Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
19 SP_SETEMBRO 2018

* Valdir Perazzo e Fernando Lage  

 

Um jornalista com mais de 40 (quarenta) anos de atuação profissional no Acre, ontem, dia 01.09.2018, durante a visita do presidenciável Jair Bolsonaro à cidade de Rio Branco, deu importante depoimento sobre o sucesso do evento político liderado pelo candidato ao governo do Estado pelo PSL, Coronel Ulysses. Disse o profissional: “Foi o maior evento político que aqui já assisti nesses anos todos”.

Não resta dúvida de que a visita do candidato do Partido Social Liberal (PSL) à cidade de Rio Branco foi um estrondoso fato político, com potencial para reverter as intenções de votos até agora apontados nas pesquisas. O fato, com certeza, durante os próximos dias, será objeto de discussão e especulação política, com desdobramentos favoráveis ao candidato ao governo da agremiação de Bolsonaro, ou seja, o Coronel Ulysses. É a nossa constatação.

Fica uma indagação que, no momento, todos devem estar se fazendo. O sucesso da visita de Jair Bolsonaro ao Acre, como de resto tem sido a todas as grandes cidades brasileiras, como fato político, se deve apenas ao seu carisma? Os liberais fazem a leitura de que não é apenas o carisma de Bolsonaro que tem atraído multidões em suas chegadas aos aeroportos do país, às suas carreatas e comícios.

Durante o encontro que o presidenciável Jair Bolsonaro teve com os empresários do Acre, no início da noite do domingo, no Hotel Pinheiro, onde se hospedou o candidato, os liberais fizeram uma homenagem ao ilustre visitante, deputado federal Jair Bolsonaro.

Entregaram ao candidato o seu programa de governo, devidamente encadernado, com o título em letras douradas, para dele receber autógrafo, no escopo de guardarem o memorial como reminiscência da passagem do futuro presidente do Brasil pelo Estado do Acre. E o que, pelos liberais, foi dito ao candidato?

Os liberais do Acre assinam embaixo do programa de Jair Bolsonaro ao Governo do Brasil! É um programa conservador quanto aos costumes e liberal no que diz respeito à economia.

Para Bolsonaro, o fruto da vida é sagrado. “As pessoas devem ter liberdade de fazer suas escolhas e viver com os frutos dessas escolhas, desde que não interfiram em aspectos essenciais da vida do próximo”.  Para Bolsonaro o valor fundamental de uma sociedade aberta é a liberdade. Para nós, liberais, a pedra fundamental de uma sociedade é também a liberdade.

Nesse aspecto, estamos de acordo. Não há divergências entre o que pensa Bolsonaro e o que pensam os liberais do Acre. A liberdade é o valor fundamental. Não é a igualdade como pensam os socialistas.  Mesmo porque, igualdade é uma utopia que sempre conduz à tirania. Acreditamos que, conforme diz o Doutor Adolpho Lindenberg, em seu livro “Utopia Igualitária”, essa utopia conduz, inevitavelmente, ao aviltamento da dignidade humana. Diz ainda o referido autor: “O movimento igualitário odeia a civilização cristã, por ser ela um espelho da perfeição infinita de Deus”.  Os que oferecem a utopia da igualdade (comunismo/socialismo), terminam por nos legar o inferno, como vive hoje a sociedade venezuelana.

Prosseguindo, diz Bolsonaro em seu programa: “Os frutos materiais dessas escolhas, quando gerados de forma honesta em uma economia de livre iniciativa, tem nome: PROPRIEDADE PRIVADA! Seu celular, seu relógio, sua poupança, sua casa, sua moto, seu carro, sua terra são frutos de seu trabalho e de suas escolhas! São sagrados e não podem ser roubados, invadidos ou expropriados”.

Vivemos um relativismo do direito de propriedade. Não há segurança jurídica para que as pessoas possam produzir e usufruir do fruto do seu trabalho. Propriedades agrícolas são invadidas pelo movimento denominado (MST). Como Bolsonaro, defendemos que os produtores rurais têm direito de possuir uma arma para se defenderem de invasores. Somos pela revogação do estatuto do desarmamento. O cidadão de bem não pode ser privado do seu direito sagrado de se defender, porque é instituído por Deus na Bíblia. Não podemos ficar à mercê da delinquência! Bolsonaro representa a ordem!

De forma conclusiva, perora Bolsonaro: “Os frutos de nossas escolhas afetivas têm nome: FAMÍLIA! Seja ela como for, é sagrada e o Estado não deve interferir em nossas vidas”. Nós, liberais, não aceitamos que nossas crianças sejam doutrinadas nas escolas, no que diz respeito a ideologia de gênero. O papel da escola não é educar; e instruir. Quem educa são os pais no seio da família, fazendo suas escolhas morais.

Razão porque, nós liberais entendemos que o sucesso de Bolsonaro não é apenas pelo seu carisma; mas, sobretudo, por ter interpretado, com autenticidade, os anseios da sociedade, como a  queremos, ou seja, com Liberdade, baseada na livre iniciativa, e, onde os valores das famílias sejam respeitados. 

Os liberais ainda fizeram chegar às mãos de Bolsonaro a obra do ex-governador Francisco Wanderley Dantas, por ter sido(acreditamos) um político que advogou para o Acre uma sociedade aberta, baseada no extrativismo como tradição e no agronegócio como economia sustentável, no escopo de garantir a prosperidade e o desenvolvimento do Estado. 

Valdir Perazzo é advogado  e Fernando Lage é Senador da República (Suplente)

 

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O empresário Fernando Lage, do PSL, não vai mais disputar o Senado da República, cargo para o qual vinha se apresentado há cerca de um ano. Ele desistiu para aceitar um convite do pré-candidato a governador coronel Ulisses Araújo (PSL) para formar com ele a chapa majoritária, mas na condição de vice. O empresário disse ao Blog do Evandro Cordeiro que falta só a “palavra final”, mas todas as conversas em torno do assunto foram fechadas e a decisão já é praticamente irrevogável. Com isso, na chapa alternativa terá um candidato cuja pregação aos eleitores leva esperança na área de segurança e um outro que defende o liberalismo de mercado, prometendo uma economia aberta, que trata bem os investidores. “É hora de o Acre voltar a crescer, como cresceu nos anos 1970 e 1980”, diz Lage.

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O pré-candidato a senador Fernando Lage, do PSL, partido que junto com o Patriotas estará na aliança liderada pelo pré-candidato a governador Ulisses Araújo, declarou publicamente seu apoio ao Estatuto da Família. Aprovado pela Câmara Municipal de Rio Branco, vetado pela prefeita Socorro Neri (PSB) e de volta à casa e com o veto devidamente derribado pelos parlamentares, o Estatuto tem protagonizado uma polêmica sem precedentes nas redes sociais, um prato cheio para a maioria dos políticos se esconderem afim de não se conflitar explicitando suas opiniões. Líder de uma rede de homens empreendedores na Igreja Batista do Bosque e incentivador do liberalismo econômico, o empresário Fernando Lage diz nem ter dúvidas quanto a polêmica. É a favor do Estatuto. “Estou casado há 43 anos com a mesma mulher e constitui família para preservar os valores morais e éticos, suas tradições e valores cristãos”, disse ao Blog do Evandro Cordeiro.        

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O empresário Fernando Lage será mesmo o candidato a senador da coligação puxada pelo coronel Ulisses Araújo, do PSL. Lage, um grupo de amigos empresários e uma chapa completa de federal se filiaram esta manhã no partido, que terá como parceiro o Patriota, na presidência do qual está Tião Bocalom. O ato de filiação foi prestigiado por ex-vereadores, ex-deputados e suplentes. Entre os nomes para federal estão o da ativista Daniela Paiva, do ex-vereador Moreira e do professor Lauro Fontes.  

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O pré-candidato a senador Fernando Lage assina artigo em conjunto com outros liberais explicando como o PT conseguiu afundar o acre numa crise econômica nos últimos 20 anos. Lage e seus colegas liberais Valdir Perazzo e Rodrigo Pires já estão, inclusive, sendo copiados pelo pré-candidato a governador pelo PT, o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que disse ao meu colega Roberto Vaz, do Ac24horas, que vai abandonar a tal Florestania para trabalhar com um modelo mais vanguardista de economia, caso ganhe o governo. A seguir o artigo:  

  

Com a chegada do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo do Estado do Acre em 1999 – o partido já está no poder há quase 20 (vinte) anos – o discurso legitimador desse projeto passou a ser o da “Florestania”. Esse discurso (Da Florestania) passou a ser hegemônico. Discurso único, sem nenhum outro para lhe fazer contraponto. E o que vem a ser esse modelo formulado e implantado pelo referido partido?

Para se rastrear as ideias que deram origem ao modelo (Florestania), é preciso se fazer uma retrospectiva aos anos 70. Foi em meados dos anos 70 que a teologia da libertação (TL) – movimento religioso que pugna pelo socialismo -, criou no Estado essa mentalidade (socialista), de que a justiça se faria por esse modelo – acreditavam os chamados teólogos da libertação.

Um personagem que teve decisiva influência desse movimento religioso (TL) foi o sindicalista e ambientalista Chico Mendes, que veio a se tornar o protomártir da causa ecológica não apenas do Acre, mas, do Brasil e do mundo inteiro. E, por qual modelo de sociedade acreana propugnava o ambientalista – e criador da Florestania – Chico Mendes? A resposta se extrai de sua última entrevista antes de sua morte trágica, que deu a um jornal da grande imprensa.

Na sua última entrevista, anterior a sua morte,, dada ao jornalista Adilson Martins, do Jornal do Brasil, o ambientalista Chico Mendes assim defendeu o projeto da Florestania: “Temos na floresta o abacaba, o patoá, o açaí, o buriti, a pupunha, o babaçu, o tucumã, a copaíba, o mel de abelha, que nem os cientistas conhecem. E tudo isso pode ser exportado, comercializado. A universidade precisa vir acompanhar a Reserva Extrativista. Estamos abertos a ela. A Reserva Extrativista é a única saída para a Amazônia não desaparecer. E mais: essa reserva não terá proprietários. Ele vai ser um bem comum da comunidade. Teremos o usufruto, não a propriedade”.

Nessa entrevista Chico Mendes se torna o advogado da “Florestania”, isto é, diz, com clareza, que modelo de sociedade apontava para o Acre, modelo este que vem a ser implantado a partir de 1999, com a ascensão do PT ao governo. E qual era o fundamento jurídico do modelo? Ao defender que as terras do Acre fossem transformadas em reservas extrativistas, não deixava dúvida da sua convicção política, de que era através do socialismo que se faria justiça. As terras do Acre passariam a ser públicas da União Federal, e os seringueiros seriam como funcionários públicos federais, mantendo uma economia extrativista das especiarias da floresta.

A ex-ministra Marina Silva, em sua biografia, sob o título “Marina – A Vida Por Uma Causa – prefácio de Fernando Meirelles (Banqueiro/Cineasta), página 44, sobre a profissão de seringueiro, cujo pai a exerceu, dá o seguimento depoimento: “Ele vivia de andanças de vinte quilômetros por dia; vida acuada, sem recursos financeiros, sem medicamentos, sem direitos, sempre escravo dos seringalistas, sem conforto, sem folga; vida de malária, de febre amarela, de leishmaniose…”. É essa profissão de seringueiro (escravo nas palavras de Marina Silva), que Chico Mendes, fundador da Florestania, quer perpetuar, sob o tacão de um novo outro patrão (o Estado).

Esse modelo, idealizado por Chico Mendes, implantado há 20 (vinte) anos no Estado do Acre pelo Partido dos Trabalhadores (PT), fracassou. O modelo socialista – não esquecer que a Florestania é um modelo socialista/ambientalista, cujo objetivo é obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico de países como o Brasil – não poderia dar certo, como não deu. Compare-se o modelo acreano (de propriedades públicas/reservas extrativas), com o modelo de livre mercado de Rondônia, que optou em criar um Estado de proprietários (Rondônia tem 126 mil proprietários rurais e o Acre apenas 15 mil).

Rondônia é o terceiro maior Estado da Região Norte. É também um grande rank de transportes multimodais. Porto Velho, a capital, às margens do Rio Madeira, é um importante modal aquaviário para escoamento da produção. Navegável, dia e noite, durante o ano todo. Os comboios que trafegam pelo Rio Madeira levam cargas de até 50 mil toneladas por viagem. Pela estrada do Rio Madeira chega-se ao Atlântico e aos portos do mundo inteiro.

Rondônia é hoje um dos maiores parques de energia limpa e sustentável do Brasil. A energia gerada hoje pelas duas usinas de Rondônia é capaz de abastecer 25 milhões de lares. Equivaleria a população de São Paulo e do Rio de Janeiro. Daria para abastecer toda a economia peruana, a mais crescente da América Latina.

Rondônia tem hoje 98 (noventa e oito) por cento do seu território coberto por sinal de telefonia celular. Coloca o Estado em primeiro lugar na Região Norte, quando o assunto é conectividade. O que é um item vital para quem precisa empreender.

O Estado tem uma situação fundiária singular. Das 122 mil propriedades rurais, 80% (oitenta) por cento delas é de agricultura familiar. Um dado que favorece a diversificação produtiva. Lidera a produção de carne e leite da Região Norte. Só a produção de leite diário que vem dessas pequenas propriedades familiares, daria para alimentar 05 (cinco) milhões de crianças todos os dias, sendo um modelo sustentável.

Hoje o rebanho bovino e bubalino já passa de 12 (doze) milhões de cabeças, sendo a carne seu primeiro item de exportação. Rondônia é o maior produtor de café e feijão da Região Norte. Segundo lugar em soja, milho e cacau. Já lidera a produção de peixe de água doce do país.

PIB é a medida do valor dos bens e serviços que o país produz num período, na agricultura, indústria e serviços. Pois bem, o PIB de Rondônia, no ano de 2014, foi três vezes maior do que o PIB do Estado do Acre. A economia de Rondônia é três vezes maior do que a economia do Acre. Rondônia goza de total equilíbrio fiscal; o Acre vive situação diametralmente oposta, com seu desequilíbrio fiscal.

Nesses últimos 20 (vinte) anos do governo da “Florestania”, causa dos nossos fracassos em todos os indicadores econômicos e sociais em relação à vizinha Rondônia, os grandes partidos do Acre não foram capazes de conceber um projeto para fazer contraponto à “Florestania”. Repetiram, ad nausean, críticas pontuais administrativas ao partido situacionista.

Pois bem. A pré candidatura do Coronel Ulysses, para essas eleições de 2018, é a novidade, como terceira via, apresentando um projeto de livre mercado e fortalecimento do Agronegócio, para reerguer a combalida economia do Estado. Os líderes desses grandes partidos, ao invés de aplaudir essa pré candidatura, novidade da política acreana, fazem força para retirar essa pré candidatura em favor do candidato de “oposição” que já declarou na mídia que seu consultor mor será o economista Gilberto Siqueira, mentor/executor do projeto ora em marcha. Isto é, um continuísmo da malfada “Florestania”.

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