Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
Blog do Evandro Cordeiro

O ex-deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) deixou a direção do Depasa na data prevista pela Lei Eleitoral, para concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa, dia 7 de abril. Mas na última sexta-feira, 13, ele foi nomeado assessor especial do governador Tião Viana (PT), deixando todos apreensivos sobre a disputa da eleição. Mas a Lei Eleitoral adverte que ele pode, porque como assessor especial ele não ordena despesa. Segundo uma fonte do Blog do Evandro Cordeiro ele recebeu a benção do governador para “não ficar sem salário”. Como assessor, ele poderá ficar até três meses antes das eleições. Ou seja: Edvaldo terá que ser exonerado até dia 6 de julho.

Na lista de nomeações da última sexta-feira, despontam o ex-presidente do PT, Ermício Sena, que vai para a secretaria de Articulação Institucional, e Irailton Lima, que foi nomeado subsecretário da Secretaria de Gestão Administrativa. Os dois não devem disputar as eleições, mas o ex-chefe do Depasa já prepara sua campanha. “A Lei Eleitoral garante ao Edvaldo Magalhães que ele fique até três meses no cargo, porque não é ordenador de despesas”, disse a fonte.        

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O deputado federal Flaviano Melo (MDB), responsável político pela entrega de títulos de propriedades na Vila Lagoinha, em Cruzeiro do Sul, na última sexta-feira, 13, realizada pelo Terra Legal, para mais de 300 famílias, disse que as pessoas “precisam ser donas de fato da terra onde parem”. Ele elogiou o prefeito do município, Ilderlei Cordeiro (PP), pelo empenho em favor das famílias, a coordenadora no Acre do Terra Legal, Maria Rosineide Rodrigues (Rose) e o diretor nacional, Sorrival Lima. “Pelo esforço de vocês essas famílias que aqui estão agora são donas de suas terras”, afirmou o parlamentar.

O diretor nacional do Programa Terra Legal, Sorrival de Lima, oficializou a entrega da área de 13,7045 hectares para o patrimônio do município, entregando os título nas mãos do Prefeito Ilderlei Cordeiro. Durante a solenidade, o Terra Legal realizou ainda a entrega dos títulos definitivos da área de terra de 13 moradores da Gleba Juruá, localizada na Comunidade Boca do Môa.

Participaram da solenidade os senadores Gladson Cameli e Sérgio Petecão, os deputados federais Major Rocha, Flaviano Melo e Jéssica Sales, o deputado estadual Nicolau Júnior, além dos vereadores de Cruzeiro do Sul Marivaldo Figueiredo, Clodoaldo Rodrigues e Romário Tavares, e a chefe do escritório de regularização fundiária na Amazônia Legal, Maria Rosineide.

Um dos beneficiados com o título, o morador Francisco Farias dos Santos, agradeceu pela regularização de sua área. “Fico feliz porque moro lá há 50 anos. Eu era seringueiro com meu pai, meu pai faleceu e eu fiquei cuidando de conta do lote, onde constitui minha família. Fico muito feliz em receber o título definitivo que servirá para todos meus filhos”, relatou o morador.

A Subprefeita da Vila Lagoinha, Fabiana de Miranda, enfatizou a importância do benefício para toda comunidade. “Somos aqui mais de 300 famílias, que agora conseguimos ver um sonho cada vez mais próximo da realidade. Foram muitos anos em busca dessa regularização, e ficamos muito felizes com esse benefício que chega”, destacou.

O diretor do Terra Legal, Sorrival Lima, enfatizou que a regularização e entrega dos títulos representa uma importante conquista. “Um momento ímpar que merece ser comemorado e foi bastante prestigiado. É uma satisfação imensa para nós do Terra Legal trazer esse tão esperado título, que sabemos que não é apenas um pedaço de papel, mas traz benefícios, traz tranquilidade, traz paz. Isso é fruto de uma parceria com a Prefeitura de Cruzeiro do Sul e vamos estreitar cada vez mais esses laços”, disse.

O prefeito Ilderlei Cordeiro enfatizou que a prefeitura deverá realizar um trabalho posterior de desmembramento para entregar os títulos para cada morador da Vila Lagoinha.

 “Quero agradecer pois recebemos o título hoje de mais de 13 hectares, e não será diferente nas outras vilas. Já conversei com os representantes do Terra Legal, para que possamos com esse termo de cooperação buscar a documentações das outras vilas. É um compromisso meu, do meu plano de governo, de fazer regularização fundiária tanto na zona urbana como rural. É um momento muito importante, queremos dar esse título definitivo para eles terem acesso a financiamentos e ter direitos nas suas terras”, enfatizou.

Outras localidades de Cruzeiro do Sul, como os bairros São Cristovão, Vila São Pedro e Vila Santa Rosa passarão pelo mesmo processo de legalização das terras. (Com Marlus Ferreira, de A Crítica do Acre.

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O senador Gladson Cameli (PP) puxa desde a última quinta-feira, 12, uma caravana pelo interior do Acre sendo apresentado como pré-candidato a governador em uma junção histórica de doze partidos. Nos discursos seguidos ele apresentou propostas como a redução da máquina administrativa e altos investimentos nos setores industriais e agrícola, capazes de gerar emprego e renda, mas também fez críticas ao atual sistema liderado pelo PT. O gasto dos últimos 20 anos com propaganda, por exemplo, foi fatalmente acertado. “Não é possível um Governo gastar mais com propaganda do que com a Polícia Militar. A Companhia de Selva pode arrumar suas malas para deixar o Acre a partir de janeiro de 2019”, disse na festa em Feijó, onde o prefeito Kiefer Cavalcante (PP) reuniu muita gente.

A Companhia de Selva a que se referiu o senador Gladson é a empresa de comunicação que leva o bolo da mídia do Governo há quase 20 anos. Segundo se tem apurado, algo em torno de 15 milhões anuais. Foi contratada ainda no Governo Jorge Viana (PT) e nunca mais “perdeu licitações” na briga pela verba de mídia, transformada numa fortuna pelos governos de esquerda. A empresa, que pertenceria a dois publicitários pernambucanos, era uma pasta transportada debaixo de sovacos nos anos 1990, mas virou uma gigante da comunicação, deixando para trás inúmeras outras do ramo até mesmo criadas por aliados históricos do PT.

Sobre essa empresa pouco se sabe do ponto de vista fiscal, mas no grosso é sabido que os milhões de verbas aquinhoados dos cofres do Governo a transformou numa propagandista gigante e porreta capaz de gerar “milagres” em suas peças publicitárias, veiculadas na imprensa. Por meio desta a Cia de Selva mostra um Acre prodigioso, espécie de Paraíso estabelecido abaixo da linha do Equador. Seu poderio “matou” até mesmo emissoras gigantes da comunicação local. Alguns empresários se queixam que a fatia do bolo publicitário é tão minguado ao ponto de não ser possível cobrir sequere a folha de pagamento. Com uma possível vitória da oposição esse tipo de situação deverá ser invertida, segundo anuncia o pré-candidato Cameli. “Alguns tipos de mamatas estão prestes a acabar no Acre com nossa eleição esse ano”, afirmou o senador em praticamente todos os discursos que fez de Cruzeiro do Sul, passando por Feijó, Tarauacá, Manuel Urbano e Sena Madureira, nessa ordem.

Os discursos de Gladson Cameli (PP) foram reforçados por pré-candidatos ao Senado e a deputado federal. Para Márcio Bittar (MDB), por exemplo, o Governo petista abusa da máquina administrativa, ao invés de investir no homem do campo e na indústria. “Vou iniciar uma luta em Brasília para anistiar as multas impostas duramente pelo PT aos agricultores e lutar para aumentar a cota de desmate”, afirmou ele no discurso de Feijó. Sérgio Petecão (PSD) é mais leve nas falas, mas igualmente contundente. “O PT não tem mais nem o que prometer às pessoas”, disse o senador que disputa a reeleição, em um evento em Cruzeiro do Sul.

No computo geral a caravana da oposição foi elogiada pelo tanto de curiosos que foi vê-la. Os ambientes ficaram sempre lotados. E também pela união entre as suas principais figuras. O deputado federal Major Rocha (PSDB), pré-candidato a vice-governador, afirmou em todos os discursos que perdeu a aposta quem esperava pela oposição desunida. “Fizeram de tudo, pelo menos através de parte da imprensa, para anunciar nosso racha. Não contavam com o bom senso de nossos partidos. Estamos mais do que unidos para resgatar o Acre para as pessoas, ao invés de deixa-lo nas mãos de uma ‘seita’”, afirmou.    

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O empresário Gioma do Aviário, que sempre ajudou eleger políticos para praticamente todos os cargos, decidiu disputar a eleição para deputado estadual. Ele se convenceu de que o PTB, presidido pela publicitária Charlene Lima, que disputará a eleição para deputada federal, é a melhor chapa para se eleger na oposição. “Vai ser uma experiência que sempre sonhei. Eu e as pessoas que me cercam estamos decididos a ir para disputar a cadeira”, disse o empresário, que foi recebido com festa no partido. “Seja bem vindo. Da nossa parte terá todo o apoio que os demais candidatos terão”, afirmou a Charlene.

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O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, 40 anos, herdou do pai, o ex-deputado e empresário Idelfonso Cordeiro, morto em desastre aéreo em 2002, aquilo que bem caracteriza o povo juruaense: a simpatia e a espontaneidade. Ele acumulou experiências sendo vice-prefeito, no mandato da ex-prefeita Zila Bezerra (2007/2010), e no exercício de um mandato de deputado federal (2009/ 2012).

Cometeu equívocos que o levaram ao ostracismo, mas subitamente, nas eleições de 2014, recuperou seu prestígio com os quase 14 mil votos conquistados na disputa para tentar reconquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Foi uma votação tão expressiva que lhe reinseriu no cenário político.

Perguntado sobre quase tudo de sua gestão, respondeu tudo, inclusive que não tem padrinho político. Ele conserta alegando que tem pessoas que lhe ajudaram a chegar no poder. Sobre padrinho é mais lacônico: “Não tenho padrinho, tenho um pai que é Deus”. Em entrevista ao repórter Jorge Natal, ele fala pela primeira vez sobre sua gestão, ao menos de forma mais longa. Vaje a entrevista:

Repórter – Passados um ano e três meses, como o senhor avalia a sua gestão?

Ilderlei – Em primeiro lugar, quero agradecer a Deus por administrar o município onde nasci e cresci. Para mim é uma honra e um orgulho ser prefeito desta cidade tão querida e amada. São muitos os desafios. Estou pedindo a Deus sabedoria e saúde para cuidar da nossa cidade, buscando soluções para as demandas. Tivemos um ano atípico, inclusive enfrentamos a maior alagação de todos os tempos. Recebi o município com muitas pendências, principalmente no que se refere à pavimentação.

Poucos prefeitos se preocuparam com os serviços de qualidade e recapeamentos. Recebi um município com uma estrutura muito grande. Isso requer gastos com manutenção e pagamento de servidores. Tivemos que fazer manutenção em praticamente todas as máquinas e equipamentos. Tivemos que trocar pneus de todos os veículos, por exemplo. Não temos caixa para manter aquela estrutura e investir na cidade. Foi preciso enxugar a folha de pagamento, inclusive reduzindo o meu salário e de todos os nomeados em mais de 20%. Mas agora estamos colocando a gestão nos trilhos. Já avançamos muito, graças a Deus.

Repórter– A população tem reclamado muito, notadamente quando o assunto é buracos, recolhimento de lixo e iluminação pública. O que o senhor tem a comentar sobre isso?

 

Ilderlei – Com relação aos buracos, as gestões anteriores não se preocuparam em recapear as ruas. Nos já fizemos esse trabalho na Boulevard Thaumaturgo, na rua principal do Morro da Glória, nas ruas próximas ao Instituto Santa Terezinha e nas imediações da garagem da prefeitura. Também iniciamos uma operação tapa-buracos que ainda não parou. Infelizmente, com as proximidades do final do ano, não podíamos mais comprar asfalto porque a prioridade era pagar o funcionalismo. As gestões anteriores jogavam barro e restos de construção, que eram levados com as primeiras chuvas. Com o apoio de um empresário da cidade, decidimos fazer uma mistura e passamos a tapar os buracos com concreto, o que tem se mostrado bastante eficaz. Também abrimos novas ruas em locais onde só existiam trapiches, principalmente no bairro Miritizal. O mesmo serviço também foi feito no projeto Santa Luzia, nas proximidades do Cruzeirão e no Saboeiro. Quanto ao recolhimento do lixo, priorizamos a educação ambiental para que a população pudesse fazer a sua parte. Infelizmente, algumas pessoas não têm a paciência de acondicionar o lixo para ser recolhido nos dias certos. Por causa disso, mudamos a lei de resíduos sólidos e, a partir deste mês, aquelas pessoas serão autuadas, caso insistam em não colaborar com a prefeitura. Quanto à iluminação pública, nós não temos parado. Nossa equipe está todo dia nas ruas trocando lâmpadas, que, infelizmente, têm pouca durabilidade. Iremos trocar todas por led que trará economia para o município. Ampliamos ainda redes que não existiam, como é o caso de alguns bairros e vilas do nosso município, bem como a estrada que dá acesso ao aeroporto.

Repórter – O senhor aumentou ou criou uma taxa de recolhimento de lixo?

Ilderlei – A arrecadação antiga, que era cobrada junto com o IPTU, estava defasada e o valor não chegava a R$ 800 mil. Esso quantia é irrisória para custear o serviço no município. Detalhe: esse valor é para coletar o lixo doméstico. Fizemos um reajuste na tabela e o retiramos da cobrança junto com o IPTU. Agora, cada residência cadastrada, já temos 11 mil, terá o seu imposto específico. Também faremos o recadastramento imobiliário, o que aumentará significativamente o número de residências. No ano passado, infelizmente, apenas 30% desses contribuintes pagaram a taxa, que gerou um valor um pouco acima de R$ 200 mil. E aí vem aquela pergunta que não quer calar: cobram do gestor uma cidade limpa e organizada, mas não colaboram como cidadãos e munícipes. A nossa despesa mensal com esse serviço gira em torno de R$ 450 mil. Como fechar essa conta? É muito fácil criticar ou cobrar.

Repórter – O município já aprovou o plano de saneamento básico e resíduos sólidos?

 

Ilderlei – Isso foi um desafio muito grande. Esse tema é urgentíssimo e de grande importância, mas não priorizado pelas gestões anteriores. Tivemos que organizar a nossa equipe e dotá-la de condições para a execução dos trabalhos. Talvez sejamos o único município do Brasil que teve a ousadia de fazer os dois planos juntos. Aprovamos o de resíduos sólidos e estamos finalizando o de saneamento básico, que deve ser aprovado agora em maio. Devido a esse diagnóstico e apontamento de soluções, acredito que teremos uma cidade mais limpa, organizada e sustentável. Firmamos uma parceria com a organização não- governamental CBCN, uma entidade da Universidade de Viçosa que tem uma larga experiência nesta área.

Repórter – Quais foram as intervenções que a prefeitura fez na zona rural?

 

Ilderlei – Nos ramais fizemos algo que nunca existiu em gestões anteriores. Reunimo-nos com as organizações sindicais, com o governo do Estado e o Incra e traçarmos um plano de intervenção nos ramais. As gestões anteriores recuperavam, no máximo, cerca de 100 quilômetros. No ano passado, para a glória de Deus, atingimos 320 quilômetros de ramais. Ficamos responsáveis pelo Ramal 2 e alguns fundiários, além da sede do projeto Santa Luzia e do acesso à Praia Grande, Olivença e fomos até o São Luiz que fica no município de Guajará. Depois, o Badejo do Meio, Badejo de Cima, BR 307, Santa Luzia do Pentecoste, Japãozinho, Buritirana, Mariana, Ramal dos Paulinos e estrada do Canela Fina. Também tivemos a preocupação de qualificar os nossos produtores, oferecendo-lhes cursos técnicos e de boas práticas de pimenta-do-reino, cana-de-açúcar, produção de guaraná, café, piscicultura, açaí, entre outras culturas. Neste ano, vamos dar prosseguimento a outras qualificações e fazer outras etapas dos cursos já realizados. Temos uma emenda parlamentar do deputado Alan Rick para comprar equipamentos para os produtores de cana e farinha. Temos inúmeros parceiros e entidades nos apoiando nestes projetos. Eu creio que até o final da nossa gestão estaremos colhendo os frutos, ou seja, gerando emprego e renda para a nossa população. Este ano mesmo eu coloquei uma emenda para comprar roçadeiras para os agricultores.

Repórter– E as ações em saúde?

Ilderlei – Nos fizemos algo importantíssimo que nenhuma outra gestão se preocupou: criamos a central única de medicamentos. Com essa medida, passamos a ter um controle mais rígido e uma equipe técnica que a lei exige. Todos os medicamentos que os médicos prescrevem, que são de responsabilidade da atenção básica, graça a Deus, a gente tem atendido. Melhoramos o nosso centro de diagnósticos, dotando-o de equipamentos modernos. Saímos de 110 mil exames para 220 mil anuais. Isso é uma ação boa? Sim. Mas é um fato negativo porque é a comprovação de que a nossa população está doente. Também assumimos a malária, municipalizando o serviço e estamos fazendo o possível para diminuir os índices. Temos melhorado as condições de trabalho dos profissionais em saúde e levando o serviço com muita frequência para a zona rural. Estamos investindo 20% da nossa arrecadação com esse setor tão essencial para a qualidade da nossa população.

Repórter – E a educação também é uma prioridade?

 

Ilderlei – Há mais de dez anos, os gestores anteriores não cuidavam com a devida atenção das escolas da zona urbana. Era muito triste a situação. É só ver o depoimento de diretores e professores. Juntamente com o meu vice, o Zequinha Lima, lançamos o programa Escola Dez, que cuida do ambiente de trabalho e da qualidade do ensino. Reformamos, ampliamos e readequamos 17 escolas na cidade e mais algumas na zona rural. Além disso, com recursos do Fundeb, fizemos a cobertura de oito quadras esportivas. Nos próximos meses, mais três serão cobertas com recursos de emendas parlamentares. Isso é compromisso de campanha e com os bens públicos.

 

Repórter – A violência é uma triste realidade no município. O que a prefeitura está fazendo para evitar que os jovens sejam tragados pelo consumo e tráfico de drogas?

 

Ilderlei – Esse foi um dos meus principais compromissos de campanha. Estamos dando oportunidades para estagiários nas nossas repartições. Estamos concedendo bolsas remuneradas para mais de 20 jovens. Mas também temos ações no esporte, na cultura e no lazer. Resgatamos o Festival da Farinha, que não era realizado há 17 anos, e que trouxe um movimento cultural e turístico para a nossa cidade. Aumentamos os recursos da Lei de Incentivo à Cultura, incrementando mais projetos em quase as modalidades artísticas, dando oportunidades a novos talentos. No esporte, nenhuma gestão fez um campeonato com o vôlei. Também investimos no MMA, jiu jitsu, corridas pedestre e ciclística. Estamos apoiando as escolinhas de futebol. Tudo isso está tirando a juventude da ociosidade e do mundo das drogas. O esporte, a cultura e o lazer são ações de inclusão social. Também estamos concluindo a revitalização do balneário Igarapé Preto. Estamos com uma parceria com o Sesc para que as pessoas conheçam aquela estrutura. Recentemente, convidamos todos os prefeitos do Acre para vir para o lançamento do programa Internet Para Todos e eles se hospedaram lá. O Crôa também tem um grande potencial turístico. Firmaremos parceira com os moradores e, se Deus quiser, recapearemos aquela entrada para dar melhorar acesso ao local. Também estamos lutando para ter um voo semanal entre Cruzeiro do Sul e os nossos irmãos peruanos, o que vai incrementar o turismo na nossa região.

Jornalista – A administração pretende fazer concursos públicos?

Ilderlei – Gostaríamos muito, inclusive para diversas áreas. No entanto, existe um gargalo que impede isso: nós recebemos o município com 62% da receita comprometida com a folha de pagamento. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) diz que só pode contratar servidores se esse índice estiver abaixo de 52%. Esse é o nosso maior gargalo. Isso trava tudo, inclusive financiamentos para melhorar a nossa cidade. Se administração fizer recapeamentos e obras estruturais bem feitas, pagaríamos o financiamento com o dinheiro do tapa-buracos. Esse é a minha visão de gestor. Quero economizar e resolver os problemas do município.

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A Balsa-Hospital “Doutores das águas” seguiu nesta quarta-feira (11) pelo rio Tarauacá para atender a população ribeirinha com consultas e medicamentos. A prefeita Marilete Vitorino (PSD), acompanhada da secretária de Saúde, Meirivânia Daniel, dos vereadores Valdor do Ó, Diógenes Leão e Veinha do Valmar, deu a largada oficial da embarcação.

A equipe formada por médicos, enfermeiros, odontólogos, além de assistentes sociais responsáveis pelo acompanhamento do Bolsa Família, mais as pessoas que prestam serviços como corte de cabelo, saúde bucal, e ainda o atendimento a beleza da mulher formam a equipe que não tem dia certo para voltar. “A prioridade é o atendimento às pessoas que estão doentes”, afirmou.   

“É mais um grande esforço da gestão da prefeita Marilete para levar além do atendimento de saúde, levarmos também dignidade aos cidadãos ribeirinhos, esses moradores de locais mais distantes e de difícil acesso contam conosco e por isso é com imensa alegria que levaremos até essas famílias esse atendimento digno e de qualidade”, disse a secretária de Saúde.

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Os apreciadores do chá Santo Daime que fazem suas beberagens na Colônia Cinco Mil, situada em um ramal às margens da estrada que liga Rio Branco a Porto Acre, estão insatisfeitos com o ex-prefeito da capital, Marcus Alexandre (PT). A queixa é que ele caiu fora da prefeitura para disputar o Governo, mas nunca deu atenção ao ramal de acesso deles. “No dia que chove ninguém tem acesso a nossa sede. Por isso eu fiz as fotos e enviei a teu prestigiado blog para ver se a nova prefeita, a Socorro, será mais sensível à situação”, disse o Valmir Araújo, um dos mais antigos seguidores do Daime no Acre.

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A chapa de pré-candidatos a deputado estadual do PHS é a que mais terá crentes disputando eleição. Pelo menos dois são pastores: Gilberto Cabral, da Assembleia de Deus nova, ligada a Belém; e Arnaldo Barros, líder da igreja Geração Eleita, a casa onde mais acontecem milagres no Acre. O outro evangélico da chapa é Marcão, vice-presidente da Umarb, a União das Associações de Moradores de Rio Branco.  

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O deputado federal Major Rocha (PSDB), pré-candidato a vice-governador das oposições no Acre, ironizou o uso, pelos deputados federais do PT, do nome Lula como sobrenome, em protesto puxado pelo deputado acreano Léo do PT por causa do que chamam de prisão sem provas do ex-presidente que virou presidiário: “Isso é amor entre cúmplices do crime”, disse.  Rocha é o deputado que fez o pedido oficial da prisão do ex-presidente, acusado pelo Ministério Público Federal por corrupção e lavagem de dinheiro.  

O sobrenome Lula só não foi usado ainda no painel de votação da Câmara Federal por que o presidente da casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), precisa deferir o pedido de cada parlamentar. Eles estão fazendo ofícios ainda e enviando ao presidente ainda. Léo do PT acha que assim vão conseguir denunciar ao mundo a injustiça que estariam cometendo contra o ex-presidente.

Rocha fez nesta quarta-feira, 11, um duro discurso sobre a situação da segurança no Acre. Disse que o Governo mente na propaganda, passando uma situação diferente da realidade. Rocha mostrou no plenário os dados reais:: “Em 2015 tivemos 217 homicídios, em 2016, 354 e em 2017 504 mortes violentas, mas a propaganda do Governo diz que foram apenas 165 mortes em 2017”, disse.

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O índio Manoel Gomes da Silva, cacique de aldeias Kaxinawás da região do rios Muru e Tarauacá, em Tarauacá, deixou o PT depois de 23 anos de filiado. Ele se integrou ao PP do senador Gladson Cameli, pré-candidato a governador do Acre, após decisão coletiva. E chegou chegando: “Índio não quer mais PT. Política deles é atrasada para nossos povos”, disse ao Blog do Evandro Cordeiro. Manoel afirma que os primeiros governos do PT foi “até bom” para povos das florestas, mas a política do Governo foi ficando defasada e, segundo ele, é hora de fazer uma mudança “vê se novo governo é melhor para os parentes (sic)”. Manoel Kaxinawa é presidente da Organização dos Povos Indígenas de Tarauacá (OPITAR) e com ele vieram outras lideranças de municípios das região, entre eles de Santa Rosa e Feijó. Segundo a liderança, a tendência é os povos indígenas darem uma guinada nas eleições desse ano. “Não falo por todos, mas falo pelo meu povo”, afirma.      

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