Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
18 SP_DEZEMBRO 2017

Marfisa Galvão não é apenas a mulher do senador Sérgio Petecão (PSD). Ela é primeira suplente de deputada federal da oposição com uma bagagem de mais de 17 mil votos e dona de um carisma de invejar o próprio Petecão. Se ele gosta das pessoas, como ela afirma, ela não arreda. Vive cercada em casa e no trabalho. É com esses predicados que Marfisa tentará ajudar a construir o retorno do marido para o Senado em 2018. Em entrevista ao Blog do Evandro Cordeiro, ela fala da cozinha da casa deles, dos amigos e da casa lotada de amigos dia e noite. Veja a entrevista:

 

 

Blog – Marfisa, você disputa as eleições em 2018?

Marfisa Galvão – Não sei. Eu faço parte de um grupo político e esse grupo que decide.

Blog – Como é o senador Petecão como marido, pai, dono de casa?

Marfisa Galvão – Ele é incrível em casa. É um cozinheiro de mão cheia, um ótimo pai, amado pela família.

Blog – E na política, como é o Petecão, do seu ponto de vista?

Marfisa Galvão – Na política todo mundo sabe como é ele. É o tipo que adora ajudar as pessoas. As pessoas sabem como é nossa casa, sempre cheia de gente. Ele gosta disso. Se faltar gente lá em casa ele passa mal.

Blog – Como você, que obteve votação histórica em 2014, e que tem carisma igual a ele, vai ajudar a reelegê-lo senador?

Marfisa Galvão – O que sempre fiz. Eu também gosto das pessoas. Quero que o povo saiba que o Petecão trabalha muito em Brasília, é um senador ativo, participa de várias  comissões. É importante estar em Brasília, mas para mim mais importante é estar no Acre, cuidando das pessoas, ajudando na medida do possível e assim nós vamos sobrevivendo. É assim que o Petecão surpreende a cada eleição e muita gente não entende.

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O vereador Roberto Rodrigues, do PCdoB de Jordão, disse que não votará mais no PT para o governo do Estado. E mais: adiantou que tem compromisso apenas com o deputado estadual Jenilson Leite, com a candidata a federal Perpétua Almeida, ambos de seu partido, e com o senador Sérgio Petecão (PSD), porque ajudou incansavelmente seu município. Além dele, outros integrantes do PCdoB de Jordão vão agir da mesma maneira. Eles não toleram o partido deles ser colocado apenas como coadjuvante, depois de ser, em mesmo importância, nascedouro da Frente Popular.   

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Parecia impossível a ex-primeira-dama do Estado, Beth Cameli, entrar numa disputa política. Parecia. O Blog apurou que falta muito pouco para ela dar a palavra final ao convite feito pelo senador Sérgio Petecão (PSD) para que ela seja sua primeira-suplente. “Tem 70% de chance de ela aceitar”, disse um parente dos Cameli que pediu anonimato. E mais: dona Beatriz, que é viúva do ex-governador Orleir Cameli, estaria praticamente decidida por uma razão: teria ouvido um pedido do sobrinho, o senador Gladson Cameli (PP). “Ela, como o tio, sempre adoraram o Gladson. Ele sempre foi o predileto do Orleir”, disse o parente.     

 

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O senador Sérgio Petecão (PSD) teve duas perdas em uma semana: as mortes do Mário Diogo, ex-tudo de Boca do Acre, e do senador boliviano Roger Pinto Molina. O primeiro morreu aos 104, mas o político do Pais vizinho morreu num acidente de avião em Goiania, aos 58 anos. O senador Petecão disse que sentiu a morte de Molina, sobretudo, pelo vínculo que criou com ele após ajudar na fuga dele da Bolívia há seis anos. Molina era preso político do presidente Evo Morales e precisou fugir com a ajuda de um diplomata brasileiro e do senador Petecão. “Fiquei muito sentido com essas mortes”, afirmou ao Blog.  

 

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O fim do desconto para Contribuição Sindical, de autoria do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) foi destaque na coluna do renomado colunista Cláudio Humberto.

O pagamento, que equivalia a um dia de trabalho, era obrigatório e valia tanto para os empregados sindicalizados quanto para os que não são associados às entidades de classe. Criada na década de 1940, a contribuição era descontada pelos empregadores na folha de pagamento dos empregados no mês de março de cada ano.

No país existem quase 20 mil sindicatos que movimentam a módica quantia de 3,6 bilhões de reais, sem qualquer tipo de fiscalização.

Mas como bem disse Petecão: "A contribuição não acabou, agora é facultativa, o trabalhador pode continuar ajudando seu sindicato".

 

 

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