Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
21 SP_SETEMBRO 2018

*  Fernando Lage e Valdir Perazzo

 

Mário Vargas Llosa, em seu livro autobiográfico, “Peixe na Água”, falou da importância da “economia subterrânea”, para o seu programa de governo enquanto candidato à presidência do Peru, quando concorreu com Alberto Fujimori, que, lamentavelmente, lhe derrotou, privando o país vizinho de ter tido, ainda no início dos anos 90, uma economia liberal, de livre mercado. Llosa, com seu programa de liberdade econômica, liderou as pesquisas até bem próximo das eleições em que foi perdedor.

Num dos capítulos em que aborda seu programa de governo, descreveu longamente o papel crucial da economia informal num país de terceiro mundo como é o Perú. Sem essa economia feita na ilegalidade, o desemprego ainda seria muito maior. Haveria ainda muito mais jovens na criminalidade violenta. É também nesse capítulo que fala do importante livro de “Hernando de Soto”, sob o título “Economia Subterrânea – Uma Análise da Realidade Peruana”.

O livro de que fala o prêmio nobel de literatura (Vargas Llosa), terminou por chegar às nossas mãos, adquirido numa livraria sebo do Rio de Janeiro. Foi prefaciado pelo próprio Vargas Llosa. Hernando de Soto diz que a pesquisa e seu resultado compaginado no livro se deu graças à influência do conhecido romancista. E o que diz Vargas Llosa sobre o tema tratado no livro? Só elogios.

A síntese do prólogo feita por Vargas Llosa está praticamente na resposta que dar a seguinte pergunta, quando se fala de economia informal, formulada por ele mesmo: “…esses empresários e vendedores clandestinos – cujas indústrias e negócios não estão registrados, não pagam impostos e não se regem por leis, regulamentos e pactos vigentes – não seriam competidores desleais das empresas e lojas que operam na legalidade, pagando pontualmente seus impostos”?

Socorrendo-se da pesquisa de Hernando de Soto, afirma Llosa: “…esses são pontos de vista totalmente errôneos, uma vez que o problema em países como o Peru não é a economia informal, e sim o Estado. E esse tipo de economia é nada menos que uma resposta popular espontânea e criativa ante a incapacidade estatal de satisfazer as aspirações mais elementares dos pobres”.

Nos países intervencionistas, como era à época o Peru – hoje aquele país vizinho desfruta de grande prosperidade graças a implementação de uma economia liberal – e como é o Brasil da atualidade, com mentalidade fortemente intervencionista, a legalidade é um privilégio que empurra os pobres para a clandestinidade. Razão pela qual – diz Llosa – “a legalidade é um privilégio que só se alcança mediante o poder econômico e político, às classes populares não restam outras alternativas senão a ilegalidade. Aí está a origem da economia informal, que Hernando de Soto documenta com provas incontroversas”.

Portanto, a economia informal ao invés de ser um problema, é uma solução para um país em crise como atualmente está o Brasil, com 12 milhões de desempregados. Esse modelo de economia (economia informal) é uma saída criativa para o subdesenvolvimento e uma esperança para os que foram jogados à margem do mercado em decorrência das políticas públicas que fizeram do Brasil um dos 30 países menos livres do mundo. Melhor dizendo, um país que está mais próximo de nações reprimidas (socialistas) onde são restritas as liberdades de empreender, trabalhar, ter propriedade e investir. No Brasil trabalha-se 153 dias por ano apenas para pagar impostos. O Brasil, segundo a Heritage Foundation, de 180 países do mundo, só ganha, em termos de falta de liberdade econômica, para países socialistas como Venezuela, Cuba e Coreia do Norte.

O Brasil, segundo a pesquisa feita pela fundação acima mencionada, é um dos países do mundo com menor liberdade econômica. É evidente que um país com uma carga tributária que representa 32% do Produto Interno Produto (PIB), impede que o indivíduo possa usar o seu dinheiro e seus bens para criar negócios que gerem emprego e renda. O Brasil é um dos países do mundo com maior índice de regulamentação da sua economia, impedindo a liberdade de escolha.

Em termos de liberdade econômica o Brasil ocupa a vergonhosa posição de 153º lugar dentre 180 países estudados. Eis a causa pela qual no Brasil existem tantos empresários na informalidade. O acesso à legalidade é um privilégio no nosso país que poucos alcançam. Como estamos num ano eleitoral, em que se buscam caminhos diferentes dos que foram adotados até agora, e que nos levaram a essa grave crise em que vivemos, decorrente do intervencionista estatal exagerado, recomenda-se a leitura do livro de Hernando de Soto aos candidatos ao Governo do Estado do Acre.

Aos invés de se reprimir os empresários informais como concorrentes desleais, que não pagam impostos (dizem os mal informados), melhor entender que são eles que contribuem para que tenhamos menos desemprego e menos jovens na criminalidade.

*  Fernando Lage é empresário

*  Valdir Perazzo é advogado

São os inspiradores do Instituto Liberal do Acre – ILAC

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21 SP_SETEMBRO 2018

A pesquisa eleitoral pulicada ontem pelo site Ac24horas foi duramente questionada nas redes sociais, especialmente por duas razões: a ausência de nomes de pré-candidatos e a divulgação apenas do resultado apurado na capital. Na disputa para o Governo foi divulgado um suposto empate técnico entre os pré-candidatos Gladson Cameli (PP), que teria 38,1% das intenções, e Marcus Alexandre (PT), ligeiramente na frente com 38,6%. Isso só em Rio Branco. O resultado do levantamento que teria sido feito no interior ninguém explicou a sua não divulgação. “É estranho”, disse ao Blog um assessor do senador Gladson. Agora pior foi na consulta para o Senado, onde ao menos dois nomes foram “esquecidos”, os do advogado Sanderson Moura (PTC) e do empresário Fernando Lage (ainda sem partido), ambos já declarados pré-candidatos, inclusive com seus nomes amplamente divulgados em redes sociais. Liguei para o Lage, ele lamentou, mas preferiu não polemizar.     

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O Acre precisa, urgente, reorganizar seu setor produtivo para voltar a ser competitivo no agronegócio, como foi nos anos 1970 e 1980, até a esquerda chegar no poder. A opinião é do empresário Fernando Lage, pré-candidato a senador, conhecido por ter sido, até cerca de 15 anos, um dos maiores empregadores do Estado. Ele foi dono de várias empresas, entre elas as mais conhecidas da época no ramo da vigilância e transporte de valores.

Fernando Lage chegou no Acre no melhor momento econômico, quando o Governo Federal incentivou criadores de gado a investir na região, na década de 1970. “As melhores linhagens de gado nelore foram escolhidas para o povoamento das pastagens que surgiram naquelas décadas”, diz ele.      

O resultado do investimento veio a galope, segundo Lage. “Em poucos anos nos transformamos em produtores e exportadores dos melhores cortes bovinos, com elevado valor agregado para nossa carne bovina e derivados, além de auto suficientes em produção e exportação dos derivados da madeira”, afirma.

A chegada do PT e o “retrógrado” pensamento da esquerda detonou a economia do Estado, que ainda sobrevive graças a empréstimos feitos juntos a bancos internacionais, que estão praticamente inviabilizando o Estado para o futuro. Pior: parte desse dinheiro tem sido usado para a folha de pagamento. Nem mesmo a manteiga acreana, eleita uma das melhores do mundo nos anos 1980, o Acre produz mais, segundo o empresário.  

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O site de notícias Folha do Acre lançou, na última terça-feira (23), enquete pelas redes sociais para averiguar, entre os transeuntes da web, qual a preferência para a escolha dos dois senadores que representarão o Acre nos próximos 8 anos, em Brasília. Para surpresa de alguns o empresário Fernando Lage, líder do Instituto do Liberalismo, e ainda sem partido, apareceu folgado. A própria editora do site, minha colega jornalista Gina Menezes, avisou que o resultado não tem valor científico. Todavia, não deixa de ser uma amostragem de um pouco daquilo que o eleitor está matutando em sua cuca.

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21 SP_SETEMBRO 2018

O senador Sérgio Petecão divulgou uma nota esta manhã desmentindo que tenha recebido 1 milhão de reais do empresário Fernando Lage para a sua campanha ao Senado, em 2010. Ao Blog o senador já disse, inclusive, que nunca viu esse valor. Veja a nota na íntegra:

NOTA

O senador Sérgio Petecão- PSD/ Acre, vem de público contestar e afirmar que são inverídicas, as informações desastrosas veiculadas, em vários grupos sociais, num áudio de autoria do senhor Marcio Bittar, que de forma espetaculosa, diz que recebi 1 Milhão de Reais, doado pelo senhor e empresário, Fernando Laje, na campanha eleitoral de 2010.

É do conhecimento da população acreana, que na minha trajetória política, e principalmente nas minhas campanhas eleitorais, foram sempre realizadas com muitas dificuldades e dentro das minhas condições financeiras e doações partidárias, conforme registro oficial das minhas prestações de contas, aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Portanto, reafirmo enfaticamente, que NÃO procedem, tais informações.

Brasília, 23 de Janeiro de 2018.

Sérgio Petecão - PSD.

Senador

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