Itens filtrados por data: Janeiro 2018

O Governo Tião Viana (PT) se perdeu, atolado em dívidas faraônicas, com salários atrasados, facções mandando no Estado, no entender do deputado estadual Antônio Pedro (DEM). A atual gestão chegou ao ponto de até a oposição ajudar de alguma forma, segundo o parlamentar, sob pena de o ano terminar muito mal para os acreanos. A bancada federal precisa ajudar em bloco e os deputados estaduais também. “Se todos nós não ajudar vamos todos pagar a conta pela gestão ruim da Frente Popular. As pessoas não merecem pagar por causa da loucura de um partido para se perpetuar no poder”, disse o parlamentar ao Blog do Evandro Cordeiro.        

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No Acre, maioria das cidades continua sem um aterro sanitário para armazenar o lixo produzido por seus moradores, mas um dos municípios que ganhou destaque no ano passado foi Brasileia, que conseguiu transformar seu lixão, cujos entulhos de todos os tipos se espalhavam até as margens da BR-317, em um simpático lugar onde hoje mais parece a entrada de uma chácara bem cuidada.

Quem passa hoje pelo lixão de Brasileia, localizado na BR-317, há 10 quilômetros da cidade, sentido Assis Brasil, não percebe que ali continuam sendo depositados milhares de toneladas de lixo produzido diariamente por seus moradores e também pelo município de Epitaciolândia.

O lugar onde antes tinha lixo até às margens da estrada, e muitos urubus, teve uma mudança drástica. Pode-se dizer que “mudou da água para o vinho”, e também que pode servir de modelo para muitas cidades do Acre e de outros estados brasileiros que hoje possuem lixões a céu aberto colocando em risco a saúde de seus moradores.

“E ali tem um lixão? Quem não sabe que ali é um lixão pensa que é a entrada de uma propriedade rural”, comentou o caminhoneiro Antônio Chagas Nascimento, de 49 anos, que viajava com a esposa e um filho de dois anos para o Peru.

A prefeita Fernanda Hassem (PT) disse que ao assumir o mandato, em primeiro de janeiro de 2016, ao menos sete famílias indígenas viviam no local, morando em condições sub-humanas.

 “O lixão foi um dos maiores gargalos no início da nossa gestão. Quando assumimos a prefeitura o lixo estava na BR-317, e recebemos informações de que sete famílias indígenas moravam no local, vivendo em condições sub-humanas”, lembra.

Uma semana após assumir o mandato, Fernanda Hassem conseguiu formar uma parceria com o Ministério Público do Acre, e com o prefeito Tião Flores, já que o lixão é de uso compartilhado com o município de Epitaciolândia.

“Apesar das grandes dificuldades financeiras, criamos um cronograma, todo acompanhado pelo Ministério Público, e como tratava de uma ação prioritária executamos com recurso próprio uma limpeza imediata de todo o local”, conta.

Na entrada do lixão foi construída uma guarita, instalado portão eletrônico e só tem acesso ao local os funcionários cadastrados pelas prefeituras de Brasileia e Epitaciolândia.

Dos 50 hectares de terras disponíveis para receber lixo, a prefeitura só utiliza nove. “Temos espaço o bastante para construir um dos melhores aterros sanitários do Estado. Por enquanto, conseguimos melhorar muito o nosso depósito de lixo. Temos segurança 24 horas, com vigias que não permitem mais a entrada de quem não esteja autorizado pelas duas prefeituras. Assim, não corremos mais o risco de termos pessoas dentro do lixão, como tinha há pouco mais de um ano”, lembra Hassem.

 

Do site https://3dejulhonoticias.com.br/?p=135755

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O ex-vice-prefeito de Tarauacá, Chagas Batista, do PCdoB, liderou essa semana uma reunião com vereadores da Frente Popular para iniciar as cobranças à atual prefeita, Marilete Vitorino (PSD), depois de um ano de trégua. Segundo Batista, está passando da hora de cobrar a gestão atual “porque a cidade é só buraco, lama, escuridão, sem contar a precarização dos serviços de saúde e educação”.

Chagas Batista disse que toda a oposição esperou um ano, deixando a prefeita Marilete a vontade em 2017. “Tivemos a prudência de dar um ano para ela, mas chegou a hora e nós vamos agir”, informa o comunista. Por enquanto, a gestão Marilete está “sem rumo, sem resultados, nada mudando em Tarauacá com a administração dela”.

Obras paradas - Em um ano a atual gestão de Tarauacá não constituiu nem iniciou uma única obra, segundo Chagas Batista. “Até às obras iniciadas no nosso governo estão paralisadas sem andamento”, afirma. E acrescenta: “A prefeita não pode reclamar de nada porque deixamos a prefeitura muito melhor do que encontramos em 2013. Além disso, ela é presidente da AMAC e tem amplo apoio parlamentar em Brasília”.

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