Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
Blog do Evandro Cordeiro

O projeto de lei 602-2017, de autoria do vereador Josandro Cavalcante (PSDB), transforma pelo menos 13 bairros periféricos da cidade de Sena Madureira em região de “interesse social”, alguma coisa parecida com estado de emergência. O esforço de criar o projeto e convencer os colegas a aprovar e o prefeito Mazinho Serafim (MDB) a sancionar tem uma razão primordial como pano de fundo, a condição estabelecida pela Eletrobrás para a empresa poder estender a rede de energia nessas localidades.

Vão ser beneficiados os seguintes bairros pelo projeto do vereador Josandro: Bom Sucesso, Florentino, Nenê das Neves, Jardim Primavera, Pista, Vitória, Getúlio Nunes Sampaio, Eugênio Areal, Giliane Alves, Carneiro, Nova Conquista e Segundo Distrito. “De agora em diante iremos encaminhar a Lei à equipe da Eletrobrás para que a extensão na rede de energia seja feita. É um projeto que vai contemplar centenas de moradores, por isso estou entusiasmado”, diz o parlamentar.

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A executiva do Solidariedade, partido presidido no Acre pela professora Márcia Bittar, acaba de divulgar uma nota por meio da qual reafirma seu “total e irrestrito apoio” à pré-candidatura a governador do senador Gladson Cameli (PP). O documento segue reafirmando que o partido continua, também, compromissado com a candidatura de Marcio Bittar ao Senado, com a chapa de candidatos a deputado estadual sem a presença de pleiteantes com mandato, assim como a manutenção do nome da procuradora de Justiça Vanda Milani à disposição do chapão de federal da oposição. A nota é antecedida por elogios aos acontecimentos recentes no seio da oposição, por tudo isso fazer parte de processos absolutamente democráticos. Em outras palavras a executiva do partido deixa entender que na oposição as escolhas ocorrem em colegiados, enquanto em outras “alianças” as decisões são unilaterais e os nomes são, sempre, enfiados goela abaixo.

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O geógrafo e professor Claudemir Mesquita, especialista em planejamento e uso de bacias hidrográficas, volta a denunciar o “abandono escancarado” do rio Acre. Por meio de artigo criado por ele nesta quinta-feira, 22, Dia Mundial da Água, ele critica a quebra de acordos feitos lá atrás pelo atual Governo para garantir a “vida” do rio. Com o título de “O apodrecimento das águas”, o documento tem base científica, com dados precisos sobre a situação. Veja o artigo:

   

O apodrecimento das águas

 

*  Claudemir Mesquita

 

Senhores, a meditação do coração impressiona e entristece ao sentir a forma crua do apodrecimento das águas, pelo esgoto da cidade e pelo o agroquímico do campo.

Nossos rios e igarapés não pulsam num som aceitável, digo sempre, que se um rio soubesse o poder que tem, correria numa calha de pureza e nunca se encheria de rugas.

O nosso desafio é beber e vê-lo correr na calhas dos sonhos e das cores. Sem precisar de um capitão de fragata no leme. Digo isto porque as instituições ambientais criadas para defender os rios, deixaram a fina poeira do tempo, cobrir a semente do amanhã.

Viveram ativas por mais de 15 anos e não revitalizaram um barranco, não deram ao rio um plantio, físico ou pedagógico. Nasceram para auferir lucros e não dividiram com o Rio.   

Exemplifico: Entre 1999/2000 surge no alto Acre um movimento comunitário forte chamado MAP, para discutir com a comunidade o efeito das Mudanças Globais na Amazônia e suas consequência, para a população, e de modo especial, os pescadores, extrativistas, produtores e ribeirinhos.

Nessa década a escassez de água nos igarapés, e por consequência no rio Acre, deixou a pecuária com muita sede e por muito pouco, não morreu animais por falta de água. Foi um período de sequidão que se encerrou em 2.006. 2005, foi um ano tão seco que o rio Acre quase apartou.

Durante 135 anos, nunca se viu o rio Acre sentir nos olhos o abandono escancarado. Foi a primeira vez que o DEPASA instalou bombas auxiliares no meio do rio para abastecer a população de Rio Branco.

Por outro lado, as inundações chegaram bem mais altas superando as cheias que ocorreram em 1973, 1984, 1997 e 2.011. Elas chegaram com intervalos de aproximadamente 10 anos entre uma e outra cheia. Indicando ser um fenômeno de ocorrência cíclica.

Ainda entre os anos 2.000 e 2003 o governo anuncia a pavimentação asfáltica da rodovia transoceânica, já aberta sobre o interflúvio do rio Acre, com um discurso inovador para o rio Acre e que o povo iria avançar 20 anos de atraso crônico.

Foi um projeto politicamente audacioso para os governos: no entanto, criminoso para o Rio Acre e seus afluentes.

A rodovia atraiu pecuarista de todo país. Com isso, desmatamento nas laterais da estrada avançou por quilômetros.

Exatamente onde nascem os olhos d’água. Essas nascentes foram aterradas via assoreamento. (assoreamento é  a terra suja levada para os curso d’águas, no colo das enxurradas).   

Em 2003 foi criado o CONDIAC “Consórcio de Desenvolvimento Intermunicipal do Alto Acre e Capixaba” para discutir, criar e fortalecer as ações de articulação na Fronteiras do Brasil, com o Peru e a Bolívia, através de Comitês de Bacias visando sensibilizar os países para reduzir o desmatamento e o lançamento de esgoto no rio Acre. Concomitantemente melhorar a qualidade ambiental, bem como, a produção de peixes, principal insumos dos pescadores.

Em 2006 as discursões sobre os impactos ambientais tomam vultos para além da fronteira do Estado. Foi envolvido o Ministério das Relações Exteriores, fundamentalmente porque o rio acre é um o rio trinacional.

O Ministério do Meio Ambiente, da Justiça, o WWF-Brasil e o CNRH, tudo isso, se constituiu num grande esforço, para equacionar ou minimizar os danos ambientais que ainda hoje se discute. Como: o destino do esgoto, as secas que chegam a comprometer o abastecimento das cidades, as cheias que chegam ultrapassar a linha do planejamento urbano.

_bancos de areia que encalha a navegação,

_a escassez de água boa

_ o povoamento de peixes no rio,

_ além dos conflitos pelo uso da água entre comunidades.

O esforço ecoou no Planalto. E o que veio de lá, para recuperar o rio Acre, foi diluído entre as Instituições e a burocracia. 

Em 2010 o rio Acre volta a ser manchete de jornal desta vez para discutir a questão do meandro que apartou em Brasileia, mas sem calorosas discursões.

Certamente outros meandros irão apartar e a história do primeiro rompimento já terá sido esquecido.

Em 2011 a seca do rio Acre levou a Câmara Municipal Boca do Acre, solicitar da Câmara Municipal de Rio Branco um relatório sobre as condições de escassez hídricos do rio Acre.

Uma comissão de vereadores andaram da foz, em Boca do Acre, as nascentes no Peru. Viram tudo. O desmatamento, o esgoto a céu aberto e toneladas de agrotóxico chegando em bicas no rio Acre.   

Fizeram um extenso relatório abordando a gravidade ambiental do rio Acre. No relatório três aspectos chamou atenção: o esgoto, o desmatamento e o envenenamento do rio.

Não tomaram uma atitude concreta. Não criaram se quer uma área de Proteção Ambiental. Nada foi feito. E o deslocamento dos vereadores custou nada menos que 220,000, 00 com diárias Nacionais e Internacionais. Esse recurso, dava para recuperar 60 nascentes.

Em 2012 o Estado inicia os estudos do Plano Estadual de Recursos Hídricos, contendo, Diagnóstico e Prognóstico. Esse estudo veio de uma demando do Zoneamento ecológico e econômico.

Alguns enchem a boca para dizer que é o mapa dos sonhos.  

Senhores, acreditem! Quase tudo foi pará na lata do lixo.

Parece que tudo passa, enquanto passa a novela das oito.   

E a estiagem, vem ao longo dos anos esticando o tempo de vida da seca. E o gestor acompanha, usando decreto, ficções e o desvios de verdades. 

Tudo me leva crê que ainda não conhecemos a importância do Rio Acre, para a economia regional?

Então vejamos:

Somente para o município de Rio Branco, o rio Acre gera recursos financeiros da ordem de 16. 000.000,00 produzindo minerais abastecendo domicílios e gerando serviços.

E para todo vale. Gera uma economia muito superior a 20.000,000,00 por mês.

Algum outro setor da economia gera tamanha monta de recursos financeiros para a economia local?

Eu desafio.

Somente para Rio Branco, o DEPASA deveria arrecadar   2.700.000,00 distribuindo água para 90.000 domicílios. Somando aos demais municípios esse montante se elava para mais de 5.000.000 de Reais.   

As Empresas que comercializam areia em Rio Branco, extraem150. 000 metros cúbicos/mês. 80,00 m³, arrecadam 12.000.000,00 isso num ano calmo. Para todo vale, esse valor sobe para 15.000.000, 00.

Os serviços:

Somente com lavagem e limpeza de veículos gera na economia do município 3.600.000,00 reais para manter a frota de veículos e a cidade limpa. Circula na cidade 180, 000 veículos a um custo médio de 30.00 Reais. 5.400,000

A irrigação gera mais de 15.000 empregos direto na agricultura e na pecuária.

A água do rio Acre, alimenta um rebanho animal de pelo menos 60.000 cabeça de gados e animais silvestres.

Sobretudo uma população humana de aproximadamente 500.000 pessoas hoje. Se fizermos uma projeção para 200 anos o rio acre alimentará 3.000.000

E em saber que em breve, esta bacia hidrográfica será transformada numa bacia leiteira, sem nenhuma preservação ambiental, é simplesmente, condenar a morte a população urbana.

Agora lhe pergunto?

Qual é o Plano “b” para a população de Rio Branco continuar viva? No subsolo não existe água suficiente para suprir o consumo da cidade daqui a 200 anos.

O plano ‘b” seria a Bacia do riozinho do Rôla?  Essa ainda não recebeu nem uma indicação dos vereadores para que seja criado pelo menos uma área de preservação ambiental visando frear o desmatamento.

O que se discute sobre a bacia do riozinho do Rôla é que ela é a maior causadora das inundações na cidade de Rio Branco.

Realmente é, e continuará sendo, se o avanço brutal do desmatamento não for contido através da criação de uma APA. (área de proteção ambiental)

Se essa bacia não for protegida as consequências serão: aumento das enxurradas, o rompimento de meandros, a quebradeira das margens e o descontrole do escoamento fluvial do Rio Acre.

Outro fato chama atenção dos estudiosos: Desde de que a Reserva Chico Mendes foi criada, Ainda hoje não se conhece a extensão dos danos ambientais e nem o tamanho do rebanho bovino e animal na reserva.

Possivelmente estes estudos terão inicio em 2018, e sabe Deus, quando será conhecido o tamanho desse buraco, enquanto os gestores dormem de bouço cheio, o sono reparador.

No meu entender, a nossa única bacia hidrográfica destinada ao Plano “B” e que poderá salvar a vida das populações urbanas de Rio Branco, Quinari e Capixaba é a bacia hidrográfica do rio Iquiri.  Se um dia for recuperada e preservada através de um consorcio envolvendo os três municípios.    

Voltando para o rio Acre @Senhores estamos falando de um rio trinacional, que nem sei se estou a altura de fazer uma apreciação crítica da tua obra ambiental natural.

Que em tese, deveria ser cuidado pela população dos três países: Peru, Bolívia e Brasil.

Mais quando ele ingenuamente entra no Brasil, porque ingenuamente?  Por quê, se um rio soubesse a onde ir, certamente não passaria por uma cidade).

É recepcionado com 990 metros cúbicos de esgoto das cidades de Inãpare, São Pedro Bolbepra e Assis Brasil.

Esses são os votos de boas vindas que o povo lhe dar usando seu sobrenome (acre anos) que quer dizer  rio de poucos anos de vida.

Ainda no alto Acre ele é bombardeado com 2.820metros cúbicos de esgoto das cidades de Cobija, Brasiléia e Epitaciolândia.

A cidade de Xapuri lança 880metros cúbicos de esgoto domiciliar no rio Acre

Finalmente esse caudal chega turvo em Rio Branco exalando mau cheiro.

Rio Branco injeta no rio Acre mais ou menos 9.020 metros cúbicos de esgoto por dia.

Fora dessa conta consta 60.000 litros de pesticida e outros químicos usados no rebanho animal a cada vacinação.

AGORA IMAGINEM OS SENHORES.

Se as cidades e o rebanho bovino permanecem crescendo a uma taxa de 5% ao ano. Em 15 anos o volume de esgoto e agroquímico vai superar ao volume de água boa, saudável para se beber. 

Então lhe pergunto? Que rio orgânico resistirá a essa bomba atômica de contaminação!! Que homens vão se alimentar dessa água. Olhem bem. Vamos deixar aqui nosso maior bem; filho e netos.

Esse rio não comporta passageiro porque somos todos tripulantes. Ou seja, bebemos da mesma água.

Mais de 90.000 hectares da mata ciliar na calha do rio já foi desmatada.

 Assistimos o barranco se dissolver por falta de proteção, e o rio segue descuidado, aterrado e cheio do nosso desleixo.

O coeficiente de deficiência da água natural já é superior a 40% do que existia disponível a 30 anos, Ou seja, as nascentes e fontes d’água estão desaparecendo do texto e do contexto desse rio.

As cidades crescem 5% ao ano e rio, definha 8cm de lâmina d’água por ano.

E como vamos fechar essa equação?

Nossos filhos esperam encontrar um rio melhor, uma vez que temos nas mãos o puder de Legislar e educar o povo para garantir a presença de Deus nos lábios das crianças. 

Se nada for feito. Vou acreditar que nossos políticos vivem ao lado dos pobres, defendendo os ricos.                                                                       

*  Claudemir Mesquita Geo, Professor especialista em planejamento e uso de bacia hidrográficas.                 

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A tendência no MDB é voltar para a aliança puxada pelo senador Gladson Cameli (PP), mas nem o presidente do partido, deputado federal Flaviano Melo, teve coragem de afirmar isso com todas as letras agora há pouco. Ele disse que a executiva do partido se reúne esta manhã para, dai, sair o resultado final. “A executiva do nosso partido é que decide as coisas. E daqui a pouco nós vamos nos reunir”, disse ao Blog.

Nos bastidores se sabe que o retorno é certo, mas o que estaria transigindo ainda são alguns detalhes, alguns deles relacionados ao coronel Ulisses, que estaria também decidindo uma possível ida para a aliança puxada pelo PP. E tem um outro pitoresco detalhe: o senador Gladson, que é o candidato a governador, teria pedido para que essa decisão seja definitiva para evitar que o assunto vire fadiga no noticiário.

Perguntei ao deputado Flaviano o que diz o coração dele, baseado em entrevistas anteriores, em que ele se apresenta como o pacificador que tem notada preferência pela candidatura de Gladson, e ele, bem ao seu estilo, apenas riu. Pediu para esperar o resultado da reunião extraordinária da executiva do MDB. “Mais tarde sai essa decisão em definitivo”, concluiu.   

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Muita gente querendo ser candidato a deputado estadual, achando que basta dizer que é de uma família tradicional e garante votos. Não é bem assim. Situação não vai ser fácil pra ninguém este ano. Mais difícil ainda para quem não tem apoio da família estruturada. Este é caso do Kilson Ribeiro, que diz ter apoio da família, em especial do tio, o ex-prefeito Quinari, Celso Ribeiro, sem ao que parece, ser real, uma vez que o próprio núcleo da família, uma das mais importantes do Quinari, tem dito que não o apoia. O assunto foi destaque, inclusive, na coluna de Olho do Portal Quinari. É como se diz: campanha se constrói com todos e, principalmente com os familiares. Sem a família não se chega a lugar algum.
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Sob o comando de sua presidente, Marcia Bittar, o partido Solidariedade está promovendo hoje, no centro de convenções do Resort Hotel, localizado na confluência da BR-364 com a Transacreana, um curso de formação política. O tema é planejamento de estratégias eleitorais. Daqui a pouco será servido almoço. O encerramento será às 18hs.
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O buraco da avenida Brasil que virou manchete nesta quarta-feira, 21, por ter “aparecido” numa rua que tinha sido inaugurada pelo prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT), no centro da capital, há três dias, não admirou o deputado federal Major Rocha (PSDB). Ele disse ao Blog do Evandro Cordeiro hoje cedo que “buracos são a marca da administração do prefeito que ainda quer ser governador do Acre”. Rocha afirma que Alexandre não é conhecido apenas pelos buracos nas ruas de Rio Branco. “Além disso ele é famoso pela construção da BR, pelo sumiço daqueles dinheiro na Emurb e por ser o queridinho de Lula e Tião Viana”, diz o federal, pré-candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo senador Gladson Cameli (PP).

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O empresário Jarbas Soster, dono da Pedra Norte, é o mais novo filiado do PHS, partido por onde disputará a eleição para deputado federal. Jarbas é filho do ex-deputado estadual Waldomiro Soster. Convencido pelo presidente do PHS, Manoel Roque, a se filiar na sigla, uma das mais antigas dentro da Frente Popular, por acreditar, principalmente, numa possível futura gestão do prefeito Marcus Alexandre (PT) como governador do Acre.
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O município de Assis Brasil é, disparado, o mais parado hoje no Acre por uma razão fatal da contabilidade: deve mais do que recebe. Prefeitos anteriores deixaram acumular uma dívida superior R$ 33 milhões e atual prefeito, Zum Barbosa (PSDB), foi escolhido para pagar o pato. “Eu mal assumi e a prefeitura ferveu de oficial de Justiça, promotor, polícia. As contas da prefeitura foram todas sequestradas e, no início, eu querendo entender. É muito rolo da época dos prefeitos do PT. Eles fizeram muita farra, achavam que, porque tinha do presidente ao governador, poderiam fazer o que fizeram. Tinham a sensação que todo petista tinha, a da impunidade. Resultado: eu cheguei no momento em que a Justiça resolveu cobrar”, diz o prefeito.

O dia dos repasses constitucionais é a pior data para o prefeito Zum Barbosa. Em meio ao sequestro de tanto dinheiro ele conseguiu livrar uma parte para pagar servidores, numa tentativa desesperada de evitar o caos administrativo, que é quando servidor fica sem salário.

No mais, o prefeito não tem conseguido fazer quase nada, senão contas, contas e mais contas. Ele passa horas reunido com a equipe fazendo cálculos e pedindo socorro a Brasília.

Anteontem, por exemplo, passou a tarde inteira tentando negociar com a Caixa Econômica a principal dívida da prefeitura, FGTS e consignados, que ultrapassa aos R$ 3 milhões. “Essa dívida da Caixa, cobrada agora na minha gestão, é que inviabilizou a prefeitura. Os prefeitos anteriores nunca depositavam o FGTS. Eu tenho os comprovantes da época do Manoel Batista, que administrou na época da vacas gordas”, diz Zum.

Batista é do PT e foi prefeito no período em que Jorge Viana (PT) era o governador. Foi uma época em que o País estava em crescimento e o PT não tinha limites, porque era como uma seita, adorado pela maioria.

Zum Barbosa nunca foi um azarado, segundo ele mesmo. Pelo contrário. Diz que teve muita sorte na vida ao alcançar tudo o que alcançou. Para se ter uma ideia, no início dos anos 1990 foi prefeito de Assis Brasil pela primeira e fez uma gestão tão aprovada que quase 20 anos depois se elegeu prefeito com certa facilidade, agora em 2016. Mas ele anda desconfiado do astral no qual deve ter entrado nesses últimos um ano e meio. “Os prefeito anteriores fizeram farra, não pagaram as contas ai, justamente eu, apareço na história para pagar esse pato”, afirma.

O que tem salvado a gestão dele são algumas emendas individuais e impositivas conseguidas em Brasília pela bancada federal, com destaque para os senadores Sérgio Petecão (PSD) e Gladson Cameli (PP), dos deputados federais Major Rocha (PSDB), Alan Rick (DEM). “Pelo menos as emendas estão salvando minha gestão”, diz ele, atolado no meio de uma pilha de documentos.

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Os pastores Daniel Batistela, da Jocum, e Luiz Gonzaga, presidente igreja Assembleia de Deus em Rio Branco, são alguns dos professores que ministrarão aulas no Seminário Teológico que será promovido pela Igreja Batista do Bosque durante três anos, entre 2018 e 2020. Aplicado por módulos, o curso alcançará boa parte das disciplinas aplicadas nos cursos tradicionais de Teologia. As inscrições estão abertas mesmo a aula inaugural já estando marcada para o dia 2 de abril próximo. Para se inscrever ou obter outras informações o interessado precisa procurar a Central da Visão, ao lado da sede antiga da IBB, no bairro Bosque. O líder da igreja, pastor Agostinho Gonçalves, é um dos mais entusiasmados com o seminário, cujo objetivo é fazer chegar aos cristãos mais conhecimento sobre a Palavra de Deus contida na Bíblia Sagrada.

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