Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
Blog do Evandro Cordeiro

 

A banda Sambrasil tirou o acreano para dançar nos anos 1990. Era uma febre. Aqueles oito garotos pegavam uma carona na onda do samba que “invadia” o Brasil e chacoalhavam à noite de Rio Branco. Muita gente cantava o sucesso deles na rua, na época. Mas acabou. O sonho de virar sucesso nacional – e eles tinham cancha para isso – acabou em terrível frustração.

Hoje, 20 anos depois, Jaide Sodré, um dos vocalistas do grupo, conta que ao chegar no Rio de Janeiro, empurrados pelo sucesso no Acre, o grupo quase entra em depressão por não conseguir emplacar na mídia nacional. “Não conseguimos um produtor e aquilo frustrou todo mundo”, conte ele ao Blog.

Mas os garotos da Sambrasil já são senhores, todos com a vida bem resolvida e, para quase todos, o que passou, passou. Neste sábado, 2 de setembro, o Jaide vai reunir o maior número possível de ex-componentes do grupo, de outros amigos músicos e vão cantar juntos. A ideia é relembrar os anos 1990. O encontro está marcado para o Buffet Sâmia, na Vila Ivonete. Relembre um pouco da banda Sambrasil a seguir, em rápida entrevista com o vocalista Jaide:

 

Blog – Quanto tempo durou a banda Sambrasil, uma febre na época?

Jaide Sodré – A banda durou sete maravilhosos anos e nós éramos 9 componentes

Blog – Quem eram os componentes e onde estão todos?

Jaide Sodré – Jaide Sodré, Marcelo, Nilzinho, Charles violão, Sardinha contra-baixo, André teclados, Alexandre percussão e Chiquinho batera. Charles e Sardinha estão em Goiânia, eu e Nilzi no Amazonas

Blog – O sonho do sucesso, embalado naquela época por vocês, passou ou ainda resta uma esperança de refazer a banda?

Jaide Sodré – Ah, meio difícil. Acho que só uma força da mídia nacional faria a banda voltar com todos os componentes juntos. Ou seja: quase impossível.

Blog – Vocês embalaram uma galera naqueles anos 1990. Porque a banda, tão querida pela imprensa, tão badalada, acabou?

Jaide Sodré – O sonho de uma linda juventude daquela época, realmente. Ninguém imaginava que um dia poderíamos acabar porque era uma banda-empresa, muito organizada. Mas acabou talvez por frustação e falta de paciência, porque quando viajamos pro Rio na cabeça de alguns achavam que a gente já ia estourar e faltou influência, coisa que não tivemos sorte pra encontrar um produtor nacional de respeito. Infelizmente.

Blog – E a feijoada de sábado, no Buffet Sâmia, ali na Vila Ivonete, qual o propósito?

Jaide Sodré – Ah, a Feijuca do Jaide¿ É confraternizar com os fãs e pagodeiros e sambistas e com isso gerar um start de um novo começo solo na minha carreira.

 

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A lista tríplice para escolha do novo Ouvidor Geral da Defensoria Pública sai na tarde desta quinta-feira, 31. O professor José Rodrigues Arimateia, ou Ogan Arimateia, como é mais conhecido pela autoridade que exerce numa religião afro, será um dos três nomes escolhidos e com chances de ser apontado como ouvidor. Ele tem currículo, inclusive político. Em franca campanha, ele passou a manhã passando a plataforma dele como provável futuro ouvidor.

Entre outras garantias, Ogan Arimateia lançou o seguinte: “Como Ouvidor vou participar da gestão, auxiliando a instituição, seus membros e servidores, recebendo denúncias, reclamações, sugestões e elogios dos usuários; vou lutar para garantir o dever de promover o real e efetivo exercício dos direitos e o desfrute das liberdades com a adoção de medidas positivas para proteger as pessoas das ameaças, adotando medidas de prevenção geral, de reparação e cooperação”.  

 

 

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O vereador Leandro da Várzea, que faz oposição ao prefeito Ilderlei Cordeiro (PMDB), em Cruzeiro do Sul, não gostou da ideia de seu partido, o PSL, agora chamado de Livres, ir para a oposição ao governo Tião Viana (PT). Tanto que vai se desfiliar. Ele deve seguir o ex-candidato a prefeito Henrique Afonso, que deixou o PSDB e voltou para o PV. Assim, Leandro da Várzea continua fazendo oposição ao prefeito e apoiando o governo do Estado, na Câmara Municipal da segunda maior cidade do Acre.

 

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Uma resolução da Convenção Nacional das Igrejas Batista que proíbe suas filiadas nos estados de convidar cantor e pregador que cobram cachê, além de se envolver com política partidária, não vale para as igrejas maiores do Acre, a Batista do Bosque e a Renovada. Em relação a IBB, foi o próprio pastor Agostinho Gonçalves, seu líder maior, quem deu a informação. “Não somos mais filiados à convenção”, disse ele. Já em relação a outra denominação, foi um fiel quem deu a informação. Ele pediu para não ter o nome citado por não ter autorização da apóstola Dayse Costa, mas disse que essa resolução nova não estaria valendo para os renovados.

 

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O PSL agora é o Livres, partido apresentado oficialmente aos acreanos nesta quarta-feira, 30, à noite, na Federação do Comércio. Com sua programática absolutamente liberal, a direção do partido presenteou o público presente com uma palestra do Diogo Costa sobre liberalismo. O presidente da sigla no Acre, Rodrigo Pires, comemorou o sucesso do evento. Ele acredita que o partido e o liberalismo terão presença forte nas próximas eleições.  O fundador do partido, Felipe Melo França, também prestigiou o evento, que teve participação maciça de empresários de vários setores da economia do Acre.

 

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Daniel Klifer Leitão Viana, um garoto promissor nos estudos, que toca violão, um artista, virou o “Treme-Treme”, um maltrapilho sujeito que abordava carros no centro atrás de uns caraminguás para garantir seu vício, usuário de drogas que é. Ele foi preso ontem e alguns amigos conseguiram a foto dele do antes das drogas. É um choque! O rapaz simpático é transformado em um zumbi. A exposição dele foi garantida por um BO na polícia. Ele foi preso por atacar carros de mulheres, supondo a fraqueza delas, talvez. Quando não era atendido com moedas, arranhava o veículos das senhoras. Foi levado para a delegacia, mas o caso dele não é para cela, mas para maca de hospital. Foi infectado por essa doença contagiosa que dizima famílias, a droga. Fica ai a imagem da capacidade das drogas de promover a mudança.

 

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Atormentado por números de pesquisas para consumo interno, que mostram a realidade sobre seu governo e o quadro tenebroso para a Frente Popular em relação as eleições 2018, o governador Tião Viana (PT) começa a tresvaliar. Ele acha que o senador Gladson Cameli (PP) vai desistir da candidatura a governador. “Isso é puro desespero”, reage o presidente do PP, ex-deputado José Bestene, espécie de conselheiro do pré-candidato. “A chance de eu desistir é nenhuma”, me disse esses dias um Cameli, super animado com a campanha que se aproxima e, principalmente, com os números de consumo interno de pesquisas bem recentes. Ontem tentei convencer Gladson Cameli a responder o governador. Ele não quis. “Não quero polemizar com esse povo, amigo”, disse.  

 

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A audácia dos ladrões chegou a um ponto que nem mesmo delegacia ou a sede do Judiciário escapam da ação dos larápios.

No distante município de Jordão, na madrugada desta quarta-feira, 30, bandidos arrombaram portas e janelas e levaram pequenos objetos dos dois locais.

Ainda não há informações de presos ou suspeitos.

 

Ladrões quebraram as vidraças para entrar no prédio do Fórum de Jordão

Já dentro do prédio, levaram a botija de gás

 

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O PMN vai continuar firme na oposição e vai caprichar para eleger um deputado em 2018. Segundo a presidente da sigla, advogada Valdete Souza, é preciso calma nesse momento para ver como ficará a reforma política. “Enquanto a reforma não vem vamos fazendo a tarefa de casa, filiando lideranças, sempre muito discreto”, diz.

Quanto a apoios, o partido será reticente. “Estamos conversando, nós da executiva, para ver quem e porque vamos apoiar alguém para o Senado, por exemplo. O PMN precisa ser mais valorizado. Temos muito tempo de rádio e televisão”, diz a presidente.

 

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