Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
Blog do Evandro Cordeiro

* Fernando Lage

* Valdir Perazzo

Acostumamo-nos, aqui no Acre, a aceitar que só os partidos de esquerda estavam legitimados a falar sobre ambientalíssimo. Ao longo desses últimos 30 anos, apenas o Partido dos Trabalhadores – PT e seus aliados socialistas empunhavam essa bandeira.

Os demais partidos se limitaram a criticar as propostas ambientalistas que o partido acima levantava. Davam-se conta de que o projeto dos ambientalistas acreanos não deu certo – a Florestania – mas, não ousavam imiscuírem-se na discussão, achando que o tema era monopólio da esquerda. Também não tinham propostas relativamente à questão ambiental.

Estavam certos? Evidente que não! O ambientalismo não é monopólio da esquerda.

No Brasil, o Partido Verde foi criado nos anos 80 e foram seus fundadores Fernando Gabeira, Lúcia Veríssimo, Alfredo Sirkis. Lucélia Santos, Carlos Minc, John Nesching, Whasington Rio Branco, Luiz Alberto Py e Guido Gelli. Gabeira chegou a ser candidato a Governador do Rio de Janeiro pelo partido. Minc se elegeu deputado pela legenda.

Seus fundadores incluíram em seu programa a legalização do casamento homossexual e descriminalização do aborto e das drogas. Com a entrada de Marina Silva no |Partido, pelo qual disputou a presidência da República, esses temas polêmicos deveriam ser submetidos a um plebiscito. É o que Marina continua defendendo. As bandeiras são claras. São bandeiras de esquerda (socialistas). 

Fernando Gabeira e outros membros fundadores do Partido Verde, terminaram por sair da agremiação e ingressarem no PT e outros do mesmo viés ideológico. Marina fez o caminho inverso. Era do PT, depois se filiou ao PV, saindo para fundar a Rede Sustentabilidade, cujo programa também tem essa preocupação ambientalista de esquerda.

O livro “Filosofia Verde”, com o subtítulo “Como Pensar Seriamente o Planeta”, do escritor conservador inglês, Roger Scruton bem aborda a questão.   No prefácio Scruton diz qual é o propósito de sua obra: “Neste livro, desenvolvo um olhar alternativo para os problemas ambientais que está, espero, em concordância com a natureza humana e com a filosofia conservadora que brota das rotinas diárias. Não ofereço soluções detalhadas a problemas específicos. Em vez disso, proponho uma perspectiva dos problemas, de modo que sejam vistos como nossos e que possamos começar a resolvê-los, valendo-nos de nosso equipamento moral”.

Ora, os liberais conservadores do Acre não ficarão alheios, inertes diante dos problemas ambientais. Não vamos ficar de braços cruzados. Sobre o meio ambiente lançaremos nosso olhar conservador. Diga-se de passagem, que teremos maior legitimidade para propor soluções para os problemas ambientais do que os que até hoje se arvoraram em cuidar do meio ambiente do Acre, sob a bandeira da “Florestania”. O resultado foi desastroso. O Estado se atrasou do ponto de vista econômico e humano. Os resultados dos cuidados ambientais são pífios. Especialmente no que diz respeito ao saneamento básico dos municípios acreanos. Em primeiro lugar, diferentemente dos partidos de esquerda que se arvoraram em cuidar do meio ambiente no Estado do Acre, sob a ótica conservadora, a questão não ficará adstrita apenas ao Estado. O meio ambiente é um problema de todos. Seguiremos o balizamento de Scruton: “Proponho que as questões ambientais sejam enfrentadas por todos, na esfera das circunstâncias diárias, para que não sejam confiscadas pelo Estado”.  Aqui no Acre só agências governamentais estão autorizadas a tratarem das questões ambientais.

Como socialistas, os “Verdes”, que acreditam na distribuição igualitária das riquezas, vêm os capitalistas como os grandes responsáveis pela degradação do meio ambiente. Scruton constata isso no manifesto deles: “...o manifesto do Partido Verde de 1989 detecta os “falsos deuses do mercado, ganância, consumismo e crescimento” e diz que “um governo dos Verdes substituiria esses falsos deuses por trabalho solidário, autossuficiência, distribuição igualitária e parcimônia”.

Nossa visão liberal conservadora é, diametralmente oposta. Acreditamos que o ambientalismo deve ser visto e cuidado sob a ótica de uma sociedade aberta.  Livre. Na concepção e linha de pensamento de Scruton: “Liberdade individual pressupõe liberdade econômica, e esta, por sua vez, implica a liberdade de explorar os recursos naturais para fins financeiros”.   O projeto “Florestania” fracassou porque garroteou a liberdade individual. A liberdade de exploração dos nossos recursos naturais. Nenhuma sociedade, historicamente, se desenvolveu, sem explorar seus recursos naturais. O ambientalismo não tem futuro sob uma visão socialista/comunista – o que aconteceu com o ambientalismo no Acre – porque não se deu sob o pálio de uma economia de livre mercado. Aqui tudo está regulado – não pelo mercado – mas, como dito, pelas agências reguladoras de uma Estado controlador. Centralizador. Eis porque fora de uma economia de mercado não há futuro para o ambientalismo na visão de Scruton: “Livre-se da economia de mercado e teremos, como resultado, empresas tão grandes e destrutivas que, por estarem nas mãos dos governos, não estão no entanto sujeitas aos poderes soberanos que limitam suas atividades predatórias”. Exemplifique. Se uma empresa estatal do governo estivesse degradando o meio ambiente, seria investigada? Penalizada? Claro que não! As instituições fiscalizadoras estão controladas.

À guisa de conclusão. Só num estado liberal democrático existe plena liberdade para que as instituições funcionem no sentido de manter hígido o meio ambiente.

*  Valdir Perazzo é advogado; Ferando Lage é Senador da República (Suplente)

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O senador Sérgio Petecão (PSD) vive um dos seus melhores momentos na política. Lidera maioria das pesquises sobre a disputa para o Senado e tem um dos maiores times de cabos eleitorais e até rede de fãs na internet. Conhecido por atender todo telefonema e receber todo mundo em casa, sem distinção, Petecão rema de braçadas de volta para o Senado. Para comemorar o bom momento hoje cedo ele estava na rua, no centro de Rio Branco, com sua equipe, cumprimentando e sendo cumprimentado pelas pessoas. Diz que agora é “arrocha, Petecão!”.  

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O pastor Edson Araújo, da Assembleia de Deus, não disputará mais a eleição, como planeja há anos junto com a família. Ele teve o nome impugnado no TRE, depois de tentar ser cnaiddtao pelo PRB, partido dominado no Acre pela igreja Universal. Edson deixou a Frente Popular e aderiu essa semana a candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao Governo do Estado. Servidor do Detran, pastor Edson é lotado em Brasileia, onde exerce notória liderança política. Para deputado federal Edson acaba de fechar com a publicitária Charlene Lima, do PTB.   

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O PRTB, partido do ex-candidato a governador Lyra Xapuri, se espatifou. Maioria de seus candidatos a deputado estadual abandonou o candidato a governador do PT, Marcus Alexandre, e está pedindo votos abertamente para o candidato da oposição, Gladson Cameli (PP). A situação é resultado da negociação forçada e considerada “malfeita” por eles pelo líder da sigla com a Frente Popular do Acre. Um deles previu ao Blog do Evandro Cordeiro na época da negociação que isso iria acontecer. Dito e certo. Na propaganda de alguns do grupo é possível observar que o candidato majoritário da FPA foi cortado.

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As cantoras Pepê e Neném gravaram um vídeo por meio do qual elogiam o locutor de rodeio Marcelo Locutor, candidato a deputado estadual pelo PTC, partido que integra a oposição ao PT. Ele e toda a assessoria trataram de espalhar o "off".

Só resta saber se aqueles eleitores que não são chegados ao estilo das cantoras vão atender o pedido.

 

 

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A TV Gazeta e a empresa Realtime Big Data/Record TV acabam de divulgar no Gazeta Alerta a pesquisa de intenção de votos para o Governo do Acre, para o Senado e a aprovação da gestão de Tião Viana. O senador Gladson Cameli (PP) aparece na dianteira com 40%, enquanto seu adversário direito, Marcus Alexandre, do PT, aparece com 36%.

Foram realizada 1,2 mil entrevistas entre os dias 27 e 28 de agosto nos 22 municípios do Acre. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

A sondagem é a mais fiel, comparada a outros institutos de pesquisa, inclusive com amostragem maior e feita em todas as regiões. A Realtime Bigdata é a empresa contratada para Record TV para fazer pesquisas de opinião em todo país.

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Um dos militantes mais antigos do PT no Acre, Abrahim Farhat, o Lhé Brachula, pediu aos petistas que não deem o segundo voto do Senado para o ex-reitor da Ufac, Minoru Kimpara, do Rede de Marina Silva. Com seu jeito carinhoso de tratar com os amigos pelas redes sociais, Lhé orientou o seguinte: “Tyos não deem o segundo voto nele, ele abandonou o PT quando o partido mais precisou dele”. Obvio, Lhé pede votos para Jorge Viana e Nei Amorim, ambos do PT, candidatos ao Senado, porque tem observado pelas pesquisas o crescimento do Minoru. Kimpara foi presidente do PT no Acre, mas desiludiu-se, segundo disse ao Blog à época, pelo fato de seu então partido ter fugido da origem. Mudou-se para o Rede e hoje disputa o Senado.  

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Os candidatos a governador e a senador pelo Acre estão com suas campanhas nas ruas mostrando pouco conteúdo político e ao mesmo tempo expondo em excesso um problema sério em nosso meio jornalístico: a falta de criatividade de seus assessores. Não podemos dizer que os textos sejam ruins do ponto de vista técnico. Os erros gramaticais existem, mas são toleráveis, dentro daquela margem dos manuais de redação, mas o excesso de bajulação tem detonado o trabalho, quase sem exceção. Em tempos de globalização da notícia, com ferramentas vanguardistas como o WhatsApp, textos longos são absolutamente desnecessários. E cheios de adjetivos? Pior ainda. Nenhum conseguiu ainda enxergar um ângulo diferente do “patrão”, pelo menos que possa fugir daquele lenga-lenga do dia-a-dia. A fotografia não foge à regra. Ou seja: se o resultado da eleição fosse depender das assessorias, a votação iria terminar empatada.    

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O governo do Estado, sob o comando do PT, passou vinte anos tentando reconstruir o hospital Raimundo Chaar, de Brasileia, e não conseguiu. Nos últimos dias, diante de apuros nas pesquisas de seu candidato a governador, Tião Viana se apressou em fazer uma maquiagem, como aquelas cidades cenários dos filmes do Velho Oeste, em que as casas são formadas apenas pela parede da frente. Fizeram uma fachada bonita, mas ficou só nisso mesmo. O mais esfuziante de tudo foi a rapidez do governador em trocar o nome do hospital de Raimundo Chaar, patriarca de tradicional família do município e ex-prefeito, pelo de seu pai, o ex-deputado Wildy Viana. Os políticos da região ligados ao Palácio aceitaram na boa, mas a família Chaar protestou. Pelo menos através de uma nota de repúdio nas redes sociais. As reclamações são de que Tião Viana tem todo o direito de homenagear o pai, mas não “matando” a história de outro grande homem, como foi a de Raimundo Chaar. Cabeça dura conhecido, é pouco provável o governador mudar de ideia.    

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio da Promotoria de Justiça de Plácido de Castro, conseguiu a condenação do ex-prefeito Paulo César da Silva pela prática de atos de improbidade administrativa, ocorridos de 2010 e 2012.

 

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