Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
25 SP_SETEMBRO 2018

O deputado estadual Nelson Sales (sem partido) acaba de chegar de uma viagem pelo interior numa caravana da oposição puxada pelo senador Gladson Cameli (PP), provável candidato a governador em 2018, impressionado com o que viu. “Primeiro: o Gladson é um fenômeno no interior. As pessoas querem tirar selfie com ele; segundo, está provado que o prazo de validade do governo do PT venceu. Existe uma revolta com esse governo do Tião Viana”, disse ao Blog do Evandro Cordeiro o deputado estadual.

Nelson Sales, que deverá disputar as eleições para deputado federal, elogiou também a escolha do senador Gladson Cameli pelo engenheiro Thiago Caetano como diretor do Dnit. "Esse rapaz é muito competente e vai arrumar essa estrada. Gosto muito quando ele presta conta de cada fase da obra", disse o deputado estadual ao Blog do Evandro Cordeiro.

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O ex-vereador Raimundo Vaz está construindo uma espécie de shopping particular no bairro Calafate, onde nasceu e mora até hoje. Ele mesmo faz a massa para os pedreiros e aos poucos a obra vai aparecendo. Parece um shopping porque são vários compartimentos divididos em dois pisos, com salas para escritório, restaurante e até uma espécie de mirante de frente para a avenida principal, onde serão realizados shows. “Vou fazer aqui um encontro todo dia para reunir pessoas. De cantores gospels a cordelistas. Esse palco não vai parar”, disse ao Blog do Evandro Cordeiro e explicou mais: “É que ainda sonho ser prefeito de Rio Branco e nossa campanha vai sair daqui”.

Raimundo Vaz continua no PR da missionária Antônia Lúcia e antes de ser prefeito disputará as eleições para deputado estadual em 2018. “Estou preparado para essa campanha, vamos ganhá-la, mas meu sonho mesmo é ser prefeito”, diz. Vaz adora a municipalidade e são várias as razões. É funcionário de carreira da prefeitura da capital, ajudou a fundar e presidiu o sindicato dos servidores várias vezes. Nos últimos anos não fez falta na Câmara Municipal. Foram três mandatos ininterruptos. Conhece as leis municipais como a palma mão.

Segundo Raimundo Vaz, em 2018 a caminhada já está programada. “Vou ajudar o Gladson Cameli (PP) a virar governador do Acre, mesmo enxergando muitos erros na oposição, mas é que está na hora de colocar em prática a alternância de poder”, diz ele. Vaz se confia nos números da última eleição para se lançar rumo a Assembleia Legislativa. “O Calafate me deu 8 mil votos para prefeito. Isso vai contar muito ano que vem”, diz ele, que, como deputado, quer se projetar para o grande sonho: “Ser prefeito da capital”.  

 

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Nesta sexta-feira, 11, o senador Gladson Cameli (PP) segue pela BR 364 em caravana, visitando alguns municípios e obras no decorrer da estrada.

A agenda terá início em Sena Madureira, onde o DNIT está em trabalho de recuperação da estrada e na sequência participa da abertura do Festival do Açaí, em Feijó. No sábado, às 11h30min, haverá audiência na Câmara Municipal de Feijó para Explanação Técnica do cronograma das Obras e repasses financeiros da BR 364 sob responsabilidade do DNIT/Acre.

A agenda só vai terminar no dia 15 de agosto, após a procissão do Novenário de Nossa Senhora da Glória, em Cruzeiro do Sul.

 

 

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A eleição do ano que vem deverá ter uma novidade e tanto, o voto “distritão”. Por esse sistema os mais votados é quem são eleitos. Será o fim do voto de legenda. Com isso não haverá correria de candidato pobre a procura de vaga para disputar eleição. “Não faz sentido o partido gastar gasolina com um cara que não tem nenhuma chance”, disse um dirigente ao Blog. O ex-deputado federal Marcio Bittar (PMDB), o deputado federal Raimundo Angelim (PT) e o senador Gladson Cameli (PP) disseram ao Blog que acreditam na mudança. “Tem um acordão em Brasília para aprovar isso”, disse Bittar. Na disputa para estadual se elegerão os 24 mais votados, assim como para federal. Candidato pobre pode procurar rumo.

 

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Os meios de comunicação do Acre veicularam uma mensagem do Senador Gladson Cameli que sinaliza para um programa de governo, cujo conteúdo será diametralmente oposto a tudo que vem sendo adotado - como programa de governo - nos últimos quase 20 (vinte) anos.

Diz o senador na mensagem veiculada pela mídia: “Em um ano o desemprego no Acre aumentou em 80%.  Somente um governo liberal e  confiante na importância da produção agrícola pode mudar esse estado de coisas”.

Nessa vintena de anos de governos do Partido dos Trabalhadores (PT) no Acre, o modelo adotado (de governo) é o socialista, com tudo que se entende por essa mentalidade intervencionista estatal, que resultou nesse desemprego crescente, a que se refere o político acreano.

Os dirigentes do partido situacionista repetem, ad nauseam, que a oposição não tem projeto. Deixam implícito que eles (situacionistas), ao contrário, têm um projeto. Evidentemente que o projeto que  executam nesses anos todos é o socialista, que legou ao estado essa miserabilidade que caracteriza as políticas públicas intervencionistas: desemprego e empresas encerrando suas atividades; fechando suas portas. Calcula-se que foram fechadas mais de duas mil empresas nesses últimos dois anos, dentre elas, a Coca Cola, Renault, Citroen, Pegeout e outras mais.

Duas verdades estavam contidas na afirmação dos situacionistas: 1a) Embora não afirmassem claramente, seu projeto de governo é o socialista, com marcante intervenção estatal, e 2a) a oposição realmente nunca sinalizou para um projeto de governo, limitando-se a disputar cargos, apresentando programas de gestão.

Pois bem. Os tempos são outros. Depois da criação do Instituto Liberal Acreano – ILAC, a bandeira do liberalismo foi fortalecida no Estado. Para o pleito de 2018, o pré candidato ao Senado, Márcio Bittar, ex-deputado federal e secretário da Mesa Diretora da Câmara Federal, já declarou suas convicções liberais. O Senador Fernando Lage (Suplente), é um dos fundadores do Instituto Liberal. O jovem empresário Rodrigo Pires, já percorreu o Estado propagando as ideais liberais, sendo uma das vozes autorizadas para falar da livre empresa e do Estado Mínimo necessário. 

O senador Gladson Cameli, pré-candidato ao Governo do Estado do Acre, faz coro com as vozes liberais, e afirma que o mais importante pilar do seu provável Governo será o liberalismo.  Pela vez primeira vê-se ser construída a possibilidade de uma Frente Liberal Acreana (FLA), para confrontar o projeto socialista. Ludwig Von Mises, economista líder da Escola Austríaca, em seu livro “Liberalismo”, diz que ser anticomunista não é projeto. Projeto é ser liberal. Dizemos: ser contra o PT não é projeto; projeto é ser liberal.  Desenha-se o cenário do confronto de projetos: Liberalismo x Comunismo. “Mais Mises, e menos Marx”.

Na frase do senador Gladson Cameli fica claro que dará ênfase no seu programa de governo ao Agronegócio. Essa opção econômica tem futuro no Estado do Acre? Claro que tem. O Agronegócio não é uma opção apenas para o Acre. É uma opção econômica para o Brasil Ricardo Amorim, no mesmo artigo citado, diz que “O Brasil é, disparado, o país com mais área potencialmente arável ainda não plantada, chegando a quase 350 milhões de hectares, segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), três vezes mais que o segundo país com maior área disponível para a agricultura ainda não cultivada, o Congo”.

O Estado do Acre, com baixíssima intervenção antrópica, faz parte do imenso Brasil ainda pouco explorado do ponto de vista do agronegócio. Num futuro governo, sob a liderança da Frente Liberal Acreana (FLA), fazendo-se opção por essa importante atividade econômica (Agronegócio), com certeza, nos retiraria dessa condição de povo que depende apenas do contracheque e de repasses do governo federal. 

Poderíamos ser parte do celeiro brasileiro que sacia as bocas famintas do nosso próprio povo acreano  e do mundo, gerando emprego e renda para aumentarmos nossa qualidade de vida. O melhor programa social ainda é o emprego!

Viva o Libealismo!

Instituto Liberal Acreano  - ILAC

 

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