Itens filtrados por data: Janeiro 2018

O novo presidente da Umarb, Oséias Silva, negou qualquer atrelamento ao prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT), que estar prestes a abandonar a prefeitura para disputar o Governo. Pelo contrário, diz ele em nota enviada ao Blog do Evandro Cordeiro. “Quero dar credibilidade à Umarb”, afirma com todas as letras. Veja a seguir a nota:   

“O trabalho que pretendemos desenvolver a frente da entidade será de Independência e identidade para tomar decisões como entidade. Assim, peço como representante da entidade que não rotule a entidade a Prefeito, governador ou parlamentar. Essa não é nossa missão. Não foi para cumprir missão partidária que o movimento comunitário me escolheu, junto com os demais

Minha missão será combater com trabalho e na prática estes rótulos.

Não sou filiado e nem ligado ao PHS. Não liderei chapa apoiada por PT.

Como militar não tenho atuação partidária. No meu planejamento pessoal não cabe esse momento na minha vida.

Sei do desafio é da grande responsabilidade de assumir a valorosa entidade UMAMRB. Sei do árduo trabalho que nos espera. Trabalho este, que vai desde a reestruturação do movimento até o alcance da sua credibilidade.

Como tenho medo de não saber aproveitar as oportunidades que o criador e vida me concede, não pretendo falhar. Vou dedicar minha vida e motivar minha equipe a viver um novo momento para o movimento Comunitário de Rio Branco.

Agradeço a atenção e peço de tempo inicial a gestão para perceber as mudanças que faremos.

Oséias Silva

Presidente Eleito

União Municipal das Associações de Moradores de Rio Branco

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A suplente de deputada federal da oposição, Vanda Milani, procuradora de Justiça, vai disputar as eleições esse ano e não quer mais ser apenas suplente. A família e apoiadores se uniram como nunca para superar os erros da eleição de 2014, quando ela protagonizou a mais bela campanha, sem, no entanto, alcançar o objetivo. Um outro motivo para os Milani estarem ainda mais unidos: o caçula, Isarel Milani, médico, também vai disputar a eleição. Ele quer ser deputado estadual. A mãe já tem partido, o Solidariedade, mas ele ainda vagueia a procura de uma sigla. Se continuarem unidos, vai achar a sigla certa para realizar o sonho.  

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Com a câmera do celular ligada e com a ideia na cabeça de questionar a terceirização da saúde no Acre, o comunista agora do PCB (ele deixou o PCdoB) Giovanni Clay não teve o menor medo de encarar o governador do Acre, Tião Viana (PT), para questiona-lo sobre o assunto, mesmo ciente do costumeiro mau humor de Viana. Ele explica que  essa é a nova forma que os “inconformados” encotraram para “constranger” as autoridades. Clay protestou e acha que alcançou seu objetivo. O vídeo viralizou. Veja o que ele disse ao Blog:   

Blog – Como você teve coragem de “encarar” o governador do Acre, conhecido pelo seu mau humor, no aeroporto, para defender os servidores da saúde¿

 

Giovanni Clay - As formas de resistência e luta dos movimentos sociais no Brasil de forma histórica vem se inventando e reinventando, desta forma nos últimos anos os parlamentares e executivos não se sentem constrangido em mentir, executar ações das quais eram contrárias sem se preocupar com o interesse do povo. Desta forma se iniciou um movimento de constrangimento e denunciar a sociedade constrangendo e assim desmascarado os políticos. No caso do governador, pelo fato das diversas manipulações para imposição da terceirização construída pelo secretário Estadual de Saúde e não cumpridos os pactos feitos. Senti a necessidade de expor o governador e chamar sua atenção para ataque que o mesmo estava fazendo em relação a saúde, impondo de forma antidemocrática a terceirização da saúde.

Blog – O assunto é muito importante¿

 

Giovanni Clay - A terceirização da gestão e a transferência da responsabilidade de gestão do Estado para uma organização Social, desta forma, e de extrema importância para os servidores do qual tem impacto sobre a vida dos concursados, doa provisórios, comissionados e plantonista como também para os usuários sobre atendimento, oferta de serviço, qualidade etc. As experiências das terceirizações de Saúde no Brasil e corrupção, lavagem de dinheiro, precarização dos serviços, péssima remuneração dos servidores, falta de transparência ou seja utilização de dinheiro público enriquecimento ilícito e com isso péssimos qualidade de serviços.

Blog – Vocês vão conseguir virar o jogo¿

 

Giovanni Clay - Estamos mobilizando as universidades, sindicato, Conselho Estadual de Saúde e somando outras entidades para resistir este ataque do qual o governador Tião Viana está promovendo sobre a saúde

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O segundo colocado na disputa pela prefeitura do Quinari, em 2016, empresário Jorge Catalan, se filiou ontem no PTB, presidido no Acre pela publicitária Charlene Lima. O ato de filiação aconteceu na cidade do “quase prefeito”. Catalan disputou a eleição lá pelo PP, mas depois de fazer um estudo estratégico determinou, junto com a família e principais apoiadores, que tem mais chances de se eleger estadual pelo PTB. No ato de filiação ele foi abonado pelos presidentes estadual, Charlene, e municipal, Leandro Costa.

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*  Valdir Perazzo

Faz quase três anos que criei o grupo “Liberais do Acre”, que discute um projeto para o Estado, através do “whatsapp”. Depois da criação do grupo “Liberais do Acre”, a discussão do tema se intensificou no Brasil inteiro. Outros grupos, a nível nacional, foram criados no escopo de discutir o tema. O Movimento Brasil Livre (MBL), teve e tem importante papel na propagação das ideias liberais.

Há menos de um mês, sob a liderança do empresário Flávio Rocha, ex-deputado federal pelo antigo “Partido Liberal”, foi lançado o “Movimento Brasil 200”. Esse movimento já é um verdadeiro sucesso entre os empresários de todo o Brasil. Em primeiro lugar porque Flávio Rocha tem credibilidade como empresário, dono da rede de Lojas Riachuelo. Em segundo lugar porque Flávio Rocha fala de economia liberal de forma muito didática. É impossível não entender o que diz sobre as vantagens do capitalismo para a inclusão social.

Fiquei impressionado com o que Flávio Rocha propõe como projeto para o Brasil. Em síntese.

Um presidente que tenha um programa liberal para a economia e seja conservador nos costumes. O povo brasileiro, em sua maioria esmagadora, é conservador. A esquerda – diz – criou a bagunça do ponto de vista ético, para exercer sua nefasta dominação. Chegamos aonde chegamos. Não preciso entrar nos detalhes da nossa decadência moral. Basta se observar os nossos índices de criminalidade, resultado da nossa moralidade decadente.

O empresário Flávio Rocha, como dito acima, dono da Riachuelo, no último dia 17 de fevereiro, numa importantíssima feira do varejo (a maior do mundo), na cidade de Nova York, lançou uma carta aos empresários participantes que é um verdadeiro manifesto em favor da economia de mercado que gera prosperidade e inclusão social. Ali lançou o “Movimento Brasil 200”. Uma referência aos 200 anos da nossa independência do Brasil, cujo aniversário será em 2022, quando o próximo presidente termina o seu mandato que se inicia em 2019.

Dentre outras pérolas contidas no manifesto, destaco algumas. Sem prejuízo de que, os que se interessarem por um novo projeto para o Brasil, na própria página do movimento, possa obter informações e se engajar nessa causa, que é de todos os brasileiros. Uma grande causa!

Nesse manifesto estão as linhas básicas para um novo Brasil que ressurge depois desses últimos quinze anos em que nos atolamos na corrupção.

  • • A leve recuperação do Brasil atual não pode significar, de forma alguma, o esquecimento de como chegamos até aqui. O Brasil é um país sem memória, mas não é possível que em pleno ano eleitoral não se fale a cada oportunidade, todos os dias, de período nefasto de quase 15 anos em que uma quadrilha saqueou o Brasil, aparelhou as instituições, usou bancos e obras públicas para enriquecimento privado numa proporção jamais vista e que, espero, nunca mais aconteça.
  • • O Brasil hoje não tem um governo, é o governo que tem um país que vive para sustentar sua gastança, seu desperdício, seu endividamento, seus ralos bilionários de corrupção e clientelismo, suas regulações insanas, seu intervencionismo retrógrado, sua aversão ao liberalismo e ao empreendedorismo, seu paternalismo autoritário, sua incompetência criminosa e sua fome insaciável por poder, dinheiro e ingerência na vida do cidadão e das empresas. É preciso dar um basta!

Fiquei deveras contente com o Movimento Brasil 200, dada a similitude com as ideias que eu mesmo vinha propagando para os líderes do Estado do Acre. Repeti ad nausean. Ser contra o Partido dos Trabalhadores – PT, não é projeto. Ser anticomunista não é projeto. Projeto é ser liberal.

É exatamente o que vem dizendo Flávio Rocha. Precisamos de um presidente que seja liberal na economia e conservador nos costumes. Repita-se. Só o livre mercado gera riqueza e prosperidade. O povo brasileiro é conservador. Finaliza Flávio Rocha – com o que concordo – precisamos de um projeto para o Brasil que seja o contraponto do que nesses últimos vinte anos foi tentado, resultando em absoluto fracasso.

Conclamo os empresários, estudantes, profissionais liberais e o povo em geral do Acre a conhecer melhor o “Movimento Brasil 2000”, e nele se engajar.

O Brasil vai virar essa página triste da sua História, construindo uma economia de mercado, porque o mercado é a mão de Deus reconhecendo a iniciativa individual e o mérito para gerar prosperidade e riqueza.

Valdir Perazzo é um dos criadores do Instituto Liberal do Acre.

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O pré-candidato a governador do Acre pelo PRTB, Lyra Xapuri, cai na folia de carnaval nesta sexta-feira, 9, alegando que precisa ver gente e “conversar com as pessoas”. Acompanhado de outra figura do partido, o delegado de polícia Saulo Ribeiro, Xapuri aloprou ao Blog do Evandro Cordeiro: “O povo acreano não aguenta mais ser roubado”. Segundo ele, está na hora de fazer uma mudança significativa na política do Estado. Depois saiu cumprimentando as pessoas, que na época do carnaval nem lembra de roubo, pelo menos os que conseguem sair de casa sem ser assaltado nas ruas da capital do Acre, uma das cidades mais violentas do Brasil.  

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Sábado, 10 Fevereiro 2018 10:06

ARTIGO: A espiritualidade do carnaval

Eduardo Carneiro

“Carnaval é uma grandiosa cosmovisão universalmente popular de milênios passados... é o mundo às avessas”. (Bakhtin, 1970)

O carnaval realizado no Brasil é a maior festa popular do mundo. Grande parte dos foliões brasileiros, no entanto, não conhecem as origens e as implicações espirituais dessa festa. Pensa-se que o carnaval é uma brincadeira típica do Brasil, mas várias cidades do mundo como Nice (França), Veneza (Itália), Nova Orleans (EUA), dentre outras, também a celebram anualmente.

O carnaval, para surpresa de muitos, é um fenômeno social anterior a era cristã. Assim como atualmente ela é uma tradição em vários países, na antiguidade, o carnaval também foi praticado por várias civilizações. No Egito, na Grécia e em Roma, pessoas de diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas libertinagens.

A diferença entre o carnaval da antiguidade para o de hoje é que, no primeiro, as pessoas participavam das festas mais conscientes de que estavam adorando aos deuses. O carnaval era uma prática religiosa ligada à fertilidade do solo. Era uma espécie de culto agrário em que os foliões comemoravam a boa colheita, o retorno da primavera e a benevolência dos deuses. No Egito, os rituais eram oferecidos ao deus Osíris, por ocasião do recuo das águas do rio Nilo. Na Grécia, Dionísio, deus do vinho e da loucura, era o centro de todas as homenagens, ao lado de Momo, deus da zombaria. Em Roma, várias entidades mitológicas eram adoradas, desde Júpiter, deus da urgia, até Saturno e Baco.

Na Roma antiga, o mais belo soldado era designado para representar o deus Momo no carnaval, ocasião em que era coroado rei. Durante os três dias da festividade, o soldado era tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia. Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado no altar de Saturno. Posteriormente, passou-se a escolher o homem mais obeso da cidade, para servir de símbolo da fartura, do excesso e da extravagância.

Com a supremacia do cristianismo a partir do século IV (d.C), várias tradições consideradas pagãs foram combatidas. No entanto, a adesão em massa de não-convertidos ao cristianismo, dificultou a repressão completa. A Igreja foi forçada a consentir com a prática de certos costumes não cristãos, muitos dos quais, cristianizados para evitar maiores transtornos. O carnaval acabou sendo permitido, o que serviu como “válvula de escape” diante das exigências impostas aos cristãos da época no período da Quaresma.

Na Quaresma, todos os cristãos eram convocados a penitências e à abstinência de carne por 40 dias, da quarta-feira de cinza até as vésperas da páscoa. Para compensar esse período de suplício, a Igreja fez “vistas grossas” às três noites de carnaval. Na ocasião, os medievos aproveitavam para se esbaldar em comidas, festas, bebidas e prostituições, como na antiguidade.

Na Idade Média, o carnaval passou a ser chamado de “Festa dos Loucos”, pois o folião perdia completamente sua identidade cristã e se apegava aos costumes pagãos. Na “Festa dos Loucos”, tudo passava a ser permitido, todos os constrangimentos sociais e religiosos eram abolidos. Disfarçados com fantasias que preservavam o anonimato, os “cristãos não-convertidos” se entregavam a várias licenciosidades, que eram, geralmente, associadas à veneração aos deuses pagãos.

O carnaval na Idade Média foi objeto de estudo de um dos maiores pensadores do século XX, o marxista russo Bakhtin. Em seu livro Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento, o autor observa que no carnaval medieval “o mundo parecia ficar de cabeça para baixo”. Vivia-se uma vida ao contrário. Era um período em que a vida das pessoas tornava-se visivelmente ambígua, pois a vida oficial (religiosa, cristã, casta, disciplinada, reservada, etc.) amalgamava-se com a vida não-oficial (pagã e carnal). O sagrado que regulamentava a vida das pessoas era profanado e elas passavam a ver o mundo numa perspectiva carnavalesca, ou seja, liberada dos medos e da ética cristã.

Com a chegada da Idade Moderna, a “Festa dos Loucos” se espalhou pelo mundo afora, chegando ao Brasil, ao que tudo indica, no início do século XVII. Trazido pelos portugueses, o ENTRUDO – nome dado ao carnaval no Brasil – se transformaria na maior manifestação popular do mundo, numa das maiores adorações aos deuses pagãos do planeta e, por tabela, na maior apologia a prostituição apoiada pelo Estado. Você vai participar do CARNAval?

Dr. Eduardo Carneiro, professor da UFAC.

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A deputada estadual Eliane Sinhasique, do PMDB, inegavelmente uma das mais atuantes no campo da oposição, é a autora de duas das principais denúncias contra o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, do PT, réu em 40 processos por suposto desvio de dinheiro público, principalmente nas obras da BR-364. Na época da obra, dizem opositores, foram feitas sangrias para garantir reeleições de governadores no Acre e do presidente Lula. “Reinava a ideia da impunidade”, repete o deputado Luiz Gonzaga (PSDB), sempre que convidado a falar sobre o assunto. Em entrevista ao Blog do Evandro Cordeiro, a parlamentar Sinhasique dar mais detalhes das denúncias e sobre o que pensa em relação ao prefeito cujo nome é a esperança do PT de garantir mais quatro anos de poder. Veja a entrevista, sempre resumida, como de costume do Blog:

 

Blog - Deputada a senhora espera que suas denúncias contra o prefeito Marcus Alexandre, por este supostamente pagar advogados para defendê-lo no processo de desvio de dinheiro da BR-364 chegue aonde?

 

Eliane Sinhasique - A minha intenção é que o pagamento desses recursos, de quase um milhão de reais, seja investigado, apurado e, se comprovado a ilicitude, o responsável seja penalizado. Não podemos admitir que recursos para fazer ramais sejam utilizados para pagar advogados quando órgãos estaduais, como o Deracre, já tem advogados em seus quadros para defender os gestores de possíveis problemas judiciais. Além do mais, temos a Procuradoria Geral do Estado, a PGE, que também tem dezenas de procuradores que poderiam ter sido acionados para defender o então diretor do Deracre, Marcus Alexandre, em seus 40 processos! O Acre é um Estado "pobre". Não pode pagar duas vezes por serviços que já estão sendo pagos na folha de servidores.

 

Blog - Como a senhora descobriu tudo isso sobre o prefeito de Rio Branco, proclamado como bom moço e diferente do resto do PT?

 

Eliane Sinhasique - Está tudo no Diário Oficial. E não é porque está publicado que significa que seja legal ou moral.

 

Blog – A senhora não acha que isso pode atrapalhar sua reeleição? Ficar preocupada em fazer denúncias?

 

Eliane Sinhasique - Uma das funções dos deputados é fiscalizar. Estou cumprindo com o meu dever de representante do povo. Meu papel é evitar que os recursos públicos sejam mal utilizados ou, uma vez cometida a ilegalidade, provocar os órgãos de controle para tomar as providências cabíveis. Não vejo como isso pode afetar minha atuação parlamentar. O povo me elegeu para ficar atenta a qualquer desmando do governo ou de gestores. O povo não quer uma deputada muda, apática ou inerte.

 

Blog - Ele não foi denunciado pela senhora apenas no TCE não né?  Há uma outra denúncia?

 

Eliane Sinhasique - Fizemos duas denúncias em novembro do ano passado. No TCE e no MPF. Estamos esperando que esses órgãos façam apuração rigorosa e tome as providências cabíveis ao caso. Quase um milhão de reais daria para ajudar muitos produtores em ramais como da Castanheira e da Garça, na Transacreana, o ramal da Pitanga, no final do Calafate, ou ainda o Ramal Mendes Carlos, que há muitos anos está fechado para passagem de caminhões e ônibus.

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A chapa 1 venceu a disputa pela presidência da Umarb nesta sexta-feira, 9. O novo comandante da União das Associações de Moradores é o Oséias Silva, da Seis de Agosto. Curioso é que ele é ligado ao PHS, do presidente Manoel Roque, que previu essa semana uma “goleada” sobre os adversários da chapa 2, encabeçada pela líder do Vale do Açai, Dje Cavalcante, e apadrinhada do ex-deputado Luiz Tchê, presidente do PDT. Resultado: 112 a 56. A eleição sepulta o eterno presidente, Gilson “Papagai” Albuquerque, mas mantém a essência: continuar apoiando o prefeito de Rio Branco.    

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O porta-voz das empresas terceirizadas no Acre, Fagner Calegário, acaba de ser convidado pelo dirigente do PV no Acre, Pedro Longo, e pela presidente, Shirley Torres, para disputar as eleições deste ano. O convite balançou o empresário, interessado há muito tempo em ir às urnas. Depois do cafezinho, no gabinete de Longo, diretor estadual do Detran, Calegário saiu apressado para reunir seu grupo político e informar sobre o convite. Bala na agulha ele tem, em todos os sentidos. Por exemplo: representa maioria das empresas de terceirizadas, além de manter um dos maiores escritórios de administração e assessoria jurídica da capital.

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