Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
12 SP_DEZEMBRO 2018

O Acre terá um dos piores desempenhos do PIB (Produto Interno Bruto) previsto para este ano. Nosso Estado só será que Bahia, Pernambuco, Alagoas e Rio de janeiro, que também “cresceram para baixo” esse ano. A fração de – 0,3 é queda projetada para 2017. Ou seja: saldo negativo. Esse resultado dará margem aos liberais e a oposição como um todo a dizer que os dados são o resultado de um governo que se orgulha de dar carro de pipoca como seu grande programa de crescimento. E que se mete em todos os negócios, atrapalhando quem entende de PIB e de crescimento, os empreendedores.

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O ex-deputado federal Marcio Bittar está andando pelo Acre todo puxando uma caravana de seu partido, o PMDB, fazendo sua filiação diretório a diretório. O Blog do Evandro Cordeiro achou ele em um ramal recém-aberto nas proximidades da cidade do município de Porto Walter pelo prefeito Zezinho Barbary para dar acesso a uma das comunidades mais isoladas do Estado, a Restauração. “O prefeito Zezinho foi quase preso por abrir esse ramal, denunciado por ambientalistas”, disse Bittar. Mas as falas mais contundentes dele foram referentes ao prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT), que acaba de figurar no epicentro de um grave BO, o caso Emurb, e o governador Tião Viana (PT), que não teve cerimônia de defender o ex-presidente Lula (PT), mesmo diante da delação bombástica de um companheiro deles de 30 anos, o ex-ministro Palocci. Viana declarou ser “Lula o homem mais digno desse País”. Em curta entrevista ao Blog Bittar qualifica os algozes, fala de sua pré-candidatura ao Senado e elogia o senador Gladson Cameli (PP) por estar fora da sujeira descoberta pela Lava Jato. Veja:

Blog – Por onde anda o senhor esta semana?

Márcio Bittar – Ando numa caravana do PMDB, me filiando de diretório em diretório. Aliás, o partido acertou em cheio ao bolar essa caravana com Flaviano Melo e Vagner Sales. Estamos indo a cada município e em todos eles estou sendo recebido pelas municipais, onde estou me filiando. Eles se sentem prestigiados e eu muito mais. Nessas andanças tenho conhecido histórias interessantes, como de uma pista na comunidade Restauração, onde tiveram que tirar uma sumaúma para poder posar avião, mas que foi difícil convencer as pessoas a derrubar essa árvore. Em porto Walter o prefeito Zezinho Barbary (PMDB) foi quase preso por fazer uma ramal para libertar pessoas. Enfim, mais uma vez faço o que sempre fiz na minha vida, que foi percorrer nosso Estado para falar com as pessoas.

Blog – Mesmo andando por ai pelo interior o senhor se informado dos acontecidos aqui na capital, como as prisões de diretores da Emurb, onde segundo a polícia teria acontecido um dos desvios mais volumosos de recursos, sob os olhos do prefeito Marcus Alexandre (PT)?

Marcio Bittar – Claro que sim. Isso já era algo assim esperado, porque está no DNA da esquerda se instrumentalizar com recursos para tentar se manter no poder. Não é novidade. Assim como não é novidade para ninguém que o prefeito foi condenado pelas obras malfeitas da BR-364, uma vergonha já conhecida no Brasil todo como um escândalo sem precedente na história. Aliás, no Acre todo, o prefeito de Rio Branco é conhecido já, está bem famoso, mas como o homem que gastou uma montanha de dinheiro e não conseguiu fazer a estrada.

Blog – O senhor sabe que essas declarações em relação ao prefeito da capital, que será o candidato do PT ao governo do Acre, podem lhe custar caras? Aliás, ao senhor e ao senador Gladson Cameli (PP), pré-candidato ao governo pela oposição.

Marcio Bittar – Amigo, eu não tenho rabo preso. Faz anos que o PT tenta arranjar qualquer coisa para me incriminar, mas nunca conseguiu porque tenho o nome limpo. Quanto ao Gladson, a mesma coisa. O máximo que eles conseguiram na eleição passada foi chamar ele de “riquinho”. E para piorar ainda mais para o PT, o Gladson é inocentado pela Ministério Público Federal.

Blog – A rigor, sobre Lava Jato, o governador Tião Viana (PT) se irritou com a delação do ex-ministro Antônio Palocci que atingiu de morte política o ex-presidente Lula e foi para as redes sociais fazer uma defesa apaixonada do ex-presidente. Disse, inclusive, que “Lula é um dos homens mais digno desse País”. A oposição vai usar isso em campanha?

Marcio Bittar – Não precisa usar isso em campanha, porque o povo agora é bem informado, pelas redes sociais. Mas quanto a delação do Palocci, mais uma vez fica demonstrado que assumiu o comando do País uma quadrilha que achava que o mais importante é o governo e o partido. Eles não respeitam as leis. As figuras mais altas da República criaram uma quadrilha para se locupletar e comprar apoio no Congresso e comprar as eleições. Não é à toa que as eleições ficaram insuportáveis. Ninguém conseguia ganhar deles. Mas estão todos enrolados na Justiça e quem deve tem que pagar. Quanto as declarações do governador, coitado, ele já está conhecido como alguém que não está com os pés no chão. Uma declaração dessa não dignifica ninguém. Se ele não quer concordar com a Justiça deveria se calar. Ele defender o indefensável diminuiu o Estado. O cargo fica miúdo. Ele vira um militante que cultua seu líder e mostra uma coisa doentia.

 

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 A família Pinheiro, cujo membro mais famoso é o fazendeiro Betão, decidiu: vai ter um candidato apenas, nas eleições de 2018. Será o caçula da família, Jr Betão. Ele já foi deputado federal, mas a decisão de buscar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Acre tem uma razão: o patriarca Betão não comanda mais sozinho os negócios com gado, em razão da idade um tanto avançada. Assim, Jr corre risco de se eleger e ficar no Acre, cuidando do mandato e auxiliando o pai nas empresas, que vai de negócios com carne de boi, peixe à ração.

O partido deverá ser da oposição. O PR é onde a conversa vai mais adiantada.

 

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Essa semana completaram-se cinco anos da morte de Jorge Cardoso, o primeiro cantor acreano a ir para a televisão nacional. Um colapso no coração derrubou o autor de Praia do Amapá, entre outros sucessos da época, quando ele tinha 67 anos. Jorge nasceu no Seringal Obrace, em Xapuri, e tinha 12 irmãos, dos quais apenas seis são vivos. Chegou em Rio Branco em 1969 e começou a vida vendendo bombom pelo centro da cidade.

Em 1970 Cardoso foi trabalhar como sonoplasta na rádio Novo Andirá. Em 1973 gravou seu primeiro disco e naquele mesmo anos abriu a Discolândia Cardoso, a primeira do Acre. Foi radialista e contemporâneo de cantores como Amado Batista, de quem era amigo pessoal. “Quando vinha no Acre, o Amado ia na casa do Jorge”, conta o irmão caçula, Pedro Cardoso. Essa semana, com a passagem dos cinco anos da morte de Cardoso, nenhuma lembrança dele no rádio. Uma ingratidão com quem, em nome da arte, levou primeiro o nome do acre lá pra fora.

 

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A banda Sambrasil tirou o acreano para dançar nos anos 1990. Era uma febre. Aqueles oito garotos pegavam uma carona na onda do samba que “invadia” o Brasil e chacoalhavam à noite de Rio Branco. Muita gente cantava o sucesso deles na rua, na época. Mas acabou. O sonho de virar sucesso nacional – e eles tinham cancha para isso – acabou em terrível frustração.

Hoje, 20 anos depois, Jaide Sodré, um dos vocalistas do grupo, conta que ao chegar no Rio de Janeiro, empurrados pelo sucesso no Acre, o grupo quase entra em depressão por não conseguir emplacar na mídia nacional. “Não conseguimos um produtor e aquilo frustrou todo mundo”, conte ele ao Blog.

Mas os garotos da Sambrasil já são senhores, todos com a vida bem resolvida e, para quase todos, o que passou, passou. Neste sábado, 2 de setembro, o Jaide vai reunir o maior número possível de ex-componentes do grupo, de outros amigos músicos e vão cantar juntos. A ideia é relembrar os anos 1990. O encontro está marcado para o Buffet Sâmia, na Vila Ivonete. Relembre um pouco da banda Sambrasil a seguir, em rápida entrevista com o vocalista Jaide:

 

Blog – Quanto tempo durou a banda Sambrasil, uma febre na época?

Jaide Sodré – A banda durou sete maravilhosos anos e nós éramos 9 componentes

Blog – Quem eram os componentes e onde estão todos?

Jaide Sodré – Jaide Sodré, Marcelo, Nilzinho, Charles violão, Sardinha contra-baixo, André teclados, Alexandre percussão e Chiquinho batera. Charles e Sardinha estão em Goiânia, eu e Nilzi no Amazonas

Blog – O sonho do sucesso, embalado naquela época por vocês, passou ou ainda resta uma esperança de refazer a banda?

Jaide Sodré – Ah, meio difícil. Acho que só uma força da mídia nacional faria a banda voltar com todos os componentes juntos. Ou seja: quase impossível.

Blog – Vocês embalaram uma galera naqueles anos 1990. Porque a banda, tão querida pela imprensa, tão badalada, acabou?

Jaide Sodré – O sonho de uma linda juventude daquela época, realmente. Ninguém imaginava que um dia poderíamos acabar porque era uma banda-empresa, muito organizada. Mas acabou talvez por frustação e falta de paciência, porque quando viajamos pro Rio na cabeça de alguns achavam que a gente já ia estourar e faltou influência, coisa que não tivemos sorte pra encontrar um produtor nacional de respeito. Infelizmente.

Blog – E a feijoada de sábado, no Buffet Sâmia, ali na Vila Ivonete, qual o propósito?

Jaide Sodré – Ah, a Feijuca do Jaide¿ É confraternizar com os fãs e pagodeiros e sambistas e com isso gerar um start de um novo começo solo na minha carreira.

 

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