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Paulinho da Força reafirma compromisso com pré-candidatura de Vanda Milani a federal

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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

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30 Nov 2017
Marcio Bestene com a mãe, a ex-vereadora Nabiha Bestene: um ano da tragédia aérea Marcio Bestene com a mãe, a ex-vereadora Nabiha Bestene: um ano da tragédia aérea

Mãe de médico da Chapecoense que mora no Acre lembra um ano da tragédia: “Saudade não tem data”

A ex-vereadora e professora universitária Nabiha Bestene, mãe do médico Márcio Bestene Coury, morto há um ano na tragédia aérea que ceifou quase todo o time da Chapecoense, disse ao Blog que “saudade não tem data”, ao lembrar do filho. “Todos os dias desde a a tragédia eu lembrei do meu filho. Sinto muita pelas minhas netas e nora. A dor não para nunca”, diz ela.

Marcio Bestene morreu aos 44 anos, depois de realizar o sonho de trabalhar no esporte. Ele era o médico do clube. Antes, porém, se formou em engenharia eletrônica, sem nunca esquecer o sonho de um dias estudar medicina esportiva para trabalhar naquilo com o qual sonhava desde garoto. “Quando ele jogava com os meninos da idade dele, ali na Habitasa, ele já liderava o grupo e já falava em viver do esporte”, diz a mãe, Nabiha.

O médico morto no acidente com o avião da Lamia é sobrinho do ex-deputado José Bestene e antes de cursar medicina ainda trabalhou como engenheiro eletrônico na TV Acre, afiliada da Rede Globo no Acre. No dia de viajar para a Colômbia, ele ligou para o tio, Bestene, e o convidou para ir ao jogo. “Ele convidou o Bestene e o Samir, primo dele, para que eles fossem à Colômbia. Ele adorava esse tio dele”, conta a mãe.

Em Chapecó, Santa Catarina, esses dias não faltaram homenagens as vítimas da tragédia. No Acre, a mãe e os parentes lamentam a morte prematura do médico, cujo sonho maior era um dia integrar a equipe médica da seleção brasileira. “E pela força de vontade dele ele ia realizar esse sonho”, conta Nabiha ao Blog do Evandro Cordeiro.   

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