24 SP_SETEMBRO 2018

O senador Gladson Cameli (PP), pré-candidato a governador por um pool de partidos de oposição ao PT, disse hoje cedo ao Blog do Evandro Cordeiro que as movimentações dos partidos e pré-candidatos nos bastidores para fazer essa ou aquela aliança é a coisa mais saudável e normal onde tem liberdade. Em outras palavras ele está dizendo que na oposição não é como na Frente Popular, onde tem uns dois ou três que dão um grito e todos se calam, com medo de perder suas fatias do Estado. Gladson também age para rebater as atitudes covardes dos adversários, que ficam tentando semear discórdia por meio das redes sociais. Pessoas ligadas ao PT chegaram até a anunciar a saída do MDB da aliança de Gladson para se juntar a coligação puxada pelo PSL do coronel PM Ulisses Araújo. “Eu sou um democrata de nascença. Respeito a posição de todos, respeito as candidaturas, não subestimo pesquisa. Aqui na oposição os partidos tem liberdade de fazer as alianças que acharem melhor. Aqui ninguém dá grito em ninguém. E nisso vamos realizar a mudança. Não dá de ficar é como estar. No lugar do Estado crescer está regredindo. Viu a cavalgada o fiasco que foi¿ Pois é. Eles querem mais quatro anos para que mesmo¿ Só se for para terminar de destruir tudo”, afirmou. Ele também elogiou a postura do pré-candidato a senador Marcio Bittar de ter iso a conenção do PSLdepois de ser anunciado como o segundo voto vindo daquela aliança de partidos cujo objetivo também é combater o PT, segundo já ficou claro por parte de seu pré-candidato a governador, o coronel PM Ulisses Araújo.    

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24 SP_SETEMBRO 2018

O pré-candidato a governador pelas oposições, senador Gladson Cameli (PP), e o pré-candidato a senador Marcio Bittar (MDB), abriram na manhã desta segunda-feira, 30, no auditório da Faculdade Diocesana São José (Fadisi), em Rio Branco, o curso para formação política destinado aos pré-candidatos a deputado federal e estadual. Depois o cientista político Luciano Dias, da Fundação Milton Campos, ligada ao MDB, palestrou para o grupo. Cameli se disse animado com o clima de otimismo da pré-campanha e anunciou sua próxima agenda para hoje. Será à tarde no Hospital Souza Araújo, ícone do combate a hanseníase no Acre.

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24 SP_SETEMBRO 2018

Dirigentes de PRP e PSDC, partidos da Frente Popular, tomaram café, nesta quinta-feira, 19, com o ex-pré-candidato a vice governador pela oposição, o médico oftalmologista Eduardo Veloso. O Blog do Evandro Cordeiro teve acesso a foto, mas nunca ao assunto todo discutido. Segundo adiantou alguma coisa o presidente do PSDC, José Afonso Fernandes, além de tapioca, café com leite e mingau de banana, só muito papo sobre política. “Falamos sobre o futuro do Acre, que precisa de políticas públicas novas”, disse. No final ninguém sabe ao certo quem foi cortejado. Se Veloso pela Frente Popular ou se os dois partidos nanicos aliados do PT foram cortejados por Veloso, que continua filiado em uma sigla da oposição, o PR, da missionária Antônia Lúcia, a apoiando declaradamente a pré-candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao Governo do Acre. E melhor: sem nenhuma mágoa por ter sido trocado no final pelo deputado federal Major Rocha (PSDB), o vice oficializado de Cameli.

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24 SP_SETEMBRO 2018

O senador Gladson Cameli (PP) puxa desde a última quinta-feira, 12, uma caravana pelo interior do Acre sendo apresentado como pré-candidato a governador em uma junção histórica de doze partidos. Nos discursos seguidos ele apresentou propostas como a redução da máquina administrativa e altos investimentos nos setores industriais e agrícola, capazes de gerar emprego e renda, mas também fez críticas ao atual sistema liderado pelo PT. O gasto dos últimos 20 anos com propaganda, por exemplo, foi fatalmente acertado. “Não é possível um Governo gastar mais com propaganda do que com a Polícia Militar. A Companhia de Selva pode arrumar suas malas para deixar o Acre a partir de janeiro de 2019”, disse na festa em Feijó, onde o prefeito Kiefer Cavalcante (PP) reuniu muita gente.

A Companhia de Selva a que se referiu o senador Gladson é a empresa de comunicação que leva o bolo da mídia do Governo há quase 20 anos. Segundo se tem apurado, algo em torno de 15 milhões anuais. Foi contratada ainda no Governo Jorge Viana (PT) e nunca mais “perdeu licitações” na briga pela verba de mídia, transformada numa fortuna pelos governos de esquerda. A empresa, que pertenceria a dois publicitários pernambucanos, era uma pasta transportada debaixo de sovacos nos anos 1990, mas virou uma gigante da comunicação, deixando para trás inúmeras outras do ramo até mesmo criadas por aliados históricos do PT.

Sobre essa empresa pouco se sabe do ponto de vista fiscal, mas no grosso é sabido que os milhões de verbas aquinhoados dos cofres do Governo a transformou numa propagandista gigante e porreta capaz de gerar “milagres” em suas peças publicitárias, veiculadas na imprensa. Por meio desta a Cia de Selva mostra um Acre prodigioso, espécie de Paraíso estabelecido abaixo da linha do Equador. Seu poderio “matou” até mesmo emissoras gigantes da comunicação local. Alguns empresários se queixam que a fatia do bolo publicitário é tão minguado ao ponto de não ser possível cobrir sequere a folha de pagamento. Com uma possível vitória da oposição esse tipo de situação deverá ser invertida, segundo anuncia o pré-candidato Cameli. “Alguns tipos de mamatas estão prestes a acabar no Acre com nossa eleição esse ano”, afirmou o senador em praticamente todos os discursos que fez de Cruzeiro do Sul, passando por Feijó, Tarauacá, Manuel Urbano e Sena Madureira, nessa ordem.

Os discursos de Gladson Cameli (PP) foram reforçados por pré-candidatos ao Senado e a deputado federal. Para Márcio Bittar (MDB), por exemplo, o Governo petista abusa da máquina administrativa, ao invés de investir no homem do campo e na indústria. “Vou iniciar uma luta em Brasília para anistiar as multas impostas duramente pelo PT aos agricultores e lutar para aumentar a cota de desmate”, afirmou ele no discurso de Feijó. Sérgio Petecão (PSD) é mais leve nas falas, mas igualmente contundente. “O PT não tem mais nem o que prometer às pessoas”, disse o senador que disputa a reeleição, em um evento em Cruzeiro do Sul.

No computo geral a caravana da oposição foi elogiada pelo tanto de curiosos que foi vê-la. Os ambientes ficaram sempre lotados. E também pela união entre as suas principais figuras. O deputado federal Major Rocha (PSDB), pré-candidato a vice-governador, afirmou em todos os discursos que perdeu a aposta quem esperava pela oposição desunida. “Fizeram de tudo, pelo menos através de parte da imprensa, para anunciar nosso racha. Não contavam com o bom senso de nossos partidos. Estamos mais do que unidos para resgatar o Acre para as pessoas, ao invés de deixa-lo nas mãos de uma ‘seita’”, afirmou.    

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24 SP_SETEMBRO 2018

A oposição iniciou na última sexta-feira, 6, uma andança pelo interior do Acre, depois de dar a largada em um café da manhã servido na sede do PSDB, em Rio Branco, onde se anunciou unida, com doze partidos a reboque. Foi uma das maiores alianças já construídas desde o MDA, em 2000. Gladson Cameli (PP), pré-candidato a governador, Major Rocha (PSDB) como vice, Sérgio Petecão (PSD) e Marcio Bittar (MDB) pré-candidatos ao Senado, é a junção que o PT não queria, segundo um dos articuladores da chapa, o deputado federal Alan Rick (DEM). “Eles queriam nós espatifados. Quem apostou nisso perdeu”, diz o parlamentar.

Depois do café da manhã em Rio Branco, veio o evento do Quinari, ainda na sexta, e no sábado a festa foi no Bujari, atos todos prestigiados por figuras de partidos e pessoas interessadas por uma chapa forte da oposição. O senador Sérgio Petecão era um dos mais entusiasmados nesse final de semana. Fez discursos bons e ao Blog do Evandro Cordeiro fez a seguinte declaração: “Agora eu quero ver alguém segurar essa chapa. A oposição vai queimando 70 rumo à vitória”. O “queimando setenta” é uma alusão a um velho ditado, corriqueiro depois da conquista da Copa de 1970.

Além de Petecão, o outro pré-candidato ao Senado pelas oposições, Marcio Bittar, também muito empolgado, iniciou a caminhada fazendo um discurso por meio do qual faz analogia ao desprezo que o PT tem pelos dons de Deus. O pré-candidato a governador, Gladson Cameli, tem dado preferência ao discurso que anuncia o fim da perseguição a fazendeiros, a empresários e servidores públicos. Ele também tem citado a chapa alternativa puxada pelo coronel Ulisses Araújo (PSL). “Precisar ser respeitada. Peço, inclusive, que nossos amigos não entrem em rota de colisão com a chapa deles, pelas redes sociais”, afirma.

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