Itens filtrados por data: Julho 2017

 

O traslado do corpo do acreano Daniel de Souza, morto em Brasília em um acidente de trânsito, foi providenciado pelo gabinete do deputado federal Léo de Brito (PT). A autopsia e liberação do cadáver, na capital federal, é várias vezes mais burocrático do que em Rio Branco. Por isso dependeu da força da Câmara, onde Daniel era assessor do parlamentar acreano, para que a família pudesse velar seus restos mortais nesta terça-feira, na capela São João Batista. “Queremos fazer uma agradecimento ao deputado pelo espírito família dele que providencial para trazer o corpo de meu irmão”, afirmou Dênis Cleber, irmão mais velho.   

 

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Alunos da primeira equipe brasileira de hóquei subaquático, que se iniciou por meio de projeto interdisciplinar de extensão na Universidade Federal do Acre (Ufac), representarão a instituição na Semana Move Brasil, em São Paulo, em evento esportivo e cultural.

A equipe acreana tem como coordenadores o professor Wagner de Jesus Pinto e Carlos Roberto Teixeira Ferreira, ambos do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto da Ufac. Wagner explica que vai ser possível levar a experiência do primeiro time de hóquei subaquático do Brasil. “Vamos poder explicar desde as regras do jogo até os materiais e equipamentos necessários para a prática do esporte”, disse.

 

O QUE É A SEMANA MOVE?

A Semana Latino-Americana de Esporte e Atividade Física - Semana MOVE - é uma semana onde as organizações, escolas, clubes, ou pessoas motivadas organizam atividades de acesso livre para sua comunidade. Pode ser desde uma maratona a uma classe de Zumba aberta ou jogos tradicionais com crianças em idade escolar. Neste ano, as atividades da Semana MOVE são realizadas entre os dias 23 a 30 de setembro.

 

 

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O Grupo Capú enfrentou o preconceito mas enfiou seu pop-rock no cotidiano do Acre nos anos 1980. Com sua mistura de letra surrealista e poesia com elementos da cultura urbana e da floresta, os meninos rebeldes da banda mais badalada da época influenciaram toda uma geração. A banda se desfez, mas deixou um legado.
 
Existe atualmente um projeto fomentado pelo governo baseado no movimento cultural iniciado pelo Capú, nas marcantes noites do Casarão, a casa de show símbolo de resistência. O Blog tentou encontrar todo mundo, mas não é fácil. Já se foram 30 anos e cada um seguiu seu caminho.
 
Ficamos satisfeito com um papo super-cabeça com um dos fundadores do grupo, o Clenilson Bastita. Ele é nitroglicerina pura, ainda. Sonha alto mesmo sendo um cinquentão assumido. Tem posição política e continua mais ativista do que nunca, com seu estilo mais que original. Fizemos uma viagem rápida, mas nostálgica aos anos 1980 e ele, de forma sumpimpa, pilota a nave do tempo.
 
Veja trechos da entrevista:
 
Blog – Por onde andam os componentes do Grupo Capú?
 
Clenilson Batista - O Capú agora é uma entidade latente, segue no universo paralelo musical acreano. Sempre que for necessário a gente achar que vale a pena, eu e Clevisson entramos em ação e ativamos o grupo. Como foi o caso de algumas apresentações que fizemos nas ultimas decadas, com destaque para a comemoração dos 30 anos do grupo, que rendeu um DVD artesanal, produzindo pelo cineasta Emilson Ferreira.
 
Blog – O Capú influenciou uma geração, porque aquele período foi marcado pela transição cultural. O Acre saia do forró pé de serra, no seringal, para uma ebulição cultural com seus festivais e vocês chegaram no momento certo. O que ficou daquilo que o Capú anunciou pela música?
 
Clenilson Batista - A gente quebrou um pouco a rotina dos palcos da cidade, mexemos um pouco com a cabeça da galera. Mas nem tudo eram flores, a falta de aparelhagem de som e alguns intelectuais olhando meio atravessado pra gente, pois não gostavam de rock, diziam que era coisa de imperialistas norte-americanos etc. Mas para gente, rock era rock e tinha tudo a ver com a juventude, era uma excelente válvula escape para rebeldia, irreverencia, experimentalismo etc. Com tempo começaram a aparecer outras bandas trilhando o mesmo caminho tais como: Kambio Negro, Concreto Armado, Moby Dick, Viúvas Virgens etc. Muito dessas pessoas ainda estão na ativa tocando na noite, assim como eu e o Clevisson. O João Veras ainda toca sua flauta, compoe, escreve e recentemente lançou o livro Seringalidade, É bom lembrar que foi nos anos 80 que ocorreu a transição do regime militar para um regime mais democrático, resultado de uma luta popular por uma sociedade mais igualitária. E você percebe a diferença do que rolava naquela época com o que rola nos dias de hoje, quando escuta as bandas que se destacaram no cenário nacional na época, com as que você ouve hoje em dia. Tinha umas coisas açucaradas, mas tinha uma forte pegada política, o Capú tem um muito disso. Músicas como: S.O.S., Americano etc. São exemplos. E o que dava um gás em tudo isso, eram os festivais de música (famp), os festivais de arte e som na praia do amapá, que vitaminavam o movimento musical do estado, principalmente no que diz respeito a produção da musica autoral. É no meio dessa movimentação que surgiu a Associação dos Músicos do Acre – Amac que prestou um bom serviço e abriu caminho para outros segmentos artísticos fazerem o mesmo.
 
Blog – Além do rock vocês faziam política. Adiantou alguma coisa?
 
Clenilson Batista - Nosso sonho era colocar a esquerda no poder, a ideologia comunista como organização social etc. Mas esquecemos de mudar as pessoas, e sem mudar o ser humano, não se chega a nem um lugar. As ambições, a sede de poder pelo poder; são coisa que cegam as pessoas e ai, pessoas admiráveis, transforma-se em assaltantes de cofres públicos, formadores de quadrilhas, desestruturam o país e passam a usar todo tipo de argumentos para justificar seus crimes, e o que é pior, ainda encontram um monte de descarados para fazerem o mesmo, e a gente agora assistindo um espetáculo de pouca vergonha que parece não ter fim. É triste! Decepcionante!
 
Blog – No Acre também rolou a “nova ordem mundial” da época, estabelecida uma década antes em Woodstock, a do "sexo, drogas e rok and roll"?
 
Clenilson Batista - Sexo e droga sempre estiveram presente no ceio da humanidade, o rock surge no século XX e pelo que se percebe, houve uma sintonia entre eles, mas aqui não dava para embarcar nesse trio sem sofrer as consequências do puritanismo de uma cidade pequena. Mas surgiram movimentos muito semelhante ao que houve em Woodstock, como por exemplo, o Festival de Arte e som da praia do amapá é um exemplo disso.
 
QUEM É CLENILSON BATISTA
 
Nascido em Rio Branco, no Acre, Clenilson Batista da Silva entrou oficialmente para universo artístico na década de 1980, quando, junto com o irmão Clevisson Batista e o João Veras, fundaram o Grupo Capú. Foi presidente da Associação dos Músicos do Acre, Conselheiro de Cultura do Estado e embora admitas seus limites gramaticais, já escreveu ao menos seis livros, todos com abordagem direta ao ser humano, por meio dos quais propõe novos olhares para no meio ambiente psicológico com a Lendologia.

 

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Os dirigentes do PTC, Fagner Calegário e Junior Santiago, organizam uma caravana para visitar todos os municípios do Acre, em maioria deles a pedido de militantes locais. A caravana será aberta a todos os pré-candidatos e a novidade será a presença do pré-candidato ao Senado pelo partido, Sanderson Moura. Saiba mais sobre a viagem e sobre o que pensam os meninos do PTC:

Blog - O que vocês pretendem com esse giro pelo interior do Acre?

 

Fagner Calegário - Dar visibilidade a todos os nossos candidatos e principalmente fortalecer os nossos pré-candidatos a federal, Júnior Santiago, e ao Senado, Sanderson Moura.

Blog - Vocês não temem retaliação com uma candidatura ao Senado?

 

Fagner Calegário – Evandro, esse risco existe. No entanto, o partido está alinhado e foi uma decisão tomada em uma conversa aberta com todos os membros que compõe nossa estadual. Mas você sabe que o aval de uma candidatura dessa vem da nacional, até o momento estamos muito satisfeito com o posicionamento da nacional e isso eu posso te garantir. Sabemos que são duas vagas, então como eu sempre disse em conjunto com o Junior: acredito que será mais inteligente virem conversar sobre esse segundo voto do que tacarem pedra.

Blog - Como está realmente a situação do PTC no interior?

 

Fagner Calegário - Estamos fazendo um levantamento, essa caravana vai ajudar nessa questão. Sabemos que as pessoas que estavam a frente do partido eram lideranças da Antônia Lúcia, é natural que esse quadro se renove.

Blog – Tem alguma conversa entre vocês e a ex-deputada Antônia Lucia?

 

Fagner Calegário - Na verdade não existe nenhum mal estar, isso que ficam falando é pra causar intriga e não vamos entrar nessa. Todos sabem a liderança e a influencia que ela tem junto as igrejas. Outro dia estive em um jantar ela estava presente, nos cumprimentamos, mas tenho certeza que ela não sabe quem eu sou, isso é normal não sou político e nem vim de família política. De verdade, ela não precisa provar nada pra ninguém!

Blog - Qual o diferencial do PTC para 2018?

 

Fagner Calegário – Estamos à beira de uma reforma política que não sabemos no que vai dá, mas o que nós aqui defendemos é realmente essa renovação. Já falamos em outras conversar, aqui só vem quem não tem mandato (se não mudar o formato das eleições). Mudando, teremos que reavaliar.

Blog - E ai o PTC vai pra FPA ou fica na oposição?

Fagner Calegário – (risos) Estava demorando essa pergunta. Olha eu tenho um posicionamento. Isso não quer dizer que o grupo vai seguir.

Blog - E qual é?

 

Fagner Calegário - Defendo uma categoria e ela estar muito bem assistida pelo “chame chame” (risos).

 

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O líder do DEM de Sena Madureira, Carlos Vale, que inclusive disputou a eleição para prefeito, em 2016, trouxe uma comitiva do município para prestigiar a filiação do deputado federal Alan Rick, na última sexta-feira, 25, à noite, no Buffet Afa Jardim. Ele veio acompanhado, entre outros, do ex-vereador valdimar Jardim. “Para mostrar força nós precisávamos prestigiar essa filiação, uma aquisição importante do DEM, o deputado federal Alan Rick, nosso pré-candidato a vice-governador”, diz o Carlos, uma referência do DEM no Vale do Iaco.

 

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Meu primo-irmão Daniel de Souza, uma das primeiras pessoas a nascer no Conjunto Tangará, em Rio Branco, morreu neste domingo vítima de acidente de trânsito. Vítima mesmo, porque acabei de assistir a matéria do SBT Brasil e o resultado é que ele pilotava sua moto na rodovia na mão certa, em velocidade compatível, quando foi surpreendido por um carro que fez o retorno no lugar errado.

Como o crime do motorista que matou o Daniel vai ficar impune, porque no Brasil quem causa acidente no trânsito não recebe punição, restou o luto. Daniel era mecânico de avião e estava conquistando o brevê para pilotar, mas era também auxiliar do deputado federal Léo de Brito (PT), que lhe acolheu na capital federal. Era querido entre nós da família, mas não tinha limite quando o assunto era amizade. Rio Branco inteira está enlutada pela morte prematura dele.

O corpo chega no vôo de hoje à noite e será velado na capela São João Batista, ao lado da TV Gazeta, para a devida despedida de amigos e familiares. Será o adeus ao garoto ousado que ganhou o mundo em busca dos sonhos, que terminou em pesadelo pela irresponsabilidade de um motorista. Adeus, meu primo querido. Até um dia!

 

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O ex-deputado estadual e delegado de polícia aposentado, Walter Prado, reapareceu com um novo look, pelo qual imita o cantor Belchior, mesmo involuntariamente. E agora irônico! Disse, por exemplo, que o governo do Acre vive seu momento de vergonha ao perder a guerra para uma bandidagem que usa sandália de borracha. “Você já viu bandido de facção que não tem um sapato para calçar. Essas facções aqui do Acre são comandada por esses pobres coitados que usam sandália de borracha. Líder de facção usa carro importado. E o governo ainda está perdendo a guerra”, disse ao Blog.

Walter Prado diz que queria ter a oportunidade de ficar seis meses à frente da Secretaria de Segurança para resolver “essa pouca vergonha”, que é, segundo ele, um bocado de bandidos pé de chinelo mandando no Acre. “Vocês não lembram dos arrastões que eu fazia¿ Pois é. Como é que você não varre a bandidagem se tu sai andando em bloco pegando todo mundo¿”, diz ele. Walter reaparece por dois prováveis motivos: está cem por cento de saúde, depois de enfrentar um câncer, e pretende disputar as eleições para deputado estadual em 2018. Já tem até partido, o SOLIDARIEDADE.     

 

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O prefeito Marcus Alexandre (PT) largou Rio Branco com sua buraqueira, nesta sexta-feira, 25, e se mandou para o interior fazer campanha para o Governo do Acre. Foi apresentado em Manuel Urbano e, parece, em Feijó, como o “super-administrador”. Ele estava acompanhado do senador Jorge Viana e do outro pré-candidato a senador pelo PT, deputado estadual Nei Amorim. Alexandre só não foi apresentado em nenhuma das reuniões como sendo o engenheiro responsável pelas obras da BR-364, que “derreteu” antes mesmo de ser inaugurada, segundo a oposição no Acre.

 

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“Quando Jesus disse venham a mim porque meu fardo é leve e meu julgo é suave ele se referia ao pecado do homem, mas se referia também ao julgo e ao fardo pesado que os romanos imprimiam aos Judeus. Em nosso caso, o PT impõe um fardo já muito pesado ao acreano. E é para se livrar desse julgo petista que eu convido a sociedade”, disse o deputado federal Alan Rick em um trecho de seu histórico discurso na festa de filiação dele no DEM, nesta sexta-feira, 25. Ele tinha para quem falar, porque as dependências do Afa Jardim, Buffet onde ocorreu a festa, estavam tomadas por admiradores dele.

Além de Alan Rick, outras figuras importantes se filiaram no DEM de Tião Bocalom. Um deles, o médico Carlos Beirute. Prestigiaram e abonaram essas fichas o líder do partido na Câmara Federal, Efraim Filho (PB), além do deputados Sóstenes (RJ) e Marcos Rogério (RO).

A filiação de Alan Rick foi prestigiada por lideranças evangélicas, entre elas o pastor Daniel Batistela, ícone do chamado missionário no Acre, e políticas da oposição, entre elas os senadores Sérgio Petecão (PSD) e Gladson Cameli (PP), esse último pré-candidato a governador. Gladson, a rigor, fez um discurso de boas vindas a Alan e arrancou um interminável aplauso ao convidar a oposição a “viver uma nova história” no Acre.

 

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A ANP realizou entre 19 e 23 de agosto a maior ação de fiscalização conjunta da sua história para verificar a qualidade dos combustíveis no Brasil. Foram fiscalizados cerca de 681 postos, em 100 municípios, localizados em todos os estados mais o Distrito Federal.

Núcleo Regional de Fiscalização de Manaus

a) Municípios - 11 - Rio Branco/AC, Porto Velho/RO,Manaus/AM, Iranduba e Manacapuru/AM, Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides, Abaetetuba e Barcarena/PA, Macapá e Santana/AP.

b) Estados - 05

c) Agentes Econômicos - 174

d) Parceiros Institucionais - Procon/RO, Procon/PA

Balanço de 19 a 23/08/2017

a) Municípios - 13 - Rio Branco/AC, Porto Velho/RO,Manaus/AM, Iranduba e Manacapuru/AM, Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides, Abaetetuba e Barcarena/PA, Macapá e Santana/AP.

b) Estados - 05

c) Agentes Econômicos - 138

d) Parceiros Institucionais - Procon/RO, Procon/PA e Procon/AP

e) Ocorrência: 07 interdições por Bomba Baixa, 01 interdição de Posto Flutuante sem Autorização da ANP e 26 Autuações por outras irregularidades.

Em Rio Branco foram fiscalizados 29 postos revendedores de combustíveis, tendo sido lavrados 2 autos de infração por falta de material para execução de teste de qualidade de combustíveis.  Não foram relatados problemas com a qualidade dos combustíveis, nem com a quantidade fornecida pelas bombas abastecedoras. 

As informações são da Assessoria de Imprensa ANP

 

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