Itens filtrados por data: Fevereiro 2019

O almoço de sábado é um convite natural à feijoada, ainda mais sendo um sábado de carnaval. Assim, partiu República do Líbano! Disparada a melhor feijoada de Rio Branco, hoje o almoço é lá. Localização: Mercado dos Colonos, na cabeça da ponte metálica Juscelino Kubitscheck. Ah, ia esquecendo! Hoje tem samba lá.   

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O senador Sérgio Petecão (PSD), primeiro-secretário do Senado, almoçou agora há pouco no Mercado Velho, ali onde foi a antiga Praça da Bandeira, entre a ponte metálica Juscelino Kubitschek e a “curvada” coronel Sebastião Dantas. A “bóia” foi na Pensão da Mamãe. Como convidados dele, a secretária de Administração do Estado, Maria Alice, o advogado João Tota Filho, e o diretor da Funtac, Pádua Bruzugu. Comeram bife acebolado, fígado frito e ainda tomaram uma cerveja para abrir o apetite. Tudo como manda o script dos quase 30 anos de carreira política do senador Petecão. Agora, de bucho cheio, ele vai dar uma descansada e à noite o pau “chimbra” no carnaval, como ele faz todo ano. Ele gosta, diz ele, do carnaval nos bairros.

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O supersecretário de Infraestrutura do Estado, engenheiro civil Tiago Caetano, vai dar uma coletiva de imprensa daqui a pouco por meio da qual promete revelar o rombo que as gestões anteriores deixaram no setor. Além da própria secretaria de Obras, Caetano vai esviscerar Depasa e Deracre, onde a corrupção teria gerado metástase. Tipo assim: quem tiver culpa no cartório que trate de fugir ou se entregar, porque o Blog do Evandro Cordeiro apurou antecipadamente ser a situação bem pior que aquilo que a equipe de transição levantou. Pode até sobrar cadeia para alguém, dizem. É esperar mais duas horas, quando Caetano vai abrir a boca entre seu ralo cavanhaque ali no auditório daquele que seria, segundo Sebastião Viana (PT), o Novo Museu do Acre, no prédio onde foi o antigo Colégio Meta, próximo a ponte Juscelino Kubitscheck, centro de Rio Branco. Ele anunciará, também, que essa obra, ainda por ser terminada, vai virar a sede de várias secretarias de Estado, ao invés de ser o “museu da marlúcia”, como estava sendo chamado o prédio idealizado pela ex-primeira dama, e assim o governo se livrará de um montueiro de aluguéis que paga a “amigos do poder”.

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O deputado estadual Chico Viga foi escolhido presidente da Comissão de Orçamento e Finança, uma das mais importantes da Assembleia Legislativa. Além do próprio parlamentar, o partido dele, o PHS, ganha mais importância que em uma década em governos passados. Essa semana Viga chegou a usar a tribuna da casa, uma raridade em uma década de mandatos. “Esse é o representante do PHS na casa do povo, totalmente repaginado”, diz o presidente do partido, Manoel Roque, mais otimista do que nunca com os novos tempos no Acre.

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O secretário de Educação do Estado, Mauro Sérgio Cruz, foi essa semana ao Projeto Cazumbá-Iracema, uma comunidade organizada numa reserva extrativista administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com sede no município de Sena Madureira. Para chegar até lá o professor Mauro e sua equipe percorreram o ramal do Nacélio e o rio Macauã, duas horas por água e 40 minutos a pé, com lama até o pescoço, como dizem os moradores daquela região. O secretário foi verificar pessoalmente a situação das escolas, onde haverá uma reforma geral e onde o governador Gladson Cameli (Progressistas) vai para as inaugurações. “É uma aventura, mas é gratificante porque a gente sente na pele a situação de nossos semelhantes”, disse o secretário numa live com web repórter Diego Lins.

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O ex-governador do Acre, Romildo Magalhães, teria dito a amigos esses dias que se a pensão que recebe do Estado desde que deixou o cargo em dezembro de 1993 cair, a situação dele vai ser caótica. Correria até mesmo o risco de passar fome, uma vez que ainda seria provedor de muita gente de sua família. Romildo é ex-deputado estadual e ex-vice-governador na gestão Edmundo Pinto, iniciada em janeiro de 1991, mas interrompida em maio de 1992 com o assassinato do titular. Romildo assume naquela situação constrangedora e conclui o mandato, mas não consegue acumular fortuna.

Feijoense de família pobre, não teve acesso a estudos mais avançados e, na política, passou a cuidar de sua numerosa família. Velho e adoentado, sobrevive na atualidade com a pensão que a lei lhe confere, por ter sido governador. As ameaças de perder esses proventos tem tirado o sono de Magalhães, conhecido por ter deixado o poder como ladrão, pecha colocada pelo PT, mas sem nunca ter roubado – pelo menos ninguém nunca provou. Certa vez ele me disse: “Evandro, meu amigo, tudo que ganhei na vida apliquei na família. Alguns deram certo, outros não. Nunca me preocupei com o meu futuro, com a velhice”.   

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