Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
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Henrique Afonso pode ajudar a cunhada na disputa para federal

O ex-deputado Henrique Afonso (PSDB) não ficará de fora da disputa política em 2018. Se não for candidato, o que é muito provável, vai ajudar
08 Nov 2017
Lauro Fontes: nome escolhido pelo grupo para representar uma candidatura alternativa Lauro Fontes: nome escolhido pelo grupo para representar uma candidatura alternativa

Movimento “Novas ideias para um novo tempo” lança professor candidato ao Governo do Acre

Um grupo de intelectuais, entre os quais figuram pessoas como a desembargadora Miracele Lopes Borges e os empresários e professores Emir Mendonça, Fernando Lage, Carlinhos Portela, Paulo Klein, Jaime Fontes, Marcelina Freira, Querlison Souza, Nazinho Santana, Glória Gomes, Glória Simão, acaba de criar o movimento “Novas ideias para um novo tempo” para, por meio do qual, criar uma candidatura alternativa a governador do Acre. Já tem até um nome, o do professor Lauro Fontes.

Perguntei se o grupo já tem partido ou se isso será a última discussão e o Lauro respondeu o seguinte: “Sim, será a última discussão, posto que não haverá negociação de cargos. A ideia é a ruptura com o modelo atual de se fazer política. Mas, as tratativas com o partido político que representará este projeto já estão bem avançadas e logo mais à tarde fecharemos o projeto”, escreveu. E o grupo já tem uma proposta de governo. Veja a seguir:

DIRETRIZES PARA A REFORMA ADMINISTRATIVA DO ESTADO

O processo de formação e desenvolvimento do estado do Acre deixou suas raízes profundas dentro do modelo atual de governo. São raízes nitidamente caracterizadas no senhorial, onde existia uma relação tutelar da atividade extrativista pelo Estado brasileiro. Um instrumento burocrático, fortemente centralizador e intervencionista e, ao mesmo tempo, de uma classe empresarial altamente dependente de autorizações, proteções e favores oficiais.

Com uma atividade econômica sem expressão e diminuta viu-se o estado na obrigação de operar como empresa, no pior sentido da palavra, e abranger, através de seus espaços e campos, a mão de obra ociosa. Não havendo local possível para todos o que se mostrou vou a aptidão nepotista dos sucessivos governos. Como resultado desta prática foi a falência do Acre.

Do cenário acima decorre a urgência na reformulação do modelo de estado que está até hoje nos desafortunando. É urgente a elaboração e discussão de uma nova visão que nos aponte para um futuro seguro. Há que se colocar dentro deste novo modelo a proposta de desburocratização, eficiência e inovação da gestão pública que possibilitem a melhoria e ampliação da prestação de serviços públicos e a criação de um ambiente propício à criação de empregos e rendas. Um estado com maior qualidade e com a garantia de retorno à população de suas contribuições.

META A PERSEGUIR

  1. A) Reforma da estrutura de gestão

A proposta de enxugamento da máquina pública não será meramente uma medida simbólica ou questão da retórica, é um compromisso. A redução imediata do número de secretarias de estado anunciará o rumo a ser seguindo pelo governo. Neste sentido, o que se propõe, é o estabelecimento de apenas cinco secretarias. A saber:

  1. Secretaria da Educação;
  2. Secretaria da Produção;
  3. Secretaria da Indústria da Tecnologia;
  4. Secretaria da Gestão de Governo; e,
  5. Secretaria do Desenvolvimento.

Complementar-se-á esta medida com a redução absoluta de cargos em comissão. Estes cargos será apenas delegados aos servidores de carreira aprovados em concurso público e que preencham os requisitos da meritocracia. Suas nomeações serão objeto de processos administrativos dirigido pela Secretaria de Estado da Gestão de Governo em lista tríplice, sendo posteriormente homologado a escolha para a investidura pelo governador e vice-governador.

Se necessário for o regimento do servidor público e os PCCS serão revistos para se adequarem à nova orientação. Nenhuma nomeação deverá ter o componente da famigerada indicação política.

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1 Comentário

  • Link do comentário Eladio lima postado por Eladio lima Quarta, 08 Novembro 2017 10:07

    Só uma iniciativa como está pode ser a saída pro nosso sistema político
    Valeu evandro

    Relatar

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