23 SP_OUTUBRO 2018

O policial Militar Cadmiel Bonfim poderá ter a benção de dois dos maiores campos da igreja Assembleia de Deus no Acre, o liderada pelo pastor Luiz Gonzaga, em Rio Branco, e o de Feijó, cujo cabeça é o pastor Rogélio Luiz, na disputa para deputado estadual. Ele também poderá ter a benção dos próprios colegas de farda e ser novamente um dos mais votados em Feijó, sua cidade natal, como foi na eleição de 2014, sua primeira experiência nas urnas. Uma outra grande vantagem do Cadmiel: o sobrenome Bonfim. A família dele é forte na região de Feijó e Tarauacá. A razão do possível apoio na PM e na igreja é que no quartel ele é um sargento bem relacionado; na igreja é presbítero, também com muito serviço prestado na obra de Deus.    

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23 SP_OUTUBRO 2018

O presidente da igreja Assembleia de Deus de Rio Branco, pastor Luiz Gonzaga de Lima, confirmou agora há pouco ao Blog do Evandro Cordeiro o desligamento da Convenção Nacional de São Paulo, cujo presidente é o pastor José Weliton Júnior, filho do ex-presidente. “O mais provável, agora, é que nós fiquemos na Convenção da Assembleia de Deus de Belém”, informou.

O desligamento da convenção estadual, cujo presidente é o pastor Pedro Abreu de Lima, também está confirmado. Foi homologado em assembleia geral no culto desta terça-feira, 9, na sede da igreja, na rua Antônio da Rocha Viana o decisão que já havia sido tomada no sábado à noite, na reunião do ministério, da qual participa o staf da igreja, segundo Gonzaga.

Ao anunciar o desligamento, Luiz Gonzaga diz que se trata apenas da igreja de Rio Branco, ficando a critério de pastores presidentes de campo tomarem suas decisões. Em relação a questão política, ele foi enfático: “a chance de ter qualquer questão política ebvolvida nisso é zero”, afirmou o líder assembleano, que agora se filiará na convenção de Belém da qual é presidente o pastor Samuel Câmara.    

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O presidente da Assembleia de Deus Rio Branco, pastor Luiz Gonzaga de Lima, poderá levar a igreja da capital para a convenção de Belém, recém criada pelos irmãos Jhonatas Câmara, presidente da igreja no Amazonas, e Samuel Câmara, que dirige a igreja de Belém, depois de se desligarem da Convenção Nacional, em São Paulo. Eles vão levar grande parte da igreja da Região Norte para a nova convenção. Fontes do Blog do Evandro Cordeiro garantem: depois de receber a visita dos irmãos Câmara, Gonzaga estaria “pensativo”, com forte tendência a filiar a igreja rio-branquense na nova convenção.

A visita dos Câmara a Assembleia de Deus Rio Branco foi um evento rápido e de conhecimento de poucas pessoas. Eles teriam vindo de jatinho apenas para o encontro com o presidente da igreja em Rio Branco. A conversa se resumiu no convite seco e direto. Gonzaga, com anos de experiência no ministério, além de ser advogado, teria pedido um tempo para “pensar”.

A tendência seria se desligar da convenção paulista, por razões óbvias. Gonzaga lidera um grupo antagônico ao presidente da convenção no Acre, pastor Pedro Abreu, contra quem sofreu seguidas derrotas na disputa pela entidade. Além do mais, pastores ligados a Luiz Gonzaga são absolutamente favoráveis à mudança para a convenção nova de Belém. Um deles chegou a dizer ao Blog que isso já deveria ter acontecido. E fez um lembrete aos leitores: “As pessoas não precisam se escandalizar com isso. São disputas internas salutares, longe de questões pessoais. Nossa igreja precisa dar essa balançada para alcançar ainda mais nosso objetivo, que é ganhar almas para Jesus”.      

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23 SP_OUTUBRO 2018

O pastor presidente da igreja Assembleia de Deus em Feijó, Rogélio Luiz, é precursor de um movimento inédito no meio dos assembleanos: célula e encontro. Ele fez questão de batizar o trabalho com outra nomenclatura, mas admite que a essência é equivalente. E admite ainda: “Passando muito temo criticando aquilo que Deus vem abençoando”. Em entrevista ao Blog do Evandro Cordeiro o ministro evangélico nega estar copiando os Batista, assegura não estar “peitando” ninguém de sua igreja e admite: a igreja cresceu com nunca em pouco tempo. Veja a entrevista com o pastor Rogélio:

Blog – A igreja Assembleia de Deus finalmente se rendeu ao movimento dos 12, cujos Batistas foram pioneiros no Brasil, pastor Rogélio? Como a Assembleia vai chamar esse trabalho em células e encontros?   

Pastor Rogélio Luiz – Não é bem assim. Nós chamamos esse trabalho de G. E - Grupo de expansão. Esta estratégia de evangelismo tem por objetivo despertar a igreja afim de que esta cumpra a tarefa para a qual veio a existir. Foi resposta de Deus quando pedíamos algo impactante para nossa cidade, então, pela graça e misericórdia o Senhor nos foi concedido! São mais 120 grupos espalhados por toda a cidade e interior realizando reuniões nos lares todas as quintas feiras, mobilizando entre 1500 a 2000 pessoas ouvindo a palavra, com temas uniformes. Os lideres passaram por um rigoroso treinamento para preencherem os requisitos exigidos. Seminários, treinamentos, palestras são constantes para manter a motivação e o preparo nesta grande tarefa que é ganhar almas para Jesus e cuidar bem delas. Os resultados são tantos que nem podem ser compartilhados num espaço tão exíguo como este! Alguns exemplos: todos trabalhando em um só propósito, pessoas que jamais sobem no altar, tornam-se poderosos comunicadores do evangelho informal, o discipulado é fortalecido, pois as pessoas são cuidadas no próprio grupo. Pessoas que jamais iriam a um templo para assistirem um culto se tornam membros do Grupo de Expansão e são motivados a trazerem amigos e parentes para também ouvirem a palavra.

E tudo isso é a penas o começo...

"E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo". At 5.42

Blog – A Assembleia de Deus se “rende” a esse evangelismo dos Batista?

Pastor Rogélio Luiz – Não é bem assim. Depois de estudar a fundo percebi que trata-se de algo que a Assembleia de Deus já faz há tempo, porém sem organização e intensidade. Então o fiz com todas as características da Assembleia de Deus. Chamamos de tratamento de choque. O grande diferencial está na palavra ministrada, na preparação espiritual da equipe, no compromisso, na exclusividade para Deus.

Blog – A igreja de Feijó “explodiu” depois desse movimento. Pelo menos é a notícia que se tem na capital. É real?

Pastor Rogélio Luiz – Sim. Temos experimentado um grande crescimento, tanto em quantidade como em qualidade. São muitas as pessoas que abandonaram as drogas ilícitas e as permitidas, a prostituição, que tem visto casamentos restaurados, enfim, milagres. As pessoas saem dos acampamentos e são cuidadas nos Grupos de Expansão

Blog – A Assembleia de Deus admite estar perdendo espaço para outros ministérios por não inovar, não ousar?

Pastor Rogelio Luiz - A Assembleia de Deus cresce naturalmente com o crescimento natural. Ainda é a maior denominação do mundo, no entanto o inimigo do excelente não é o ruim, mas o bom. Quem acha que já é grande, dificilmente crescerá. Nós nunca tivemos um projeto de crescimento permanente na AD brasileira. Passamos algum tempo criticando aquilo que Deus estava abençoando. Eu acredito que esse modelo que nós criamos será a resposta de Deus para as necessidades desta geração. Tem algo que eu percebi no meu ministério: quando começamos a nos importar de verdade com aquilo que Deus mais se importa, pessoas, Ele confirmou mais contundentemente nosso ministério, nos uniu mais, nos fez enxergar melhor as necessidades das pessoas.

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23 SP_OUTUBRO 2018

 

O pastor Sebastião Moreira de Carvalho, que também era policial civil, morreu no início da noite desta sexta-feira, 22, de ataque fulminante do coração, aos 57 anos de idade. “Bá”, como era conhecido na polícia, era da Assembleia de Deus e atualmente trabalhava na Capelania Mão Amiga, cujo presidente é o pastor Josias Silva. Ele também dirigia uma das congregações do conjunto Universitário. O pastor presidente da igreja, Luiz Gonzaga, lamentou a morte pelas redes sociais.

O que é “Capelão”

Capelão é, segundo o Wikipédia, um ministro religioso autorizado a prestar assistência e a realizar cultos em comunidades religiosas, conventos, colégios, universidades, hospitais, presídios, corporações militares e outras organizações ou corporações, e que geralmente é oficiado por um padre ou pastor.

 

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