Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
16 SP_DEZEMBRO 2017

O deputado federal Moises Diniz (PCdoB) confirmou ao Blog do Evandro Cordeiro que não disputará mais eleição, pelo menos em 2018. Mas adiantou que não é hora de dar entrevistas. “Ainda não é hora”, disse. Depois de muita insistência sobre o que teria acontecido, se vai deixar a Frente Popular, se deixa o partido, ele respondeu que ainda não é “hora de tocar trombeta”. Diniz anda desiludido com a política faz tempo, mas ter sido rifado da escolha do candidato a vice-governador pode ter sido a gota d’água.       

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A indicação do secretário de Segurança do Estado, Emylson Farias, como vice do candidato a governador do PT, Marcus Alexandre, acabou de decretar a falência do PCdoB. Os comunistas embalavam o sonho de indicar o deputado federal Moisés Diniz na chapa, mas ontem foi tudo por águas abaixo. Assim, o PCdoB, que no início da Frente Popular, era irmão ciamês do PT, além de ficar sem nada ainda terá que ir para o chapão do Partido dos Trabalhadores. Um comunista velho antigo enviou um zap ao Blog dizendo o seguinte: “Por mim, adeus tia Chica. Chegou a hora do PCdoB reagir”.        

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Em texto que divulgou nas redes sociais o deputado federal Moisés Diniz (PCdoB) faz homenagem aos 80 anos da Academia Acreana de Letras. Membro da AAL, desde que virou sucesso como autor, entre outras obras a que intitulou de “O Santo de Deus”, Diniz faz um apanhado histórico das oito décadas. Veja a seguir o texto dele:

“Os 80 anos da Academia Acreana de Letras é uma data magnífica, pela sua história, suas raízes e sua eterna relação com o Acre real, de seus instantes mágicos, de sua ancestralidade. Quando alguém, além de nossas fronteiras, afirma que o Acre é um lugar especial, um pedaço encantado do Brasil, como se o seu povo fosse feito de diamante, os mais apressados enxergam uma defesa exagerada da territorialidade ou um acreanismo sem nenhum valor.

Quando a Academia Acreana de Letras completa 80 anos, como uma pedra de carvão que fala, tem sentimento, torna-se diamante, chora, resiste, torna-se dia, noite, amante… Então, a gente pode comparar. Comparar o Acre com outros lugares desenvolvidos, bem dotados, nutridos. Inacreditável, como aqui as letras influenciaram a vida, deixaram marcas na história.

Em 17 de novembro de 1937, acreanos de valor fundaram a Academia Acreana de Letras. Apenas 34 anos separavam aquela data mágica da data de nossa própria existência como povo. Apenas 34 anos entre a existência do Acre brasileiro e a fundação de sua Academia de Letras, o lugar onde o palpável cede lugar ao abstrato da imaginação e da ternura das letras.

Ao nosso lado, o poderoso vizinho Amazonas demoraria 163 para fundar a sua academia de letras. Em 1755 era constituída a Capitania do Rio Negro e somente em 1918 seria criada a Academia Amazonense de Letras. Esse o exemplo do norte, da Amazônia.

Vamos ao rico sudeste. Minas Gerais, em 1709, já era o centro econômico da colônia, mas a sua academia de letras seria fundada somente em 1909. Nada menos do que 200 anos depois da existência daquele rico lugar. Exemplos não faltam. Em 1532 foi criada a Capitania de Pernambuco, mas a sua academia de letras foi criada somente 369 anos depois, em 1901.

A própria Bahia, onde foi forte e simbólico o desejo de olhar para a imaginação do homem e a sua rebeldia, somente em 1724 foi criada a Academia dos Esquecidos e depois a Academia dos Renascidos em 1759, duas das primeiras tentativas de dotar o Brasil de uma entidade cultural capaz de congregar os interesses literários. Ocorre que em 1572 já existiam dois governos no Brasil, o do Rio de Janeiro e o da Bahia. Assim, mesmo lá, a Academia de Letras só surgiria 152 anos depois.

Nem o Brasil e os seus 500 anos de história escapam à comparação. A Academia Brasileira de Letras foi fundada em 1897, nada menos do que 397 anos depois do descobrimento. Apesar de Machado de Assis. Aliás, dezenas e centenas de anos depois de muitos fatos importantes. A Academia Brasileira de Letras foi fundada 89 anos depois que a Família Real chegou ao Brasil.

O príncipe regente D. João fundou o Banco do Brasil, o Jardim Botânico, a Imprensa Real e a Escola de Medicina, mas não fundou a academia de letras. Pedro II proclamou a Independência, mas ainda demorou 75 anos para ser fundada a Academia de Letras do Brasil. Veio a Proclamação da República, mas não fundaram a Academia das Letras, que nasceria somente 8 anos depois.

No Acre tudo foi diferente. A letra nasceu primeiro, junto com a sua imaginação, a sua liberdade em relação ao poder, a sua autonomia intelectual e a sua eterna utopia. Fazer do Acre uma terra de homens e mulheres livres, decentes e felizes.

Por aqui, como meninos no meio das águas, acabávamos de completar 17 anos que tínhamos governador e apenas 3 anos que havíamos conquistado o direito de ter representante no congresso nacional, apenas duas vagas na imensidão do Brasil.

Assim, acredito que a fundação da Academia Acreana de Letras, apenas 34 anos depois da nossa existência como gente brasileira, merece uma reflexão sobre a liberdade, a fraternidade e a igualdade que estamos construindo.

Que liberdade queremos para os nossos filhos? Que igualdade? Que fraternidade? Responder a essas interrogações é tarefa nobre daqueles que olham o Acre nos 70 anos de fundação da Academia Acreana de Letras.

Vida longa a todos vocês, queridos confrades e confreiras da Academia Acreana de Letras! Muito obrigado pela travessia! Vocês nos trouxeram até aqui, cheios de luz, irreverência, utopia, amor à vida, abraços e poesia.

Encerro, fazendo um chamamento. Vamos utilizar o diamante que a vida nos deu, a força das letras, da literatura, da poesia e do conhecimento, para proteger a nossa juventude nos lugares mais frios, nas periferias, nos ramais, nas aldeias indígenas e nos rios.

Vamos levar letras e sonhos, algoritmos de esperança contra as drogas, o desamor e a depressão. Vamos encontrar um jeito de erguer abraços, de letras, de esperança, de fraternidade juvenil, de vida contra a morte.

Vida longa às letras!”

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O deputado federal Moisés Diniz (PCdoB) poderá ser o candidato a vice-governador na chapa da Frente Popular. Fonte do Blog do Evandro Cordeiro assegura que, nos bastidores, estaria tudo acertado com os comunistas. Nas redes sociais, tanto o governador Tião Viana (PT) quanto o irmão dele, senador Jorge Viana (PT), insinuaram essa possibilidade. Eles consideram o PCdoB aquele aliado da primeira hora da FPA. “Na verdade a Frente nasceu de uma junção entre PT e PCdoB. Agora, em um momento decisivo para o grupo, descartar um partido da magnitude do PCdoB seria temoroso”, disse uma fonte do Palácio.

Hoje cedo o Blog ouviu o deputado Moisés Diniz e insistiu nessa pergunta, mas ele saiu pela tangente. Apenas afirmou que provavelmente estará na chapa majoritária. No entanto, desde o início desta segunda-feira os dirigentes dos chamados partidos nanicos já estariam sendo chamados para aquela conversa inicial. A ideia é não provocar esses parceiros, por mais insignificantes que sejam. E isso o Palácio Rio Branco faz a há 20 anos, sempre com muito sucesso.

No próximo sábado, portanto, a chapa majoritária da Frente Popular já deverá ser apresentada com essa novidade. Moisés Diniz, do PCdoB, como vice de Marcus Alexandre, Jorge Viana e Nei Amorim como candidatos ao Senado. O secretário de Segurança, Emylson Farias (PDT), por enquanto o vice, teria sua candidatura azeitada pelo projeto, mas para deputado federal.           

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16 SP_DEZEMBRO 2017

 

 

O deputado federal Moisés Diniz é o novo presidente do PCdoB, desde ontem, 22. Ele foi conduzido à presidência depois de ficar “no canto” por um bom tempo, longe de ser prioridade do partido. E se depender dele, vai continuar não sendo prioridade. Ele quer pagar o “escanteio’ no qual ficou com o bem. “Quero modernizar o PCdoB, torna-lo mais influente e defender melhor os mais pobres”, disse ao Blog do Evandro Cordeiro agora há pouco.

Moisés Diniz informou que o PCdoB deverá lhe indicar para uma das vagas na chapa majoritária. Como provavelmente não será como vice-governador, nem para senador, a dica está dada: Moisés será primeiro suplente de Jorge Viana ou Nei Amorim, os dois petistas que vão disputar o Senado.

 

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