualquer tratamento, depois de vinte anos de governo do PT?!

O ambientalismo é uma ideologia de esquerda. Comunista. Portanto, uma contradição. Só os países capitalistas têm compromisso com o meio ambiente.

Ora, como um país comunista pode defender o meio ambiente, se nele não há liberdade de expressão? Um governo comunista jamais vai permitir críticas a uma fábrica estatal que esteja causando danos ao meio ambiente. À propósito, se pode aprofundar o tema no livro Filosofia Verde, do filósofo Roger Scruton.

Dom Bertrand, em seu livro "Psicose Ambientalista", diz: "A ecologia radical - qualificada como religião ecológica por cientistas sérios e renomados - desencadeou uma psicose ambientalista. Sob o pretexto de salvar a natureza, ela viola gravemente o direito de propriedade, cerceia a produção agropecuária e impõe limites ao legítimo progresso econômico de todas camadas da população".

Enfim, o Senador Márcio Bittar está sendo criticado pelo que merece ser elogiado. Aliás, o povo acriano já o elogiou, conferindo-lhe um mandato popular de Senador. Uma honraria que muito poucos recebem!

As Críticas não seriam por despeito? Fica a indagação.

Escrito por  0 Comentário
Avalie este item
(2 votos)

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.