Itens filtrados por data: Dezembro 2017

O funcionário de carreira da Funasa José Ronaldo Bayma Craveiro é o novo superintendente da instituição. Ele vinha respondendo há algum tempo como chefe, mas a efetivação e posse aconteceu nesta terça-feira, 2, à noite, numa solenidade simples, com o senador Sérgio Petecão (PSD), seu padrinho político, como convidado. Ronaldo conhece como poucos a Funasa. Estar prestes a completar 30 anos de serviços prestados em diversos setores. Filho de tradicional família de Tarauacá, os Bayma Craveiro, o novo superintendente é primo do coronel PM Gualter Craveiro, comandante da Polícia Militar nos anos 1990.

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As agressões verbais publicadas nas redes sociais pelo ex-diretor do Instituto Dom Moacir, Irailton Lima, alto membro do Governo Tião Viana (PT), contra sindicalistas, principalmente membros do Sindicato da Saúde, não vão ganhar ibope. Pelo menos foi o que disse agora há pouco a secretária geral da instituição, Francinete Barros. “O que esse puxa saco quer é ibope e isso nós não vamos dar. Até porque o que ele escreve e nada é a mesma coisa. Nem ele nem ninguém desse governo tem palavra”, afirmou a sindicalista.     

Francinete Barros disse ainda ao Blog que a “ira do Irailton” é que o governo do qual é capacho não conseguiu comprar o sindicato da saúde, nem alguns outros. “Ai se o sindicato não for comprado por eles ai não presta”, questiona. Francinete pediu para não falar mais para evitar polêmica com alguém que seria membro de um governo dos trabalhadores, mas que age contra os servidores. “Se nós não fôssemos independentes os trabalhadores estaria pagando um preço ainda mais alto”, afirmou ela.   

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O Governo Tião Viana (PT) só tem conseguido manter nas ruas uma viatura com dois PMs dentro para cobrir 25 bairros. E a gasolina ainda é limitada. Tudo isso para combater os cerca de 10 roubos de carros e motos todos os dias só em Rio Branco. As revelações foram feitas por um policial militar ao Blog do Evandro Cordeiro. Ele pediu sigilo de seu nome por vários motivos, entre eles o fato de ser “praça”, o que o torna vulnerável a severas punições.

Faz muito tempo que o serviço da Polícia Militar está nessa situação, segundo o “soldado”. Mal armados e com pouco combustível, dois policiais são destacados em uma viatura para cobrir uma média de 25 bairros. “Nunca daríamos conta de fazer essa cobertura”, diz. Segundo o militar, é por causa disso que os roubos e assaltos estão sendo escondidos da população. “Repara nas estatísticas se aparece tantos roubos a carros, a motos e os assaltos. Só aparecem as mortes porque as pessoas postam no zap ai o Governo não tem como esconder”, contou o policial.

Pior ainda, segundo esse mesmo policial, é prender um ou outro bandido e dois, três dias depois vê-lo solto outra vez. “Tem um elemento lá do Penicão que nós prendemos ele ao menos três vezes com produto de roubo, mas ele está nas ruas de novo, roubando motos toda noite”, desabafou, nesse caso contra o Judiciário. “Ai quem paga é a população, vulnerável a essa bandidagem”, finaliza o militar, que voltou a lembra ao Blog que não citasse seu nome. “Posso pagar um preço alto se tu divulgar meu nome”, disse, no que me comprometi a guardar o sigilo da fonte.     

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O São Chico está confirmado na disputa da primeira divisão do futebol acreano. O clube foi beneficiado com o pedido de afastamento da Adesg e a apresentação oficial do clube católico ocorreu na tarde de ontem (2) no Campo Carlos Simão.

Segundo colocado na disputa da 2ª Divisão/2017, o objetivo do time católico dentro do torneio será permanência na elite do futebol local. “Somos realistas e iremos disputar a parte de baixo da tabela, mas com dignidade”, explicou o auxiliar técnico Jangito Dias, lembrar que o clube ainda ganhará mais alguns reforços durante as próximas semanas.

Momentos antes da apresentação do grupo, a diretoria católica esteve reunida com o senador Sérgio Petecão (PSD) e também com o presidente do Banco da Amazônia Marivaldo Melo. Os dois falaram com os atletas e prometem auxílio ao clube.

“Irei colaborar com o clube para garantir uma infraestrutura de trabalho aos atletas e comissão técnica”, explicou à imprensa o senador Sérgio Petecão.

Em férias na capital Rio Branco, o bancário Marivaldo Melo, presidente do Banco da Amazônia, disse que a instituição não tem como ajudar o clube acreano, mas ele deixou claro que como pessoa física irá colaborar na medida do possível. “Fui convidado pelo Senador Sérgio Petecão para ser um dos colaborares do São Francisco e irei contribuir sim”, comentou Marivaldo Melo.

Neste primeiro dia de trabalho, os jogadores do São Francisco, um total de 15 atletas, a grande maioria remanescente da equipe que disputou a segundinha, realizaram ao comando do professor Marcelo Fontenele um trabalho físico.

Com a exclusão da Adesg, o São Francisco entra no grupo B da competição, ao lado de Galvez, Rio Branco-AC e Vasco-AC. O time católico estreia na abertura do estadual contra o bicampeão Atlético-AC, dia 21 de janeiro, às 15h30, no estádio Florestão. (Assessoria)

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O reitor da Ufac, Minoru Kinpara, pré-candidato a senador pela Rede, partido de Marina Silva, virou assunto dos mais acalorados debates políticos, principalmente sobre de quem ele vai tirar votos, caso a candidatura dele decole, se da Frente Popular ou da oposição. Em um resumido bate papo com o Blog do Evandro Cordeiro nesta terça-feira, 2, Kinpara afirmou, entre outras: “Não sei de quem tiro votos, sei que terei votos de quem quer mudança”. Veja nossa rápida conversa com o reitor:  

Blog – Reitor, com sua candidatura definida para o Senado, o senhor acha que tira votos de onde? Da Frente Popular ou da oposição?

 

Minoru Kinpara – Não sei. Creio que vou ter voto de quem quer mudança.

 

Blog - Quem será o candidato a governador que dará palanque à sua candidatura ao Senado?

 

Minoru Kinpara - Estamos debatendo se vamos ou não ter candidato ao Governo.

 

Blog - Caso não tenham um candidato a governador, vocês tendem a ir para qual aliança?

 

Minoru Kinpara - Estamos discutindo dentro da REDE um projeto para o Acre. Caso não tenhamos candidato, vamos ver quem tem um projeto para o Acre que esteja afinado com o nosso.

 

Blog – Quem tem projeto mais parecido com o do Rede?

 

Minoru Kinpara - Até agora o que se tem de concreto é um projeto com o propósito de continuidade e outro com o objetivo de tirar a Frente Popular do poder. A oposição não pode ter como projeto, unicamente tirar uns do poder. É preciso ter um projeto de desenvolvimento para o Acre.

 

 

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O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sintesac) amanheceu nesse segundo dia do ano divulgando uma nota por meio da qual acusa o Governo Tião Viana (PT) de ferrar com os trabalhadores da saúde. A nota tem por objetivo desmentir “lacaios” do governo, que tentam dizer ao contrário nas redes sociais.  “A tática dos governos de esquerda sempre foi chamar seus opositores daquilo que eles são e acusa-los daquilo que eles fazem”, diz um trecho da nota. Veja o documento na íntegra: 

 

 

NOTA

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre, mais uma vez, vem a público repudiar as mentiras que lacaios do poder vem disseminando nas redes sociais, se baseando naquela velha premissa nazista de que uma mentira repetida mil vezes se torna verdade.

A tática dos governos de esquerda sempre foi chamar seus opositores daquilo que eles são e acusa-los daquilo que eles fazem.

Em 2017, apenas para citar alguns exemplos do quanto os servidores da saúde foram prejudicados, o Governo Estadual:

– Retirou benefícios dos aposentados;

– Aumentou para 14% a contribuição previdenciária dos que estão na ativa;

– Exonerou centenas de servidores da SESACRE e FUNDHACRE que há décadas vinham sendo levados a crer que seus contratos haviam se estabilizados no tempo (e briga ferozmente na justiça contra a ação movida pelo SINTESAC que visa reintegra-los);

– Demitiu sem justa causa servidores concursados do Pró-Saúde, protegendo os seus indicados políticos (e depois VETOU o projeto de lei, aprovado na ALEAC, que visava regularizar a situação desta entidade);

– Tentou terceirizar as unidades de saúde, querendo implantar Organizações Sociais (o que viabilizaria, dentre outras coisas, o ambiente apropriado para a demissão dos servidores “irregulares”);

Dentre tantos outros ataques que sofremos, aos quais necessitaria escrever um livro para detalhar as agruras que passamos em 2017, neste ano sombrio.

E quanto ao reajuste que tivemos? Que fique absolutamente claro que o nosso pequeno reajuste salarial (que não foi suficiente para sequer cobrir a inflação) apenas foi obtido depois de muita luta e pressão feita pela classe, e não por bondade deste Governo, que, em seguida, nos presentou com tantas tristezas.

Este ano não tivemos uma semana sem alguma nova briga para travar. Não tivemos descanso.

Agora, fomos surpreendidos com a mensagem de um “assessor especial” do Governo, aonde tenta-se desqualificar o nosso trabalho, politizando a nossa luta para tentar encobrir a realidade.

Contudo, advertimos que a classe da saúde não mais se deixará enganar, pois, com exceção daqueles que possuem algum FG ou SEC, todos estão fartos deste governo, e isto nada tem a ver com política ou conflitos entre situação e oposição, pois nossa luta. É - e sempre será - contra o massacre que os servidores da saúde vem sofrendo, independente de sigla partidária.

Por fim, enquanto fala-se em dizer a verdade, a única coisa que vemos é a divulgação de mentiras.

O Adicional de Plantão Emergencial, mais conhecido como Plantão Extra, estar inserido dentro da Lei Complementar 84/2000, que regulamenta os VENCIMENTOS do servidor da saúde, razão pela qual esta verba faz sim parte do nosso salário e deve ser paga junto com os demais vencimentos, tais como, Adicional de Insalubridade, Adicional por Titulação e etc.

Dizer o contrário é mentira, mas para quem vive afastado da verdade há muitos anos, já não se pode esperar que tal pessoa consiga diferenciar uma coisa da outra.

Quanto ao movimento sindical, continuaremos firmes, vigilantes e sem qualquer temor.

A Diretoria.

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O ano de 2018 chegou e junto a hora de os partidos fecharem suas alianças para a disputa de outubro. As chapas majoritárias já estão até prontas, com candidatos a governador, vice e senador definidos, mas na proporcional agora que vai começar a batalha. Três partidos sofrem alta rejeição nesse momento: PP, PT e PMDB. É que todos tem nomes muito fortes para colocar em campo. Para se ter uma ideia, o PMDB terá na sua chapa de estadual a deputada Eliane Sinhasique, o vereador Roberto Duarte, a ex-deputada Antônia Sales e a primeira-dama de Sena Madureira, Meire Serafim; o PT tem quatro deputados: Leila Galvão, Jonas Lima, Daniel Zen e Lourival Marques. O quinto é Nei Amorim, mas este vai disputar o Senado ou o Governo; no PP, os deputados Ghelen Diniz, Whendy Lima e Nicolau Júnior, além da pré-candidatura do ex-deputado José Bestene são uma assombração.

No caso do PMDB, nem mesmo o “time” de partidos do pré-candidato a senador Marcio Bittar (PTB, PPS e Solidariedade) quer a aliança. O senador Sérgio Petecão (PSD), convidado, também não arriscará o mandato que seu partido já tem na mão e que conta como certa sua reeleição, a do pastor Jairo Carvalho. “O Jairo Carvalho se elegeria fácil na nossa chapa, mas o Petecão acha que não, então temos que respeitar”, lamenta o dirigente peemedebista Pádua Bruzugu. No caso do PT, a situação é ainda pior. A tragédia do PEN, em 2014, ainda é lembrada. Ao se aliar com o partido, o PEN mandou para casa, derrotados, cinco deputados. Os petistas elegeram cinco.

Ainda no andar de baixo, partidos nanicos se organizam para fazer pequenas alianças, sempre prósperas. O PV, por exemplo, vai puxar um grupo com mais dois partidos, onde é proibido candidatos com mandato. Um dos parceiros dos verdes será o P-SOL. Já PSDC, PMB e PHS formariam outra chapinha, também sem ninguém com mandato ou disparate financeiro. “Não vou abrir mão de fazer uma composição assim”, assegura o presidente do PHS, Manoel Roque. Na oposição, chapinha pronta, sem ninguém com mandato, por enquanto só PTB, PPS e Solidariedade. O resto é desespero até a hora de formar essas alianças, algumas para salvar mandatos.  

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