Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
22 SP_OUTUBRO 2017

O deputado estadual Nei Amorim (PT) não está brincando de disputar o Senado da República em 2018. Ele e seus assessores deixaram de dormir há meses. Há braços do grupo da Vila Restauração, último reduto de humanos no Vale do Juruá, e até no Icuriã, ramal que liga a cidade de Assis Brasil a civilizações pré-colombianas. Esses dias Amorim flertou até com a missionária e ex-deputada federal Antônia Lúcia, líder do PR no Acre.

Nei participou de intensa agenda da missionária com líderes nacionais e locais da Igreja Mundial. E garante que foi tratado a pão-de-ló na congregação de Waldemiro Santiago. Antônia, por seu lado, disse que está aberta a conversas com todas as correntes políticas, até as vésperas da eleição. Sobre ele, uma certeza: começa a ter bagagem par derrubar até Jorge Viana (PT).

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22 SP_OUTUBRO 2017

 

Acabei de fazer um "giro" por todo o Alto Acre e por onde passei havia a notícia de que um "rolo compressor" do PT acabara de passar pela região. O objetivo é não entregar o governo ano que vem por nada nesse mundo. Puxado pelo pré-candidato a senador Nei Amorim e pelo prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, e abençoados pelo governador Tião Viana, o grupamento não está deixando passar nem ex-candidato a vereador  pela oposição que não tirou mais que 150 votos. "Eles ligam, marcam encontro e a conversa é forte", me disse um vereador de Epitaciolândia que não teve coragem de se identificar. Não vejo crime nisso, a não ser que estejam usando a máquina pública. Ah, e o Alto Acre corresponde a região entre Senador Gumard até Assis Brasil.

 

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22 SP_OUTUBRO 2017

 

O prefeito Marcus Alexandre (PT) largou Rio Branco com sua buraqueira, nesta sexta-feira, 25, e se mandou para o interior fazer campanha para o Governo do Acre. Foi apresentado em Manuel Urbano e, parece, em Feijó, como o “super-administrador”. Ele estava acompanhado do senador Jorge Viana e do outro pré-candidato a senador pelo PT, deputado estadual Nei Amorim. Alexandre só não foi apresentado em nenhuma das reuniões como sendo o engenheiro responsável pelas obras da BR-364, que “derreteu” antes mesmo de ser inaugurada, segundo a oposição no Acre.

 

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22 SP_OUTUBRO 2017

 

O deputado estadual Nei Amorim (PT) disse a amigos que tem consciência do fogo amigo que vai enfrentar para poder manter sua candidatura ao Senado. Mas a “ameaça” não intimida o presidente da Assembleia Legislativa, que mantém na atualidade um “exército” de 151 pessoas, entre lideranças comunitárias até ex-deputados. Da semana passada para cá esses números podem ter até aumentado, segundo amigo próximo do parlamentar. “Ele vai buscar esse mandato, se levante quem levantar contra”, disse ao Blog o amigo de Amorim.

Nei Amorim tem bala na agulha para a disputa que pretende, sem contar com apoios decisivos. Por exemplo: foi eleito presidente da Assembleia Legislativa com 23 votos, além do seu. Terá apoio, inclusive, de deputados da oposição.     

 

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22 SP_OUTUBRO 2017

Mesmo tendo enfrentado o governador “mais ditador” dentre os últimos três, a legislatura da época de Jorge Viana (PT) é incomparável à de agora, disse ao Blog do Evandro Cordeiro o ex-deputado estadual Franesi Ribeiro. “Nós enfrentamos um Jorge Viana que ainda dava autógrafos e isso não intimidou nossa legislatura. Tinha debate de alto nível”, diz.

O ex-deputado compôs uma legislatura onde, além dele, tinha João Correia, Naluh Gouveia e Edvaldo Magalhães, todos ases na arte do debate. Foi um dos maiores confrontos parlamentares da história do Poder Legislativo no Acre, segundo ele. Franesi já fez duas tentativas de voltar, mas esbarrou no obstáculo de todos, a questão financeira. “É difícil ganhar eleição sem dinheiro”, reflete.

A atual legislatura, segundo Franesi, é fraca dos dois lados. Pela oposição não há nem grandes oradores, nem líderes como na época que cavavam as podridões daquele governo. “É só lembrar que nossas equipes conseguiram descobrir o primeiro roubo dos governos do PT, o do boca de lobo”, conta.

Por fim, segundo Franesi Ribeiro, há um agachamento total do Poder Legislativo. A oposição, inclusive, chancela isso, ao apoiar um presidente que é do PT em todas as ações que ele faz. Há rumores segundo os quais Nei Amorim (PT) terá apoio dos 23 deputados em sua pretensa disputa pelo Senado. Além de outras graves denúncias contra a administração dele na Assembleia, como suposto pagamento de salários vultosos a ex-deputados.

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