Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
22 SP_SETEMBRO 2018

A figura do cabo eleitoral cuja serventia maior era puxar o saco, praticamente desapareceu. Foi substituída por algum tipo de profissional. No Acre o professor Carlos Coelho representa como poucos esse novo sujeito. Coelho criou até uma empresa de consultoria e cobra caro pelos serviços de planejamento de uma campanha. E tem dado certo.

Ele contabiliza vitórias uma atrás da outra.

Em um papo com o Blog do Evandro Cordeiro, Coelho fala sobre esse assunto, de sua vida íntima e sobre ter sido “feito de bobo” pela Frente Popular quando era para ter, legalmente, assumido a cadeira de Tião Viana (PT) no Senado. Casado, pai de dois filhos e avô de dois netos, aos 54 anos o professor se especializou para ser esse novo cabo eleitoral geração whats app. Se especializou em Poder Legislativo e consultoria política pela PUC de Minas Gerais e tem um parceiro na empresa acima de qualquer suspeita, o filho Tássio, que é advogado. Veja trechos da entrevista:   

Blog – O PT “planta” que a oposição não tem projeto. Isso é verdade?

Coelho - Os grupos políticos, nas disputas eleitorais, buscam enfraquecer os seus adversários. A FPA tem reproduzido que a oposição não tem um projeto político e uma parte significativa da população tem isso como uma verdade. No entanto, não adianta também elaborar um projeto distante das demandas da sociedade acreana e não operacionalizá-lo. Tem candidatos que discutem com segmentos da sociedade, elabora um volumoso plano de governo e não coloca em prática.

Blog – O senhor tem ajudado a eleger muita gente com sua consultoria. Porque não eleger a si próprio?

Coelho - Gosto da política. Tenho vontade de ser deputado federal, mas não tenho condições financeiras para estruturar uma campanha. Tenho a intenção, num futuro breve, de ser candidato a prefeito da minha cidade de Tarauacá. Quem sabe.

Blog – O senhor teria deixado de trabalhar com o então deputado federal Sérgio Petecão depois de um desentendimento. Porque o senhor acaba de voltar a trabalhar com ele?

Coelho -  Desafios e o profissionalismo! Fizemos uma parceria e vamos vencer as eleições de senador, em 2018. O senador Petecão tem um nome massificado em todo o Acre e tem feito um mandato positivo, ajudando toda a população acreana através das suas emendas parlamentares, sem olhar para as siglas partidárias e sim, preocupado com as pessoas, que mais precisam.

Blog – O senhor vende os serviços da Coelho & Farias, mas deixa claro que a relação com a Frente Popular é ruim e dificilmente daria negócio. Seria pela arrogância do PT?

Coelho – A Frente Popular tem que ser respeitada pela força política que tem e pelas máquinas que detém. Não digo arrogância, acho que a maior dificuldades deles vai ser enfrentar o desgaste em nível nacional e os erros políticos cometidos aqui no Acre. Veja, por exemplo, a ineficiência das políticas públicas, o desemprego e a falta de segurança. Isso tem deixado a população com medo e as penitenciárias lotadas, causando muito sofrimento para muitas famílias acreanas.

Blog – Quem ganha a eleição para governo em 2018?

Coelho – Não sou vidente, sou consultor (risos). Faço análise seca, real. Com o desgaste do PT a oposição leva uma ligeira vantagem e tem chance de vitória. No entanto, se não houver organização, estratégias bem definidas e planejamento será muito difícil vencer.

Blog – Quem é Marcus Alexandre (PT) e quem é Gladson Cameli (PP) para o consultor político Carlos Coelho?

Coelho – São dois bons candidatos, preparados para governar o nosso Acre. Vai vencer quem, no decorrer da campanha, errar menos e quem agregar o maior e o melhor grupo político para lhe dar sustentação no decorrer da campanha.

Blog – Da atual safra quem são os prefeitos que vão se “ferrar”?

Coelho – Temos alguns prefeitos que ainda não se encontraram na administração e isso, sem dúvidas, vai trazer um prejuízo político para os seus aliados. No entanto, muitos ainda tem tempo para recuperar sua imagem política.

Blog – O senhor guarda mágoa da Frente Popular por ter sido mal aproveitado quando trabalhou com eles e, principalmente, por aquele episódio da suplência do senado, quando fizeram de tudo para o senhor não assumir, mesmo sendo o segundo suplente de Tião Viana (PT) e estando com o nome limpo, enquanto o primeiro suplente, Aníbal Diniz, assumiu tendo problemas com a Justiça?

Coelho – Fiz parte da Frente Popular quando eu era filiado ao PMN, mas não participei do governo. Fui eleito segundo suplente de senador, mas não tive oportunidade de assumir, mas entendo que faz parte da política. Não guardo mágoas ou rancor por isso. Sou daqueles que faz política sem olhar para o retrovisor.

 

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O deputado federal Major Rocha (PSDB) não aparece bem para senador, mas em compensação, para governador, é a grande surpresa de pesquisa encomendada pelo próprio partido dele. Feita para consumo interno, a consulta ouviu 2,7 mil pessoas há uma semana e meia e é absolutamente favorável ao senador Gladson Cameli (PP), provável candidato a governador da oposição, e “conta outra história” sobre a disputa para o Senado, sendo favorável a Jorge Viana (PT), que é também campeão de rejeição, e Sérgio Petecão (PSD). O Blog do Evandro Cordeiro tentou falar com o parlamentar, mas, deselegantemente, ele nem atende o telefone, muito menos reage ao whats sap.   

 

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A primeira suplente de deputada federal da oposição Marfisa Galvão, mulher do senador Sérgio Petecão (PSD), disse ao Blog do Evandro Cordeiro que não vai ficar “de fora” da disputa eleitoral de 2018. “Não vou disputar a eleição, mas vou brigar pelo direito de participar, ao menos em defesa das mulheres. Tive tanto voto na eleição de 2014, tenho o direito de entrar na briga”, informou.

Perguntada se vai disputar para federal, estadual ou se é verdade que seu nome vai ser colocado para vice de Gladson Cameli (PP), pré-candidato a governador pela oposição, ela negou. Mas reclamou do desprezo ao nome das. “Porque a Márcia Bittar não ser candidata? Ela luta tanto para montar o Solidariedade. Porque não uma mulher como vice?”, questionou.

 

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Boatos de que o senador Sérgio Petecão (PSD) estaria disposto a desistir da reeleição e se preparando para compor a chapa majoritária da oposição, como vice de Gladson Cameli (PP), provocou uma reação incomum nele. “Eu sei de onde estão partindo esses boatos, mas não tem problema. Vão assistir a maior campanha minha numa eleição e ainda ver eu chegar em primeiro”, reagiu Petecão.

Com relação a escolha do vice de Gladson Cameli, o senador diz querer passar longe dessa discussão. “Isso é para os partidos discutir”, afirma. Petecão tem razão. E sobre a disputa do ano que vem, também. Ele tem base forte nos 22 municípios, porque fez um partido forte nos últimos anos, além de ter sido leal à oposição em todas as disputas.

 

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“Quando Jesus disse venham a mim porque meu fardo é leve e meu julgo é suave ele se referia ao pecado do homem, mas se referia também ao julgo e ao fardo pesado que os romanos imprimiam aos Judeus. Em nosso caso, o PT impõe um fardo já muito pesado ao acreano. E é para se livrar desse julgo petista que eu convido a sociedade”, disse o deputado federal Alan Rick em um trecho de seu histórico discurso na festa de filiação dele no DEM, nesta sexta-feira, 25. Ele tinha para quem falar, porque as dependências do Afa Jardim, Buffet onde ocorreu a festa, estavam tomadas por admiradores dele.

Além de Alan Rick, outras figuras importantes se filiaram no DEM de Tião Bocalom. Um deles, o médico Carlos Beirute. Prestigiaram e abonaram essas fichas o líder do partido na Câmara Federal, Efraim Filho (PB), além do deputados Sóstenes (RJ) e Marcos Rogério (RO).

A filiação de Alan Rick foi prestigiada por lideranças evangélicas, entre elas o pastor Daniel Batistela, ícone do chamado missionário no Acre, e políticas da oposição, entre elas os senadores Sérgio Petecão (PSD) e Gladson Cameli (PP), esse último pré-candidato a governador. Gladson, a rigor, fez um discurso de boas vindas a Alan e arrancou um interminável aplauso ao convidar a oposição a “viver uma nova história” no Acre.

 

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