Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
Blog do Evandro Cordeiro

O pastor presidente da Convenção Estadual da Igreja Assembleia de Deus ligada a Convenção Nacional de São Paulo, Pedro Abreu de Lima, anunciou nesta segunda-feira, 5, a inauguração da sede nova da igreja em Rio Branco. O endereço é rua Minas Gerais, próximo ao Educandário Santa Margarida, onde até pouco tempo funcionava a Igreja Mundial, do apóstolo Waldemiro Santiago. Além de uma festa com a presença do pastor José Weliton Jr, presidente nacional, ele pretende reunir o maior número de pastores de todo o Estado, para demonstrar prestígio. A necessidade dessa nova sede se deu pela saída da igreja de Rio Branco, liderada pelo pastor Luiz Gonzaga, para a nova Convenção Nacional criada em Belém pelos irmão Câmara.  

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O deputado estadual Heitor Júnior está saindo do PDT, visivelmente chateado. Ele não conta os detalhes nem para o pai dele, o Juiz aposentador Heitor Macêdo, mas todos percebem que o parlamentar está saindo por “falta de espaço e prestígio” do atual presidente, ex-deputado Luiz Tchê. Na verdade, Heitor estava com sua reeleição amaçada ficando no PDT e a presença dele no partido também resultava em espanto a possíveis candidatos. Outro detalhe: nos bastidores começam a desconfiar que Tchê vai disputar a eleição para estadual, o que também espantaria qualquer mosca. O destino de Jr, segundo ele mesmo teria declarado no rádio, será o Podemos, presidido no Acre pelo Eros Asfury. Eu insisti por uma entrevista mais detalhada, mas ele se negou.  

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O senador Gladson Cameli (PP) continua sendo a preferência do MDB para a disputa do Governo do Acre, em outubro deste ano, como candidato das oposições. A voz que acaba de dar essa garantia veio serena da boca do deputado federal Flaviano Melo, uma espécie de alma e espirito de partido, adorado pelos seus correligionários e ouvido sempre depois dos terremotos. Ele aplaca os ânimos dos mais afoitos com sua fala depois de uma tempestade causar estragos após o partido dele anunciou um inesperado rompimento com a candidatura Cameli, na quinta-feira passada.

Flaviano Melo, além de deputado federal, é ex-senador e ex-governador do Acre, onde teve passagem marcante, tanto que até hoje se elege sem campanhas milionárias. Fez as obras estruturantes mais avançadas do Acre e, até hoje, foi o único da oposição a vencer o PT, depois que os “meninos”, como dizia o ex-governador Edmundo Pinto, chegaram no poder. Foi em 2000, quando a oposição criou o disciplinado MDA, uma aliança que tinha ordem e respeito mútuo entre seus membros e bem menos vaidade.

Procurado por este blog neste domingo à noite, Flaviano reagiu esta manhã. Disse que seu partido continuará lutando pela unidade das oposições por que entende ser essa a única forma de vencer um adversário inescrupuloso, viciado no poder e que se nega ao dinamismo das alternâncias. Flaviano acredita que o povo quer a mudança, mas precisa enxergar união e respeito nos candidatos. “Vamos lutar pela união das oposições”, diz ele, seco. Depois, preferiu silenciar aos demais questionamentos, não sem antes afirmar que o senador Gladson Cameli é nome capaz. “Ele é a preferência”, finalizou.       

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O governador Tião Viana (PT) mandou cortar 20% sobre o valor pago a cada plantão na saúde estadual. A circular, publicada em foto ai acima, determina o corte alegando “crise financeira nacional”. Coincidência, ou não, a data da circular é a mesma em que o governador nomeia o ex-deputado federal Marcos Afonso para o cargo de subsecretário de Turismo e Hospitalidade, com salário bem pertinho de R$ 20 mil. As nomeações, em ano de eleição, nada mais são do que “cunhas” para garantir apoios de famílias importantes ao sucessor que ele quer fazer, o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT), segundo todo mundo. O servidor que enviou o documento por meio do qual é anunciado o corte, pediu todo o segredo da terra sobre a identidade dele, por medo de retaliação, obvio. “Aqui dentro, Evandro, quem não é do lado deles não sobrevive. Guarda a fonte ai, rapaz”, afirma.   

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Há 11 anos no ar, o programa Top de Linha, idealizado e apresentado pelo deputado estadual Heitor Júnior (PDT) todos os sábados pela manhã, das 8hs às 10hs, é um dos canais mais abertos a informação sobre empreendedorismo e ainda sobre as doenças relacionados ao fígado. Júnior já dirigia a Associação dos Portadores de Hepatite quando teve a ideia de levar as informações pelo rádio. Deu tudo certo, diz ele. Não é à toa que está no ar há mais de uma década. Nesse interim o apresentador conseguiu, além de ajudar pessoas a empreender e procura ajuda para doenças como a hepatite C, se eleger deputado estadual. Evangélico, Heitor entrega toda a glória da audiência e o alcance do programa a Jesus. “Toda honra é de Jesus. É ele quem nos abençoa e nos dirige nesse tipo de atitude que alcança os mais humildes. Agradeço, também, ao Sílvio Martinello, que acreditou em mim lá no início ”, diz ele. Nesse momento ele está no ar. Bom dia, bom dia, bom dia, como diz o locutor.   

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A procuradora de Justiça Vanda Milani, uma das lideranças e pré-candidata a deputada federal do Solidariedade, está no interior ajudando a presidente do partido, Marcia Bittar, a arrebanhar pessoas com potencial para se eleger com objetivo de compor uma chapa forte de candidatos a deputado estadual. Esta semana foram a Plácido de Castro, onde foram recebidas pelo Eliezer, um oficial de Justiça várias vezes convidado para disputar eleições, pelo bom relacionamento que tem no Vale do Abunã. Na mesma cidade fizeram outra visitas importantes, inclusive a vereadores que apoiam o projeto Vanda Milani federal.    

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O policial Militar Cadmiel Bonfim poderá ter a benção de dois dos maiores campos da igreja Assembleia de Deus no Acre, o liderada pelo pastor Luiz Gonzaga, em Rio Branco, e o de Feijó, cujo cabeça é o pastor Rogélio Luiz, na disputa para deputado estadual. Ele também poderá ter a benção dos próprios colegas de farda e ser novamente um dos mais votados em Feijó, sua cidade natal, como foi na eleição de 2014, sua primeira experiência nas urnas. Uma outra grande vantagem do Cadmiel: o sobrenome Bonfim. A família dele é forte na região de Feijó e Tarauacá. A razão do possível apoio na PM e na igreja é que no quartel ele é um sargento bem relacionado; na igreja é presbítero, também com muito serviço prestado na obra de Deus.    

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O eterno campeão de artes marciais Zaqueu Haerdrich, um paranaense descendente direto de alemães que há mais de 30 anos escolheu o Acre para viver, arranjou uma polêmica e tanto há 26 anos com o terceiro cartório, em Rio Branco, com parte da família e com alguns setores da sociedade. A razão foi elementar: ele colocou na cabeça que homenagearia o ditador alemão Adolf Hitler colocando no filho então recém-nascido o mesmo nome. Durou cinco anos, mas ele conseguiu. Hoje o Hitler acreano é um bem-sucedido psicólogo, loiro dos olhos azuis, já foi escrachado por causa do nome, mas tudo isso passou e o rapaz leva a vida tranquila, fazendo planos para estudar mais para que as pessoas não o vejam apenas pelo nome polêmico.  

“Queria homenagear um guerreiro colocando o nome do meu filho e eu não queria um guerreiro fictício. Então encontrei o nome do Hitler, que foi um guerreiro, teve um indescritível poder de convencimento e a guerra que ele provocou levou milhões a morte, mas também mudou o mundo: a aviação, a medicina e a indústria”, diz o ex-campeão Zaqueu, que era conhecido como Mestre Zahá, na época dos ringues. O Hitler, filho dele, pensa mais ou menos o mesmo. Sabe que o nome é polêmico, mas leva a vida o mais normal possível. É psicólogo formado pela FAAO, fez especialização em psicologia clínica e presta serviços atualmente a uma prefeitura do interior do Amazonas. Nas folgas e nos feriados está sempre no Acre, acompanhando o pai, que mora em Plácido de Castro e em Rio Branco ao mesmo tempo, porque trabalha parte da semana na capital, e parte dela no Vale do Abunã.

Hitler conta que já sofreu algum tipo de preconceito, já foi várias vezes testado diante de pessoas de cor escura, mas saiu bem todas as vezes. “Nunca tive preconceito”, diz ele. Junto com o pai, Hitler diz que as pessoas compreendem um tanto mal a saga do Adolf alemão. Eles acham que a Segunda Guerra teve propósitos muito mais religiosos, uma vez que o objetivo era aniquilar o povo Judeu. Quanto a raça ariana, proposta pelo tirano, o pai Zaqueu enxerga por outros anglos, como alguma ligada aos signos e a genética. “Nem todo alemão era loiro dos olhos azuis. A proposta do Hitler era muito mais de comportamento”, contradiz a história o “guerreiro” acreano que sobe mais aos ringues. Mestre Zahá, todavia, não deixa de ser crítico quanto ao lado cruel da guerra. “Se ele tivesse utilizado aquela inteligência toda que tinha para o bem, o mundo seria ainda bem melhor”, finaliza.     

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O ex-governador Orleir Cameli foi o alvo preferido da secretária de Administração do Estado, Sawana Carvalho, ao usar seu Facebook para criticar este Blog, que publicou, com base em informações de um alto funcionário do Governo, a dificuldade pela qual passa o governador Tião Viana (PT) para pagar os servidores nos próximos meses. Diz a fonte que o desespero é tanto que até dinheiro emprestado está sendo pedido. Isso tudo porque o partido dele, o PT, em 13 anos de gestão, levou o Brasil a bancarrota e o Acre, administrado pela soberba e a boçalidade de uma turma que se viciou nos cofres estatais, foi junto.

A secretária, ansiosa para defender a plêiade petista, fez os choramingos naturais, cacetou este repórter, desqualificou o humilde meio de comunicação, ao dizer que este é sustentado pela oposição, talvez por não ter olhado para a lista de patrocinadores, que pagam seus espaços – e bem pagos – por conhecerem o alcance, mas apelou para um outro alvo digamos mais suscetível à sua vingança: o finado ex-governador Orleir Cameli. Sobre este ela lembrou dos cinco meses de salário atrasados que deixou em 1998, quando entregou o Governo a Jorge Viana, acertou o sobrinho dele, senador Gladson Cameli (PP), a quem chamou de preguiçoso. E acredite: a emenda só não saiu pior que o soneto porque alguém deve ter lembrado a ela dos supostos acordos feitos entre Orleir e os irmãos Viana, na boca da noite, antes das eleições daquele ano. Um parente muito próximo da Sawana sabe dessa história. Ele fazia parte daquele Governo. Ai ela, de pressa, aliviou pro Orleir, dizendo que, pelo menos, o "barão" era trabalhador. “O tio era trabalhador, o que não se pode dizer do sobrinho”, diz, com picardia, para acertar Gladson Cameli, a ameaça real do status quo já viciado nas tetas estatais.

Como vou publicar o texto dela ai adiante, não vou mais escrever nada. Apenas pedir a quem vai dar uma lida para que preste a atenção em um detalhe: ela escreveu, escreveu e acabou não desmentindo o que foi publicado pelo Blog do "Lobo". Pelo contrário. Reafirmou as dificuldades financeiras. Em outras palavras ela quis dizer o seguinte: olha, realmente não sabemos como vamos pagar os servidores nos próximos meses, mas não vamos espalhar isso, por favor. E se for para não gerar um caso antecipado, sabe que ela tem razão. Nesse Governo do PT falta tudo, principalmente a humildade.     

Ah! Antes que eu esqueça: ela não recebeu postagem coisa nenhuma sobre nosso Blog, ela abriu o evandrocordeiro.com, como faz muita gente boa toda manhã. E ela é gente boa. 

  

OLHA O QUE A SECRETÁRIA SAWANA ESCREVEU EM SEU FACEBOOK

 

Torcer pelo atraso de salário é gol contra

 

Recebi postagem de um colunista local afirmando, sem a menor base, que o governador Tião Viana estaria “desesperado por não saber como pagar servidores a partir de abril”.

Quem conhece esse o cordeiro, sabe que não merece ser levado a sério. Sabe também que pretende ser um lobo na defesa daqueles que lhe garantem o sustento.

É justo defender a própria sobrevivência. O que não é justo é brincar com coisa tão séria.

O que tenho visto é que, nos últimos dias, tem sido comum publicações em sites pagos pela oposição sobre a suposta dificuldade financeira do Estado. Está claro onde os pregadores do caos querem chegar.

Fato é que o Acre, como a maioria dos estados brasileiros, passa por dificuldade no tocante ao custeio da sua máquina, mas está longe da situação vivida por outras unidade da federação, embora tenha deixado de receber mais de R$ 1 bilhão, desde 2011.

O que espanta, entretanto, é essa torcida pelo não pagamento do funcionalismo público. Quem age dessa forma, com tanto fanatismo, não tem a menor noção pelo o que torce.

Você já pensou como ficaria a economia mensal deste Estado sem o incremento de quase R$ 250 milhões?

É melhor nem pensar.

Ao contrário do que tentam vender, a verdade é que, com muito esforço e com equilíbrio das suas contas, o governador Tião Viana tem conseguido manter os salários em dia e conceder reajustes.

Para se ter uma ideia, em janeiro de 2011, a folha de pagamento do funcionalismo era de R$ 124,3 milhões. Atualmente é de quase R$ 250 milhões.

Há dificuldades para honrar o pagamento? Sim, há! Mas intempéries são para se superadas por quem tem a capacidade de liderar.

Considero importante deixar claro que a cultura de atrasar pagamento salarial não é deste governo, desse projeto.

A história mostra que em 1999, o primeiro governo da Frente Popular herdou um funcionalismo com até cinco meses de salário atrasado. O governador era o tio do principal candidato da oposição ao governo. E justiça seja feita: o tio era trabalhador, o que não se pode dizer do sobrinho.

Também merece destaque lembrar que as maiores dificuldades no custeio hora enfrentadas são oriundas dos gastos com a previdência estadual.

Se a partir de hoje não houvesse mais nenhuma aposentadoria, o governo teria que desembolsar do tesouro R$ 416 milhões, até o fim do ano, para pagar aposentadoria.

São aposentados que ingressaram na administração pública, sem concurso público, principalmente, nas administrações, dos medebistas Nabor Júnior e Flaviano Melo. Que fique o registro na história.

Como falar de aposentado sem lembrar que, também no governo do tio do pré-candidato oposicionista, foi extinto o Fundo Previdenciário sob o pretexto da construção de casas populares?

Os imóveis viraram canto de sabiá. O rombo previdenciário, que hoje superaria R$ 1,2 bilhão, permaneceu.

O processo democrático é salutar, mas o que fica feio é torcer para o quanto pior, melhor.

O governo liderado por Tião Viana vai seguir trabalhando muito para, não só pagar salario em dia, mas continuar fazendo com que o Acre permaneça avançando na construção de uma sociedade que concilie desenvolvimento econômico, conservação e bem-estar social.

E que a torcida dos cordeiros, lobos e aves de mau agouro não logre êxito.

A impressão que fica, ao ver a torcida do contra, que sentem saudade daquela época em que nas portas dos botecos e mercearias tinha placas com os seguintes dizeres: “Não vendemos fiado para servidores públicos”.

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