Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
24 SP_OUTUBRO 2017

O vereador N Lima (sem partido) disse estar incomodado com tantos buracos na cidade de Rio Branco, com o caso de corrupção na prefeitura, onde quase toda a diretoria da Emurb foi presa, mas que a imprensa não divulga, problemas ignorados pelo prefeito da capital, Marcus Alexandre, do PT. “Mas o que mais incomoda é que, ao invés de resolver essas coisas, responder pela corrupção na Emurb e tapar buracos, o prefeito não para de fazer campanha para o governo”. Lima se refere as últimas agendas de Alexandre, inclusive fora de Rio Branco, na sua franca pré-campanha para a disputa do Governo do Estado, dirigindo um rolo-compressor do Partido dos Trabalhadores, que usa Estado, prefeituras e Aleac para tentar permanecer no poder.

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O vereador N Lima, ainda sem partido, desde que deixou o DEM, disse que pode até se filiar no PEN, ou Patriotas, como vai ser chamada a sigla a partir de agora, mas impõe uma condição: “Que todo sujeito que apoiou o PT deixe o partido”. Para Lima, o PEN pode até vir para a oposição, mas não pode trazer “qualquer coisa” em suas fileiras.

O parlamentar é fã do deputado federal Jair Bolsonaro (RJ), que provavelmente disputará as eleições pelo Patriotas, razão pela qual não podem estar na sigla gente que viveu “amasiada” com o PT, a antítese de Bolsonaro. No Acre o Patriotas é presidido pelo ex-deputado estadual Jamyl Asfury.  

 

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Nascido na periferia de Rio Branco, mais precisamente no bairro Palheiral, em 1982, o administrador de empresas João Marcos Luz pode virar vereador ano que vem. A menos que seja azarento. É que Luz é primeiro-suplente de Roberto Duarte Júnior (PMDB), cotado para ser vice de Gladson Cameli (PP), pré-candidato a governador, além de ser franco favorito a se eleger deputado estadual, e do vereador N. Lima (sem partido), que disputará as eleições para deputado federal. Não é possível que um dos dois não ganhe, ou até os dois. Caso dê tudo certo, então o ex-ofice-boy que virou gerente da empresa de ônibus Real Norte materializa o sonho de ser político, embalado desde que teve a chance de debruçar-se na alça do caixão do governador Edmundo Pinto, morto em 1992, cujo funeral ocorreu sob forte clamor. “Naquele dia, depois de enfrentar uma fila, consegui chegar até o cachão. Ali, com dez anos de idade, decidi: vou ser político”, conta João.

Com 1.313 votos conquistados ano passado na quarta vez em que disputava uma eleição, o caçula dos quatro irmãos da humilde família do seu Valdir, taxista, já falecido, e da dona Marlúcia Luz, virou primeira opção na Câmara Municipal de Rio Branco. Enquanto a cadeira não esvazia para João sentar, o que pode acontecer ano que vem, se tudo conspirar a favor, ele vai fazendo seu trabalho de “Vigilante das ruas”, vasculhando Rio Branco ouvindo pessoas e mostrando os problemas da cidade pelas redes sociais. Esse trabalho ele faz para o gabinete da deputada Eliane Sinhasique, do PMDB, mesmo partido pelo qual disputou a eleição ano passado.

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24 SP_OUTUBRO 2017

O vereador N Lima (sem partido), que é oficial da Polícia Militar, amanheceu nesta terça-feira, 04, estarrecido com a noite violenta da segunda-feira, 3. Foram cinco mortos e vários feridos, todos executados, além da contagem de mortos do início do ano até agora já ultrapassar os 230 finados. “Estamos sendo governados por facções”, diz o parlamentar. Para N lima o governo perdeu o controle por não ter criado uma política especial para a segurança lá atrás. “A geração atual de criminosos era toda bebê quando eles assumiram o poder. Então está explicado”, afirma.  

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