18 SP_FEVEREIRO 2018

Nem mesmo os diretamente interessados no assunto, o senador Gladson Cameli (PP) e o ex-deputado federal Marcio Bittar (PMDB), quiseram comentar o que chamaram “asneira” e “aluagem” do deputado Daniel Zeen (PT), líder do Governo, que denunciou os dois no Ministério Público Estadual com base nas gravações em que bittar tece comentários sobre o senador. “Esse rapaz tem coisa séria para fazer, que é defender esse Governo deles ai, todo enrolado, ai vem com uma bobagem dessa. Nem quero saber desse assunto”, respondeu um deles. O parlamentar quer que o MPE investigue as gravações por “vê crime eleitoral nas falas de Bittar”.  

Zeen é aquele deputado que ficou conhecido por defender a descriminalização da maconha, mesmo em tempos de execuções no Acre todos os dias, exatamente por causa da erva daninha, a marihuana, a canabis.  

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O ex-deputado federal Marcio Bittar, pré-candidato a senador pelo PMDB, disse agora a pouco ao Blog que o senador Jorge Viana (PT) teve a “cara de pau” de colocar culpa no atual Governo pelo alto índice de violência no Brasil e pelo banho de sanguie que a bandidagem derrama no Acre. Viana disse no plenário do Senado que “essa violência aumentou depois do golpe” e provocou Bittar, que chamou o parlamentar para o debate ao acusá-lo de “passar a mão sobre a cabeça de criminoso”, uma premissa da esquerda no mundo todo.

“O PT do Jorge Viana destruiu o Acre, que já foi celeiro da produção da borracha, castanha e gado. Só um choque de capitalismo e agronegócio pode salvar o Estado da pobreza e da violência generalizada”, sugere. Para Bittar, é “muito cinismo de quem tem tudo a ver com a política que levou o Pais a esse caos” e quer colocar culpa num Govenro que sentou na cadeira ainda. Bittar acrescenta que “aqui no Acre a política da florestania levou 41% da população acreana ao Bolsa-Família. Isso é responsabilidade do Jorge Viana, que começou tudo isso junto com o PT. Porque ter esse monte de gente no Bolsa-Família é sinal de fracasso do Estado”.

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O pré-candidato a senador da República pelo PMDB, Marcio Bittar, fez circular nesta terça-feira, 30, nota à imprensa, por meio da qual afirma ter sido criminosamente gravado durante uma reunião, provavelmente por adversários de dentro da própria oposição. Pior, segundo ele, ainda tiveram a coragem de editar exatamente para colocá-lo em maus lençóis. Veja íntegra da nota:  

 

NOTA

 

Reuni-me com partidos de oposição para analisar a conjuntura política e traçar estratégias conjuntas para as próximas eleições. É próprio da democracia o debate aberto e franco de ideias.

Entretanto, de forma criminosa, adversários, tomados por ódio, gravaram clandestinamente e editaram minha fala, deturpando-a. Tentaram fabricar um escândalo e passar impressão distorcida de que eu estava a agredir meus aliados. Montaram a farsa para atingir a legitimidade da minha pré-candidatura ao Senado da República, pelo MDB.

Na próxima semana, em entrevista já agendada, esclarecerei os fatos e mostrarei que fui vítima de uma torpe trapaça. Não há nada no áudio gravado que eu não possa falar publicamente e de forma transparente.

Sugiro aos de boa-fé que ouçam os áudios, o completo e o editado, e verifiquem por si mesmos que não há nenhum indício de crime no que é falado. Aproveito a oportunidade para agradecer a todos os que me deram voto de confiança. Desejo que a campanha eleitoral seja baseada em debates de alto nível e não em querelas e futricas.

Quero discutir os rumos a serem tomados em favor do desenvolvimento do nosso Estado e da retomada da segurança pública dos acreanos. É isso que me alimenta e aumenta minha vontade de representar o Acre no Senado do Brasil.

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Pessoas ligadas ao ex-deputado federal Márcio Bittar, pré-candidato a senador do Acre pelo PMDB, já sabem a quem pertence o celular que gravou reunião de “lavagem de roupa suja”, já demasiadamente explorada por servidores comissionados do Governo que recebem para trabalhar nas redes sociais. O araponga seria remanescente do próprio PT, mas não teria interesse em ajudar o ex-partido. O objetivo seria atingir pessoas dentro da própria oposição por causa da disputa da vaga de vice na chapa em cuja cabeça estará o senador Gladson Cameli (PP). Esse “espião” seria o mesmo que passou a um jornalista local inclusive fotos da ida do prefeito Marcus Alexandre (PT), pré-candidato a governador, a um terreiro de macumba. “A gente já sabe quem é a figura, mas não vamos mexer com isso. Vamos só avisar a toda a oposição de quem se trata”, disse ao Blog um dos homens de confiança de Marcio Bittar.

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Para se defender dos ataques de petistas nas redes, aqueles que recebem do Governo para passar o dia agredindo as pessoas, por apoiar a Reforma da Previdência, Marcio Bittar (PMDB), pré-candidato a Senador, disse o seguinte, via Blog: “O PT está morrendo de inveja porque a Reforma está sendo feita. Lula e Dilma se elegeram prometendo a reforma e preferiram a politicagem, atender a interesses para se manterem no poder, a fazer a reforma. Por isso eu apoio, sim, a reforma, sobretudo, porque ela vai estabelecer que nenhum aposentado ganhe mais de 5 mil, inclusive os ex-governadores. Os petistas são hipócritas”.  

Marcio Bittar disse mais: “Em Brasília, como senador, vou fazer de tudo para mudar a lei criada muito mais para atender as ONGs, o que o PT sabe fazer bem, e que ferram os agricultores e pecuaristas do País, com multas que superam os valores das propriedades. Ora, interessante, a lei diz que eu só posso desmatar 20%, mas o Governo cobra imposto sobre toda a área. Se eu só posso desmatar 20% como tenho que pagar por toda a área. É isso que vou questionar como senador e convencer meus pares a mudar a regra. Vamos mudar essa lei toda. O Brasil precisa progredir”.

Sobre o Código Penal, Marcio Bittar garante que fará uma campanha em Brasília para que seja feita uma reforma urgente. “Vou brigar pela prisão perpetua e aumento urgente da maioridade penal. Nós não suportamos mais tanta violência, enquanto o PT e toda a esquerda ficam colocando culpa na própria sociedade pela existência dos bandidos. Eles dizem que o criminoso é uma vítima da sociedade. Isso é retrógrado, ridículo. Vamos mudar isso como senador, se Deus quiser”, afirmou ao Blog do Evandro Cordeiro.      

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