26 SP_MAIO 2018

O senador Sérgio Petecao (PSD) disse hoje que o professor Carlos Coelho não fala pelo seu grupo político quando aparece nas redes sociais declarando seu voto ao pré-candidato a senador pelo PT, Nei Amorim. Coelho, segundo Petecao, não é sequer coordenador de sua campanha. Apenas presta assessoria por meio de sua empresa, a Coelho & Farias. "Não no voto dele. Mando no meu, que para o Senado é Petecao e Márcio Bittar", afirma.
“O Coelho não fala pelo Petecão. Ele presta pra mim uma consultoria política. Ele sequer é filiado ao nosso partido. Eu não posso exigir dele exclusividade. O que eu acho é que eu só posso convencê-lo a votar em mim. Eu sei que o meu voto (para Senado) é Petecão e Márcio Bittar. E ele não é coordenador da minha campanha. Meus coordenadores são o Solino, o Lael, o Montana, a Marfisa e eu pessoalmente”, responde o senador.

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26 SP_MAIO 2018

O senador Sérgio Petecão (PSD) terá um processo seu julgado pelo Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira, 8, pelo qual é acusado de comprar passagens aéreas em demasia ainda quando era deputado estadual, em 1995. O caso é o mesmo que pegou deputados estaduais de todo o Brasil nesse período. A maioria, inclusive, foi absolvida. A exceção são alguns que viraram deputados federais ou senadores e seus processos tiveram que subir, por causa do foro. No caso do Acre ficaram Petecão e Ronald Polanco. Esse último por ser conselheiro do Tribunal de Contas.

O processo pela compra exagerada de passagens, um modelo até substituído por novas leis de aquisição de passagens, prescreveu, ao menos nos estados, e o resultado hoje, de fato, segundo Petecão, depende do Juiz. “Quem é que conhece cabeça de Juiz?”, pergunta ele ao Blog do Evandro Cordeiro, mas não há nenhum assombro, nenhum medo, “porque todo mundo foi absolvido”, diz o senador. A questão é que, no Acre, Petecão é adversário do PT, partido patrocinador de um exército de internautas dispostos a achincalhar os adversários e com o surgimento da informação do julgamento o processo virou “hit” nas redes.

Bem humorado, sempre, Petecão rebateu os ataques nas redes sociais dando uma hilária sugestão para o caso de uma cassação sua. “Eu coloco o Montana no meu lugar”, diz ele. “E vamos de Montana!”, finaliza. Não é o primeiro processo que Petecão e não é o primeiro, também, que ele se safa. Petecão nunca foi condenado. “Nunca fui porque não sou comprador de votos, não sou ladrão do erário público”, diz ele.      

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26 SP_MAIO 2018

O senador Gladson Cameli (PP) puxa desde a última quinta-feira, 12, uma caravana pelo interior do Acre sendo apresentado como pré-candidato a governador em uma junção histórica de doze partidos. Nos discursos seguidos ele apresentou propostas como a redução da máquina administrativa e altos investimentos nos setores industriais e agrícola, capazes de gerar emprego e renda, mas também fez críticas ao atual sistema liderado pelo PT. O gasto dos últimos 20 anos com propaganda, por exemplo, foi fatalmente acertado. “Não é possível um Governo gastar mais com propaganda do que com a Polícia Militar. A Companhia de Selva pode arrumar suas malas para deixar o Acre a partir de janeiro de 2019”, disse na festa em Feijó, onde o prefeito Kiefer Cavalcante (PP) reuniu muita gente.

A Companhia de Selva a que se referiu o senador Gladson é a empresa de comunicação que leva o bolo da mídia do Governo há quase 20 anos. Segundo se tem apurado, algo em torno de 15 milhões anuais. Foi contratada ainda no Governo Jorge Viana (PT) e nunca mais “perdeu licitações” na briga pela verba de mídia, transformada numa fortuna pelos governos de esquerda. A empresa, que pertenceria a dois publicitários pernambucanos, era uma pasta transportada debaixo de sovacos nos anos 1990, mas virou uma gigante da comunicação, deixando para trás inúmeras outras do ramo até mesmo criadas por aliados históricos do PT.

Sobre essa empresa pouco se sabe do ponto de vista fiscal, mas no grosso é sabido que os milhões de verbas aquinhoados dos cofres do Governo a transformou numa propagandista gigante e porreta capaz de gerar “milagres” em suas peças publicitárias, veiculadas na imprensa. Por meio desta a Cia de Selva mostra um Acre prodigioso, espécie de Paraíso estabelecido abaixo da linha do Equador. Seu poderio “matou” até mesmo emissoras gigantes da comunicação local. Alguns empresários se queixam que a fatia do bolo publicitário é tão minguado ao ponto de não ser possível cobrir sequere a folha de pagamento. Com uma possível vitória da oposição esse tipo de situação deverá ser invertida, segundo anuncia o pré-candidato Cameli. “Alguns tipos de mamatas estão prestes a acabar no Acre com nossa eleição esse ano”, afirmou o senador em praticamente todos os discursos que fez de Cruzeiro do Sul, passando por Feijó, Tarauacá, Manuel Urbano e Sena Madureira, nessa ordem.

Os discursos de Gladson Cameli (PP) foram reforçados por pré-candidatos ao Senado e a deputado federal. Para Márcio Bittar (MDB), por exemplo, o Governo petista abusa da máquina administrativa, ao invés de investir no homem do campo e na indústria. “Vou iniciar uma luta em Brasília para anistiar as multas impostas duramente pelo PT aos agricultores e lutar para aumentar a cota de desmate”, afirmou ele no discurso de Feijó. Sérgio Petecão (PSD) é mais leve nas falas, mas igualmente contundente. “O PT não tem mais nem o que prometer às pessoas”, disse o senador que disputa a reeleição, em um evento em Cruzeiro do Sul.

No computo geral a caravana da oposição foi elogiada pelo tanto de curiosos que foi vê-la. Os ambientes ficaram sempre lotados. E também pela união entre as suas principais figuras. O deputado federal Major Rocha (PSDB), pré-candidato a vice-governador, afirmou em todos os discursos que perdeu a aposta quem esperava pela oposição desunida. “Fizeram de tudo, pelo menos através de parte da imprensa, para anunciar nosso racha. Não contavam com o bom senso de nossos partidos. Estamos mais do que unidos para resgatar o Acre para as pessoas, ao invés de deixa-lo nas mãos de uma ‘seita’”, afirmou.    

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O senador Sérgio Petecão (PSD) ironizou a estratégia do PT para tentar outra vez empurrar um candidato seu ao Governo do Acre, no caso o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, criando uma nova marca, chamada de “Novo PT”. Para Petecão, esse “Novo PT é igual a nota de três reais, não existe”. O senador vê na estratégia de marketing blefe puro. “O que existe é um velho PT cansado, que já torrou a paciência de todo mundo com uma conversa mole que afundou o Acre numa crise sem precedentes”, disse ao Blog do Evandro Cordeiro.

Petecão saiu em defesa dos empresários que faliram por não receber, entre estes os da construção civil e o pessoal das terceirizadas, quase todos com salários atrasados. “Ninguém vai mais cair nessa conversa fiada do PT, as pessoas querem um modelo novo de administração”, diz ele. Sobre o “Novo PT”, finaliza o senador, não passa de blefe, do tipo se colar colou.          

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O senador Sérgio Petecão (PSD) não está muito afim de entrar na “briga” sobre a escolha do vice da oposição, aquele que comporá a chapa encabeçada pelo senador Gladson Cameli (PP). Mas ele disse ao Blog que acha o nome do deputado federal Major Rocha (PSDB) muito forte. “É um nome a ser considerado”, diz. Petecão elogiou muito a ideia do deputado federal Flaviano Melo (MDB), de lutar até o limite para que a oposição tenha uma única chapa, mas sentenciou nossa rápida conversa pelo celular: “Na verdade quem tem que escolher o nome, dá a palavra final nessa história de vice é o senador Gladson”. Petecão é daqueles que pensa que o nome de Gladson é o que pesa. “O povo quer o Gladson para o Governo. O vice é importante mais não é exatamente decisivo”, finalizou.

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