Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
Blog do Evandro Cordeiro

O pré-candidato a governador do Acre pelas oposições, senador Gladson Cameli (PP), disse ao Blog do Evandro Cordeiro hoje cedo que está preparado para enfrentar a campanha e seus efeitos colaterais. E dá uma garantia: “Vou continuar reagindo as agressões com meu sorriso. Vou continuar de braços abertos para todos”. É que perguntei a ele se não vai reagir as entrevistas do coronel Ulisses Araújo, pré-candidato a governador pela terceira via, e de seu tutor, Tião Bocalom (DEM). “Não! Eles tem direito a falar o que quiser. Isso é da democracia”, disse.

Sobre o MDB, diz a mesma coisa. “Nós precisamos do MDB. O MDB é parceiro. Nunca vou me intrometer nas decisões do MDB, porque é um partido grande, importante e que poderá decidir as eleições”.

Gladson Cameli lamentou as agressões vinda das redes sociais, capitaneadas por pessoas conhecidas, ligadas ao atual Governo e prefeitura da capital, mas também disse que reagirá sempre paz e amor. “As pessoas tem suas escolhas e jogam alto ou baixo, rasteiro, conforme elas são. Sou da paz, sempre fui da paz e agora, na hora de correr em busca do objetivo, que é o Governo, para arrumar nosso Acre e devolver a paz às famílias é que vou continuar sendo como sempre fui”, disse.

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O pré-candidato a governador Gladson Cameli (PP) disse que seu vice não será só para bater fotos com ele. "Ele precisa me ajudar a governar o Acre", afirmou.

O Major Rocha, segundo Gladson, reapresenta e preenche os requisitos para o vice.

Depois agradeceu Tião Bocalom, Eduardo Veloso, Alan Rick e coronel Ulisses, por terem lhe ouvido. "Conversei com todos eles. As portas continuam abertas pra eles caso haja interesse de ajudar a derrotar o PT",; disse.

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O deputado federal Major Rocha, do PSDB, escolhido vice na chapa da oposição encabeçada pelo senador Gladson Cameli, do PP, disse ao blog do Evandro Cordeiro que vai trabalhar nessa eleição como nunca fez em toda sua trajetória, "Vou pra rua como se fosse minha última eleição. Darei tudo de mim", afirmou.

Rocha disse ainda que o perfil dele complementa os predicados do candidato a governador. "Ele tem muita coisa boa e eu creio que eu também. Vamos juntar tudo isso em pela vitória da oposição conta o PT'", disse o parlamentar.

Major Rocha é um dos políticos mais polêmicos da atual geração. Fez enfrentamentos nas ruas, foi preso e é autor do pedido de prisão do ex-presidente Lula. No impiechment da presidente Dilma foi para as ruas no Acre e votou pelo afastamento da presidente enrolado com a bandeira do Acre.

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*   Fernando Lage

*  Valdir Perazzo

Com a chegada do Partido dos Trabalhadores (PT) ao Governo do Estado do Acre em 1999 – o partido já está no poder há quase 20 (vinte) anos – o discurso legitimador desse projeto passou a ser o da “Florestania”. Esse discurso (Da Florestania) passou a ser hegemônico. Discurso único, sem nenhum outro para lhe fazer contraponto.  E o que vem a ser esse modelo formulado e implantado pelo referido partido?

Para se rastrear as ideias que deram origem ao modelo (Florestania), é preciso se fazer uma retrospectiva aos anos 70. Foi em meados dos anos 70 que a teologia da libertação  (TL) - movimento religioso que pugna pelo socialismo -,  criou no Estado essa mentalidade (socialista), de que a justiça se faria por esse modelo – acreditavam os chamados teólogos da libertação.

Um personagem que teve decisiva influência desse movimento religioso (TL) foi o sindicalista e ambientalista Chico Mendes, que veio a se tornar o protomártir da causa ecológica não apenas do Acre, mas, do Brasil e do mundo inteiro. E, por qual modelo de sociedade acreana propugnava o ambientalista -  e criador da Florestania – Chico Mendes?  A resposta se extrai de sua última entrevista antes de sua morte trágica,  que deu a um jornal da grande imprensa.

Na sua última entrevista, anterior a sua morte,, dada ao jornalista Adilson Martins,  do Jornal do Brasil, o ambientalista Chico Mendes assim defendeu o projeto da Florestania: “Temos na floresta o abacaba, o patoá, o açaí, o buriti, a pupunha, o babaçu, o tucumã, a copaíba, o mel de abelha, que nem os cientistas conhecem. E tudo isso pode ser exportado, comercializado. A universidade precisa vir acompanhar a Reserva Extrativista. Estamos abertos a ela. A Reserva Extrativista é a única saída para a Amazônia não desaparecer. E mais: essa reserva não terá proprietários. Ele vai ser um bem comum da comunidade. Teremos o usufruto, não a propriedade”.

Nessa entrevista Chico Mendes se torna o advogado da “Florestania”, isto é, diz, com clareza, que modelo de sociedade apontava para o Acre, modelo este que vem a ser implantado a partir de 1999, com a ascensão do PT ao governo. E qual era o fundamento jurídico do modelo? Ao defender que as terras do Acre fossem transformadas em reservas extrativistas, não deixava dúvida da sua convicção política, de que era através do socialismo que se faria justiça. As terras do Acre passariam a ser públicas da União Federal, e os seringueiros seriam como funcionários públicos federais, mantendo uma economia extrativista das especiarias da floresta.

A ex-ministra Marina Silva, em sua biografia, sob o título “Marina – A Vida Por Uma Causa – prefácio de Fernando Meirelles (Banqueiro/Cineasta), página 44, sobre a profissão de seringueiro, cujo pai  a exerceu, dá o seguimento depoimento: “Ele vivia de andanças de vinte quilômetros por dia; vida acuada, sem recursos financeiros, sem medicamentos, sem direitos, sempre escravo dos seringalistas, sem conforto, sem folga; vida de malária, de febre amarela, de leishmaniose...”. É essa profissão de seringueiro (escravo nas palavras de Marina Silva), que Chico Mendes, fundador da Florestania, quer perpetuar, sob o tacão de um novo outro patrão (o Estado).

Esse modelo, idealizado por Chico Mendes, implantado há 20 (vinte) anos no Estado do Acre pelo Partido dos Trabalhadores (PT), fracassou. O modelo socialista – não esquecer que a Florestania é um modelo socialista/ambientalista, cujo objetivo é obstaculizar o desenvolvimento socioeconômico de países como  o Brasil -  não poderia dar certo, como não deu.  Compare-se o modelo acreano (de propriedades públicas/reservas extrativas), com o modelo de livre mercado de Rondônia,  que optou em criar um Estado de proprietários (Rondônia tem 126 mil proprietários rurais e o Acre apenas 15 mil). 

 Rondônia é o terceiro maior Estado da Região Norte. É também um grande rank de transportes multimodais. Porto Velho,  a capital, às margens do Rio Madeira, é um importante modal aquaviário para escoamento da produção. Navegável, dia e noite, durante o ano todo. Os comboios que trafegam pelo Rio Madeira levam cargas de até 50 mil  toneladas por viagem. Pela estrada do Rio Madeira chega-se ao Atlântico e aos portos do mundo inteiro.

Rondônia é hoje um dos maiores parques de energia limpa e sustentável do Brasil. A energia gerada hoje pelas duas usinas de Rondônia é capaz de abastecer 25 milhões de lares. Equivaleria a população de São Paulo e do Rio de Janeiro. Daria para abastecer toda a economia peruana, a mais crescente da América Latina.

Rondônia tem hoje 98 (noventa e oito) por cento do seu território coberto por sinal de telefonia celular. Coloca o Estado em primeiro lugar na Região Norte, quando o assunto é conectividade. O que é um item vital para quem precisa empreender.

O Estado tem uma situação fundiária singular. Das 122 mil propriedades rurais, 80% (oitenta) por cento delas é de agricultura familiar. Um dado que favorece a diversificação produtiva. Lidera a produção de carne e leite da Região Norte. Só a produção de leite diário que vem dessas pequenas propriedades familiares, daria para alimentar 05 (cinco) milhões de crianças todos os dias, sendo um modelo sustentável.

Hoje o rebanho bovino e bubalino já passa de 12 (doze) milhões de cabeças, sendo a carne seu primeiro item de exportação. Rondônia é o maior produtor de café e feijão da Região Norte. Segundo lugar em soja, milho e cacau. Já lidera a produção de peixe de água doce do país.

PIB é a medida do valor dos bens e serviços  que o país produz num período, na agricultura, indústria e serviços. Pois bem, o PIB de Rondônia, no ano de 2014, foi três vezes maior do que o PIB do Estado do Acre.  A economia de Rondônia é três vezes maior do que a economia do Acre. Rondônia goza de total equilíbrio fiscal; o Acre vive situação diametralmente oposta, com seu desequilíbrio fiscal.

Nesses últimos 20 (vinte) anos do governo da “Florestania”, causa dos nossos fracassos em  todos os indicadores econômicos e sociais em relação à vizinha Rondônia, os grandes partidos do Acre não foram capazes de conceber um projeto para fazer contraponto à “Florestania”.  Repetiram, ad nausean, críticas pontuais administrativas ao partido situacionista.

Pois bem. A pré candidatura do Coronel Ulysses, para essas eleições de 2018, é a novidade, como terceira via, apresentando um projeto de livre mercado e fortalecimento do Agronegócio,  para reerguer a combalida economia do Estado.  Os líderes desses grandes partidos, ao invés de aplaudir essa pré candidatura,   novidade da política acreana, fazem força para retirar essa pré candidatura em favor do candidato de “oposição” que já declarou na mídia que seu consultor mor será o economista  Gilberto Siqueira, mentor/executor do projeto ora em marcha. Isto é, um continuísmo da malfada “Florestania”.

Fernando Lage – Empresário

Valdir Perazzo – Advogado

Inspiradores do Instituto Liberal Acreano - ILAC

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O deputado Antônio Pedro (DEM), um dos dois deputados estaduais que representam o Alto Acre – o outro é Leila Galvão, do PT -, foi o único a votar em favor dos trabalhadores do Pró-Saúde. Além disso, se firma como defensor assíduo dos comerciantes da região, oprimidos pelas gestões do PT nos últimos anos. O deputado também tem sido frequente crítico dos hospitais da região, principalmente os de Xapuri e Brasileia, onde não recursos de material na atualidade para se fazer um curativo. “Fui eleito para isso”, diz ele, humilde.

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A partir de abril o Governo do Acre materializará um projeto cujo objetivo é poupar dinheiro às custas dos servidores públicos, com redução de salários, principalmente das FC’s. O que não acontece quando é para nomear figuras em cargos comissionados para tentar eleger o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, sucessor de Tião Viana (PT). A informação vem do núcleo da gestão pública.

Entre os servidores da Saúde, inclusive, já circula uma convocação com a seguinte abordagem: “Até quando vamos ficar calados? Governo retirando todas as gratificações dos servidores alegando ter respaldo jurídico. São apenas orientações e não determinações. Os ordenadores são governador Sebastiao Viana, secretária de Gestão, Savana, e secretário de saúde, Gemil. Usam suas cadeiras para derramar dinheiro a fim de comprar votos dos concursados sem critério algum, agora os que realmente trabalham e se dedicam estão sendo prejudicados. As demissões na saúde e Pró-Saúde foram todas orientações. Mas, para nomear seus cargos em comissão, o governo tem tirado tudo dos servidores que há anos prestam serviço, no tão precário serviço público. Vamos ficar calados? Não vamos reagir?

VAMOS PARAR.

Não dão valor ao nosso trabalho? Arrumem quem faça.  Quem saiba fazer. Continuem tendo que treinar pessoas a cada 4 anos. Continuem a descontinuidade dos serviços, continuem a gastar o dinheiro publico com cortinas caríssimas, continuem a massacrar os trabalhadores  classe média para dar pros ricos, continuem nomear servidores fantasmas ou que nem aparece para trabalhar. Fim do ano está ai. Nos somos maioria. Nós vamos revidar: NAS URNAS”.

Ainda segundo a fonte do Blog, a Oca também terá seu expediente reduzido.                                

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*  Fernando Lage e Valdir Perazzo

 

Mário Vargas Llosa, em seu livro autobiográfico, “Peixe na Água”, falou da importância da “economia subterrânea”, para o seu programa de governo enquanto candidato à presidência do Peru, quando concorreu com Alberto Fujimori, que, lamentavelmente, lhe derrotou, privando o país vizinho de ter tido, ainda no início dos anos 90, uma economia liberal, de livre mercado. Llosa, com seu programa de liberdade econômica, liderou as pesquisas até bem próximo das eleições em que foi perdedor.

Num dos capítulos em que aborda seu programa de governo, descreveu longamente o papel crucial da economia informal num país de terceiro mundo como é o Perú. Sem essa economia feita na ilegalidade, o desemprego ainda seria muito maior. Haveria ainda muito mais jovens na criminalidade violenta. É também nesse capítulo que fala do importante livro de “Hernando de Soto”, sob o título “Economia Subterrânea – Uma Análise da Realidade Peruana”.

O livro de que fala o prêmio nobel de literatura (Vargas Llosa), terminou por chegar às nossas mãos, adquirido numa livraria sebo do Rio de Janeiro. Foi prefaciado pelo próprio Vargas Llosa. Hernando de Soto diz que a pesquisa e seu resultado compaginado no livro se deu graças à influência do conhecido romancista. E o que diz Vargas Llosa sobre o tema tratado no livro? Só elogios.

A síntese do prólogo feita por Vargas Llosa está praticamente na resposta que dar a seguinte pergunta, quando se fala de economia informal, formulada por ele mesmo: “…esses empresários e vendedores clandestinos – cujas indústrias e negócios não estão registrados, não pagam impostos e não se regem por leis, regulamentos e pactos vigentes – não seriam competidores desleais das empresas e lojas que operam na legalidade, pagando pontualmente seus impostos”?

Socorrendo-se da pesquisa de Hernando de Soto, afirma Llosa: “…esses são pontos de vista totalmente errôneos, uma vez que o problema em países como o Peru não é a economia informal, e sim o Estado. E esse tipo de economia é nada menos que uma resposta popular espontânea e criativa ante a incapacidade estatal de satisfazer as aspirações mais elementares dos pobres”.

Nos países intervencionistas, como era à época o Peru – hoje aquele país vizinho desfruta de grande prosperidade graças a implementação de uma economia liberal – e como é o Brasil da atualidade, com mentalidade fortemente intervencionista, a legalidade é um privilégio que empurra os pobres para a clandestinidade. Razão pela qual – diz Llosa – “a legalidade é um privilégio que só se alcança mediante o poder econômico e político, às classes populares não restam outras alternativas senão a ilegalidade. Aí está a origem da economia informal, que Hernando de Soto documenta com provas incontroversas”.

Portanto, a economia informal ao invés de ser um problema, é uma solução para um país em crise como atualmente está o Brasil, com 12 milhões de desempregados. Esse modelo de economia (economia informal) é uma saída criativa para o subdesenvolvimento e uma esperança para os que foram jogados à margem do mercado em decorrência das políticas públicas que fizeram do Brasil um dos 30 países menos livres do mundo. Melhor dizendo, um país que está mais próximo de nações reprimidas (socialistas) onde são restritas as liberdades de empreender, trabalhar, ter propriedade e investir. No Brasil trabalha-se 153 dias por ano apenas para pagar impostos. O Brasil, segundo a Heritage Foundation, de 180 países do mundo, só ganha, em termos de falta de liberdade econômica, para países socialistas como Venezuela, Cuba e Coreia do Norte.

O Brasil, segundo a pesquisa feita pela fundação acima mencionada, é um dos países do mundo com menor liberdade econômica. É evidente que um país com uma carga tributária que representa 32% do Produto Interno Produto (PIB), impede que o indivíduo possa usar o seu dinheiro e seus bens para criar negócios que gerem emprego e renda. O Brasil é um dos países do mundo com maior índice de regulamentação da sua economia, impedindo a liberdade de escolha.

Em termos de liberdade econômica o Brasil ocupa a vergonhosa posição de 153º lugar dentre 180 países estudados. Eis a causa pela qual no Brasil existem tantos empresários na informalidade. O acesso à legalidade é um privilégio no nosso país que poucos alcançam. Como estamos num ano eleitoral, em que se buscam caminhos diferentes dos que foram adotados até agora, e que nos levaram a essa grave crise em que vivemos, decorrente do intervencionista estatal exagerado, recomenda-se a leitura do livro de Hernando de Soto aos candidatos ao Governo do Estado do Acre.

Aos invés de se reprimir os empresários informais como concorrentes desleais, que não pagam impostos (dizem os mal informados), melhor entender que são eles que contribuem para que tenhamos menos desemprego e menos jovens na criminalidade.

*  Fernando Lage é empresário

*  Valdir Perazzo é advogado

São os inspiradores do Instituto Liberal do Acre – ILAC

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O superintendente da Funasa, Ronaldo Craveiro, e a chefe do serviço de Saúde Ambiental Shirlene Malveira Azevedo, fizeram nesta quarta-feira, 14, a apresentação do projeto Salta Z ao prefeito de Plácido de Castro, Gedeon Barros (PSDB), e à presidente da comunidade que será beneficiada, Ronéria Gondim da Silva, do Polo Agroflorestal. Serão 22 famílias atendidas com água potável.

O Salta Z é uma engrenagem criada por um técnico da própria Funasa para tratar água e alcançar comunidades de difícil acesso. Com a ajuda do senador Sérgio Petecão (PSD) a Funasa do Acre foi contemplada com 15 kits, que estão sendo repassados às prefeituras através de uma parceria com responsabilidades divididas. A Funasa dá o kit, a prefeitura dá o material para a base da caixa d’água e a comunidade constrói e nomeia um morador para operar.

Para uma comunidade de 22 famílias a Salta Z do Polo Agroflorestal só precisa produzir cerca de 200 litros dias, bem abaixo de sua capacidade. Os técnicos acreditam que sua instalação demore no máximo 30 dias em Plácido de Castro por causa do interesse demonstrado pelo prefeito Gedeon, que se prontificou entrar com todo o apoio necessário ainda esta semana. “Agradeço ao esforço do senador Petecão, ao Ronaldo e a Shirlene da Funasa e quem vai ganhar são as pessoas que moram no Polo”, disse o prefeito ao Blog.  

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Um conhecido empresário de Rio Branco, cujo nome não vou citar por não conseguido falar com ele, estaria aterrorizando pelo menos 72 famílias que moram em uma área de terra às margens da estrada Irineu Serra, parte alta de Rio Branco. A denúncia foi feita ao Blog por um grupo de moradores que garante: o dito empresário não tem um documento que comprove ser ele o dono da terra. A questão já foi parar na Justiça e um desfecho pior só não ocorreu porque todas as autoridades foram informadas, segundo um dos líderes do movimento, Sebastião Costa de Souza, 58. O grupo está pedindo socorro à imprensa para tentar fazer a notícia chegar a toda a sociedade. “Alguém precisa nos acudir aqui, pelo amor de Deus”, diz Sebastião, afirmando que nenhum morador tem menos 16 anos residindo no local.  

A área de terra, de aproximadamente 42 hectares, pertenceu ao líder da religião do Santo Daime, mestre Irineu Serra, que testamentou uma parte a uma filha de criação conhecida por Paula. Esta, segundo os atuais moradores, teria vendido a um ex-governador, que teria passado a uma terceira pessoa. Esta terceira pessoa seria com quem os atuais 70 moradores teriam negociado. “Não tinha nada aqui em nome desse senhor que diz ser o dono dessas terras”, afirma Vandiko Bezerra da Cunha, um dos líderes do movimento que pede o fim do conflito.    

Moradores do “Ramal do Tufic”, como eles chamam a área em conflito, estão desesperados, segundo eles, porque as ameaças do empresário seriam firmes e caso ele consiga o intento, pelo menos 70 famílias correm risco de perder tudo o que construíram ao longo dos últimos 20 anos. Todos eles sobrevivem de pequenas plantações em seus terrenos, ou de aposentadoria. Francisca Monteiro Bezerra disse que já até conseguiu vários empréstimos no banco para cuidar de seu pomar, com a renda do qual criou sua numerosa família. “Como é que esse homem é dono dessa terra se com o documento que eu tenho eu fui no banco e consegui o empréstimo. Já até pagamos o primeiro. São 20 anos certinho morando aqui, agora vem essas ameaças”, diz ela.

Os moradores da área conflituosa estão pedindo socorro às autoridades para que eles parem de ser importunados pelo empresário, que de vez em quando faria ameaças. “Eles tem amedrontado a gente até com armas”, diz seu José Freitas da Silva, o "Loiro". “Alguém precisa vir em nosso socorro, porque já estamos todos velhos, na casa dos 60 anos, não temos mais chance nenhuma na vida, nem para adquirir outra área. Não somos invasores, nós compramos isso aqui há anos, baseado no mapa da terra”, diz ele.         

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O governador Tião Viana (PT) não teria gostado nada de ter tido seu veto à lei de criação de uma autarquia para o Pró-Saúde, barrado pela Assembleia Legislativa com 22 dos 24 votos. Não é a primeira vez, mas foi a vez mais importante, porque ele queria muito vetar essa lei, que em vigência garantirá o emprego de mais 1,8 mil pais de famílias, mas contradirá ao Ministério Público, que mandou o governo acabar com o programa, ao enxergar nele muito mais interesse eleitoral do que para o bom funcionamento da saúde. Irritado, Viana praticamente não comentou esse assunto na tarde desta terça-feira, 13. Ao Blog do Evandro Cordeiro disse apenas uma palavra e por meio de sua assessoria. “É inconstitucional”, disse o governador traído pela própria base. Pelo que podemos apurar, o Governo não vai deixar barato o assunto, porque segue uma orientação do Ministério Público. Tião fez sua parte, mas deputados da própria base, no intuito de não se queimar diante de tanta gente envolvida, porque esse ano tem eleição, trataram de puxar uma campanha para barrar o veto do governador. Raimundinho da Saúde (PTN), um dos parlamentares que mais tem cargos no Estado, foi o primeiro a se levantar.  

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