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10 Jul 2017
Marivaldo Melo com seu Diogo, pai dele, que tem 103 anos e viu a inauguração do banco Marivaldo Melo com seu Diogo, pai dele, que tem 103 anos e viu a inauguração do banco

Basa completa 75 anos e presidente fala ao Blog sobre ligação com o Acre e as eleições 2018

Marivaldo Gonçalves de Melo, presidente nacional do Basa, é o mais acreano dos bocacrenses que vive relações passionais com o Acre. Tanto que para chegar ao cargo contou com o aval de toda bancada federal. Ele é o primeiro funcionário de carreira a assumir a presidência, conhece a Amazônia como poucos e em entrevista exclusiva ao Blog do Evandro Cordeiro fala sobre os 75 anos de história do banco, sua ligação com o Estado e pincela as eleições 2018. “No momento não estou pensando em disputar eleição”, diz. Veja trechos da entrevista:  

Blog – Presidente Marivaldo qual a importância do Basa para o Acre nesses 75 anos?

Marivaldo Melo - O Banco tem sua história ligada ao Acre. Veja: nosso Estado surgiu por conta de uma árvore da Amazônia, a seringueira. Meu bisavô, João Gabriel, foi o primeiro a explorar os seringais da região do Rio Acre. Então, minha história também está relacionada ao ciclo da borracha. Em 1942, quando o Banco foi criado com a missão de reativar os seringais da Amazônia, o Acre foi o principal Estado a contribuir com nossa missão, não esquecendo nossos soldados da borracha, que foram nossos heróis nessa guerra contra a tirania que ameaçava o mundo e a democracia. Hoje, quando olhamos as iniciativas empreendedoras do Acre, difícil você não encontrar a marca do Banco nesses empreendimentos. Então diria que, sem sombra de dúvidas, o Banco é responsável pela geração de emprego, renda e impostos, contribuindo decisivamente para seu desenvolvimento. Acolhemos os agricultores familiares, empreendedor individual, produtores rurais, saúde, educação, indústria, turismo, enfim todos os setores produtivos.

Blog – O senhor é o primeiro funcionário de carreira a assumir a presidência do Basa. Isso afasta um tanto a política da instituição ou essa relação é indissociável?

Marivaldo Melo - Como funcionário de carreira do banco, me sinto orgulhoso e feliz por ter essa honra em presidir essa instituição responsável pelas políticas públicas de crédito e desenvolver essa região rica e tão importante para o Brasil e o mundo. Nossa responsabilidade é grandiosa, mas estamos trabalhando muito para modernizar o banco e adequá-lo à realidade dos nossos clientes. São muitas mudanças que irão dinamizar o crédito, tornando mais célere as nossas análises. O crédito de fomento de longo prazo, requer muita espertize e profundidade.

Hoje o Banco da Amazônia completa 75 anos e é uma instituição voltada para o desenvolvimento do mais importante bioma do mundo, a Amazônia. Me sinto orgulho e feliz em ter a oportunidade de estar à frente dessa empresa que cuida e abraça todos os empreendedores que buscam viabilizarem seus negócios em bases sustentáveis. Temos feito muitas mudanças importantes para a modernização do Banco, adequando-o a realidade da conjuntura econômica e das necessidades de darmos resposta mais céleres aos clientes. Temos sido criticado por isso, mas são aqueles que acham que as empresas estatais devem ser paternalistas e sem eficiência, ao contrário, como trabalhamos com recursos públicos, precisamos ser mais eficientes que as empresas privadas. Ainda temos muito a realizar por essa região, rica, pujante, povo alegre, de grande diversidade cultural, e muitas oportunidades e o grande desafio de resolver uma equação de difícil solução, que é conciliar o tripé da sustentabilidade social, ambiental e econômica. Evoluímos muitos, hoje os nossos produtores têm a consciência que sem água não é possível produzir, o manejo florestal e sua certificação é um caminho sem volta, a pecuária também tem que ter tecnologia e assim caminhamos para o tão sonhado desenvolvimento, que é bom para todos.  Apoiamos o Turismo, a Educação, a Saúde a verticalização das cadeias produtivas, a Indústria, o comércio e serviços, a agricultura familiar, os empreendedores individuais e o MPO.

Blog – Presidente, o senhor disputa as eleições em 2018? Parece que convites não têm faltado, não é?

Marivaldo Melo - Em relação às eleições, fico muito grato pela lembrança de meu nome, me honra muito, afinal vivemos um momento muito sensível da política e poder contribuir me deixa feliz, mas tenho uma responsabilidade grandiosa com o Banco, então, nesse momento, não penso em ser candidato e nem aceitar os convites. Na minha vida me pautei sempre pela retidão de minhas ações e a política nesse momento, irá gerar conflitos de interesses, prefiro cumprir esse papel com isenção e responsabilidade.

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