Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
Blog do Evandro Cordeiro

Eu não digo que ela não merece e nem que não estou satisfeito por saber que uma mocinha da periferia de Rio Branco, vítima de cafetões políticos, vai comer bem, dormir bem, ter um bom carro e, se quisesse, até poderia mandar todo mundo catar coquinho e viver a vida sem depender de ninguém, inclusive longe dos exploradores. Mas isso não afasta a ideia de coisa ruim que é o tal BBB, vencido pela acreana Gleice. O programa é, cagado e cuspido, cara do partido no qual ela militou, ganhando uma merreca do Governo, até pouco antes de ir para o Rio de Janeiro e se confinar na casa dos Brothers, e pelo qual foi notadamente usada para defender, lançando no ar uma frase da qual ela nem sabia do que se tratava, logo após sair com a vitória na mão. Qual seja: um programa sem edificação cultural, despropositado já, nessa 18ª edição, muito mais utilizado para nacionalizar novos conceitos de família, modismos que afrontam o conservadorismo e, por fim, apenas para deleite de ego e do narcisismo exacerbado.

Acotovelado diante de tanta fadiga moral, sem programa de Governo, o PT do Brasil e do Acre tem o DNA do Big Brother – ou vice-versa. Virou uma confraria de amigos sobreviventes financeiramente, tipo assim: até onde der. Pegaram para candidato a governador um sujeito de trejeitos franciscanos, com cara de pidão, mas já amarrotado pela nódoa da época que o partido e seus guaipecas se sentiam intocáveis, tinham a certeza da impunidade. Tem nele as marcas de uma obra suja, a da BR-364, e de outras traquinagens no Deracre. Se ele foi artífice ou apenas vítima do processo só Deus sabe. Que nem no BBB, aos 20 anos de poder os amigos começaram a se trair, tentando eliminar uns aos outros, mesmo passando a ideia pela imprensa de uma unidade intocável. Uma jossa! O pré-candidato a governador deles anda para um lado, o grupo original, da primeira vitória, anda para outro. É petista não querendo andar com certos petistas. Eles são o que dizem que a oposição é, como mandou o Lenin.

Então, para finalizar, desejo que a Gleice curta a grana que ganhou, porque foi só o que valeu a pena. Lá dentro ela não aprendeu nada, senão exercitar a conspiração, como parece ser o dia-a-dia do partido que ela defendia antes de ir pra lá e que talvez continue defendendo. Eu esqueço a Gleice militante e miro na menina da periferia que teve a chance de um em 240 milhões, para que ela viva bem, dê uma vida melhor à família e continue estudando psicologia. Se assim fizer, garanto, não permitirá ser mais explorada, nem trará aqui para fora da casa dos Brothers o que pode ter aprendido em três meses de confinamento: nada. Viva a liberdade, Gleice! Dos homens de bem dessa país.   

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O pastor Arnaldo Barros, líder da igreja Geração Eleita, apresentador de programa na TV Rio Branco e pré-candidato a deputado estadual pelo PHS, disse que só uma aliança entre o Governo e as igrejas ajudará a frear o “banho de sangue” que acontece no Acre. O ministro eclesiástico denuncia que mais de 3 mil pessoas foram executadas em menos de anos no Acre e que mais de 6 mil pessoas estão em cadeias no Estado. “Tem algo errado, mas é o momento de a gente dar as mãos por muitos que choram a dor da perca”, disse. Arnaldo tem um trabalho dentro da penitenciária Francisco d’Oliveira Conde, onde ora por jovens ligados as facções. Ele também é responsável pela conversão de muitos deles, que tem procurado a igreja Geração Eleita. “Eles me procuram e pedem para eu gravar o desligamento deles das facções e eu atendo a todos”, diz o pastor.     

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O ciclista Felipe Mendes assumiu no último dia 4 de abril a Federação de Ciclismo do Acre, depois da renúncia da diretoria anterior, acusada de vários crimes, cujos pormenores o Blog do Evandro Cordeiro não teve acesso. Felipe assumiu interinamente, mas já convocou eleições para o próximo dia 5 de maio. Inclusive a partir desta sexta-feira, 20, estão abertas as inscrição de chapas interessadas em concorrer a presidência da entidade, que um dia já foi uma das mais fortes do Estado, criando campeões como o nacionalmente conhecido Vidal, descoberto no município de Xapuri.     

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O senador Sérgio Petecão é o aniversariante desta sexta-feira, 20 de abril. São 50 e poucos anos de idade (nasceu em 1960, são 57 anos) e quase 30 como político, marcados por muita intimidade com as pessoas do Acre. Até mesmo adversários históricos, como o senador Jorge Viana (PT), admitem que Petecão é, de fato, um dos políticos de maior popularidade da história. Hoje ele reúne correligionários e até adversários políticos na chácara Boi Cagão, uma pequena área de terra às margens da BR-364, sentido Rio Branco-Porto Velho (RO), logo após o bairro Santa Cecília, para comemorar a data. Antes de chegar ao Senado da República, em 2010, Petecão foi deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa durante oito anos e deputado federal. Nas eleições deste ano ele concorre à reeleição. “É um ser humano incrível com quem trabalho há muitos anos e quem nunca encontrei, um dia sequer, de mau humor”, diz o ex-vereador Francisco Bezerra, o pastor Bezerrinha.    

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Dirigentes de PRP e PSDC, partidos da Frente Popular, tomaram café, nesta quinta-feira, 19, com o ex-pré-candidato a vice governador pela oposição, o médico oftalmologista Eduardo Veloso. O Blog do Evandro Cordeiro teve acesso a foto, mas nunca ao assunto todo discutido. Segundo adiantou alguma coisa o presidente do PSDC, José Afonso Fernandes, além de tapioca, café com leite e mingau de banana, só muito papo sobre política. “Falamos sobre o futuro do Acre, que precisa de políticas públicas novas”, disse. No final ninguém sabe ao certo quem foi cortejado. Se Veloso pela Frente Popular ou se os dois partidos nanicos aliados do PT foram cortejados por Veloso, que continua filiado em uma sigla da oposição, o PR, da missionária Antônia Lúcia, a apoiando declaradamente a pré-candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao Governo do Acre. E melhor: sem nenhuma mágoa por ter sido trocado no final pelo deputado federal Major Rocha (PSDB), o vice oficializado de Cameli.

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Um servidor do Governo do Estado acaba de enviar o flagrante que ele fez hoje cedo pelo lado de dentro da Oca: essa foto. A porta de entrada da central de atendimento, no centro de Rio Branco, hoje cedo, estava assim. É que a secretária de Gestão, Sawana Carvalho, determinou entrega de senhas até esse horário. Resultado: quando as portas abriram parecia lojas de eletrodomésticos em dia de Black Friday. Ai o vereador Juruna acaba tendo razão. E quando publiquei uma previsão de que isso iria acontecer, a secretária só não me chamou de peixe frito.

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O vereador Carlos Juruna (sem partido) fez hoje de manhã duras críticas ao Governo Tião Viana (PT) por causa da mudança do horário da Oca, decisão tomada sem consultar comerciantes do centro da cidade. Como ele ainda é presidente da Associação dos Camelôs de Rio Branco, ele fez uma ameaça velada: fechar a porta da Oca em um protesto com todos os camelôs que atuam na área central da capital. A diminuição no horário de atendimento “matou o comércio” do perímetro central, segundo o vereador. Juruna está no PSL, mas de saída. O partido decidiu ir para a oposição e ele continuará na Frente Popular. Vai procurar um partido aliado do PT para se filiar, mas disse que não poderia se calar diante dessa situação.

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O pré-candidato a senador pelo MDB, ex-deputado federal Marcio Bittar, vem chamando a atenção principalmente de agricultores e pecuaristas em suas andanças pelo interior do Acre nessa pré-campanha, ao fazer em público o compromisso de, eleito senador, iniciar o processo de revisão das multas “cruéis” aplicadas pelos governos do PT aos colonos do Acre. Ele também erguerá outra bandeira no Senado com intuito de garantir que o agronegócio alavanque a economia, segundo garante: lutar para aumentar a cota de desmatamento, hoje em apenas 20%. “É improvável desenvolver um Estado com tantas leis que só ferram os proprietários de terra”, afirma ele.

Essa ideia de Marcio Bittar não é nenhuma novidade. Quando foi candidato a governador, em 2014, ele estabeleceu essas bandeiras no programa de Governo. Bittar, inclusive, incentiva o pré-candidato a governador, Gladson Cameli (PP), a fazer a mesma coisa em seu plano de Governo. “As multas impostas a nossos agricultores, algumas delas, ou maioria, de valor maior que o da própria terra, fazem parte de uma política criminosa da esquerda, para engessar o homem do campo. Alguém precisa se insurgir contra isso e eu me proponho”, diz ele. Foi aplaudido de pé sempre que puxou o assunto.  

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Quinta, 19 Abril 2018 08:46

ARTIGO A novidade na política do Acre

* Fernando Lage e Valdir Perazzo

Com a chegada do Partido dos Trabalhadores (PT) ao Governo do Estado do Acre em 1999 – o partido já está no poder há quase 20 (vinte) anos – o discurso legitimador desse projeto passou a ser o da “Florestania”. Esse discurso (Da Florestania) passou a ser hegemônico. Discurso único, sem nenhum outro para lhe fazer contraponto. E o que vem a ser esse modelo formulado e implantado pelo referido partido? Para se rastrear as ideias que deram origem ao modelo (Florestania), é preciso se fazer uma retrospectiva aos anos 70. Foi em meados dos anos 70 que a teologia da libertação (TL) – movimento religioso que pugna pelo socialismo -, criou no Estado essa mentalidade (socialista), de que a justiça se faria por esse modelo – acreditavam os chamados teólogos da libertação. Um personagem que teve decisiva influência desse movimento religioso (TL) foi o sindicalista e ambientalista Chico Mendes, que veio a se tornar o protomártir da causa ecológica não apenas do Acre, mas, do Brasil e do mundo inteiro. E, por qual modelo de sociedade acreana propugnava o ambientalista – e criador da Florestania – Chico Mendes? A resposta se extrai de sua última entrevista antes de sua morte trágica, que deu a um jornal da grande imprensa. Na sua última entrevista, anterior a sua morte,, dada ao jornalista Adilson Martins, do Jornal do Brasil, o ambientalista Chico Mendes assim defendeu o projeto da Florestania: “Temos na floresta o abacaba, o patoá, o açaí, o buriti, a pupunha, o babaçu, o tucumã, a copaíba, o mel de abelha, que nem os cientistas conhecem. E tudo isso pode ser exportado, comercializado. A universidade precisa vir acompanhar a Reserva Extrativista. Estamos abertos a ela. A Reserva Extrativista é a única saída para a Amazônia não desaparecer. E mais: essa reserva não terá proprietários. Ele vai ser um bem comum da comunidade. Teremos o usufruto, não a propriedade”. Nessa entrevista Chico Mendes se torna o advogado da “Florestania”, isto é, diz, com clareza, que modelo de sociedade apontava para o Acre, modelo este que vem a ser implantado a partir de 1999, com a ascensão do PT ao governo. E qual era o fundamento jurídico do modelo? Ao defender que as terras do Acre fossem transformadas em reservas extrativistas, não deixava dúvida da sua convicção política, de que era através do socialismo que se faria justiça. As terras do Acre passariam a ser públicas da União Federal, e os seringueiros seriam como funcionários públicos federais, mantendo uma economia extrativista das especiarias da floresta. A ex-ministra Marina Silva, em sua biografia, sob o título “Marina – A Vida Por Uma Causa – prefácio de Fernando Meirelles (Banqueiro/Cineasta), página 44, sobre a profissão de seringueiro, cujo pai a exerceu, dá o seguimento depoimento: “Ele vivia de andanças de vinte quilômetros por dia; vida acuada, sem recursos financeiros, sem medicamentos, sem direitos, sempre escravo dos seringalistas, sem conforto, sem folga; vida de malária, de febre amarela, de leishmaniose…”. É essa profissão de seringueiro (escravo nas palavras de Marina Silva), que Chico Mendes, fundador da Florestania, quer perpetuar, sob o tacão de um novo outro patrão (o Estado). Esse modelo, idealizado por Chico Mendes, implantado há 20 (vinte) anos no Estado do Acre pelo Partido dos Trabalhadores (PT), fracassou. O modelo socialista – não esquecer que a Florestania é um modelo socialista/ambientalista, cujo objetivo é obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico de países como o Brasil – não poderia dar certo, como não deu. Compare-se o modelo acreano (de propriedades públicas/reservas extrativas), com o modelo de livre mercado de Rondônia, que optou em criar um Estado de proprietários (Rondônia tem 126 mil proprietários rurais e o Acre apenas 15 mil). Rondônia é o terceiro maior Estado da Região Norte. É também um grande rank de transportes multimodais. Porto Velho, a capital, às margens do Rio Madeira, é um importante modal aquaviário para escoamento da produção. Navegável, dia e noite, durante o ano todo. Os comboios que trafegam pelo Rio Madeira levam cargas de até 50 mil toneladas por viagem. Pela estrada do Rio Madeira chega-se ao Atlântico e aos portos do mundo inteiro. Rondônia é hoje um dos maiores parques de energia limpa e sustentável do Brasil. A energia gerada hoje pelas duas usinas de Rondônia é capaz de abastecer 25 milhões de lares. Equivaleria a população de São Paulo e do Rio de Janeiro. Daria para abastecer toda a economia peruana, a mais crescente da América Latina. Rondônia tem hoje 98 (noventa e oito) por cento do seu território coberto por sinal de telefonia celular. Coloca o Estado em primeiro lugar na Região Norte, quando o assunto é conectividade. O que é um item vital para quem precisa empreender. O Estado tem uma situação fundiária singular. Das 122 mil propriedades rurais, 80% (oitenta) por cento delas é de agricultura familiar. Um dado que favorece a diversificação produtiva. Lidera a produção de carne e leite da Região Norte. Só a produção de leite diário que vem dessas pequenas propriedades familiares, daria para alimentar 05 (cinco) milhões de crianças todos os dias, sendo um modelo sustentável. Hoje o rebanho bovino e bubalino já passa de 12 (doze) milhões de cabeças, sendo a carne seu primeiro item de exportação. Rondônia é o maior produtor de café e feijão da Região Norte. Segundo lugar em soja, milho e cacau. Já lidera a produção de peixe de água doce do país. PIB é a medida do valor dos bens e serviços que o país produz num período, na agricultura, indústria e serviços. Pois bem, o PIB de Rondônia, no ano de 2014, foi três vezes maior do que o PIB do Estado do Acre. A economia de Rondônia é três vezes maior do que a economia do Acre. Rondônia goza de total equilíbrio fiscal; o Acre vive situação diametralmente oposta, com seu desequilíbrio fiscal. Nesses últimos 20 (vinte) anos do governo da “Florestania”, causa dos nossos fracassos em todos os indicadores econômicos e sociais em relação à vizinha Rondônia, os grandes partidos do Acre não foram capazes de conceber um projeto para fazer contraponto à “Florestania”. Repetiram, ad nausean, críticas pontuais administrativas ao partido situacionista. Pois bem. A pré candidatura do Coronel Ulysses, para essas eleições de 2018, é a novidade, como terceira via, apresentando um projeto de livre mercado e fortalecimento do Agronegócio, para reerguer a combalida economia do Estado. Os líderes desses grandes partidos, ao invés de aplaudir essa pré candidatura, novidade da política acreana, fazem força para retirar essa pré candidatura em favor do candidato de “oposição” que já declarou na mídia que seu consultor mor será o economista Gilberto Siqueira, mentor/executor do projeto ora em marcha. Isto é, um continuísmo da malfada “Florestania”.

 

Fernando Lage – Empresário

 

Valdir Perazzo – Advogado

 

Eles são inspiradores do Instituto Liberal Acreano – ILAC

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O professor, jornalista e radialista Raimundo Accioly, uma das estrelas da imprensa no Acre, um dos blogueiros mais lidos no Estado (http://acciolytk.blogspot.com.br/), além de música de excelência, vai disputar as eleições para deputado estadual este ano, pelo Rede Sustentabilidade, sigla conhecida no mundo todo por ser presidida no Brasil pela ex-senadora Marina Silva. Accioly é radicado em Tarauacá, onde nasceu, e é lá que vai fazer uma festa nesta sexta-feira, 20, a partir das 19hs, na sede da Câmara Municipal, como lançamento de sua pré-candidatura. Como músico, cantor da noite que foi, certamente vai dar uma “palhinha” nos microfones onde se apresentará como opção de votos para seus amigos daquela região.  

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