Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
23 SP_OUTUBRO 2018

O deputado federal Major Rocha (PSDB), pré-candidato a vice-governador das oposições no Acre, ironizou o uso, pelos deputados federais do PT, do nome Lula como sobrenome, em protesto puxado pelo deputado acreano Léo do PT por causa do que chamam de prisão sem provas do ex-presidente que virou presidiário: “Isso é amor entre cúmplices do crime”, disse.  Rocha é o deputado que fez o pedido oficial da prisão do ex-presidente, acusado pelo Ministério Público Federal por corrupção e lavagem de dinheiro.  

O sobrenome Lula só não foi usado ainda no painel de votação da Câmara Federal por que o presidente da casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), precisa deferir o pedido de cada parlamentar. Eles estão fazendo ofícios ainda e enviando ao presidente ainda. Léo do PT acha que assim vão conseguir denunciar ao mundo a injustiça que estariam cometendo contra o ex-presidente.

Rocha fez nesta quarta-feira, 11, um duro discurso sobre a situação da segurança no Acre. Disse que o Governo mente na propaganda, passando uma situação diferente da realidade. Rocha mostrou no plenário os dados reais:: “Em 2015 tivemos 217 homicídios, em 2016, 354 e em 2017 504 mortes violentas, mas a propaganda do Governo diz que foram apenas 165 mortes em 2017”, disse.

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A oposição iniciou na última sexta-feira, 6, uma andança pelo interior do Acre, depois de dar a largada em um café da manhã servido na sede do PSDB, em Rio Branco, onde se anunciou unida, com doze partidos a reboque. Foi uma das maiores alianças já construídas desde o MDA, em 2000. Gladson Cameli (PP), pré-candidato a governador, Major Rocha (PSDB) como vice, Sérgio Petecão (PSD) e Marcio Bittar (MDB) pré-candidatos ao Senado, é a junção que o PT não queria, segundo um dos articuladores da chapa, o deputado federal Alan Rick (DEM). “Eles queriam nós espatifados. Quem apostou nisso perdeu”, diz o parlamentar.

Depois do café da manhã em Rio Branco, veio o evento do Quinari, ainda na sexta, e no sábado a festa foi no Bujari, atos todos prestigiados por figuras de partidos e pessoas interessadas por uma chapa forte da oposição. O senador Sérgio Petecão era um dos mais entusiasmados nesse final de semana. Fez discursos bons e ao Blog do Evandro Cordeiro fez a seguinte declaração: “Agora eu quero ver alguém segurar essa chapa. A oposição vai queimando 70 rumo à vitória”. O “queimando setenta” é uma alusão a um velho ditado, corriqueiro depois da conquista da Copa de 1970.

Além de Petecão, o outro pré-candidato ao Senado pelas oposições, Marcio Bittar, também muito empolgado, iniciou a caminhada fazendo um discurso por meio do qual faz analogia ao desprezo que o PT tem pelos dons de Deus. O pré-candidato a governador, Gladson Cameli, tem dado preferência ao discurso que anuncia o fim da perseguição a fazendeiros, a empresários e servidores públicos. Ele também tem citado a chapa alternativa puxada pelo coronel Ulisses Araújo (PSL). “Precisar ser respeitada. Peço, inclusive, que nossos amigos não entrem em rota de colisão com a chapa deles, pelas redes sociais”, afirma.

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O deputado federal Major Rocha (PSDB) acaba de desmentir que seu partido esteja fazendo um acordo para caminhar junto com o coronel Ulisses Araújo, pré-candidato a governador ainda sem partido, mas amparado pelo DEM de Tião Bocalom. Ele disse ao Blog do Evandro Cordeiro, para desmentir boatos das redes sociais, que “independente de qualquer coisa” ele, seu partido e seu grupo político vão caminhar com o senador Gladson Cameli, pré-candidato a governador pelo PP numa coalisão de partidos que ficará maior que a Frente Popular. Quando diz “independente de qualquer coisa” Rocha se refere ao seguinte: mesmo que o vice não saia do ninho tucano ainda assim ele vai com Gladson para o Governo. “Tenho palavra”, diz.  

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O deputado federal Major Rocha (PSDB) também vai pedir socorro ao Governo Federal, na próxima terça-feira, seguindo exemplo do senador Sérgio Petecão (PSD), horrorizado que está com a chacina desta sexta-feira, 2, em que três adolescentes foram executados e outros quatro estão internados em estado grave, resultado da invasão de criminosos numa festa de aniversário. “O acreano não pode se acostumar com esse terror”, diz o parlamentar ao Blog.

Major Rocha lamentou a chacina e disse que somente uma intervenção federal, ao menos com a chegada da Força Nacional, poderá conter o terrorismo implantado nas ruas de Rio Branco e de outras cidades do Acre. “O problema é que o atual governo não sabe nem como enfrentar o crime. Esse negócio de fincar bandeira no Mocinha Magalhães não passa de presepada, igual aquela do apito. Para enfrentar o crime é preciso disponibilizar estrutura. Para se ter uma ideia, as viaturas nem gasolina tem. A equipe que entra tem que se contentar com o restinho de combustível da equipe anterior”, diz.

Na próxima terça-feira Major Rocha deverá ser recebido pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, em audiência marcada desde a semana passada. No encontro Rocha vai expor a realidade do Acre e pedir a urgente intervenção. “Esse governo do acre está perdido. E pior: mesmo precisando de ajuda, eles não tem humildade de pedir”, afirma o parlamentar.          

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O deputado federal Major Rocha, presidente estadual do PSDB, disse, ao anunciar a pré-candidatura da irmã, minha colega jornalista Mara Rocha, ao senado da República, que libera “na boa”, por causar pouco prejuízo à chapa de estadual, o ex-dirigente da juventude tucana, Renê Fontes, para que ele procure outro partido – ele vai para o PTB –, mas avisou que não abrirá mão do vereador de Rio Branco e do partido, Célio Gadelha. O parlamentar estaria se articulando nos bastidores para também ir compor o grupo de partidos liderado pelo pré-candidato a senador pelo PMDB, Marcio Bittar, entre eles PTB, PPS e Solidariedade. Além do desfalque que Gadelha daria à chapa, Rocha o perderia para seu desafeto político, o que seria inconcebível para ele e seu grupo.     

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