Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
Blog do Evandro Cordeiro

Tião Bocalom (DEM), Major Rocha (PSDB), Alan Rick (sem partido) e Antônio Pedro (DEM) se reuniram na manhã desta sexta-feira, 30, reafirmaram a parceira e se mandaram, andar pelo Estado com uma proposta alternativa para as eleições de 2018. Mais especificamente, foram para o Alto Acre.

O deputado federal Alan, a rigor, vai dormir em Epitaciolândia, depois de cumprir uma agenda em Brasiléia, e amanhã cedo parte para a Reserva Chico Mendes, onde vai passar o dia andando com o líder José Carlos “Açúcar”, um dos pré-candidatos a presidente da Associação da Reserva, a vida inteira dominada por gente do PT.

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No final de 2014 foi criado o Movimento Brasil Livre (MBL). É também a partir dessa data que os Institutos Liberais de todo o Brasil ganham maior visibilidade. Logo depois de 2014, um partido liberal obtém seu registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE): o Partido Novo. O PSL (Livres), com o Partido Novo, empolgam os que hoje defendem no Brasil as bandeiras liberais. Um Estado mínimo!

O Movimento Brasil Livre (MBL) talvez, o que tem a maior simpatia dos jovens que se afastam do esquerdismo e das ideologias que defendem o coletivismo. São cinco seus objetivos: impressa livre e independente, liberdade econômica, separação de poderes, eleições livres e idôneas e fim dos subsídios diretos e indiretos para as ditaduras.

Nós aqui do Acre não poderíamos ficar equidistantes desse importante movimento liberal que, em boa hora, como uma onda, chega ao Brasil. Sem muita pretensão, há dois anos, no aplicativo whats app, criamos o grupo dos liberais do Acre. Essa proposta avançou. Hoje já está em marcha a criação do Instituto Liberal do Acre (ILAC).

Pois bem. Evandro Cordeiro nos pediu que escrevêssemos um artigo semanal ou quinzenal em seu site, no escopo de divulgamos o liberalismo. Gostei da proposta. Tem um caráter pedagógico. Contribuir para que a sociedade acreana não se limite a ouvir  - e assimilar - apenas o discurso de esquerda. A proposta do coletivismo que tinha sido a tônica nos últimos vinte anos no Estado do Acre.

Não sou um doutrinador. Sou, por convicção, um liberal conservador. Darei uma contribuição modesta a partir dessa convicção. Direi o que li e o que continuo lendo no escopo de reforçar essa convicção. A minha conversão ao liberalismo é de poucos anos.  Fui aluno de faculdades católica e pública. Nelas nos privaram de conhecer o discurso liberal. Recebíamos uma verdadeira doutrinação esquerdista. Libertei-me, faz poucos anos.

Do jovem economista liberal Rodrigo Constantino, em sua obra “Contra a Maré Vermelha – Um Liberal Sem Medo de Patrulha,  aprendi que “O liberal, ao contrário do intervencionista, é humilde, reconhece que a sociedade é bastante complexa, e defende um processo incessante  de tentativa e erro sob a livre concorrência. Ele sabe que as imperfeições do livre mercado costumam ser agravadas com a intervenção estatal, realizados por humanos também imperfeitos”.

Parto desse pressuposto. As intervenções do Estado só contribuem para provocar desequilíbrio na economia, gerando injustiças.

Disse que sou um liberal conservador. Entendo também que não basta ser liberal na economia. Faz-se imprescindível que tenhamos valores. Uma economia só pode bem funcionar se os agentes econômicos estão imbuídos de valores. E, a meu ver, os melhores valores para permear a economia são os do Cristianismo.

Estou absolutamente de acordo com o católico conservador Adolpho Lindenberg, que em seu festejado livro “Uma Visão Cristã da Economia de Mercado”, afirma: “Sem uma moral praticada de forma muito generalizada, a economia acabará mirrando e virá a decadência geral da sociedade. (...) ensina-nos a religião que o fim último do homem não é o de enriquecer, mas o de se aperfeiçoar espiritualmente, com vistas à felicidade terrestre e à bem-aventurança”.

Portanto,  nesse espaço generosamente cedido por meu amigo Evandro Cordeiro, darei meu humilde testemunho daquilo que eu acredito como paradigma de sociedade no plano econômico e dos valores.

 

* Valdir Perazzo é um dos idealizadores do Instituto Liberal do Acre (ILAC)

 

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A secretaria de Pequenos Negócios do Governo do Acre parece que vai ser pequena para tantos candidatos em 2018. Se não bastasse o secretário, Henry Nogueira, que trabalha sua eleição para deputado estadual, acaba de ser oficializada a pré-candidatura da subsecretária, Silvia Monteiro, a deputada federal. Não é sem razão que ela anda no mundo distribuindo kits de pequenos negócios. Nessa foto, por exemplo, estaria em Rodrigues Alves, num evento oficial, fazendo política. E para os secretários e outros pretensos a disputar as eleições do ano que vem, mais uma sobre dona Sílvia: ela teria a benção da primeira-dama, dona Marlúcia Cândida. Seria a candidata da mulher do homem. Em outras palavras, candidata da esposa do governador Tião Viana (PT). Aliás, dona Marlúcia ainda fez um pedido a Sílvia: que ela apoie para deputada estadual a Sawana Carvalho, secretária de Gestão Administrativa do Estado. Ou seja: essa é uma operação contra a qual é melhor ninguém tentar se insurgir.   

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Sexta, 30 Junho 2017 10:17

Calaram (de novo) a Sinhasique

A deputada estadual e radialista Eliane Sinhasique (PMDB) teve mais uma vez seu microfone "calado" na Gazeta FM. 

A Pequena divulgou hoje, 30, com voz embargada, a decisão da rádio de retirar seu programa Boca no Microfone do ar. A radialista/deputada chegou a questionar se a atitude foi por perseguição ou medo. 

Sinhasique disse em sua rede social que o programa era o espaço para a população falar sobre o Acre real, reclamar das condições dos bairros e dos municípios, longe do Acre midiático apresentado pelo Governo do Estado.

 

 

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Quando morre uma pessoa todo mundo sente um mal súbito, mas quando morre uma pessoa amiga ai o buraco é mais embaixo, como diria o pobre adágio popular. No meu caso foi minha amiga e colega jornalista, Val Sales, que partiu esta madrugada para a eternidade e deixou a manhã desta sexta-feira, a meu ver, meio cinzenta. Não sem razão. Eu convivi muito com ela. Diria que iniciamos juntos essa gloriosa profissão.

A Val, como eu, veio de família humilde e nós nos identificamos por apreciarmos as mesmas amenidades. Quando fumava, eu nunca tive luxo. Pitava do tabaco ao cigarro boliviano do mais ruim, ela também. Gostávamos de cerveja, mas quando não tinha, bebíamos pinga. Quando a gente ia escrever, muitas expressões eram cravadas da forma mais simplória, às vezes até com os vícios de linguagem trazidos da nossa classe social. E isso me aproximava da Val. Tudo isso passou.

Nos tornamos evangélicos, melhoramos um pouco nosso textinho e melhoramos nossa amizade, no que pese a maior distância, porque eu fui para um jornal, ela para outro. Mas fica a história. E agora a saudade. Quer que eu seja bem sincero? Não estou cabendo em mim, de tanta saudade da Val. Mas é o jeito encarar. A morte de vez em quando nos dá a lição de que somos finitos, principalmente a nós, jornalistas, que as vezes pensamos ser eternos.

Então, adeus querida Val. Até um dia.

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Tive um reencontro relâmpago com o ex-deputado Roberto Jeferson ontem à noite – o primeiro foi em Brasília, quando eu era candidato a ser secretário-geral do PTB dele aqui no Acre. É bom falar com ele. É garantia de ouvir coisa boa. Se Neymar é o bom da bola, Jeferson é o campeão da retórica. Riu quando disse que queria ouvir ele cantar “Nervos de aço”, de Lupicínio Rodrigues, e quando perguntei para quem diria no Acre “Sai daí, Zé”, numa alusão à famosa frase que ele disse na CPI do Mensalão, a Zé Dirceu, seu ex-amigo.

Cortejado por todos para fotografar e falar, perdi o Roberto de vista na multidão, mas depois do sorriso disse: “vocês, acreanos, são bons”.

Fui ver o ex-deputado Roberto Jeferson numa cerimônia em que ele deu posse a nova diretoria do partido dele, o PTB, no Acre, na presidência de quem está a publicitária Charlene Lima. O ato foi na Fecomercio. Prestigiaram o evento dirigentes de outros dois partidos, o Solidariedade e o PPS. A rigor, desse grupo de partidos, deve sair um candidato a senador, Marcio Bittar, e ao menos uns três candidatos a deputado federal.

 

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Deputado Flaviano Melo e sua irmã Otília, no destaque o homenageado da noite, Raimundo Melo

 

Pouca gente sabia que o ex-deputado estadual Raimundo Melo, pai do ex-governador Flaviano Melo, foi um dos primeiros dirigentes do PTB no Acre. Mas isso foi bem esclarecido durante o evento em que a nova direção do partido no Acre foi empossada, nesta quinta-feira à noite, na Fecomércio. O presidente nacional do PTB, ex-deputado federal Roberto Jeferson, inclusive, entregou uma comenda a Flaviano Melo em homenagem ao pai. Quem conheceu Raimundo Melo como eu e minha família se emocionou diante daquela lembrança.

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Quem ouviu a entrevista do ex-presidente Lula na rádio Difusora nesta quinta-feira, 29, deve ter chegado a três conclusões: ele não é réu na Operação Lava Jato, não mora no Brasil e nem conhece o Acre. Lula faz parecer que é vítima de uma conspiração de ricos contra pobre, acredita que deixou o Brasil no primeiro mundo e sobre o nosso Estado simplesmente o coloca como referência em tudo, num discurso bem parecido com o dos irmãos Viana. Imagina se o Acre é um exemplo no setor de educação, como ele disse que é.   

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Campeã de acessos do Blog do Evandro nesta quinta-feira, 29, a matéria sobre denúncia do taxista Cornélio Júnior ao Ministério Público, para quem ele acusou o aplicativo Uber de ser “pirâmide financeira”, gerou muitas discussões nas redes sociais. Uma parcela significativa saiu em apoio ao taxista, mas alguns criticaram, além dele, a prefeitura de Rio Branco por estarem tentando barrar essa alternativa de transporte. Aqui no Blog, por exemplo, o leitor “João” deixou o seguinte comentário: “podem chorar o quanto quiser, se São Paulo e o mundo não acabou com o UBER não vai ser Rio Branco que vai conseguir. Já disse em casa e é senso comum entre amigos, o político que for contra o UBER eu vou fazer campanha CONTRA de graça. População não quer exploração, Uber é bem vindo”.

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Uma comissão de moradores do ramal Oco do Mundo, liderada pelo presidente da associação, Ademar Alves de Barros, foi ao Incra na manhã desta quinta-feira, 29, cobrar a recuperação da estrada. Recebidos pelo superintendente, Eduardo Ribeiro, o grupo foi orientado a procurar a direção do Deracre. Ribeiro prometeu, inclusive, ajudar nesse sentido, ligando para o diretor do órgão estadual, Cristovam Pontes. Os produtores rurais tiraram uma outra dúvida, ao serem informados de que não foi tirada nenhuma máquina do Incra da prefeitura de Senador Guiomard que serviriam para serviços de melhora nos ramais. “Ele nos disse que não existem essas máquinas, razão pela qual mandou nós procurar o Deracre”, afirmou Ademar ao Blog. O líder rural circula por Rio Branco hoje com um abaixo-assinado com pelo menos 80 assinaturas na intenção de achar alguém que seja responsável pela recuperação da via de acesso às colônias daquela região.

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