Itens filtrados por data: Outubro 2017

 

O empresário Jr Damasceno, da Paris Dakar, vai promover, dia 19, o dia todo, no Sport Park, proximidades da cabeça da terceira ponte, perto do Ceasa, uma costelada. Costela de boi assada na brasa ao ar livre. Além da carne, uma atração pela forma como é preparada, uma série de atividades esportivas náuticas estão programadas. Segundo o Jr, a programação atenderá todos os gostos. “Vai ser um dia de reunir os amigos para comer costela assada, praticar esportes e confraternizar, afinal chegamos no final do ano”, afirmou.

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O senador Sérgio Petecão (PSD) deverá montar outra vez uma chapa de deputado estadual altamente competitiva no seu partido. Primeiro ele tem o deputado Jairo Carvalho, cantado em verso e prosa como o futuro parlamentar mais votado em 2018; segundo, tem o Pedrinho, ex-vereador, primo do próprio Petecão, além de outros candidatos que gostam de disputar eleições perto dele, como Reginaldo Cordeiro, Zé Raci e até o forte candidato Josemir Anue. Mas tem um que ele está tentando convencer ainda a disputar o pleito: o Marcos “Coveiro”, servidor do cemitério São João Batista, o mais antigo de Rio Branco. “Coveiro” resiste. Só quer disputar para vereador, lá por volta de 2020, mas o senador tenta convencê-lo a ir logo para as urnas já ano que vem. O candidato, especialista em enterrar defuntos, seria uma espécie de substituto do anão Montana Jack, que especou de vez e, nem a pau, disputará mais eleição, segundo disse ao Blog do Evandro Cordeiro.

Publicado em Evandro Cordeiro

Em novembro, no Canal Futura, Diana Agência de Comunicação estará veiculando seu primeiro documentário. Com roteiro e direção do jornalista Gilberto Lobo e imagens e edição de Edmir Gadelha Jr, o vídeo 'O Valor da Mulher' conta a trajetória das mulheres desde a ocupação do território do Acre, quando muitas delas eram compradas por seringalistas e seringueiros, no século XIX, até tornarem-se símbolo da luta pela preservação da floresta amazônica, no século XX, luta que ficou conhecida como Empate.

O filme conta com relatos de historiadores acreanos, advogados e traz relatos de fatos importantes de nossa história.

A agência aguarda apenas a classificação etária da peça, para veiculação no Canal Futura (disponível em parabólicas e canais pagos).

Parabéns aos envolvidos!!!

 

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Quinta, 09 Novembro 2017 08:32

Sapatinho de Luxo

Estilo, elegância, sofisticação, bom gosto, design único e muito luxo! Assim podem ser descritos os sapatos e acessórios da mais nova loja de Rio Branco, Sapatinho de Luxo, que inaugurou nesta quarta-feira, 8 de novembro, no Via Verde Shopping.

Famosa entre digital influencers a marca é consolidada há mais de 20 anos no mercado de Manaus e Roraima. Rio de Janeiro, Belém, Brasília e Salvador são algumas das cidades escolhidas para receber a recente expansão da empresa. A Sapatinho de Luxo possui mais de 11 lojas próprias de alto padrão, e em breve abrirá portas em Orlando e Miami, nos Estados Unidos.

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O PROS, partido por muito tempo dirigido no Acre pelo gourmet Roberto da Princesinha, que o manteve sempre na Frente Popular, mudou de direção e de lado: agora é da oposição. Desde ontem seu novo presidente é o médico Carlos Beirute e o secretário geral o empresário Weber Gonçalves de Brito, esse último ligado aos senadores Sérgio Petecão (PSD) e Gladson Cameli (PP), no que pese os dois não terem movido uma palha pela aquisição da sigla. O deputado estadual Jesus Sérgio (PDT) se encontrou com a nova direção do partido, mas sua filiação ainda não foi oficializada. Ele ainda pensa em disputar as eleições pela Frente.

Publicado em Evandro Cordeiro

Escolha colares que acompanhem a linha do decote, eles podem ser curtos (gargantilhas, chokers, colar de pérolas) ou dar voltas. Para escolher um colar que combine com a camisa, tudo depende de seu decote, se for em V, siga as dicas para o decote em V, se for usar a camisa inteira fechada, ela pode ser considerada uma gola alta. Porém, camisas com babados e detalhes no colo ou na gola, não devem ser usadas com colar.

 

 

 

Publicado em Rubedna Braga
Quarta, 08 Novembro 2017 11:19

As mentiras sobre o desarmamento

* Valdir Perazzo

Sou de uma região em Pernambuco – Sertão do Pajeú – onde, na minha infância e adolescência, lá no final dos anos 60 e meados dos anos 70, todos os homens andavam armados.  Desde muito cedo se aprendia a usar armas (branca e de fogo). Impossível abraçar uma pessoa adulta do sexo masculino, sem se tocar na cintura dela o cabo, no mínimo, da “lambedeira”. A temida peixeira nordestina. Era raro um pequeno produtor rural não possuir um rifle papo amarelo.

Saí ainda adolescente da minha cidade no interior de Pernambuco para estudar na capital, a cidade do Recife. Lembro-me de muito poucos homicídios. Raros.  Até aquele momento nunca tinha ouvido falar em roubo à mão armada. O crime mais grave era o furto de uma galinha. Não se furtava pequenos ou grandes animais. Não se ouvia falar de mulheres violentadas. Ninguém avançava seu marco um palmo na propriedade do vizinho. Ninguém ingressava em um domicílio sem autorização do proprietário. Havia uma lei não escrita na mente de todos: violar essas normas tem consequências graves. Os homens se defendiam e às suas famílias. Não era o Estado.

Tudo isso mudou! Há pouco mais de 04 (quatro) meses estive na minha terra natal. Esses valores não mais existem! Na minha infância e adolescência no interior de Pernambuco nunca tinha ouvido falar em droga. Roubo de carro hoje é algo muito corriqueiro em todas as 17 (dezessete) cidades que formam a microrregião do Sertão do Pajéu.  Roubam-se carros nos centros das pequenas cidades e na zona rural. Os crimes de sangue se tornaram comuns. As drogas hoje são de fácil acesso no campo ou na cidade.

Essa realidade que constatei na minha aldeia parece que hoje atinge todo o território nacional. Não há mais segurança em lugar algum nesse país. Interessante é que, no final dos anos 90 deu-se início a uma intensa campanha publicitária em que se dizia que se a população fosse desarmada passaríamos a viver em paz. Essa campanha terminou chegando ao parlamento e se aprovando o estatuto do desarmamento, Lei nº 10.826/2003, hoje em vigor, já faz 14 (quatorze) anos.

Além dessa memória que trago da minha infância e adolescência lá no sertão de Pernambuco de que não podemos esperar que o Estado nos dê proteção – não se pode contar sempre com um agente do estado em todas as circunstâncias – há dois episódios da história do cangaço que demonstram que o bandido faz um cálculo de custo e benefício quando decide atacar alguém. Nesse cálculo se elege como vítima quem não esteja armado. 

O cangaceiro Lampião mandou um recado para os moradores de um lugarejo próximo à cidade de Pesqueira, chamado Ipojuca, onde vivia uma numerosa prole que descendia de um inglês que fixou residência no sertão de Pernambuco no início do século XIX. Os Brito de Ipojuca eram conhecidos pela bravura; pela coragem física.  Vitorino Freire, que governou o Maranhão na Ditadura Vargas e que também foi senador por aquela unidade da federação, como também Tenório Cavalcanti, o homem da “Lourdinha”, famoso na Baixada fluminense são os dois nomes conhecidos da estirpe. O bandoleiro queria um pedágio. Uma contribuição para não atacar os moradores do pequeno burgo. 

Os Brito de Ipojuca responderam à embaixada do cangaceiro Lampião. Disseram que Lampião poderia tomar chegada. O “corpo diplomático” da família o esperava. Evidentemente que todo o “corpo diplomático” da família esperava Lampião de Carabina na mão. O chefe de bandidos desistiu! Optou por vender segurança a quem estivesse desarmado, dócil e submisso.

Lampião com 150 (cinquenta) homens decidiu saquear a cidade de Mossoró no interior do Rio Grande do Norte. O prefeito da cidade não se quedou inerte e nem inerme. Tomou uma atitude digna e corajosa. Fez com que todas as crianças, velhos e mulheres deixassem a cidade. Armou 300 (trezentos) homens, colocando-os em pontos estratégicos, como torre da Igreja e telhados das casas. Lampião foi recebido com uma chuva de balas. No calor da luta morreu o cangaceiro “Jararaca” – seu túmulo na cidade é lugar de visitação -, que não conseguiu fugir com o resto do bando. Leio com gosto o livro “Mentiram Para Mim sobre o Desarmamento”, dos autores Flávio Quintela e Bene Barbosa, obra fundamental para quem quer se esclarecer sobre segurança pública no Brasil, em que nos enganaram dizendo que desarmada a população civil teríamos paz. A obra desmascara os autores desse engodo. Com essa leitura reforcei minha convicção da necessidade de revogação do Estatuto do Desarmamento.

Concluo com uma frase citada no livro, de autoria do ex-presidente dos Estados Unidos, George Washington: “Um povo livre precisa estar armado”.

* Valdir Perazzo é  um dos inspiradores da criação do Instituto Liberal do Acre - ILAC

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Um grupo de intelectuais, entre os quais figuram pessoas como a desembargadora Miracele Lopes Borges e os empresários e professores Emir Mendonça, Fernando Lage, Carlinhos Portela, Paulo Klein, Jaime Fontes, Marcelina Freira, Querlison Souza, Nazinho Santana, Glória Gomes, Glória Simão, acaba de criar o movimento “Novas ideias para um novo tempo” para, por meio do qual, criar uma candidatura alternativa a governador do Acre. Já tem até um nome, o do professor Lauro Fontes.

Perguntei se o grupo já tem partido ou se isso será a última discussão e o Lauro respondeu o seguinte: “Sim, será a última discussão, posto que não haverá negociação de cargos. A ideia é a ruptura com o modelo atual de se fazer política. Mas, as tratativas com o partido político que representará este projeto já estão bem avançadas e logo mais à tarde fecharemos o projeto”, escreveu. E o grupo já tem uma proposta de governo. Veja a seguir:

DIRETRIZES PARA A REFORMA ADMINISTRATIVA DO ESTADO

O processo de formação e desenvolvimento do estado do Acre deixou suas raízes profundas dentro do modelo atual de governo. São raízes nitidamente caracterizadas no senhorial, onde existia uma relação tutelar da atividade extrativista pelo Estado brasileiro. Um instrumento burocrático, fortemente centralizador e intervencionista e, ao mesmo tempo, de uma classe empresarial altamente dependente de autorizações, proteções e favores oficiais.

Com uma atividade econômica sem expressão e diminuta viu-se o estado na obrigação de operar como empresa, no pior sentido da palavra, e abranger, através de seus espaços e campos, a mão de obra ociosa. Não havendo local possível para todos o que se mostrou vou a aptidão nepotista dos sucessivos governos. Como resultado desta prática foi a falência do Acre.

Do cenário acima decorre a urgência na reformulação do modelo de estado que está até hoje nos desafortunando. É urgente a elaboração e discussão de uma nova visão que nos aponte para um futuro seguro. Há que se colocar dentro deste novo modelo a proposta de desburocratização, eficiência e inovação da gestão pública que possibilitem a melhoria e ampliação da prestação de serviços públicos e a criação de um ambiente propício à criação de empregos e rendas. Um estado com maior qualidade e com a garantia de retorno à população de suas contribuições.

META A PERSEGUIR

  1. A) Reforma da estrutura de gestão

A proposta de enxugamento da máquina pública não será meramente uma medida simbólica ou questão da retórica, é um compromisso. A redução imediata do número de secretarias de estado anunciará o rumo a ser seguindo pelo governo. Neste sentido, o que se propõe, é o estabelecimento de apenas cinco secretarias. A saber:

  1. Secretaria da Educação;
  2. Secretaria da Produção;
  3. Secretaria da Indústria da Tecnologia;
  4. Secretaria da Gestão de Governo; e,
  5. Secretaria do Desenvolvimento.

Complementar-se-á esta medida com a redução absoluta de cargos em comissão. Estes cargos será apenas delegados aos servidores de carreira aprovados em concurso público e que preencham os requisitos da meritocracia. Suas nomeações serão objeto de processos administrativos dirigido pela Secretaria de Estado da Gestão de Governo em lista tríplice, sendo posteriormente homologado a escolha para a investidura pelo governador e vice-governador.

Se necessário for o regimento do servidor público e os PCCS serão revistos para se adequarem à nova orientação. Nenhuma nomeação deverá ter o componente da famigerada indicação política.

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O novo presidente do PPAfro, Marcio Negão Albion, vai coordenar o primeiro evento, o Consciência Negra Todos os Dias, dia 11 próximo, a partir das 10hs, na sede do partido, em frente ao Colégio Meta, no bairro Abrahão Alab. A ala afro do PP, partido do senador Gladson Cameli, usa ideias para combater o preconceito racial. Segundo o novo coordenador, que é negro, filho do policial civil Albion, morto recentemente, que já sofreu preconceito mesmo quando era jogador da seleção acreana de Voleibol, “o preconceito é a falta de consciência e o trabalho contra isso tem que acontecer todo dia”.

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O PDT só vai emplacar o secretário de Segurança, Emylson Farias, como vice na chapa do PT, na cabeça da qual estará Marcus Alexandre, se o presidente do partido, Luiz Tchê, levar a sigla para o chapão de federal. A aposta é de um dirigente da Frente Popular. “A chapa dele é forte, de fato, para deputado federal, mas ele precisa levar ela para o chapão. Se não fizer isso, dissolverá a ideia de Emylson vice”, afirmou o dirigente ao Blog. É que somente um chapão salvaria candidaturas carimbadas, principalmente do PT, e essa será a fatia dos aliados que se beneficiam há 20 anos dos benefícios do poder, todos distribuídos em suculentos cargos.

    

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