Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal
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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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O presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, reafirmou agora há pouco, em Brasília, o compromisso do partido com a pré-candidatura da procuradora de
Blog do Evandro Cordeiro

O senador Sérgio Petecão (PSD) participou, na manhã desta segunda-feira, 2, na condição de coordenador da Bancada federal, da solenidade em que o Governo do Estado, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e as empresas de telefonia móvel Vivo, Claro e Tim assinaram um documento se comprometendo a melhorar os serviços de conectividade em todo a região.

Bem humorado, como sempre, mas comprometido com a comunidade mais prejudicada, convidou os diretores de Vivo, Claro e Tim a fazer uma visita a regiões extremas do Acre “para ver o que é internet ruim”. Segundo Petecão, o morador lá de Porto Walter, de Marechal Thaumaturgo, de Santa Rosa, esse é que paga o pato, por causa do serviço ruim dessas empresas. “Por isso convidei eles a visitar esses lugares, para sentir na pele”, disse o senador.

Petecão ouviu dos diretores que haverá melhorias na transmissão do sinal de internet na frequência de 700mhz, principalmente na capital, o que permitirá um alcance e velocidade de sinal muito superior a qualquer rede celular existente no Brasil. “Vamos ver se vai melhorar. Eu estou aqui para cobrar”, diz o senador.

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D Gioc

Um soldado do Exército que estava doente fez a tripulação do DC-3 da Cruzeiro Linhas Aéreas que já taxiava na pista do aeroporto de Sena Madureira para decolar com destino a Rio Branco, naquela manhã de 28 de setembro de 1971, “convidar” dois passageiros a desembarcar para dar lugar ao militar. Um desses tirados da aeronave, frustrado porque era seu primeiro vôo e porque vinha se encontrar com sua mãe, que estava na capital, é o hoje superintendente do Idaf no Acre, Ronaldo Queiroz. O Blog do Evandro Cordeiro ouviu o Ronaldo, para, 46 anos depois, tentar entender como o destino tão sutilmente tira as pessoas do caixão ou as colocam, sem que ninguém perceba. Ele tinha 6 anos na época, mas puxa o fôlego bem forte ao ser abordado sobre o assunto. “Ainda fico nervoso porque me lembro de tudo, até da cor da roupa e da bolsa que eu trazia”, conta o “sobejo da morte”.
O “aniversário” da tragédia é sempre lembrado a cada ano pelas mais variadas razões, uma delas o fato de aquele aparelho transportar o então bispo da prelazia Acre-Purus, o italiano Dom Giocondo Maria Grotti, recém-chegado no Estado, para substituir o bispo Fontenele de Castro. Giocondo não era, todavia, a única pessoa importante dentre daquele aparelho. Aquele vôo tinha saído cedo de Cruzeiro do Sul com muita gente da alta sociedade, principalmente pessoas ligadas ao setor empresarial e comercial. Parou em Tarauacá, onde também embarcaram comerciantes e empresários, repetiu a dose em Feijó, e, finalmente, em Sena Madureira. Seu Osvaldo Dias Magalhães, um emergente comerciante do Juruá, era um dos passageiros. Osvaldo vem a ser o pai do ex-deputado estadual Edvaldo Magalhães.
O avião então decolou às 10hs na direção da boca do Purus. Pouco mais de um minuto depois o motor direito para. O piloto tenta retornar para a pista, mas empurrado por apenas um motor, a aeronave perde altura e enquanto fazia a curva começou a se chocar com a copa de arvores, até cair na boca do rio Caeté. O aparelho pegou fogo e todos os passageiros, muitos vivos ainda, provavelmente, foram carbonizados. Saldo: 32 pessoas mortas. É a maior tragédia aérea do Acre e do Brasil para a época.
Mas toda essa maçante e macabra sequência entre a decolagem e a queda reservou para a história algumas coincidências para a alegria eterna, além luto para a eternidade. O Ronaldo Queiroz, de tradicional família de Sena Madureira, filho do seu Romariz de Queiroz Costa e da dona Gildaceles Guedes de Queiroz, deveria estar dentro da aeronave, mas não estava. Ele era o garoto que teve que deixar a poltrona junto com seu tio Oliveira para dar lugar ao soldado do Exército Pedro Freitas, doente e que precisava ser trazido para Rio Branco. “Ainda hoje sinto um frio na barriga, porque eu desci muito chateado daquele avião. Era meu primeiro vôo. E minha mãe estava em Rio Branco. Eu estava louco para me encontrar com ela. Voltamos para casa e quando cheguei na sala ouvi aquele barulho na cidade, aquela correria e uma fumaça que cobriu a Sena. Pouco depois foi que entendi tudo”, conta.
Ronaldo Queiroz até hoje é paparicado pelos quatro irmãos, tratado como sobejo da morte não sem razão. Ele entrou no avião, mas saiu para dar lugar a alguém que perderia a vida. Assim, se foram 46 anos e a resposta para a pergunta que eu fiz ao Ronaldo vai ficar para a próxima oportunidade, talvez. Ele, nem ninguém, até hoje, sabe interpretar o destino. “É impossível interpretar essas coisas. O destino é o destino. Eu e meu tio ficamos para contar a história, que até hoje ainda me deixa irrequieto. Fiquei traumatizado com avião e até hoje, quando é para entrar numa aeronave, ainda sinto”, conta o dono da sorte grande daquele 28 de setembro de 1971, data marcada por uma tragédia que parece estar fadada a nunca ser esquecida no Purus, no Acre e no Brasil.

Aviao D Gioc

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O advogado, teólogo, doutor em psicanálise clínica, professor de educação física e especialista em programação neuro linguística José Ildson Viana Barbosa afirmou ao Blog do Evandro Cordeiro, sobre a cura gay, polêmica recente levantada no Brasil, que “Deus não se enganaria ao criar uma pessoa biológica e fisiologicamente de um sexo para que depois ela tenha que mudar para outro”. E mesmo que aconteça a mudança, ele garante, aí como apóstolo, título topo de autoridade eclesiástica: existem muitos casos de pessoas que conheceram a verdade (à luz da Bíblia) e foram libertas. Ao conceder a entrevista ele não fez nenhuma ressalva sobre como entrar numa bola tão dividida quanto a tal cura gay. Aceitou falar como evangélico e como entendido nas ciências humanas. Aos 45 de idade, Ildson Viana não tem apenas o currículo escolar vasto, mas toda uma história de vida iniciada em Cruzeiro do Sul, onde nasceu. Já andou de bicicleta, de pés, e teve que dar duro para criar os quatro filhos, mas atingiu objetivos inimagináveis por meios dos estudos. A seguir a polêmica entrevista com o homem que, além de dar aulas em universidade, ministra a palavra de Deus e ainda dirige a Santa Casa de Misericórdia:   

Blog – Começo a entrevista com o Apóstolo, com a autoridade eclesiástica, a quem pergunto, dura e secamente: existe a cura gay à luz da Bíblia?

Ildson Viana - Do ponto de vista bíblico tudo é possível. Apesar de todos os argumentos infundados e sem amparo científico acerca da mudança de sexo, Deus não se enganaria ao fazer uma pessoa biológica e fisiologicamente de um sexo para que depois ela tenha que mudar para outro. Porém, mesmo mudando, existem muitos casos de pessoas que conheceram a verdade e foram libertas.

Blog – Agora pergunto ao doutor em psicanálise clínica, advogado e professor de educação física: existe a cura gay?

Ildson Viana - Do ponto de vista científico a homossexualidade não é considerada uma doença, isso com base no CID 10 (CÓDIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS), embora a transexualidade ainda conste no referido código como transtorno. Portanto, se não há doença não há cura - isso pelo prisma da psicologia. O que posso afirmar é que, embora a ciência não reconheça a homossexualidade como doença, não se pode deixar de mencionar que alguns transtornos e traumas condicionaram muitos a criar aversão à própria sexualidade, gerando com isso hábitos homossexuais. Nesses casos os traumas, sim, poderiam ter sido curados.

Blog – A discussão em torno da ideologia de gênero vem ganhando algum apoio popular, principalmente porque alguns partidos políticos ou suas “estrelas” têm se posicionado e, assim, influenciado muita gente. Onde isso vai esbarrar, professor?   

Ildson Viana - A ideologia de gênero é uma das mais terríveis estratégias que existe em nossa geração. Os militantes do movimento LGBT, amparados por alguns representantes políticos e partidos que visam a desconstrução da base familiar, base essa estabelecida na Bíblia e na constituição brasileira, inconformados com a frustração de não convenceram adultos que defendem princípios de vida e família, em uma competição exacerbada e sem fundamentos espirituais, biológicos e emocionais, resolveram focar seus esforços na base da formação que são as crianças e adolescentes, implantando uma verdadeira ditadura gay, onde querem tirar até o direito dos pais de educarem seus filhos, principalmente, acerca da sua sexualidade. Por essa ideologia terrível as pessoas não nascem com a sua sexualidade definida. Em outras palavras: o órgão genital que o acompanha no nascimento bem como todos os cromossomos pode ter sido um engano e depois é que você escolhe o sexo que mais se identifica. Nesse momento é onde eles entram em ação com a manipulação nas escolas, usando, inclusive, materiais didáticos e paradidáticos, sem contar com toda influência midiática. E todos que não concordam com esse absurdo são taxados de fundamentalistas e homofóbicos. Acho que já está passando da hora de expormos quem e quais são os políticos com seus respectivos partidos que sustentam e alimentam tais práticas.

Blog – Mas onde vamos chegar, professor? Onde a humanidade vai parar?

Ildson Viana - Isso pode levar a humanidade a um verdadeiro caos social, moral e espiritual. Como temos visto, já há tantas aberrações em pseudo amostras culturais. Do ponto de vista bíblico a perversão sexual, aliada a mudança de valores e a quebra de princípios, levam qualquer sociedade a experimentar crises terríveis, além de maldições. A Bíblia fala desse tempo em que o certo parece errado e o errado é tido como certo. Deus sempre vai amar o pecador, mas continua abominando o pecado. Quanto mais iniquidade, mais afastados estamos de Deus e de seus princípios. A humanidade está caminhando em passos largos para a desconstrução dos valores morais e espirituais, afogados em um relativismo social e cultural. Isso é terrível para o nosso futuro.

Blog – Esse caos do qual o senhor se refere poderá contar com a ajuda da globalização da informação?

Ildson Viana - A globalização é um caminho sem volta. O avanço tecnológico e a velocidade com que as informações chegam a todos é como uma faca de dois gumes. Todas essas coisas usadas de forma errada trarão prejuízos terríveis para a nossa sociedade. A questão agora não é tentarmos diminuir as informações, mas levantar a nossa voz e de posse de tudo isso deixarmos de omissão e covardia, ficar criticando e lamentando por tanta imoralidade, perversão e desrespeito a princípios e valores que são eternos. Apenas observar o avanço disso não é o papel de quem não concorda com tais coisas. O correto é combatemos isso com as armas corretas e usadas da maneira correta, principalmente em nosso Sistema Democrático de Direito. Para isso temos que escolher bem nossos representantes e contarmos suas atuações principalmente na esfera legislativa. Ainda somos um país de maioria cristã. Não sou contra a defesa dos diretos das minorias, mas defender direitos das minorias não pode implicar na perda dos diretos das maiorias. Se um psicólogo, por exemplo, pode orientar uma pessoa ao ponto dela tomar decisão pela prática da homossexualidalde, porque não pode orientar sobre a heterossexualidade? O que vemos hoje é o direito das minorias sufocando o direito das maiorias. Sou contra violência, discriminação a qualquer pessoa ou grupo, mas sou radicalmente contra as imposições que esse movimento tem apregoado. Portanto vamos fazer a nossa parte. Se cada um de nós varrer a rua em frente da nossa casa, no final da tarde toda a rua estará limpa. Encerro dizendo que nossa luta não é e nunca será contra pessoas, sejam elas homo ou heterossexuais, mas isso não nos obrigada a concordar com suas práticas, principalmente a forma como estão tratando tais questões sem respeitar nossas crianças e nossa posição conservadora.

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O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro (PMDB), estaria orgulhando muito seu pai, o ex-deputado federal Ildefonço Cordeiro, se este fosse vivo. A opinião é do tio de Ilderlei, Rudilei Estrela, um dos prováveis nomes do PP para a disputa de deputado federal em 2018.

Estrela acompanhou por toda essa semana a caravana do senador Gladson Cameli ao Vale do Juruá e disse que não apenas Ilderlei, mas todos os prefeitos de oposição estão bem com a opinião pública. “Mas se o Ildefonço fosse vivo ele estaria muito orgulhoso do filho dele, que administra muito bem Cruzeiro do Sul”, afirmou.

Ildefonço, pai de Ilderlei, era deputado federal quando morreu em um acidente de avião em Rio Branco, em 2002. Um Brasília da focker caiu cinco km antes da cabeceira do aeroporto, matando 23 pessoas, entre elas o então deputado e sua mulher, Arlete Soares, mãe de Ilderlei. Só oito pessoas sobreviveram.

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