Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
18 SP_FEVEREIRO 2018

A tropa de choque do Governo partiu para o ataque ao senador Gladson Cameli (PP) na imprensa e nas redes sociais nesta terça-feira, 6, depois de ele dar entrevista reclamando das agressões que tem sido vítima por ser favorito na disputa pelo Palácio Rio Branco. A reação foi decorrência de entrevista que ele concedeu a esse blog (http://evandrocordeiro.com/item/1237-quero-estar-longe-e-de-confusao-meu-objetivo-e-ser-governador-do-acre-diz-gladson-sobre-fofocas-do-jurua), depois do retorno aos trabalhos no Senado, para falar sobre o parlamento e sobre as eleições desse ano. Foi suficiente para a reação vir a galope. “Pior é que distorceram tudo o que eu disse no teu Blog só para me agredir, gratuitamente”, diz o senador, que mesmo assim não se importa. “Quando decidi ser candidato ao Governo já sabia que o PT tem esse costume contra os adversários”, afirma.

O pré-candidato a governador das oposições assegura saber as razões de tanto desespero, principalmente nos últimos dez dias. “São os últimos números de pesquisas internas. Eles se desesperaram quando tomaram conhecimento”, diz. De fato, nos últimos dias o ninho petista virou um serpentário. Além do encontro para discutir as estratégias para as eleições, no último final de semana, a Frente Popular tratou de intensificar os ataques pelas redes sociais e pela imprensa. “Repare que eles nunca mais publicaram uma pesquisa”, diz o senador.

Nas reportagens desta terça-feira, com objetivo de atingir o senador da oposição, chegaram a escrever que ele “falando Miami, nos Estados Unidos”, mesmo Gladson estando em Brasília. Gladson reagiu com certo humor, ao afirmar que isso não o preocupa, embora considere rasteira a atitude. “Se eu estivesse em Miami qual é o problema¿ Minha família tem apartamento lá. E quando vou pago minhas despesas. Diferente de quem foi passear na Europa às custas do dinheiro do povo do Acre. Não preciso nem falar mais nada”, finaliza.            

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O senador Gladson Cameli (PP) está em Brasília participando da liturgia que reabre os trabalhos do legislativo nesse início de ano. Mesmo distante e concentrado nos afazeres do mandato de senador, ele é vítima de uma das mais difamatórias campanhas já orquestrada contra um político do Vale do Juruá. O motivo é claro, segundo o próprio: ele é pré-candidato a governador do Estado. Os adversários já tentaram arranjar defeitos além dos que admite ter, o colocaram em lugares onde não esteve, mas o mais recente superou geral. Pelas redes sociais pessoas supostamente ligadas ao atual Governo insistiram nos últimos dias ligá-lo a questões internas da administração Ilderlei Cordeiro (PMDB), o atual prefeito de Cruzeiro do Sul, que teria demitido secretários ligados ao ex-prefeito Vagner Sales (PMDB).

Gladson Cameli disse ao Blog que preferia não polemizar com os governistas, desgastados naturalmente pelos 20 anos de poder, mas há casos em que silenciar pode ser perigoso. “Essa de me ligar a demissões e outras decisões na administração do Ilderlei é um crime. É uma mentira, uma invenção deles que dói a gente observar os comentários nas redes sociais. Eu preferia que esse partido mantivesse um espião aqui no Congresso para me avaliar e criticar a vontade a minha atuação como parlamentar do que ficar fazendo essas fofocadas pelas costas da gente. Isso é de uma brutalidade, de uma covardia...”, afirma, emocionado.

O pré-candidato a governador pelas oposições admite entender ser o alvo do atual Governo, por causa de sua aceitação em pesquisas e pelo carinho demonstrado pelas pessoas por onde ele passa, mas pede cautela. “Não precisa me agredir assim, com mentiras deslavadas, que até nem colam”, afirma. O próprio Gladson sugere que o desespero de seus adversários em relação ao Juruá é por causa da relação boa dele com a população daquela região, onde nasceu, mas acredita ter nisso tudo uma pitada de ciúmes pela recuperação da BR-364. “Essa rápida recuperação da estrada deixou nossos adversários assim, nervosos, porque eles fizeram um trabalho ruim e nós consertamos”, diz o senador.

Na noite desta terça-feira, 6, Gladson Cameli já estará em solo acreano, segundo ele fazendo o que mais gosta: conversando com as pessoas. Gladson coordena pessoalmente o trabalho de construção de um programa de Governo, documento que ele considera estar sendo feito “com muita responsabilidade”, além de tentar apagar focos de incêndios naturais durante a construção de uma candidatura ao Governo com chances de vitória. E enfatiza ao Blog do Evandro Cordeiro: “No final vai dar tudo certo e a população do Acre é que vai ganhar uma nova história. Por isso não quero me ater a essas fofocas de redes sociais. Meu objetivo é ser governador do Acre e quem quer ser governador não pode estar preocupado com desocupados que passam o dia nas redes sociais inventando coisas”.

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O vereador Teio Tessinari (PP), presidente da Câmara de Vereadores de Capixaba, foi acusado pelos próprios colegas de trabalho de estar acumulando salários sem trabalhar. O Blog explica melhor, com base em e-mail enviado por um grupo de servidores da secretaria de Saúde do município: Teio é parlamentar e funcionário da saúde, mas só trabalha – e pouco – como vereador. Mas dizem os “amigos” dele que no final do mês a “baba” dos dois trabalhos cai na conta, chova ou faça sol. Com essa informação vindo a público, além de servidores, o prefeito da cidade, Zé Augusto, que também é do PP, corre o risco de ser cobrado esses dias pelos próprios vereadores aliados. É que Teio teria uma porção de cargos na prefeitura, é altamente prestigiado pela oposição no Acre, mas é o representante número um, no município, do pré-candidato a senador pelo PT, deputado estadual Nei Amorim, mesmo a oposição tendo dois pré-candidatos ao Senado – Sérgio Petecão (PSD) e Márcio Bittar (PMDB). Ou seja: vem confusão política em Capixaba pelas próximas longas horas, entre outras coisas porque, segundo a Constituição Federal, em seu artigo 37, inciso VX, ele pode até votar no senador do PT, mas receber os dois salários, não pode!

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A primeira semana de 2018 terminou com 11 assassinatos, bem acima de média de 2017, quando 480 pessoas foram executadas. Enquanto isso o atual governador, Tião Viana, e seu pré-candidato a governador, Marcus Alexandre, prefeito de Rio Branco, ambos do PT, só pensam na eleição de outubro. Pior: o pré-candidato a vice de Marcus, Emylson Farias, que é secretário de Segurança e filiado ao PDT, escolha pessoal de Tião, também não anunciou até agora nenhuma medida para conter essa escalada da violência. O questionamento foi feito hoje de manhã pelo deputado estadual Nelson Sales (PP).

Segundo o parlamentar, “pior que tudo isso”, é que o Governo ainda tenta mascarar dados, não divulgando o número de assaltos e roubos de carros e motos. Um soldado da PM disse ao Blog semana passada que são pelo menos dez roubos de veículos todos os dias. “Esse militar tem razão. A gente já sabia disso. Eu cheguei a denunciar esses dados numa rádio”, diz o deputado. A inércia do Estado deixa a população a mercê da bandidagem, enquanto a equipe do governo não pensa noutra coisa, senão na eleição. “O projeto deles virou projeto apenas de poder. Enquanto isso toda noite é a mesma história: mortes!”, diz.  

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Os pré-candidatos a governador Gladson Cameli (PP) e Ulysses Araújo (Patriotas) passam o dia – e parte da noite – sendo atacados ferozmente nas redes sociais por pessoas que teriam cargos de confiança no Governo do Estado ou na prefeitura de Rio Branco, segundo assessores de ambos. Os autores das agressões são sempre pessoas detentoras de pequenas CECs, os antigos DAs. “Geralmente esses atacantes são pessoas sem formação que se apegam muito ao cargo, porque passam a ganhar bem, o que não conseguiriam, se não fosse o Governo. Então esses vão brigar até a última consequência pela permanência no poder”, diz um dos assessores do coronel.

O senador Gladson Cameli disse ao Blog esses dias que já está acostumado a pancadaria e que até entende os algozes. São pessoas que não tinham perspectiva e que encontraram em pequenos cargos uma saída para suas vidas. E precisam ser respeitadas por isso. Para assessores do senador seria por essa razão que os ataques são sempre rasteiros, regados a baixarias. As estrelas do PT e de partidos aliados, por exemplo, que ganham altos salários, se mantêm discretas, deixando essa missão exatamente para o pessoal do “andar de baixo”.

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